Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

06/05/2006

Santos e Flu, pau a pau

O Santos nem jogava bem diante do Fortaleza, mas, ao seu estilo em 2006, fez o que precisava.

Achou um primeiro gol (contra) ainda no primeiro tempo, Rodrigo Tiuí marcou o segundo (em falha do goleiro), também na primeira fase, e depois só administrou o bom resultado, no estádio do Santo André, de portões fechados.

Levou um susto aqui ou ali no segundo tempo, mas nada que deixasse o torcedor santista de cabelo em pé.

E o time segue líder, dois gols de saldo a mais que o Fluminense.

Fluminense que também não jogou bem no Maracanã.

Mas que obteve sua sexta vitória sob o comando de Oswaldo de Oliveira, invicto há oito jogos com ele, há 14 no geral.

Flu que deve agradecer ao árbitro, à falta de pontaria do Paraná Clube e à sua eficácia para fazer 2 a 0.

Porque a arbitragem não deu um pênalti claro para os paranistas logo no começo do jogo (Zumbi foi agarrado na pequena área) e validou o primeiro gol tricolor num lance em que Tuta estava em clamoroso impedimento ao tocar de calcanhar para Lenny, que também estava ao receber de Tuta.

E o Paraná Clube tomou conta do primeiro tempo, perdeu duas ou três chances preciosas, além de mais duas no segundo.

Como o Flu não tem nada a ver com quem não faz, tratou de fazê-lo tomar e, para alegria de 36 mil tricolores nas arquibancadas, marcou, com Rissut, o segundo gol.

E como o tal Edson Esperidião, do Espírito Santo, é muito ruim, não deu mais um pênalti, este cometido pelo goleiro do Fernando Henrique e compensou em seguida, ao dar um que não houve e permitir que o Paraná Clube diminuisse para 2 a 1.

Por Juca Kfouri às 19h11

Ponte bem, Santa preocupa

A exemplo do que fez no ano passado, a Ponte Preta começa bem o Brasileirão.

Já derrotou Palmeiras e Corinthians e, hoje, empatou por 1 a 1 com o Santa Cruz, no Recife, além de ter feito por merecer a vitória no segundo tempo, quando jogou melhor.

Já o Santa preocupa, porque hoje era daqueles dias em que teria de vencer.

É a segunda partida que empata no Arruda, depois de ter perdido os dois jogos que fez fora.

Neste diapasão, o Sport sobe e o Santa cai.

Por Juca Kfouri às 17h50

Três dicas de leitura

Três novos livros na praça:

"Anjos Brancos", do jornalista inglês John Carlin, sobre os bastidores do Real Madri, pela editora Relume Dumará, é um deles.

Obra de fôlego, 324 páginas, para que se entenda a magia e o inferno astral dos merengues.

Outros dois, deliciosos, são do tipo que se lê numa sentada.

"O futebol levado a riso", do pensador Rubem Alves, formato quase de bolso, 69 páginas, baratinho, da Verus Editora, em que se mistura o futebol com a geometria, com a infância, com a política, com a religião, a poesia, o sadismo, com quase tudo.

E, finalmente, "11 histórias do futebol", da Nova Alexandria, 142 páginas, com contos que vão desde o futebol de botão ao dos gramados, na verdade só um sobre o primeiro, todos os demais sobre o que rola nas Copas do Mundo ou na várzea.

Contos escritos por uma seleção de 11 craques como Daniel Piza, Domingos Pellegrini, João Antônio e José Roberto Torero.

Coisa fina, ou melhor, coisas finas. 

 

Por Juca Kfouri às 14h56

Aos navegantes

Para quem está com dificuldade de ler os comentários dos blogueiros, e até que se ache a melhor solução técnica (o pessoal do UOL está debruçado sobre a questão) devido ao grande número de postagens, uma dica, que no meu computador funciona:

ao visualizar o comentário tecle F11.

Isso evitará a aporrinhação de ter de mover a barra inferior de lá para cá, de cá para lá.

Por Juca Kfouri às 13h39

05/05/2006

Só pra saber

Marcelinho Carioca vai treinar amanhã com o elenco principal do Corinthians?

A promessa era essa, não?

E era só o que faltava para o ambiente corintiano.

19h42

O Corinthians informa: ele volta a treinar na semana que vem com o time principal.

Por Juca Kfouri às 16h53

CBF não, Fifa - 2

Para que não fique nenhuma dúvida:

Cometi uma imprecisão ao trocar Fifa por CBF.

Corrigi imediatamente quando alertado, como faço sempre.

Não ouvi o Jorge porque a notícia foi colhida de duas fontes diferentes e batia nos minímos detalhes.

Talvez eu é que tenha confundido uma entidade com a outra, não as fontes.

Ocorre que CBF e Fifa são a mesma coisa, apenas uma é mais distante e faz suas trapalhadas em escala mundial.

Basta ler a nota copiada do "Estadão" que dá conta da proibição do livro sobre a Fifa, do respeitado Andrew Jennings, um dos autores do clássico "Os Senhores dos Anéis", a respeito do Comitê Olímpico Internacional.

Minha preocupação é uma só: qualquer furo que "O Globo" dê durante a Copa (e dará vários, porque sua equipe é das melhores do país), ficará sempre a suspeita sobre quem foi a fonte, por mais que eu acredite que o Jorge não fará isso.

É a velha história da mulher de César, que não basta ser, mas precisa parecer honesta.

Tenho certeza de que tanto a direção do jornal quanto o jornalista ponderaram bastante a esse respeito.

E espero que tenham tomado a decisão correta, embora dela discorde.

O que é saudável, cristalino e não necessariamente embute juízo de valor.

Como já tomei decisões em desacordo com colegas que respeito e agradeci a eles pela manifestação divergente.

Acho que é assim que se faz.

Por Juca Kfouri às 16h47

Berezovski detido, interrogado e solto

Boris Berezovski foi detido hoje às 6h da manhã em Cumbica, quando tentava embarcar para Londres em seu jato particular.

Levado para o Ministério Público Federal, em São Paulo, foi interrogado até as 14h.

Foram apreendidos com ele dois computadores portáteis e aparelhos celulares, para investigações futuras.

Ele foi levado por condução coercitiva com autorização do juiz da 6ª Vara Criminal, Márcio Rached, a pedido dos procuradores federais Rodrigo De Grandis e Sílvio Luis Martins de Oliveira que, com um policial federal, interrogaram o magnata.

Berozvski estava muito agitado, de camiseta e tênis.

Acompanhado de um advogado e de um intérprete, perguntava sem parar quando seria liberado.

Por Juca Kfouri às 14h00

Pênalti em Júnior

Diz a Regra 12, em seu artigo principal, que rege os demais:

"Será concedido um tiro livre direto à equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes seis faltas, de maneira que o árbitro CONSIDERE IMPRUDENTE, TEMERÁRIA OU COM USO DE FORÇA EXCESSIVA".

Negar a possibilidade de Wilson Mendonça de Souza ter considerado que Christian incorreu nas três hipóteses é apenas um absurdo, independentemente de ele ter tocado antes na bola como, de fato, tocou.

Volto ao tema devido aos quase 1000 comentários sobre o assunto nas notas sobre o jogo entre São Paulo e Palmeiras e sobre o pênalti em si.

 

Por Juca Kfouri às 11h54

PM não quer Pacaembu

A Polícia Militar, que se comportou exemplarmente no Pacaembu, pedirá ao Ministério Público para que o estádio não seja usado no domingo para o clássico entre Corinthians e São Paulo.

E com toda razão.

O Pacaembu tem de ser imediatamente interditado.

Por Juca Kfouri às 23h45

Copa do Brasil

Pelo pouco que vi, sobraram emoções na vitória do Vasco sobre o Volta Redonda por 2 a 1.

Belos gols, belas defesas dos dois lados, São Januário lotado e muita confusão fora do estádio.

Agora teremos dois jogos entre Fluminense e Vasco para definir quem enfrentará Flamengo ou Ipatinga.

Por Juca Kfouri às 23h28

04/05/2006

Espetáculo deprimente

Fora de campo, o clima ficou quente: cinco policiais federais, armados, entraram na tribuna de honra onde estavam Kia Joorabchian e o técnico português do Chelsea, José Mourinho, atrás de Boris Berezovski.

Que não foi encontrado ou visto no Pacaembu.

O que se viu no gramado foi o de sempre.

O Corinthians jogando mal e aflito.

Nilmar ainda abriu o placar, em belo passe de Ricardinho, no primeiro tempo.

Mas a fragilidade e o nervosismo da defesa alvinegra encarregaram-se de virar o jogo para o River Plate, um time medíocre com um belo maestro, o trintão e baixinho Gallardo.

Que cruzou para Coelho marcar contra e, ao receber uma bola mal cortada por Betão, passou para os argentinos fazerem o segundo gol.

Tinha tempo ainda para o Corinthians tentar, ao menos, igualar o marcador do Gigante de Nuñes e levar a decisão aos pênaltis.

Mas não tinha cabeça.

Nem time, porque o Corinthians, mais uma vez, se preparou mal para disputar a Libertadores.

E mais uma vez, em bola cruzada por Gallardo, a zaga corintiana deixou que Higuain marcasse o terceiro gol, o segundo dele.

Os corintianos não têm do que reclamar.

Perder do jeito que o Corinthians perdeu é típico de uma equipe que não pode nem sonhar com a Libertadores.

E a reação da torcida não poderia ser pior, ao forçar o alambrado e tentar invadir o campo, em deprimente guerra com a PM, o que levou, corretamente, o árbitro chileno a encerrar a partida.

Foi coisa para o Corinthians ser suspenso, no mínimo, por um ano de competições internacionais.

Tempo suficiente para pensar na vida e aprender a ser, realmente, grande.

Por Juca Kfouri às 22h38

Pena, Goiás!

O Goiás jogou bem.

O Goiás teve um pênalti não marcado no primeiro tempo e mandou uma bola no travessão do Estudiantes.

O Goiás voltou ainda melhor no segundo tempo e conseguiu, em dois lances criados por este ótimo Jadilson, os dois gols de que precisava.

Pelo menos os pênaltis pareciam garantidos,

Mas, aí, o Estudiantes, em bela jogada pela direita, achou seu gol.

O difícil ficou impossível.

O Goiás tinha 15 minutos para fazer mais dois gols.

Ainda fez um, mas não deu.

Seja como for, uma constatação e uma lição:

a campanha do estreante Goiás em Libertadores foi acima da expectativa;

com um pouco mais de valentia, o time poderia ter saído de Quilmes com melhor resultado.

O Estudiantes pegará o São Paulo, na Argentina,  nesta quarta-feira.

E o Libertad, do Paraguai, espera para saber quem pega, se River ou Corinthians.

Por Juca Kfouri às 20h35

Está no "Estadão" de hoje

Justiça da Suíça proíbe livro que acusa Joseph Blatter de corrupção

Jamil Chade

A poucas semanas do início da Copa, um terremoto ameaça Joseph Blatter. O presidente da Fifa perde o sono por causa de um livro que conta em detalhes como conseguiu ser eleito para o mais poderoso cargo do futebol mundial. Foul (Falta, em inglês), escrito pelo jornalista Andrew Jennings, o acusa de corrupção e traz provas de compra de votos. O autor espera publicar a obra este mês, mas a Fifa conseguiu convencer a Justiça suíça a proibir a sua venda.

Jennings é um dos autores mais reconhecidos da Europa como investigador de escândalos envolvendo as entidades esportivas internacionais. Há poucos anos, publicou livro em que revelava a corrupção no Comitê Olímpico Internacional. A obra acabou derrubando alguns membros do COI.

Em Foul, o jornalista conta os bastidores da Fifa. Desde setembro de 2005, Blatter tenta impedir a publicação e distribuição do livro, alegando que se trata de calúnias. A Justiça, em primeira instância, rejeitou o pedido. Ontem, porém, Blatter obteve uma vitória: conseguiu que, pelo menos temporariamente, a obra não chegue às livrarias. O Tribunal de Zurique não tomou posição sobre a alegação de calúnias, mas optou pela proibição provisória. Para muita gente, a Fifa já conseguiu o que queria: evitar a publicação do livro às vésperas de seu grande evento, a Copa.

Segundo o livro, em 1998 a eleição para presidente da Fifa foi marcada por vasta operação de compras de votos e distribuição de contratos para garantir a escolha de Blatter. Também há denúncias sobre a gestão dos recursos da entidade e sobre a venda ilegal de ingressos para os Mundiais.

 

 

Por Juca Kfouri às 18h19

CBF não, FIFA

Segue, abaixo, mensagem que acabo de receber de Jorge Luiz Rodrigues

Caro Juca,

Trabalhamos juntos em Placar durante 2 anos e 3 meses, período repleto de alegrias e de uma convivência respeitosa e de confiança. Por isso, eu te envio este e-mail para esclarecer uma nota publicada por você em seu blog.

Fui convidado pela Fifa para trabalhar para a entidade, e não para a CBF, como um dos 53 Fifa Media Officers (FMO, sigla em inglês para Oficiais de Imprensa da Fifa), durante a Copa do Mundo-2006. Foi motivo de alegria para mim, por três motivos.

1. Cubro as Copas do Mundo desde 1990, quando trabalhava em Placar e fui o único repórter da revista - escalado por você - na cobertura do evento;

2. Apenas 2 destes 53 FMOs escalados são brasileiros (eu e Renata Pereira);

3. O convite me dá a oportunidade de ver um Mundial por dentro, entender como é organizado, como a Fifa e um país se preparam.

Vou trabalhar para a Fifa a partir do dia 30 de maio, em Berlim, e junto à seleção brasileira, a partir do dia 5 de junho, nos jogos e treinos oficiais. Por causa do grande número de solicitações estrangeiras e pelas dificuldades dos repórteres de outros países com nosso idioma, a Fifa sempre escolhe um profissional que fale inglês e espanhol para acompanhar mais de perto o Brasil. Em 1998 e em 2002, foi Ricardo Setyon; em 2005, na Copa das Confederações, a tarefa coube ao português Jorge Pereira; e, agora, no Mundial-2006, o convite foi feito a mim, pois Jorge Pereira foi promovido para chefiar o Centro de Imprensa de Dortmund. Haverá também FMOs para atender os estreantes Togo, Costa do Marfim, Trinidad e Tobago, Angola e Ucrânia, enquanto os outros 46 FMOs se revezarão entre o dia-a-dia dos Centros de Imprensa e o atendimento a solicitações sobre as demais seleções.

Usarei uniforme da Fifa, serei pago pela Fifa e trabalharei em Königstein e também no centros de imprensa da Fifa, primeiramente com base em Frankfurt, a 25km de Königstein. Não ficarei hospedado nas concentrações da seleção brasileira, mas, sim, nos hotéis da Fifa. Entre as minhas funções está a de pautar repórteres do site da entidade (fifaworldcup.com) com sugestões sobre o Brasil e avisar sobre a necessidade de comunicados da Fifa em relação a jogos do Brasil no Media Channel da Fifa. Também estarei cuidando da Zona Mista de entrevistas nos dias de jogos.

Para fazer este trabalho me será concedida, pelo GLOBO, uma licença sem vencimentos durante o período em que me ausentar do jornal. Além disso, a partir do próximo dia 21 de maio, eu me desligarei da coluna impressa e do blog na internet, o que será devidamente comunicado aos meus leitores. Portanto, nove dias antes de eu me apresentar à Fifa, em Berlim.

A Fifa sabe que trabalho no GLOBO e que me licenciarei para este trabalho. Se o jornal colocasse o menor empecilho na minha liberação, eu recusaria. Levei praticamente dois meses para responder ao convite porque ainda tinha dúvidas. O GLOBO tem um projeto muito legal para o Mundial e já me escalara em sua equipe, pela qual eu cobriria o Grupo C - o da Argentina.

Espero que as explicações sejam suficientes para esclarecer a questão e pôr fim ao mal-entendido.

Embora distantes, sempre mantivemos um relacionamento de respeito. Por isso, estranhei o fato de a nota ter sido publicada sem que eu recebesse um telefonema ou, mais facilmente ainda, um e-mail para a coluna ou para o blog, para que eu pudesse esclarecer suas dúvidas. Mas vamos em frente, e conte comigo para o que necessitar também na Alemanha.

Um grande abraço,

Jorge Luiz Rodrigues

 

Por Juca Kfouri às 17h24

Berezovski no Pacaembu

Boris Berezovski estará hoje à noite no Pacaembu para ver Corinthians x River Plate, segundo informou a assessoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP).

Ontem a MSI soltou nota oficial para desmentir que ele tenha qualquer relação com a empresa parceira do Corinthians.

Só não explicou o que Alberto Dualib foi fazer em Londres durante um mês, em intermináveis reuniões com o magnata russo.

Por Juca Kfouri às 15h52

Sobre o pênalti em Júnior

Certamente eu não deveria ter escrito que o pênalti em Júnior foi "indiscutível", tanta discussão está suscitando.

Mesmo que para mim, realmente, tenha sido claríssimo.

O fato de a bola ter sido atingida antes que o Júnior não elimina a falta.

Fora da área seria marcada sem maiores dramas.

Ocorre que quando um jogador vai com força desmedida em busca da bola, mesmo que a atinja antes, a falta deve ser marcada.

Porque, em caso contrário, por absurdo, todos estariam liberados para fazer o que quisessem depois de bater na bola.

E é claro que não é assim.

Ao contrário, no caso, a bola só foi atingida pela força desmedida de Christian na jogada, de maneira tal que, em seguida, atropelou literalmente o ala são paulino.

Também, apenas para radicalizar o raciocínio, fica a pergunta: e se depois que Christian atingiu a bola desse um murro em Júnior?

Não seria falta?

Por Juca Kfouri às 14h21

Relação ainda mais delicada

Em resposta a uma ação trabalhista movida pelo jornalista Alexandre Simões, que pede equiparação salarial ao repórter especial Jaeci Carvalho, o "Estado de Minas" se defende com a seguinte afirmação  perante a Justiça do Trabalho:

"O paradigma Jaeci, embora custeado pela CBF, usava suas reportagens de cobertura da Seleção Brasileira fora do Brasil e internamente, em prol do jornal Estado de Minas, enquanto o Reclamante só fazia as coberturas da Seleção Brasileira nas viagens custeadas pelo "Estado de Minas..."

Por Juca Kfouri às 12h34

Relação delicada

Um dos titulares da coluna semanal "Panorama Esportivo", em "O Globo", o jornalista Jorge Luís Rodrigues, se licenciará do jornal durante a Copa do Mundo para ser o assesssor de imprensa da Fifa (e não da CBF, como anteriormente foi aqui postado) junto aos jornalistas na Alemanha.

Por Juca Kfouri às 12h19

Aos rubro-negros

Este blogueiro não consegue ver três jogos ao mesmo tempo.

Vê, no máximo, dois. E com dificuldade.

Ontem, por razões óbvias, optou por ver os dois jogos da Libertadores.

Até porque foram os únicos que passaram em São Paulo.

De madrugada, deu para ver Galo x Flamengo.

De fato, o rubro-negro teve um gol mal anulado, porque o autor estava atrás da linha de bola.

E Obina deveria ter sido expulso pelo murro que deu no goleiro atleticano.

Por Juca Kfouri às 00h15

O Brasil na Libertadores e o Rio na Copa do Brasil

Dois brasileiros estão garantidos nas quartas-de-final da Libertadores.

O Inter, invicto, como o Velez Sarsfield, pegará a LDU, do Equador, parada dura na altitude de Quito, local do primeiro jogo.

O São Paulo, depois da batalha para derrotar o Palmeiras, espera para saber, hoje à noite, se enfrentará o Goiás ou o Estudiantes, da Argentina.

Seja quem for, o segundo jogo, depois da Copa do Mundo, será no Morumbi.

O Goiás precisa tirar dois gols de diferença no Serra Dourada, tarefa dificílima.

E o Corinthians, no Pacaembu, precisa vencer os também argentinos do River Plate por 1 a 0 ou 2 a 1.

Tarefa também difícil, mas nem tanto.

Noite de Brasil x Argentina, noite de sofrimento para goianos e corintianos.

Na Copa do Brasil, só falta definir entre Vasco e Volta Redonda qual será o terceiro time do Rio a se classificar para as semifinais e adversário do Fluminense que despachou o Cruzeiro, 4 a 2 no placar agregado.

Porque o Flamengo já sabe que terá pela frente o fabuloso Ipatinga, único time que não é do Rio de Janeiro nas semifinais, depois de derrotar nos pênaltis o campeão paulista Santos.

Está tudo como o diabo gosta. Emoções não faltarão.

Por Juca Kfouri às 23h32

03/05/2006

Copa do Brasil

Como este blog previu (héhéhé), Ipatinga e Fluminense estão nas semifinais da Copa do Brasil.

Como este blog não previu, o Flamengo também está.

Só falta o Vasco, para o acerto ser de 75%.

Aliás, dos mineiros, só o Ipatinga se deu bem.

E é o único que pode impedir o título do futebol do Rio.

Raio que já caiu na forma do Santo André e do Paulista de Jundiaí.

Cá entre nós, nada indica que cairá pela terceira vez, por mais que o Ipatinga mereça não só respeito, mas, também, admiração.

 

Por Juca Kfouri às 22h57

Morumtetra e Beira-Rio da Prata

Enquanto o São Paulo sobrava no Morumbi, o Inter sofria no Beira-Rio.

Até Aloísio fazer o 1 a 0 para o tricolor, o São Paulo podia estar em campo sem goleiro.

E se não fosse o travessão, Danilo já teria aberto o placar.

Em compensação, no sul, o Inter demonstrava nervosismo no começo do jogo e dava sorte.

Porque o Nacional abriu o placar com um gol legal, mal anulado por impedimento.

Só o deus dos estádios sabe o que aconteceria não fosse o erro grave da arbitragem.

Então, o Inter pôs os nervos no lugar, a bola no chão, e mandou no jogo.

Os segundos tempos começaram como os primeiros.

O São Paulo alugava meio campo e o Inter só errava.

Clemer, então, estava numa daquelas noites, extremamente inseguro.

E o Nacional teve novo gol anulado e pelo motivo errado: foi marcada falta inexistente em Clemer quando, na verdade, quem fez o gol estava impedido. Deus escreveu certo por linhas tortas.

Então, o Palmeiras tomou coragem e começou a atacar.

Até que, aos 12 minutos, Fabão falhou pelo alto e Washington empatou de cabeça, na cobrança de uma falta de André Dias em Edmundo que, na verdade, foi de Edmundo em André Dias.

Ia começar outro jogo no Morumbi.

Se o 0 a 0 não interessava ao Palmeiras, e o 0 a 1 menos ainda, o 1 a 1 levaria a decisão aos pênaltis, tudo o que, aparentemente, o Verdão podia querer.

Ainda mais que o gol nasceu de uma falta mal marcada e Marcinho já deveria ter sido expulso.

Quem, no entanto, foi expulso, e corretamente, foi Leandro, por impedir na entrada da área, que Edmundo terminasse dentro do gol são paulino. Eram 22 minutos.

Pelo sim, pelo não, o jogo estava equilibrado e emocionante.

50 mil tricolores empurravam o São Paulo e 5 mil alviverdes tocavam o Palmeiras.

No Beira-Rio, mesmo que ainda mal, o Inter reequilibrava a situação e marchava para a classificação.

Mas era impossível desgrudar os olhos do Morumbi.

Os são paulinos reclamam um pênalti que não houve, em lance semelhante, de bola na mão, ao que foi marcado contra o tricolor no primeiro jogo.

Em seguida, num contra-ataque palmeirense, a bola bate no péssimo Wilson Mendonça de Souza, que arma o contra-ataque do São Paulo.

Júnior arranca e é derrubado dentro da área.

Marcos não está no gol alviverde e Rogério Ceni bate o pênalti indiscutível.

De paradinha, faz o gol. Mas Lugano invade a meia lua e o pênalti tem de ser repetido.

Como o que é do homem o bicho não come, São Paulo 2 a1, rumo ao tetra.

O gol de número 63 de Rogério, 61 reconhecidos pela Fifa.

O Inter cozinhava o Nacional e o árbitro dava mais quatro minutos de acréscimo no Beira-Rio, para esperança, fugaz, dos hermanos do Rio da Prata.

Enquanto o jogo acabava em Porto Alegre, em São Paulo tinha quebra-pau entre Paulo Baier e Rogério Ceni.

Baier expulso, Inter, único invicto ao lado do Velez, classificado, para pegar a dura LDU.

E o São Paulo espera para saber se pega o Goiás ou o Estudiantes. 

Por Juca Kfouri às 21h55

Barça Bi!

Intervalo de jogo em Vigo, Celta 0, Barcelona 0.

Mas como o Valencia acaba de ser derrotado pelo Mallorca (2 x 1), o time catalão já é bicampeão.

Boa notícia em todos os sentidos para os brasileiros que torcem pelo Barça.

Porque fatalmente Ronaldinho Gaúcho será poupado para jogar apenas no dia 17 de maio, em Paris, contra o Arsenal, pela final da Copa dos Campeões.

Por Juca Kfouri às 15h58

Quarta-feira de decisões

Copa Libertadores e Copa do Brasil em ritmo de decisões.

Três times brasileiros tentam hoje passar às quartas-de-final da Libertadores.

A tarefa mais difícil, quase impossível, é a do Palmeiras, que precisará vencer o São Paulo, no Morumbi lotado por tricolores, ou empatar por dois gols em diante.

Até o mais fanático dos palmeirenses sabe do tamanho do desafio, mas, e sempre tem um mas, até o menos fanático deles alimenta aquela esperança que só o futebol é capaz de proporcionar.

Aliás, diga-se, se o Palmeiras eliminar o São Paulo, não só terá escrito mais uma página épica em sua história como, ainda por cima, poderá mudar o nome do estádio para MorumbItália.

Coisa que o São Paulo, é claro, não quer nem ouvir falar.

E que o time de Rogério Ceni tem futebol, experiência e vontade para evitar.

Já a missão do Internacional é bem menos difícil que a dos dois paulistas.

O time gaúcho pode até perder por 1 a 0 do Nacional, adversário que bateu no Uruguai por 2 a 1.

Mesmo sem Tinga e sem Rafael Sóbis, o Inter é favoritíssimo e até já conhece seu próximo adversário, a perigosa LDU, do Equador.

E perigosa não só porque tem um time bem montado, mas, principalmente, porque o primeiro jogo será na altitude de Quito.

Na Copa do Brasil, dois cariocas e dois mineiros tentam passar às semifinais.

Quem está em situação mais confortável é o Flamengo, que enfrentará o Atlético Mineiro, no Mineirão, podendo perder por dois gols de diferença.

Só não pode subestimar o Galo e sua gente, capazes de reviravoltas que fazem parte da  história.

Como o Ipatinga, com a faca e o garfo na mão ao jogar por um empate sem gols no Ipatingão contra o Santos, não pode desprezar o campeão paulista.

Mesmo sem Reinaldo, mas com a volta de Maldonado, o Santos tem conseguido, à custa de muito esforço, surpreender a cada jogo.

Finalmente, Fluminense x Cruzeiro, no Maracanã.

O jogo tecnicamente mais interessante da quarta-feira, pelo estilo de jogo dos dois times.

O Flu joga com a vantagem obtida com a vitória de 3 a 2 no Mineirão, com Arouca, com Lenny, com a confiança que o bom trabalho de Osvaldo de Oliveira trouxe.

E o Cruzeiro joga com Elber pela primeira vez no Maracanã (retrato mais acabado de nosso futebol, impossível) e com a consciência do quanto planejou para ganhar mais uma Copa do Brasil.

Deve ser um jogaço.


Por Juca Kfouri às 23h08

02/05/2006

Impressionante!

Em sua quarta partida na Série B, desta vez, em casa, contra o Remo, o Sport obteve sua quarta vitória.

E continua a ser o único time, nas duas séries, com 100% de aproveitamento.

O primeiro tempo acabou sem gols e no segundo o Remo abriu o marcador, aos 13.

Mas o Sport virou com dois gols de Fumagalli, o do empate em seguida ao gol paraense, e um de Marcos Tamandaré. 

Festa na Ilha do Retiro.

Que continue assim.

Por Juca Kfouri às 21h30

Berezovski pede audiência

Boris Berezovski pediu audiência ao governador de São Paulo, Cláudio Lembo.

De fato, o Brasil não tem tratado de extradição com a Rússia, mas tem com a Suiça, onde o russo também está condenado.

Com o que este blog encerra o assunto até que, pelo menos, surja alguma notícia que o envolva com o futebol.

Como, por exemplo, sobre a sua jamais negada intenção de construir o estádio do Corinthians.

Por Juca Kfouri às 15h06

Berozovski voltou!

Garantido pelo ministério da Justiça que argumenta não ter conhecimento de nenhum mandado de prisão contra ele, e com vistas às negociações com a Varig e com a Petrobrás, Boris Berezovski está outra vez no país, mais exatamente em São Paulo.

Além do mais, o ministério da Justiça informa que, se mandado de prisão houver, como o Brasil não tem tratado de extradição com a Rússia ele não corre nenhum risco.

Berezovski admite a hipótese de, após concluir suas conversas, dar uma entrevista coletiva.

Sua saída repentina na sexta-feira, segundo o que diz uma fonte próxima a ele, foi mera coincidência com a publicação da notícia de sua estada no Brasil.

Ele foi a Geórgia para uma reunião de emergência.

Sabe-se, também, que seu parceiro, o georgiano Badri Patarkatsishvili, acaba de vender 40% de seus negócios na área de comunicação para o maior magnata da área, o australiano Rupert Murdock.  

Por Juca Kfouri às 13h34

Jornalismo&Propaganda

Todos os veículos de imprensa precisam vender espaços para mensagens publicitárias.

E têm tais espaços muito bem definidos, quando agem eticamente.

Jornalistas, no entanto, não devem fazer propaganda.

Porque quando fazem vendem sua independência.

Mais um exemplo disso foi dado na lamentável "mesa redonda Nestlé", apresentada no último domingo.

Professor de jornalismo, Flávio Prado teve de convidar as famílias a comparecer aos estádios, logo ele que se notabilizou por defender que pessoas responsáveis devem ficar longe dos jogos de futebol, por causa da falta de segurança.

Daqui a pouco veremos alguém, ao anunciar um achocolatado, dizer que "é doce morrer no campo", paródia de mau gosto ao que escreveu Dorival Caymmi.

Tudo muito lamentável.

Como é de se lamentar que Jorge Kajuru, em seu programa no SBT, esteja estimulando chamadas telefônicas em nome da Tim.

É verdade que não ele não ganha um tostão diretamente com isso nem está vendendo celulares ou planos de assinaturas.

Como não aceitou o convite para participar da tal "mesa redonda Nestlè".

Mas extrapola o conceito do que deveria ser uma parceria e confunde a opinião pública, como pode ser constatado nos comentários neste blog.

Por Juca Kfouri às 12h17

01/05/2006

Veto

Está previsto para este mês de maio um seminário sobre Direito Esportivo no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, em São Paulo.

Assim que soube, porém, da presença confirmada no evento do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o presidente da OAB-SP, Luiz Flavio Borges D´Urso, comunicou à Comissão de Direito Desportivo da casa que não quer que o cartola pise na OAB.

Saia justa criada, convite retirado.

Por Juca Kfouri às 13h14

O passeio do russo

A partir de amanhã, passada a letargia do feriadão que também acomete a imprensa, deverá render a passagem de Boris Berezovski pelo Brasil, na última semana.

Autorizado pelo Itamaraty a entrar no país como asilado político, e com o nome de Platon Yelenin, já se sabe que ele esteve na Petrobrás e com altas autoridades brasileiras em Brasília.

Petrobrás pode remeter ao Flamengo e remete, certamente, aos negócios de Berezovski que ficou com boa parte do petróleo no processo de privatização da ex-União Soviética.

Assim como ficou a estatal de aviação, a Aeroflot, e, agora, pensa na Varig.

O episódio pode gerar um incidente diplomático com o governo russo, cuja embaixada se mobilizou para tentar fazer com que fosse cumprido o mandado de prisão internacional, via Interpol, que há contra o magnata.

Há quem afirme que também esteve hospedado no hotel Unique, em São Paulo, o parceiro de Berezovski, o também milionário, georgiano, Badri Patarkatsishvili.

E ninguém entende por que todos (eram oito pessoas) saíram às pressas assim que a notícia da presença da comitiva foi dada, neste blog e na rádio CBN, já que tinham autorização do governo brasileiro para aqui estar.

Em ano de eleições, fiscalização crescente sobre gastos de campanha e com a presença imediata do deputado estadual Vicente Cândido (PT-SP) no hotel, assim que a notícia vazou, para garantir que não haveria prisões, o episódio é um prato cheio.

Funcionário de Berezovski e presidente da MSI-Corinthians, Kia Joorabchian, como o presidente do clube, Alberto Dualib, garantem que não sabiam da presença do russo no país e até agora não há nada que os desminta.

Mas um dos principais assessores de Dualib, hoje em litígio com Joorabchian, sabia.

E Renato Duprat é incapaz de guardar segredo por muito tempo.

Por Juca Kfouri às 12h49

Na casa dos 13 mil

A terceira rodada do Brasileirão reuniu um público semelhante ao da anterior.

Na segunda rodada a média ficou em 13.016 torcedores por jogo.

A terceira registrou -- sem contar o jogo de Florianópolis, público ainda não divulgado por "problema nos computadores" -- 12.948.

O maior público foi no Beira-Rio, com 26.147 pessoas, seguido pelo do Maracanã, no domingo, com 23.767.

Os piores foram em Caxias do Sul, com 4.487, e em Campinas, com 7.668.

Por Juca Kfouri às 12h16

Os gols voltaram

Foram 33 gols na terceira rodada do Brasileirão, boa média de 3,3 gols por jogo.

Na primeira foram apenas 18 e na segunda 26.

Ninguém mais tem 100% de aproveitamento, pois o Fluminense, que tinha, empatou com o Vasco.

Em compensação, o Palmeiras tem 0%, nem um ponto ganho até aqui.

Invictos, só quatro: Santos, Inter, Fluminense e Vasco.

O público da terceira rodada ficou um pouco abaixo de 13 mil torcedores por jogo, menos que na segunda, que teve um pouco mais de 13 mil, e acima da primeira, com cerca de 10 mil pessoas por partida.

E a rodada do último fim de semana teve pelo menos dois belos jogos, entre Ponte Preta 3, Corinthians 2 e entre Vasco 1, Fluminense 1, equivocadamente marcado para o Maracanã por decisão judicial.

E três belas exibições de três times: do Paraná Clube que enfiou cinco gols no Grêmio e de São Paulo e Atlético Paranaense, que ganharam do Santa Cruz e do Botafogo, respectivamente, por 4 a 0.

Por Juca Kfouri às 23h10

30/04/2006

Os jogos da noite

Vasco e Fluminense fizeram um belo jogo e mesmo com um time misto o Vasco surpreendeu, além de irritar, com razão, a sua torcida.

O Vasco foi melhor até abrir o marcador e a partir daí o Flu até mereceu vencer, mandando no jogo e três bolas na trave.

Deu empate (1 a 1) o que acabou com a última campanha 100% no Brasileirão.

A não realização do jogo em São Januário foi um absurdo determinado por medida judicial indefensável.

Não vi os jogos de Floripa e de Caxias.

Mas o Cruzeiro lavrou um belíssimo resultado diante do Figueirense (2 a 0), assim como ficou bem para o Goiás -- e mal para o Juventude -- o empate em um gol.

Por Juca Kfouri às 21h44

Os jogos da tarde

Deu Santos no Palestra Itália, porque Vanderlei Luxemburgo resolveu que não precisava de todos os seus jogadores durante todo o tempo,

E, quando seu time já perdia, botou para jogar os que estavam no banco e virou para 2 a 1.

Verdade que ao fazer o que tinha de mesmo de fazer, pode ter perdido Reinaldo para o jogo diante do Ipatinga.

Mas são os riscos que um técnico tem de correr.

O Palmeiras, ao menos, outra vez, mostrou espírito de luta.

O Corinthians, por exemplo, também pôs seus titulares para jogar depois que o seu misto quente perdia para a Ponte Preta.

E não adiantou.

Até porque a Ponte jogou bem melhor, mandou bola na trave, exigiu muito de Sílvio Luiz e mereceu a vitória por 3 a 2.

Fez um pênalti não marcado logo no começo do jogo e não fez o marcado pelo árbitro que Roger chutou para Jean defender, depois de se adiantar. 

Mas o fato é que os corintianos podem agradecer por não ter perdido de mais, principalmente porque o time jogou com 10 desde o começo de jogo. Sim, Gustavo Nery estava em campo, mas não jogou.

Ao contrário do time da Ponte, muito bem posto em campo pelo técnico Vadão, que desorientou o sistema defensivo corintiano, aí incluídos os argentinos Sebá (que voltou até que bem) e Mascherano (que ainda está longe de ser o que era na Argentina).

Já no Beira-Rio, mais uma vitória natural do bom elenco do Inter, agora diante do Flamengo (esta o blog acertou!), que teve mais uma derrota normal e honrosa, como a diante do São Paulo.

Não vi o jogo de Porto Alegre como não vi a goleada do Paraná Clube sobre o Grêmio, está sim, para este blogueiro, absolutamente surpreendente.

Inimaginável o time de Mano Menezes tomar tal chocolate.

Mas tomou.

Por Juca Kfouri às 17h51

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

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