Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

08/07/2006

Alemanha é bronze!

Portugal não conseguiu, como Argentina e Itália tinham conseguido, evitar a blitz inicial dos alemães.

Mas conseguiu o que a Suécia não conseguira: evitar o gol alemão durante a blitz.

E levou o primeiro tempo no empate, apesar de inferior e embora Pauleta tenha desperdiçado a melhor chance de gol.

No segundo tempo, porém, a Alemanha construiu, com inteira justiça, a sua vitória.

O gol que decidiu a partida foi feito graças ao potente chute de Schweinsteiger e à leveza da bola do eterno patrocinador da seleção alemã, o que até deu a impressão de falha de Ricardo, pois a Adidas passou no meio de seus braços.

Para o segundo gol foi um pulo, marcado também pelo camisa 7 alemão, de falta, com o desvio de Petit que acabou como seu autor.

E antes dos 10 minutos finais e de ser substituído, o mesmo 7 fez o terceiro, para festa de Oliver Kahn, homenageado com a titularidade no último jogo a pedido do goleiro Lehmann, e de toda a Alemanha, que fcomemora orgulhosa, como provam os rojões que espoucam no céu desta linda Berlim.

Aos portugueses restou a boa campanha, o gol de honra de Nuno Gomes, aos 87, e um lugar à espreita de entrar no Primeiro Mundo do futebol.

Por Juca Kfouri às 16h44

Escolha o técnico da Seleção

OK, você pediu e o blog atende: quem você prefere dos três nomes cogitados para dirigir a Seleção?

Autuori, Felipão ou Luxemburgo?

E o Parreira, ainda alguma chance?

E um técnico estrangeiro? O que você acha?

Por Juca Kfouri às 07h43

Mais gols

Josep Blatter que discutir a falta de gols na Copa do Mundo.

Faz ele muito bem.

Há quem sugira aumentar o tamanho dos campos ou das traves, algo que implicaria em grandes investimentos no mundo inteiro.

Há quem pense em reduzir o número de jogadores, 10 para cada lado -- o que mudaria a essência do jogo.

Tudo é possível, tudo é viável, mas a que parece ser mais sensata é a de aumentar a área do campo em que não há impedimento -- até a linha da grande área.

Seria interessante testá-la o mais rapidamente possível.

Você acha o quê?

Por Juca Kfouri às 07h39

Diferenças

Leio que o Corinthians deu folga a Ricardinho, Tevez e Mascherano.

A do volante até se justifica, pois jogou todas as partidas da Argentina.

Mas para Ricardinho e Tevez, por quê?

Para que eles percam nestes dias de folga a forma que mantiveram durante os treinamentos na Copa?

Eles que, diferentemente dos que jogam na Europa, estão em meio de temporada?!

E leio, também, que Rogério Ceni e Mineiro nem bem chegaram ao Brasil e foram treinar.

Será que tais diferenças de comportamento não explicam muita coisa?

Ou será porque o Corinthians está no topo da tabela e o São Paulo na rabeira?

Tenha dó!

Por Juca Kfouri às 07h26

Chuva na final

A previsão é de chuva em Berlim na grande final: 80% de probabilidade.

Se é melhor por um lado para França (quase 30 anos de média de idade contra 28 da Itália) porque diminui o calor, é pior por outras duas razões: o gramado pesado prejudica o time mais técnico e, também, cansa mais.

Por Juca Kfouri às 07h21

07/07/2006

Homenagem à altura de Pelé

Acabo de voltar do centro de Berlim.

Fui ver a "Pelé Station", uma estação de metrô com o espaço todo dedicado ao Rei do futebol.

Você já dever ter lido a respeito e visto na TV, porque a exposição foi aberta dia 9 de junho.

Só me resta dizer que é a melhor homenagem já feita a Pelé.

A primeira, na verdade, à altura de sua excelência como jogador de futebol.

Tem dois painéis de 40 metros, de um lado com reações de torcedores, do outro com lances magistrais dele, que valem uma viagem.

Segundo cálculos ainda não oficiais, cerca de 1000 pessoas visitaram a estação por dia, por módicos 5 euros.

De fato, vale a pena.

Por Juca Kfouri às 12h04

Fim de semana de decisões

Poucas vezes uma decisão de terceiro lugar assumiu tamanha importância.

Afinal, os donos da casa estão nela e para quem não acreditava que a Alemanha passaria das oitavas-de-final, a disputa pelo bronze está de bom tamanho.

A seleção alemã dará tudo que pode pelo terceiro posto e festejará um eventual sucesso.

Até porque, imediatamente, o bronze é mais comemorado que a prata, porque obtido por meio de uma vitória, ao contrário da prata.

Já para Portugal, o terceiro lugar significará voltar ao patamar de 40 anos atrás e significará quase a entrada no Primeiro Mundo do futebol, somado ao vice-campeonato conquistado na última Eurocopa, quando sediou o torneio.

Felipão exigirá sangue, suor e lágrimas.

No decisão mais importante, no domingo, a Itália aparece com ligeiro favoritismo, por ter mais peças de reposição, mais opções táticas e melhor preparo físico.

A França dependerá muito do talento individual de Zinedine Zidane, Thierry Henry e Vieira, e deve buscar um gol logo no primeiro tempo, para não ser cozinhada pelos italianos que sabem jogar uma Copa do Mundo e têm consciência de que quanto mais o jogo se prolongar numa situação de empate, mais próximo estará o gol de ouro.

Claro que estamos falando de futebol e de uma decisão de Copa do Mundo.

Já imaginou se a França ganha no último minuto da prorrogação?

Por Juca Kfouri às 06h11

06/07/2006

A cada 12 anos

Desde a primeira conquista italiana na Copa do Mundo, a cada 12 anos, ou deu Brasil ou deu Itália.

1934 - Itália

1946 - Não houve

1958 - Brasil

1970 - Brasil

1982 - Itália

1994 - Brasil

2006 - ?

E desde que acabou a Jules Rimet, em 1970 com o tri brasileiro, a cada 12 anos a Itália chega à final e ganha e perde, alternadamente.

Agora é a vez de ganhar.

1982 - Ganhou da Alemanha

1994 - Perdeu do Brasil

2006 - ?

Por Juca Kfouri às 09h27

O tempo passa

Para ser bicampeã mundial, a Seleção Brasileira levou apenas quatro anos, entre 1958 e 1962.

A França, se conseguir neste domingo, terá levado oito.

Para ser tetracampeã, a Seleção Brasileira levou 24 anos, entre 1970 e 1994.

Os mesmos que a Itália, entre o tri em 1982 e 2006, levará se ganhar o título em Berlim.

Por Juca Kfouri às 07h42

05/07/2006

A França a um passo do bi

Era justo o 1 a 0 do primeiro tempo para a França?

Era.

A França, com paciência e cabeça, procurava um gol em jogadas tramadas.

Mais uma vez Zidane era a cabeça e Henry, cansado do isolamento, vinha buscar mais o jogo.

Já Portugal parecia querer achar um gol.

De fora da área, de preferência, porque não conseguia entrar na defesa francesa e testava o sempre esquisito Barthez.

Deco participava do jogo bem menos do que dele se esperava.

Como o pênalti em Henry existiu, muito bem batido por Zidane aos 33, e o reclamado por Portugal não aconteceu, ninguém tinha do que reclamar.

O jogo, aliás, surpreendentemente, de poucas faltas.

Logo no começo do segundo tempo quase que Henry liquida a partida, num erro de passe português.

Pauleta, que nada fazia, quase empatou, mas Portugal era só Figo e Cristiano Ronaldo, muita participação, pouco resultado. Cadê o Deco?

A exemplo do que fizera diante do Brasil, a França oferecia seu campo aos portugueses e partia em perigosos contra-ataques.

Já os portugueses perdiam Miguel, que se machucou sozinho.

E dramatizavam faltas inexistentes.

Mas Portugal vendia sua derrota muito mais caro do que a Seleção Brasileira.

Felipão, enfim, resolveu tirar o inútil Pauleta. Simão entrou no lugar dele.

Felipão e Simão rimam. Mas solucionam?

Fato é que a França parou e só Portugal jogava, embora sem nenhuma eficácia. 

Mais velho, o time francês parece cansado.

Ronaldo bate uma falta, Barthez bate roupa, para variar, e Postiga atrapalha a cabeçada de Figo, que seria a do empate.

E uma prorrogação a França dá sinais de não suportar.

O placar já não espelhava o que era o jogo, mas faltava qualidade ao time luso para mudar as coisas.

Deco, cadê você?

O bom zagueiro Ricardo Carvalho leva o amarelo e não jogará o próximo jogo, para sorte da Alemanha -- ou da Itália.

A França tira Henry.

Portugal pressiona, cruza bolas na área, ao estilo Felipão na Libertadores. Mas não dá.

A França ganha o jogo, por uma cabeça.

Ao som da Marselhesa.

Se jogar como hoje, a festa será italiana.

Bi ou tetra?

 

Por Juca Kfouri às 16h01

Perder em casa dói mais

Até 1990, só o Brasil, do clube dos campeões mundiais, sabia o que era perder uma Copa em casa.

Ganhou suas cinco fora.

Então, a Itália entrou para o clube.

Itália que ganhou duas fora e uma dentro de casa.

A Alemanha acaba de se associar, depois de também ter ganho uma em casa e duas fora.

Inglaterra e França, ao contrário, só ganharam em casa.

E a França, por contraditório, entrou para o clube no ano em que venceu a Copa --1998 --, porque havia perdido, em 1938, em casa. 

Já o Uruguai, que desapareceu, ganhou uma em casa e a outra fora, na nossa...

Como a Argentina, que não faz parte do clube que tem, portanto, Brasil, Itália, França e Alemanha. 

Por Juca Kfouri às 09h00

Dia normal na Alemanha

A Alemanha não está de ressaca.

Nem triste.

Nem sequer mal-humorada.

Esta quarta-feira tem sido um dia exatamente igual aos anteriores, pelo menos no tratamento aos estrangeiros.

Claro, acabou aquela euforia que se tornou visível depois das primeiras vitórias da seleção alemã.

Mas, em regra, as pessoas estão satisfeitas com o desempenho do time, orgulhosas pelo esforço e motivadas pela disputa do terceiro lugar.

Se a Seleção Brasileira tivesse caído de pé seria a mesma coisa?

Por Juca Kfouri às 08h50

Portugal x França: duelo de palavras

Felipão diz que a França era tudo que Portugal não queria pela frente.

Mas ele não queria mesmo era o Brasil, menos, talvez, por razões técnicas, mas, certamente, por motivos emocionais.

E garante que a França é a favorita para o jogo desta noite.

Já o técnico francês, Domenech, não aceita o favoritismo e argumenta que favorito é o time do técnico campeão mundial.

O francês rejeita a discussão que, para ele, leva água para o moinho do Felipão.

Nessas horas quem é esperto usa as palavras para esconder o pensamento.

O mesmo Felipão que tentou convencer seus jogadores que a Holanda e a Inglaterra eram freguesas, agora busca motivá-los para quebrar uma escrita de mais de 30 anos sem vencer a França.

E os franceses dizem que os portugueses batem demais quando, pelo menos contra holandeses e ingleses, apanharam muito mais do que bateram.

Em resumo, o time francês tem mais qualidade que o português.

E o português tem um timoneiro que falta ao francês.

Quem ganha: o talento ou o carisma?

Por Juca Kfouri às 08h43

04/07/2006

A um passo do tetra

No primeiro tempo a superioridade italiana foi tamanha que tudo indicava um gol alemão no contra-ataque.

O que não aconteceu por muito pouco, alguns centímetros sobre o travessão, quase no fim.

Além de um lance duvidoso de bola no braço ou braço na bola do italiano Pirlo.

A Itália jogava até com leveza e a Alemanha batia.

Mas gol, que é bom, não saía.

No segundo tempo, a Alemanha continuou batendo e a Itália diminuiu seu ritmo, incapaz de criar para cima da defesa tedesca, que deixava seu ataque constantemente impedido.

Aos 60 minutos, eram oito os impedimentos italianos, contra apenas um dos alemães.

O futebol, pequeno, a tensão, enorme.

Mas quem somos nós, brasileiros, para falar mal do futebol dos outros?

Entrega, ao menos, havia, dos 22 jogadores.

Jogo daqueles que quem marcasse um gol venceria.

Só que o gol era uma miragem e a tortura da prorrogação, aparentemente, inevitável.

Como se fossem sádicos, e masoquistas, alemães e italianos especulavam sobre os pênaltis.

Não estava fácil para os alemães chegarem em sua oitava final -- e passarem os brasileiros.

Nem para os italianos chegarem à sexta deles.

Em compensação, os alemães foram para a segunda prorrogação nesta Copa e a Itália para a primeira.

Nervos de aço.

No primeiro minuto, Gilardino manda na trave alemã.

No segundo, Zambrotta manda no travessão alemão.

Quem não faz toma?

No último minuto do primeiro tempo, Podolski cabeceou para fora o gol alemão.

Faltavam 15 minutos para os pênaltis.

Parecia Brasil x Itália, em 1994.

A Itália ataca e quase faz. A Alemanha contra-ataca e Buffon salva.

Del Piero chuta mal e desperdiça bela chance de gol.

O árbitro mexicano não marca mais nada, parece não querer se comprometer.

O segundo tempo da prorrogação já parece um outro jogo, cheio de emoções, como a semifinal entre eles mesmos, em 1970.

Lehman faz nova boa defesa, mas, faltando dois minutos, Grosso faz um golaço, coisa de gente muito fina.

A Alemanha está fora da Copa.

A Itália a um passo do tetra, invicta diante da Alemanha em cinco jogos de Copas do Mundo.

E para fechar com chave de ouro, Del Piero faz mais um.

Fabuloso!

Ficou tudo para o final.

E a Alemanha jamais tinha perdido em Dortmund. 

 

EM TEMPO: EU JAMAIS DISSE OU ESCREVI QUE A ALEMANHA SERIA CAMPEÃ.

DISSE E ESCREVI QUE O BRASIL NÃO GANHARIA E UM EUROPEU SERIA CAMPEÃO.

 

Por Juca Kfouri às 17h22

Veja a " Veja"

Faz mau jornalismo quem tira frases do contexto.

Eu, de fato, disse que os dois gols de Ronaldo contra o Japão era o que poderia acontecer de pior para a Seleção Brasileira.

Porque forçaria o Parreira a escalá-lo mais vezes e fomentaria uma ilusão.

Como ficou claro no jogo contra a França, aliás.

Já o Guia de "Veja" sobre a Copa do Mundo tem essa pérola, destacada do contexto: Zidane é um problema para a França porque ao resolver voltar para a seleção atrapalhou o trabalho de renovação que seu técnico estava tentando fazer.

Brilhante! Zidane é um problema!

Mas, no contexto, para ser honesto, explica-se.

Pouco antes o texto diz que ele era solução (pois ajudou a classificação francesa) e problema, por atrapalhar a renovação.

O problema de "Veja" é só este: não ser honesta.

Por Juca Kfouri às 11h25

Em busca do tetra

Alemanha e Itália estão a dois passos do tetracampeonato mundial.

Quem dará o passo certo hoje?

A Alemanha sem seu meio-campista Frings, essencial, suspenso.

A Itália sem seu zagueiro Nesta, fundamental, machucado.

Os times se equivalem, o foco é semelhante, a tradição é quase a mesma, mas a torcida deve desequilibrar.

Veremos.

Por Juca Kfouri às 09h43

03/07/2006

Zidane ou Felipão?

Pelo futebol, em todos os sentidos, o francês.

Ou será argelino?

Pelo coração, em todos os sentidos, o brasileiro.

Ou será português?

Por Juca Kfouri às 17h25

Quatro perguntas, quatro respostas

1. Será que Cafu, Roberto Carlos e Ronaldo sabem que também são recordistas em derrotas para a França com a camisa brasileira em Copas do Mundo?

R: Agora, sabem!

2. Quem comprará o livro "Como formar equipes vencedoras" de Carlos Alberto Parreira?

R: Ninguém!

3. Você sabia que a Seleção Brasileira entrou em campo passando mal?

R: Mas não só. Entrou, também, chutando mal, marcando mal...

4.Ricardo Teixeira sabe que o Brasil é hex-campeão?

R. Sabe, tanto que não voltou com a Seleção. 

 

Por Juca Kfouri às 17h20

De Einstein para Parreira

"Insanidade é fazer sempre a mesma coisa várias e várias vezes esperando obter um resultado diferente."

Por Juca Kfouri às 13h40

02/07/2006

Felipismo

Os portugueses, e os brasileiros, esperam que Felipão mande os franceses para casa.

Que derrote o rei Zidane.

Como no século XVI, quando morreu o rei de Portugal, D.Sebastião, na batalha de AlcacerQuibir, em 1578, na África, e quem o sucedeu foi Felipe II, da Espanha.

Então, nasceu, como se sabe, o sebastianismo, movimento messiânico, estimulado mais tarde até pelo Padre Vieira, de portugueses que se recusavam a aceitar a morte de D.Sebastião e esperavam por sua volta ao trono, ocupado por um estrangeiro.

Hoje, o brasileiro Felipe é aceito pelos portugueses e visto por seus patrícios como o único que pode vingar as três últimas derrotas para os franceses nas Copas de 1986, 1998 e 2006.

D.Sebastião até hoje não voltou.

Felipão voltará à Seleção Brasileira pelos braços do povo?

Há quem aposte no bom Paulo Autuori.

Mas Vanderlei Luxemburgo orna muito mais com Ricardo Teixeira e sua intragável CBF.

Por Juca Kfouri às 08h09

Fecho de lata

Roberto Carlos encerrou sua carreira na Seleção ao seu estilo:fazendo lambança com a língua e com os pés.

Ajeitava a meia em vez de estar na segunda trave no momento do gol de Henry (ou será que urinava no gramado?).

E ainda criticou Pelé que havia manifestado seu mau pressentimento em relação ao jogo contra a França.

Exatamente a previsão que Pelé acertou.

Por Juca Kfouri às 07h14

Sevilha não dá sorte

Pelo tamanho a bobagem, acabo de tirar o que aqui estava.

Nem vale a pena comentar.

E gracias aos que escreveram para corrigir a enorme mancada.

Explicação?

Não há!

Por Juca Kfouri às 06h35

Bom dia! 8 milhões

Conhece a chamada "ressaca cívica"?

Acordei assim, para pegar o trem para Munique, onde acompanharemos o jogo entre Portugal e...França.

É quando acordamos que sentimos mais os efeitos do dia anterior.

E percebo que o meu aborrecimento é maior com a maneira pela qual a Seleção perdeu do que propriamente pela derrota, que faz parte.

Como não me alegro com vitórias feias, não me entristeço com derrotas honradas, apenas com as como a de ontem.

E ainda me iludi, ao achar que o time tinha futebol para vencer.

Menos mal que Portugal também me surpreendeu.

E fica o registro: entre o dia anterior ao começo da Copa -- 8 de junho -- e o fim dela para a Seleção, nada menos que dois milhões de visitas ao nosso blog, metade apenas na última semana.

É, o reloginho aí do lado bateu na casa dos 8 milhões!

Merci!

Por Juca Kfouri às 03h24

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

Histórico