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O Vasco dos sonhos

A revista "Placar" está com uma edição especial nas bancas com o "Time dos Sonhos" dos 12 grandes clubes do eixo RS-SP-RJ-MG.

Trata-se de eleger o "time de todos os tempos" de cada clube, tradição da revista desde 1982, quando se fez a primeira edição, repetida em 1994 e agora.

Vinte personalidades ligadas a cada clube escalam o seu "time dos sonhos" e os mais votados compõem a seleção de todos os tempos.

Chegou a vez do Vasco, com um quarteto de atacantes demolidor: Barbosa, Augusto, Bellini, Ely e Mazinho; Danilo, Edmundo e Juninho Pernambucano; Roberto, Romário e Ademir.

Flávio Costa é o técnico e, nesta eleição, Roberto Dinamite foi o mais votado, com 16 indicações.

Amanhã tem mais e lembro que já foram publicados, pela ordem, Inter,  Santos, São Paulo, Corinthians, Flamengo, Cruzeiro e Palmeiras, desde o último dia 9, um por dia.

Faltam, portanto, Atlético Mineiro, Botafogo, Fluminense e Grêmio.



Escrito por Juca Kfouri às 23h03
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Victor Birner, o chargista

Esta simpática tira foi feita por um jornalista conhecido, que se revela de sete instrumentos.

Modesto, ele não se identifica, a não ser com o estranho pseudônimo acima.

Quem é ele?

É Victor Birner, da rádio CBN e do blog do Birner, aqui no Uol.

Insista com ele para começar a publicar suas tiras no blog.

Vai dar pé.

Em tempo: parabéns aos dois amigos que acertaram.

 



Escrito por Juca Kfouri às 19h33
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Que vença o pior

Então, sem surpresas: Inter e Barcelona decidem neste domingo, às 8h20, o título mundial de clubes.

É chover no molhado dizer que o Barcelona é melhor e favorito.

E típico dos idiotas da objetividade apostar na vitória catalã.

Por mais que a história do futebol esteja repleta de casos em que os favoritos, e melhores, se deram mal.

Não, nem precisa lembrar de Brasil e Uruguai em 1950 ou de Brasil e Itália em 1982.

Fiquemos só com exemplos deste ano da graça de 2006.

Quem diria, por exemplo, que o Botafogo seria o campeão carioca, diante do investimento do Fluminense?

Ou que o Santos desbancaria os favoritos São Paulo e Corinthians no campeonato paulista?

A Copa do Mundo seria a do hexacampeonato.

Mas foi a do tetra, da Itália.

Como foi o ano do Estudiantes, na Argentina, apesar do favoritismo do Boca Juniors.

Ou do Pachuca na Copa Sul-Americana, perante o favorito Colo-Colo, em Santiago do Chile.

E por aí afora.

O que é mais difícil: superar o São Paulo em dois jogos como o Inter fez na Libertadores ou ganhar do Barcelona num jogo só?

Claro, o que atrapalha o argumento é que o Barcelona era um dos favoritos na Copa dos Campeões da Europa e do Campeonato Espanhol e... ganhou ambos.

Como é favorito de novo e tem tudo para ganhar outra vez.

Mas pode perder, ainda mais que toda a responsabilidade agora é dele, como era do Liverpool diante do São Paulo no ano passado.

E deu o que deu.

Pode dar mais uma vez.

E não será propriamente zebra, porque este Inter nunca será zebra.

Que ganhe o pior, portanto.

E estamos conversados.



Escrito por Juca Kfouri às 23h03
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O Palmeiras dos sonhos

A revista "Placar" está com uma edição especial nas bancas com o "Time dos Sonhos" dos 12 grandes clubes do eixo RS-SP-RJ-MG.

Trata-se de eleger o "time de todos os tempos" de cada clube, tradição da revista desde 1982, quando se fez a primeira edição, repetida em 1994 e agora.

Vinte personalidades ligadas a cada clube escalam o seu "time dos sonhos" e os mais votados compõem a seleção de todos os tempos.

A exemplo do Palestra de Minas Gerais, o Palestra de São Paulo resultou espetacular e equilibrado: Marcos, Djalma Santos, Luís Pereira, Waldemar Fiúme e Roberto Carlos; Dudu, César Sampaio, Rivaldo e Ademir da Guia; Julinho e Evair.

Luiz Felipe Scolari é o técnico e não houve nenhuma unanimidade.

Luís Pereira foi o mais votado, com 19 indicações, duas a mais que Ademir da Guia.

 



Escrito por Juca Kfouri às 23h02
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Ronaldinho, o marciano

Ronaldinho Gaúcho embarcará para a Suíça assim que terminar o jogo do domingo.

Vôo fretado pela Fifa para que ele possa estar na festa dos melhores do ano.

Um jornal espanhol anuncia hoje que ele será escolhido pela terceira vez consecutiva como o melhor do mundo, daí a providência da Fifa.

Ronaldinho participou hoje, com o calcanhar, do lance do primeiro gol do Barça, fez o terceiro, deu o passe para o quarto e ainda fez, no final do jogo, uma jogada antológica, ao se livrar de três mexicanos e mandar a bola, por cobertura, no travessão.

Ronaldinho Gaúcho não pode mesmo ser titular da Seleção Brasileira.

Só da de Marte. 



Escrito por Juca Kfouri às 10h45
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Barshow!

O Barcelona fez com o América aquilo que o Inter não foi capaz contra o Al Alhy: se impôs como dono do campo.

Jogou com a bola no pé e mostrou quem era o grande.

E o América, sem dúvida, é melhor que o time do Egito.

Mas ficou atônito até que o Barça marcasse seu primeiro gol com Gudjohnsen, depois de um toque sensacional de calcanhar dele, o tal Ronaldinho Gaúcho.

Aí, os mexicanos tiveram um certo alívio, porque os catalães tiraram um pouco o pé do acelerador, mas não da bola.

Valdés precisou fazer uma única defesa, em cobrança de falta.

Quando o América queria gostar um pouco mais do jogo, Rafa Marques acabou com a festa, e fez o segundo gol, ainda no primeiro tempo, em ritmo de treino.

Não cabia discutir quem era quem.

O segundo tempo seguiu no mesmo diapasão, um time contra um saco de areia.

Até que em ritmo de linha de passe, Ronaldinho fez 3 a 0.

Abel Braga e o time colorado têm motivos para estar preocupados.

E devem saber que se entrarem em campo com excesso de respeito serão tão dominados como foram os mexicanos.

O Inter terá que ficar com a bola no pé, marcar forte, sem bobear nos espaços que possa abrir.

É tudo ou nada.

Na Terra do Sol, mesmo com frio e chuva eventual, no domingo o time brasileiro (e nada é mais "brasileiro" que o Barcelona) terá de jogar como kamikaze, disposto a morrer para matar.

O Barça enche as medidas.

Um show.

(O jogo ainda não acabou, faltam 15 minutos, mas já acabou. Falta só saber o placar final. Se houver alteração, o blog atualiza).

Claro, faltava o gol de Deco.

Depois de bela troca de passes, Ronaldinho tocou para ele, de fora da área, fazer o quarto gol, 4 a 0, aos 40.

(Se tiver mais, voltaremos).



Escrito por Juca Kfouri às 08h56
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Está acabando, mas o melhor ainda está por vir

O ano do futebol vai acabando neste lado do mundo.

Daqui a pouco saberemos contra quem o Inter jogará no domingo, pela taça mundial de clubes.

Menos difícil, é claro, será enfrentar os mexicanos do América.

Mais saboroso será, no entanto, pegar o Barcelona mesmo.

Até porque jogará o favoritismo no colo deles.

Futebol é assim, o mais difícil é sempre o mais gostoso.

Aliás: futebol é assim ou a vida é que é assim?

Mas acabou o ano do futebol também na Argentina e com o surpreendente resultado de 2 a 1 para o Estudiantes, campeão depois de 23 anos e estraga prazer do Boca Juniors que estava perto de seu primeiro tricampeonato.

E acabou a Copa Sul-Americana com outra vitória surpreendente, a do Pachuca mexicano diante do chileno Colo-Colo em pleno estádio Nacional de Santiago, por 2 a 1.

Enfim, que venha o Barcelona.

Ou o América, tchê!



Escrito por Juca Kfouri às 23h28
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O Cruzeiro dos sonhos

A revista "Placar" está com uma edição especial nas bancas com o "Time dos Sonhos" dos 12 grandes clubes do eixo RS-SP-RJ-MG.

Trata-se de eleger o "time de todos os tempos" de cada clube, tradição da revista desde 1982, quando se fez a primeira edição, repetida em 1994 e agora.

Vinte personalidades ligadas a cada clube escalam o seu "time dos sonhos" e os mais votados compõem a seleção de todos os tempos.

O time do Cruzeiro resultou espetacular e absolutamente equilibrado: Raul, Nelinho, Procópio, Perfumo e Sorín; Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Palhinha, Tostão e Joãozinho.

Todos dos anos 60 para cá.

Vanderlei Luxemburgo é o técnico escolhido e ninguém teve unanimidade, nem mesmo Tostão e Dirceu Lopes, ambos com 19 votos.

Raul, Nelinho, Procópio, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão estão nos times das três eleições.

 



Escrito por Juca Kfouri às 23h04
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Catástrofe na Boca

Certas coisas quando começam erradas, terminam errado.

O Boca Juniors teve três rodadas para ser campeão argentino, tricampeão, aliás.

Não foi na antepenúltima rodada, na penúltima e nem na última, disputada em casa, contra o fraco Lanús, depois de sair na frente e permitir a virada.

E daí não seria mesmo no jogo desempate, contra o Estudiantes, que vinha de 12 jogos sem perder, com 11 vitórias.

O Boca de novo saiu na frente logo no começo do jogo, mas cedeu a virada para o adversário: 2 a 1.

O técnico Ricardo La Volpe entra para a história dos xeneizes.

Pela porta dos fundos.

La Plata vibra.

A Boca llora...



Escrito por Juca Kfouri às 19h49
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Aos navegantes

Você já deve ter notado o aviso sobre o registro dos IP em cada comentário que é feito.


Saiba que nem o pessoal do UOL o vê.


O registro é armazenado apenas para casos de ação judicial.


A idéia nada tem a ver com censura, como já houve comentários a respeito.


Trata-se, apenas, de fazer com que cada um seja responsável pelo que escreve, como acontece em relação ao titular do blog.


E tem mais.


Daqui por diante só serão publicados os comentários que venham com o endereço verdadeiro.


E não é preciso se preocupar com spams e coisa do gênero, porque os e-mails não aparecerão no comentário.


É, também, uma medida para qualificar ainda mais o nível dos comentários, felizmente cada vez melhor neste blog.


Mais que quantidade (que é espantosa), devemos buscar qualidade, certo?



Escrito por Juca Kfouri às 12h25
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E como foi o Pato?

O Pato foi bem.

Muito bem, para quem fez seu segundo jogo como profissional numa estréia em Mundial de clubes e num gramado molhado e rápido.

Fez o gol de abertura, com bastante calma, se movimentou, não fugiu do jogo em nenhum momento, ao contrário.

E se machucou ao perseguir um adversário desde a intermediária até o meio de campo para fazer importante desarme e impedir um contra-ataque que parecia perigoso.

Só não precisava controlar a bola com o ombro num ataque pela direita quando o Inter vencia por apenas 1 a 0.

Pareceu mera firula e lembrou o Kérlon, mais para malabarismo do que para eficácia.

Nada contra a fantasia, fique claro, mas precisar não precisava.



Escrito por Juca Kfouri às 10h04
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Ricardo Teixeira, o diplomata

Ricardo Teixeira entregou a carta da candidatura brasileira para sediar a Copa do Mundo de 2014 e deu uma entrevista coletiva depois, no Japão.

Não permitiu, porém, que a ESPN-Brasil gravasse nem uma nem outra coisa.

Abordado pelo repórter André Plihal, no saguão do hotel, reiterou que não fala para a ESPN-Brasil e que o jornalista "sabe por quê".

Teixeira nasceu para ser diplomata.

Não percebeu que não estava apenas no papel grotesco, e que desempenha mal, de presidente da CBF, mas, sim, como representante do país.

É óbvio que ele tem o direito de não falar, com exclusividade, para quem não quiser.

Mas não tem o de impedir que se grave uma entrevista coletiva e, principalmente, a entrega de um documento que é do Brasil, para realizar um evento com o seu, o meu, o nosso dinheiro.

A cena, deprimente, está na página da ESPN-Brasil, www.espn.com.br .  



Escrito por Juca Kfouri às 09h23
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Inter, no sufoco!

"O tricolor terá de melhorar muito para chegar ao tri.

Menos mal que estréia é estréia.

E a briga agora será de cachorro grande, desde que, é claro, o Saprissa não surpreenda o Liverpool."

Não, ninguém enlouqueceu.

Assim está escrito neste blog no dia 14 de dezembro do ano passado, depois que a duras penas o São Paulo venceu o Al Ittihad, da Arábia Saudita, por 3 a 2.

Acabou de acontecer de novo.

E o Inter terá de melhorar muito para chegar ao título.

Menos mal que estréia é estréia.

E a briga agora será de cachorro grande, desde que, é claro, o América não surpreenda o Barcelona.

O Inter achou um gol, dado de presente para o frio Alexandre Pato no primeiro tempo.

Sofreu o empate com a contribuição inestimável de Clemer (que já havia feito uma grande defesa e levado uma bola na trave nos primeiros 45 minutos), logo no começo do segundo.

E ganhou o jogo com um gol de Luís Adriano, que entrou no lugar de Pato.

Foi sofrido, foi feio, foi nervoso, mas foi o bastante.

Fernandão jogou bem o primeiro tempo, caiu no segundo, mas foi o melhor brasileiro em campo.

 

 



Escrito por Juca Kfouri às 09h16
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O Flamengo dos sonhos

A revista "Placar" está com uma edição especial nas bancas com o "Time dos Sonhos" dos 12 grandes clubes do eixo RS-SP-RJ-MG.

Trata-se de eleger o "time de todos os tempos" de cada clube, tradição da revista desde 1982, quando se fez a primeira edição, repetida em 1994 e agora.

Vinte personalidades ligadas a cada clube escalam o seu "time dos sonhos" e os mais votados compõem a seleção de todos os tempos.

Hoje faz 25 anos que o Flamengo de Zico e companhia de um um baile no Liverpool e derrotou o time inglês por 3 a 0 para ser campeão mundial.

O time dos sonhos do Mengo ficou assim neste ano de 2006: Raul, Leandro, Mozer, Aldair, Domingos da Guia e Júnior;Andrade, Adílio, Zizinho;  Zico e Nunes.

É time para mais de metro.

Cláudio Coutinho foi o técnico eleito.

Só Zico teve os 20 votos, seguido por Júnior, com 19.



Escrito por Juca Kfouri às 01h40
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Está chegando a hora

Nesta quarta-feira, 8h da manhã, tem Inter e Al Ahly, pelas semifinais do Mundial de clubes.

Quando este jogo pintou no horizonte, algum tempo atrás, ninguém se preocupou e deu como barbada: o Inter está na final.

É assim mesmo.

Certos jogos são ganhos por antecedência, quanto mais, melhor.

Mas à medida que o jogo se aproxima, todas as certezas vão se desfazendo e um friozinho percorre a barriga do favorito.

E o que era fácil fica difícil.

E ainda bem, porque serve para não menosprezar o adversário.

Nenhum adversário.

Sim, o Inter é incomparavelmente melhor que o time do Egito e se jogar razoavelmente, ansiedade e nervos no lugar, goleia.

Mas não são só um time mais fraco e o eventual nervosismo os obstáculos do Colorado.

Há, também, o medo do vexame, do ridículo.

Perder para um igual ou para um mais forte não desonra ninguém.

Ser derrotado por um Al Ahly é humilhante.

Os mais velhos hão de se lembrar o sofrimento que foi, na Copa de 1974, na Alemanha, quando a Seleção Brasileira enfrentou a fragílima seleção do Zaire com a necessidade de vencer por três gols de diferença.

Os africanos tinham levado de 9 a 0 da Iugoslávia.

Pois foi um sufoco e o terceiro gol só saiu graças a um frango do goleiro, marcado pelo ponta-direita Valdomiro que, por sinal, era do Inter, a apenas 11 minutos do final do jogo.

Que sirva de inspiração para que o time brasileiro passe sem susto pelos egípcios.



Escrito por Juca Kfouri às 00h06
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O Corinthians dos sonhos

A revista "Placar" está com uma edição especial nas bancas com o "Time dos Sonhos" dos 12 grandes clubes do eixo RS-SP-RJ-MG.

Trata-se de eleger o "time de todos os tempos" de cada clube, tradição da revista desde 1982, quando se fez a primeira edição, repetida em 1994 e agora.

Vinte personalidades ligadas a cada clube escalam o seu "time dos sonhos" e os mais votados compõem a seleção de todos os tempos.

O time do Corinthians só tem cobra, mas resultou desequilibrado, com um meio de campo que não marcaria ninguém:

Gilmar, Zé Maria, Gamarra, Roberto Bellangero e Wladimir; Luizinho, Sócrates, Rivellino e Neto; Cláudio Christovam de Pinho e Casagrande.

O técnico escolhido foi Oswaldo Brandão.

Sete jogadores estão nas três eleições: Gilmar, Zé Maria, Wladimir, Cláudio, Luizinho, Sócrates e Rivellino.

Apenas o Doutor Sócrates teve os 20 votos.

Amanhã tem mais e tem o Flamengo, para comemorar os 25 anos da conquista do título mundial no Japão.



Escrito por Juca Kfouri às 23h46
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A falta de emoção dos pontos corridos...

Juca,

de novo, aqui é o Ubiratan Leal, repórter e colunista de futebol latino-americano da Trivela. Só queria lhe passar uma informação que certamente passará batida na imprensa brasileira.

Neste domingo, foi jogada a penúltima rodada do Campeonato Peruano. O Alianza tinha 38 pontos, contra 36 de Coronel Bolognesi e 35 de Universitario e Cienciano. O Alianza poderia ser campeão por antecipação se vencesse o Sport Ancash (time que só cumpre tabela) e os concorrentes tropeçassem. Mas...

...mas o Alianza perdeu e os outros três ganharam. Assim, o "Peruanão" 2006 (o Clausura) está assim: Coronel Bolognesi, 39 pontos; Alianza, Cienciano e Universitario, 38. Um ponto separa o primeiro do quarto colocado na última rodada. A decisão, em caso de empate em pontos, é no saldo de gols. No próximo domingo, os peruanos terão quatro finais ao mesmo tempo.

É a falta de emoção dos pontos corridos.

Abraços,
Ubiratan



Escrito por Juca Kfouri às 18h02
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Brunoro volta ao Parque

Por mais que negue ou disfarce, José Carlos Brunoro voltará ao Palmeiras, se duvidar ainda antes do Natal.

Pelo menos é o que os novos homens fortes do futebol alviverde garantem pelos corredores.



Escrito por Juca Kfouri às 12h22
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Pinochet marcou também o futebol chileno

Entre suas inúmeras barbaridades, Augusto Pinochet transformou o estádio Nacional de Santiago em prisão política e centro de torturas durante os três meses seguintes ao golpe militar que derrubou o governo democraticamente eleito do socialista Salvador Allende, em setembro de 1973.

Cerca de quarenta mil pessoas passaram presas pelo estádio e centenas delas foram mortas lá mesmo.

Quando o estádio foi reaberto, ainda sob toque de recolher na capital chilena, houve um jogo que lotou as arquibancadas.

O jogo foi marcado para o final da tarde, para que todos pudessem estar em  casa na hora exigida pela ditadura.

Mesmo assim, o estádio foi palco da primeira grande manifestação de massa contra a ditadura militar chilena.

Aconteceu que já no começo da noite, fim de jogo, deu-se um apagão no estádio.

Imediatamente fez-se um silêncio sepulcral, misto de apreensão e medo.

Aos poucos, no entanto, sob a luz intermitente de isqueiros e fósforos, começou-se a ouvir, em canto chão, um coro nas arquibancadas: Libertad, libertad, sussurrava-se.

Em poucos segundos, no entanto, calcula-se que 60 mil pessoas engrossavam o mantra, a plenos pulmões.

Libertad! Libertad! Libertad! exigiam os chilenos no estádio sob a escuridão.

E não havia camburão que desse conta de prender 60 mil pessoas.

Sessenta mil chilenos que foram para casa de alma lavada e que mostraram ali ao ditador que sua vida não terminaria bem.

Como não terminou, preso que Pinochet foi e tratado com desprezo pelo mundo civilizado.



Escrito por Juca Kfouri às 23h04
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O São Paulo dos sonhos

A revista "Placar" está com uma edição especial nas bancas com o "Time dos Sonhos" dos 12 grandes clubes do eixo RS-SP-RJ-MG.

Trata-se de eleger o "time de todos os tempos" de cada clube, tradição da revista desde 1982, quando se fez a primeira edição, repetida em 1994 e agora.

Vinte personalidades ligadas a cada clube escalam o seu "time dos sonhos" e os mais votados compõem a seleção de todos os tempos.

O time do São Paulo resultou excelente, como habitualmente são os times de sonhos, mas, também, pelo equilíbrio, sem as tradicionais improvisações que também são freqüentes neste tipo de eleição.

Ei-lo: Rogério Ceni, Cafu, Oscar, Dario Pereyra e Leonardo; Mineiro, Pedro Rocha e Raí; Muller, Careca e Canhoteiro.

Mestre Telê Santana é o técnico com 18 votos e ninguém teve a unanimidade dos votos - Raí, com 17, e Rogério, com 16, foram os jogadores mais votados.

Amanhã tem mais.



Escrito por Juca Kfouri às 23h02
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E a Bombonera silenciou

A Bombonera estava repleta e em festa.

Comemorava por antecipação o tricampeonato inédito do Boca Juniors.

Boca que recebia o Lanús e jogava pelo empate, para não depender do resultado entre Estudiantes e Arsenal, em La Plata.

O Boca abriu o placar com Palermo, de pênalti.

Mas permitiu a virada do Lanús: 2 a 1.

E viu o Estudiantes, no fim de seu jogo, fazer 2 a 0 no Arsenal.

Resultado: tri, no mínimo, adiado.

Haverá um jogo desempate, nesta quarta-feira, no estádio do Racing.

E a Bombonera, que não pára nunca, calou.

Os últimos minutos transcorreram em raro, fúnebre e constrangedor silêncio.



Escrito por Juca Kfouri às 20h15
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Pinochet morreu. Viva o Chile!

Morreu o ditador sanguinário e corrupto.

Não sem antes sofrer a humilhação da prisão por crimes hediondos.

Que a terra lhe pese.

Que o Chile continue a florescer.



Escrito por Juca Kfouri às 15h57
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Um jogo, uma tese

Acabo de ver um grande jogo: Chelsea 1, Arsenal 1.

Jogando em casa, onde está invicto há dois anos e 10 meses pelo Campeonato Inglês -- 46 jogos, com 38 vitórias -- o Chelsea foi castigado com o empate.

Jogou melhor, criou mais, buscou sempre a vitória.

Mas, mesmo assim, ainda deve ter saído aliviado, porque tomou o 1 a 0 já no fim do jogo e só empatou porque, mais no fim ainda, Essien pegou um chute raro, da intermediária, para empatar com um dos gols mais espetaculares de 2006.

Nos dois últimos minutos, no entanto, o Chelsea ainda mandou uma bola no travessão, com o mesmo Essien, e outra na trave, com Lampard.

Jogaço!

Que dá o que pensar.

Até que ponto a arquitetura de um estádio como o velho Stamford Bridge ajuda o espetáculo?

Casa cheia, mesmo sob um frio de rachar mamona, e torcedor rente ao gramado ajudam um jogo a ser intenso, disputado palmo a palmo.

E se você tem bons jogadores dos dois lados, a coisa ainda fica melhor.

Claro que estádios gigantescos, com o público distante, também já foram, são e serão palcos de grandes, inesquecíveis partidas.

Sabemos bem disso por causa do Maracanã, do Mineirão, do Morumbi.

Mas fica a reflexão: estádios, como os da Alemanha na última Copa, belíssimos, impressionantes mesmo pela beleza e conforto, não serão frios em demasia?

O futebol é mais teatro ou mais luta?

Chelsea e Arsenal fariam no novo Emirates o mesmo espetáculo que fizeram no Stamford Bridge? 

Farão no novo Wembley o que já fizeram no Highbury?

Sim, até acho que sim.

Mas com uma "plastificação" que preocupa.

 



Escrito por Juca Kfouri às 15h34
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Que venha o Al Ahly

Está tudo dentro do planejado: o Al Ahly (Nacional, em árabe), do Egito, enfrentará o Inter nas semifinais do Mundial de clubes da Fifa.

A equipe, também vermelha, bateu sem dificuldades (2 a 0) os semi-amadores do Auckland City, da Nova Zelândia, uma equipe tosca que começa com um goleiro que mais parece de jogo entre casados e solteiros.

Com um gol do angolano Flávio, o mais habilidoso do time, e outro em cobrança de falta (Aboutrika), ambos no segundo tempo, o Al Ahly mostrou alguma picardia em poucos momentos no ataque, revelou uma defesa deficiente e usou o jogo mais como meio de superar a ansiedade da estréia, obstáculo que o Inter terá pela frente diante dos egípcios.

Mas, a bem da verdade, só por isso o jogo desta quarta-feira, às 8h, traz algum receio ao time gaúcho campeão da Libertadores.

Porque com os nervos no lugar e a bola no chão, dá para o Inter golear.

Lembremos, apenas, que, no ano passado, a situação do Al Ittihad como adversário do São Paulo não era diferente e o time brasileiro teve muita dificuldade para vencer o da Arábia Saudita.

Porque, você sabe, não existem mais bobos no futebol...



Escrito por Juca Kfouri às 09h12
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