Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

31/03/2007

Essa não, Sertãozinho

O Sertãozinho, melhor time da região de Ribeirão Preto, perdeu agora há pouco uma ótima chance de ter uma folga na zona de rebaixamento.

Apenas empatou 2 a 2 com o Corinthians, que periga não ser nem o melhor time da zona leste paulistana.

E, pior, esteve duas vezes inferiorizado no placar, pois o time de Emerson Leão, que nasceu em Ribeirão Preto, fez 1 a 0 em pênalti cobrado por Wilson, no primeiro tempo, e 2 a 1, em cobrança de falta de Eduardo Ratinho.

Mixirica fez 1 a 1 logo no começo do segundo tempo e Alex Terra fez o 2 a 2, aos 17, ou seja com tempo mais que suficiente ainda para que o Sertãozinho virasse o placar.

Mas nem diante da dupla Marinho/Betão a equipe interiorana foi capaz de obter o placar que fez por merecer.

E olhe que o jogo foi até os 49 minutos no segundo tempo.

Assim não dá, assim não é possível.

Por Juca Kfouri às 18h49

Solidariedade a Sobel

Quem quiser manifestar solidariedade ao rabino Henry Sobel pode fazê-lo em:

http://www.petitiononline.com/petsobel/petition.html

Por Juca Kfouri às 13h28

30/03/2007

Maradona e Sobel (2)

A maioria dos comentários sobre a primeira nota com o título acima é desfavorável, duramente, aos dois personagens.

É curioso.

Que se ignore como a medicina moderna, e mesmo a Justiça, vê o problema dos dependentes químicos é aceitável, embora lastimável.

Que se ignore a biografia de um homem pego em erro grave é incompreensível.

Para alguma coisa há de valer o passado das pessoas.

Muito mal comparando, quando o grande Nílton Santos, a "Enciclopédia", agrediu o árbitro Armando Marques, dada a sua história de atleta exemplar, imediatamente se buscou atenuar a falta e até a justificá-la em nome da honra.

Não era, afinal, um bad boy que havia cometido o deslize.

Imaginar que alguém de alto salário seja ladrão pelo ato cometido na Flórida ao furtar objetos de uso pessoal, compará-lo a quem fez evasão de divisas e sonegação de milhões de dólares, soa até ridículo.

Não se trata mesmo de pobres ou ricos.

Trata-se de alguém que sabidamente está doente, depressivo, e não é de hoje.

Se a vida pregressa não vale para nada, de que vale a vida?

Por Juca Kfouri às 12h03

29/03/2007

Cícero, o salvador tricolor

Mesmo sem jogar bem, foi fácil para o Flamengo abrir o placar no Maracanã contra um apático Fluminense, que nem parecia estar jogando a sua vida no estadual.

Souza fez 1 a 0 em jogada de Roni pela esquerda e o Fla levou o primeiro tempo na manha.

Mas foi surpreendido logo de cara no segundo tempo com um gol de Cícero, aproveitando cruzamente de Carlinhos.

Aí, o Flu cresceu e passou a jogar melhor.

Então, o Flamengo tratou de voltar a se impor.

E teve inúmeras chances para fazer o segundo gol.

Numa mão na bola dentro da área (André Moritz) desprezada pela arbitragem, numa cabeçada no travessão (Ronaldo Angelim) e num chute na trave (Renato Augusto).

Aos 41, Alex Dias ganhou um presente da zaga rubro-negra e o desperdiçou de maneira incompreensível, só ele o goleiro e o gol.

O 1 a 1 que seria ruim para os dois parecia definido.

Mas, aos 48, Alex Dias deu com açucar para Cícero marcar o gol da vitória, o da sobrevivência tricolor no estadual.

Por Juca Kfouri às 21h25

O lobo mau e os três porquinhos

Se houvesse justiça em futebol, o Palmeiras teria feito 3 a 0 só no primeiro tempo em Rio Preto.

Não que tenha dado show ou coisa parecida.

Mas mesmo em câmara lenta foi tão superior ao América que merecia mesmo.

É verdade, também, que o único gol nos primeiros 45 minutos, nasceu de um cruzamento de Michael que morreu nas redes americanas.

Só que antes disso Edmundo e Willian tinham feito uma excelente jogada que deveria ter aberto o marcador e depois disso o próprio Michael ia fazer um golaço não fosse o goleiro e o travessão adversários.

O lobo mau Edmundo fez novamente bela apresentação e o três porquinhos feitos em casa, Diego Cavalieri, David e Valmir também.

Além deles, dois meninos que passaram pelo rival Corinthians e não ficaram, se firmam: Michael e William, que foi substuído por Valmir.

O pecado alviverde foi achar que o jogo estava ganho e se poupar para o clássico diante do São Paulo.

Porque o América perdeu o medo e acabou por fazer um gol, aos 29, muito mal anulado por impedimento tão inexistente como a nota de três reais.

O que, é claro, tornou menos justa a vantagem palmeirense que, de todo modo, levava o time ao terceiro lugar no Campeonato Paulista.

Levava e levou, porque aos 35 Edmundo recebeu dentro da área e marcou, com enorme categoria, seu décimo gol no campeonato, em sua partida de número 200 com a gloriosa camisa verde.

Por Juca Kfouri às 21h21

Maradona e Sobel

Duas personalidades muito diferentes entre si.

Uma conhecida mundialmente.

Outra quase só no Brasil.

Ambas dignas de admiração.

Ambas, doentes.

E merecedoras da nossa preocupação.

E de tratamento médico.

Diego Armando Maradona e o rabino Henry Sobel.

Que os que acreditam em orações, rezem.

Que os que ainda acreditam no ser humano, apoiem.

É o que nos resta.

Por Juca Kfouri às 18h09

Hoje tem Fla-Flu

O que é um Fla-Flu?

Não me atreveria a tentar definir.

Para mim é mais ou menos o que segue abaixo, escrito como contracapa para o belo livro do jornalista Hilton Mattos, que autografará hoje sua obra "Heróis do Cimento", no hall principal dos elevadores do Maracanã, às 17h.

Ela nunca tinha pisado no solo sagrado do Maracanã.

Estreou num dia de Fla-Flu.

Decisão do título carioca de 1995, aquele, do gol de Renato Gaúcho, de barriga.

Ela nem viu, na verdade.

Porque o que acontecia no gramado não tinha a menor importância.

Ela estava extasiada com o espetáculo das arquibancadas.

Foi a primeira vez em que vi o que significava, literalmente, alguém ficar boquiaberto.

Ficou ao sair do elevador e entrar no corredor para a área das tribunas, ainda antes da borboleta.

Como eu sabia que alguma reação haveria, adiantei-me para poder voltar e vê-la de frente.

Boquiaberta.

Quando se deparou com a multidão, com as cores, com a cantoria, ficou paralisada.

E boquiaberta. De queixo caído, vá lá.

Ela existe mesmo, se chama Leda e é minha mulher.

Poucas vezes antes eu a tinha visto daquele jeito, talvez diante da Guernica ou da Pietà.

E foi dessas reações absolutamente naturais que dão a dimensão do que é o torcedor, do que é um Fla-Flu, do que é o Maracanã lotado.

Interpretei, também, como uma homenagem ao meu ofício ou, ao menos, mais uma ficha que caía para compreender o tamanho da paixão.

Homenagem como esta, devida mesmo, que Hilton Mattos faz ao herói anônimo que é a razão de tudo e nem por isso recebe o tratamento que merece.

Mas Hilton tratou de lhe dar, com brilho, sua parte neste latifúndio.

Por Juca Kfouri às 13h53

Novo Nou Camp

Clique no endereço abaixo e constate as diferenças entre a maneira de agir no Barcelona e em nossos clubes, federações e confederações.
 
Leia o texto ao lado da foto de Nou Camp e veja que a necessária transparência do processo não é apenas manifestada como intenção, mas é dito como esta se dará.
 
Por que não se age assim por aqui?
 
Tá bom, não precisa responder.
 
http://www.fcbstadium.com/esp/index.html

Por Juca Kfouri às 12h12

Milagre na Paraíba

Pedro Lima marca seu 1º gol

Só faltam 999

Por CARLOS MOURA MIGUEL

A utopia do atleta Pedro Ribeiro Lima, o Perí, considerado o atleta profissional mais velho em atividade no mundo, se realizou:

ele marcou o primeiro gol de sua carreira como jogador profissional, na partida de ontem, pela segunda rodada do returno do Campeonato Paraibano de Futebol, no confronto que, apesar da derrota do seu clube, tornou-se histórico para a Desportiva Perilima.

O atleta de 58 anos, é proprietário de uma fabrica alimentícia que tem como principal iguaria a produção de sorda (mel de rapadura engrossado com farinha de trigo e especiarias).

Pedro Ribeiro profissionalizou-se em 1998 para as disputas do Campeonato Paraibano da Série B daquele ano e, ao longo de quase 10 anos atuando pelo clube, jamais conseguiu marcar um gol numa competição oficial.

Na partida diante do Campinense Clube, o atleta finalmente desencantou e emocionado conseguiu balançar as redes do goleiro Jailson do rubro-negro.

O atleta de futebol mais velho em atividade, comemorou o tento ao lado de seus atletas e não conseguiu esconder a satisfação de alcançar seu feito.

Pedro Ribeiro tornou-se destaque na mídia não somente pela idade, mas também pela contradição com o atacante Romário.

O gol de Perí ocorreu aos 35 minutos, após uma jogada individual de Nego Pai na área rubro-negra.

O atleta da Perilima acabou derrubado e o árbitro Laurismar Alves marcou penalidade máxima.

A cobrança ficaria a cargo do atacante Edmar, porém praticamente todos os torcedores no Estádio Ernani Sátiro pediram para Pedro cobrar.

Mesmo aparentando estar nervoso, o veterano não perdoou, e concluiu com precisão, sem nenhuma chance de defesa para o goleiro do Campinense.

O gol marcado por Pedro Ribeiro arrancou aplausos calorosos dos torcedores dos dois clubes que gritaram seu nome no estádio.

A Perilima é atualmente considerado o pior clube de futebol entre as equipes profissionais que disputam os campeonatos estaduais do Brasil.


Por Juca Kfouri às 11h32

O Palmeiras em estado de graça

Está tudo dando certo para o Palmeiras.

Ontem na hora do almoço o palestrino governador José Serra ouviu do cartola Ricardo Teixeira que a Fifa reconheceu a conquista da Copa Rio, em 1951, como equivalente ao título mundial de clubes, velha reivindicação alviverde.

O anúncio oficial deve ser feito neste fim de semana.

E ontem à noite todos os adversários diretos do Palmeiras na luta pela classificação, menos um, se deram mal.

O Corinthians perdeu para o Santos; o Noroeste perdeu para o Sertãozinho; o Paulista perdeu para a Ponte Preta e o São Caetano perdeu para o Bragantino, único a se dar bem e até a ocupar, temporariamente, a quarta colocação que era do Palmeiras.

Acontece que o Palmeiras joga hoje, em Rio Preto, contra o América, às 20h30.

Com um empate o Palmeiras reassume o quarto lugar e com uma vitória toma o terceiro lugar do São Caetano, ficando atrás apenas do já classificado Santos e do São Paulo.

A onda verde está crescendo.

Por Juca Kfouri às 00h10

28/03/2007

Sinal vermelho para o Inter

Inter e Velez fizeram um jogo que mais parecia decisão de Libertadores.

Para o Inter era mesmo.

E o Inter até foi melhor num Beira-Rio abarrotado, mas perdeu Christian ainda no primeiro tempo, expulso por simular um pênalti.

E a defesa colorada ainda fez um pênalti em Bustos não marcado no fim do primeiro tempo, não visto pelo árbitro que também não viu o goleiro argentino agredir um companheiro, o que valeria sua expulsão.

Pato só entrou no segundo tempo e o Velez soube explorar a vantagem de um homem a mais no segundo tempo.

Mas, aos 40, Pato foi claramente derrubado na área e o árbitro uruguaio Larrionda também não marcou.

O 0 a 0 complica demais a vida colorada para seguir adiante na Libertadores.

Uma lástima.

Por Juca Kfouri às 22h41

Santos classificado, Corinthians fora

Nos primeiros 10 minutos do jogo na Vila Belmiro o Santos deu a impressão de que massacraria o Corinthians.

Jogava com a velocidade de uma Ferrari contra a lentidão de um trator.

E foi exatamente a 200 por hora que Tiuí puxou um contra-ataque e deu para Zé Roberto marcar na saída de Jean.

Então, o Santos deu aquela tradicional puxada de freio de mão.

E o trator foi à luta.

Equilibrou as coisas com esforço e conseguiu empatar, depois de bela jogada de William pela direita que Adaílton cortou contra as próprias redes.

Tiuí se machucou e Jonas entrou.

Marinho fez pênalti e o árbitro não marcou.

Amoroso fez falta violenta e burra e o árbitro o expulsou.

Antônio Carlos fez pênalti e o árbitro também não marcou.

O segundo tempo começou com tudo 1 a 1.

Mas com o Santos com 11 a 10.

E com o domínio absoluto.

Mas Wilson sofreu novo pênalti e o árbitro não deu.

Em seguida, de cabeça, Jonas perdeu gol feito.

O Santos sentia falta de seus desfalques.

E o Corinthians era puro coração.

Aos 28, Gustavo também foi expulso, ele que fora vítima de um primeiro cartão injusto.

A chance de o Corinthians chegar mais perto de São Caetano, Paulista e Noroeste que perderam na rodada, parecia impossível de se realizar.

Aos 32, quase Pedrinho desempata.

Não era mais Ferrari contra trator.

Era cachorro contra gato.

Gato valente, há que se dizer.

Aos 35, Jonas fez o gol santista, como era de se esperar, depois de belíssima jogada de Marcos Aurélio.

O Corinthians pagava mais uma vez por seu descontrole emocional.

O Santos mantinha a vantagem de quatro pontos sobre o São Paulo e garantia vaga nas semifinais.

E o Corinthians dizia adeus ao Campeonato Paulista.

No Morumbi, o Rio Branco pagou pelo que não fez e tomou de 4 a 0, com direito à defesa de pênalti por Rogério Ceni.

 

Por Juca Kfouri às 22h39

Comemore, palmeirense!

Não se briga com a notícia:

o governador de São Paulo, José Serra, não tem dúvida do que ouviu do cartola Ricardo Teixeira;

o Palmeiras será proclamado campeão mundial.

O anúncio oficial deverá ser feito no domingo, dia de clássico contra o São Paulo.

Em tempo: Afonso Della Mônica e João Havelange estavam na lista do cerimonial do Palácio como convidados da reunião.

Mas, de fato, não foram.

 

Por Juca Kfouri às 16h27

Kirrata: Meia-trava no título do Palmeiras!

Vou trocar de informante.

A informação oficial agora é a de que só no fim de semana a Fifa decidirá se reconhece como título mundial a Copa Rio de 1951 e que nem Afonso Della Mônica nem João Havelange estavam no Palácio do Governo paulista.

Della Mônica encontrou-se com Ricardo Teixeira antes da ida do cartola da CBF ao Palácio e saiu bastante otimista do encontro por ter sido informado de que está tudo muito bem encaminhado, embora só vá se pronunciar depois da oficialização do título por parte da Fifa.

Desculpe.

Mas, enfim, ainda há uma esperança de que haja um mínimo de seriedade no futebol internacional.

PS - Não justifica nem consola: mas o "Globo Esporte" também deu que o título estava reconhecido.

Por Juca Kfouri às 14h36

Pais sem alma

O episódio do pai que agrediu a filha no Mundial de natação acontece em todos os lugares, não é um hábito ucraniano.

É cada vez mais freqüente, e não é de hoje, pais enlouquecidos por fazer seus filhos campeões.

Seja por projeção, por frustração pessoal ou, o mais comum, por ver nos filhos a solução para seus problemas materiais.

Um filho campeão é meio caminho andado para a fortuna, imaginam.

Nos esportes individuais, então, a coisa ultrapassa todos os limites.

Se é comum vermos ao lado das quadras de futebol de salão nos torneios escolares, por exemplo, pais enfurecidos na torcida por seus filhos, gente que não se dá conta do ridículo por que passa, pior acontece nas quadras de tênis ou nas piscinas.

Conto um caso pessoal.

Trinta anos atrás, veja bem, 30 anos atrás, levei um de meus filhos para uma escola de natação, porque ele tinha asma.

Natação é um santo remédio.

Para que não pairasse a menor dúvida sobre minhas intenções, fiz questão de deixar claro à direção da escola e aos professores que, embora eu fosse jornalista esportivo, não tinha a menor vontade de ver meu filho competindo ou ganhando medalhas.

Queria apenas que ele vencesse a asma.

Eis que uns dois meses depois sou convidado a ir num domingo pela manhã para ver uma "exibição" das crianças.

Para minha perplexidade, ao chegar à escola um pouco antes da hora marcada do evento do qual meu filho participaria, vejo na piscina crianças de menos de um ano competindo, com seus pais agachados na borda gritando feito loucos, para estimulá-las.

Os olhinhos esbugalhados das crianças falavam que qualquer trabalho sobre psicologia infantil.

Perguntei ao primeiro professor que encontrei o que caberia a meu filho fazer.

E o professor, candidamente, respondeu que ele participaria de uma prova de crianças entre 2 e 3 anos.

Peguei-o pela mão e fui embora.

Para nunca mais voltar.

Que o caso do pai/técnico/desalmado sirva de exemplo para que outros pais, mesmo que em menor grau, não façam a mesma barbaridade.

Porque nada é mais castrador de personalidades. 

Por Juca Kfouri às 13h00

Palmeiras campeão!

Com a presença do presidente do Palmeiras, Afonso Della Mônica, chamado ao Pálacio do Governo de São Paulo, de José Serra, João Havelange e Ricardo Teixeira, foi anunciado que a Fifa reconhece a Copa Rio de 1951 como equivalente ao título de campeão mundial de clubes.

Pronto: agora todos os grandes de São Paulo são campeões mundiais.

Só rindo.

Por Juca Kfouri às 12h22

Ana Paula dá bandeira

A bandeirinha Ana Paula Oliveira foi contratada pela Umbro para estampar sua marca.

A assessoria de imprensa da fabricante de material esportivo exalta até as polêmicas recentes que a envolveram para justificar o acerto da escolha.

Está tudo bem, está tudo certo.

Mas que Ana Paula não erre mais quando envolver equipes patrocinadas pela grife, como o Santos (sua última vítima, o que até depõe a favor dela), Atlético Paranaense e Figueirense.

Sempre haverá quem diga caso ela erre a favor que foi por interesses comerciais.

Por Juca Kfouri às 10h41

Esperança verde

É grande a expectativa dos palmeirenses para o possível anúncio, daqui a pouco, por parte do esmeraldino governador de São Paulo, José Serra, de que a Fifa reconheceu o título da Copa Rio, de 1951, como equivalente ao Mundial de clubes.

Ricardo Teixeira, com quem Serra deve se encontrar ao meio-dia, traria a grande novidade.

Novidade sem o menor sentido, diga-se e que, se confirmada como tudo faz crer, apenas servirá para diminuir a credibilidade da conquista pelo mundo afora.

E que dará ao Fluminense e ao Corinthians, que ganharam torneios do mesmo porte nos anos seguintes, o mesmo direito de reivindicar a equiparação.

O Palmeiras, que foi prejudicado pela Fifa no Mundial de 2000, preterido pelo Vasco embora fosse o campeão da Libertadores de 1999 (o Vasco havia sido em 1998), fruto de um acordo espúrio entre Ricardo Teixeira e Mustafá Contursi, com a promessa de que em 2001 o clube teria vaga garantida (e não houve o Mundial, que só voltou em 2005), não precisa disso.

Fica até ridículo imaginar: terá festa hoje à tarde na avenida Paulista?

Por Juca Kfouri às 10h09

Jogos do ano

Todos os anos são vários os chamados "jogos do ano".

Descontado o exagero promocional, hoje temos dois desses jogos para dois times.

O do Inter contra o Velez, por exemplo.

Tomara que o Colorado tenha muitos outros ainda em 2007, mas, de fato, hoje, no Beira-Rio, será disputada a partida mais importante até aqui na temporada pela equipe campeã mundial.

Porque ou o time gaúcho ganha ou passa a correr ainda mais seriamente o risco de cometer o vexame de ser o primeiro campeão da Libertadores eliminado ainda na primeira fase do torneio, algo impensável.

Com Clemer, Alex e Fernandão de volta, que o Inter não vacile.

Na Vila Belmiro o jogo do ano é só para o Corinthians.

Não que uma vitória, muito improvável, classifique o time para as semifinais do Campeonato Paulista.

Mas um empate ou uma derrota, mais que provável, diante do Santos, o elimina da competição.

Mesmo sem Kléber, Maldonado, Cléber Santana o Santos é tão favorito que este pode ser o único trunfo corintiano, por eventualmente tirar das costas do time de Leão o fardo da obrigatoriedade de vencer.

Mas, porém, contudo e todavia, por outro lado, a eliminação desde já de um campeonato de nível técnico apenas sofrível, será uma vergonha tão grande que acaba por eliminar a tal leveza.

Por Juca Kfouri às 10h01

Sem o Morumbi, a Copa 2014 chega em São Paulo

Hoje ao meio-dia o governador de São Paulo, José Serra, deverá receber o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Em pauta a candidatura brasileira para sediar a Copa de 2014 e o papel de São Paulo no torneio.

Já está decidido, por absurdo que pareça, e é, que o Morumbi é carta fora do baralho.

A CBF, a Federação Paulista de Futebol e a secretaria de Esporte do munícipio de São Paulo, já estão fechadas em torno de um terreno na zona oeste paulistana para erguer o estádio que deverá receber ou o jogo de abertura ou a final da Copa. 

Mas hoje o cartola da CBF saberá de um outro projeto, este do estado paulista.

Claury Santos Alves da Silva, secretário estadual da Juventude, Esporte e Lazer, confirmou a este blog que há uma área pública, na região do Parque Ecológico de São Paulo, nas imediações da favela do Pantanal, à margem da Rodovia dos Trabalhadores, que o estado está disposto a ceder de graça num esquema de Parceria Público-Privada (PPP) para que o estádio seja construído.

Resta saber, agora, qual esquema a CBF prefere.

E resta esperar pela reação do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, que promete botar fogo no circo pela exclusão do Morumbi. 

Por Juca Kfouri às 23h03

Sociedade dos Eternos Palestrinos

Até o dia 15 de abril, no máximo, em parceria com a Caixa Ecônomica Federal, o Palmeiras lançará um ambicioso projeto para se fortalecer financeiramente:

vem aí a Sociedade dos Eternos Palestrinos, uma confraria especial para a qual será preciso pagar R$ 9.700, título familiar, ou R$ 8.500, título individual.

Os Eternos Palestrinos terão os mesmos direitos dos sócios do clube, além de receberem uma camisa retrô do Palestra e todas as novas edições do uniforme palmeirense, entre outras homenagens.

Como, eventualmente, até a inscrição para sempre de seus nomes numa enorme placa na nova entrada do Palestra Itália. 

Por Juca Kfouri às 23h00

27/03/2007

Mundial de clubes como o de seleções

Passou quase despercebida a decisão da Fifa, já para o Mundial de Clubes deste ano, de dar participação ao campeão nacional do país sede do torneio.

Como em 2000, no primeiro Mundial de Clubes organizado pela entidade, no Brasil.

Neste ano, portanto, o campeão japonês jogará contra o da Oceania para seguir adiante.

Lembremos que na Copa do Mundo, desde 1930, a seleção do país sede tem lugar assegurado, para garantir interesse da torcida.

E a tendência é a de que comece um rodízio de sedes também no Mundial de clubes.

Por Juca Kfouri às 22h58

Grêmio, à moda do Grêmio

O Grêmio resolveu jogar contra o Tolima sem a auto-suficiência que mostrou contra o Cúcuta.

Diante de um Olímpico cheio de gente, tratou de botar a alma na ponta de chuteira.

Não fez uma grande partida, ao contrário, mas fez o suficiente para vencer por 1 a 0, gol de Tuta, aos 21 do primeiro tempo, em bela virada.

E, diga-se, os brasileiros mereceram fazer mais no segundo tempo e quase não correram risco de tomar gol.

Mas isso é detalhe diante do alívio trazido pela vitória, que coloca o Grêmio na liderança do grupo 3 com o mesmo número de pontos do adversário derrotado.

O jogo era este e o Grêmio passou.

Preocupados foram dormir outros tricolores, os paulistas, pois o Audax Italiano venceu o Alianza e, com um jogo a mais, tomou o segundo lugar do São Paulo. Nada, no entanto, que uma vitória sobre o Necaxa, no Morumbi, não resolva. 

Por Juca Kfouri às 22h28

Logotipo previdente

Está explicado o vermelho no logotipo da campanha da CBF para que o Brasil sedie a Copa de 2014: é a previsão do prejuízo!

 

 

Por Juca Kfouri às 21h40

Com gana, mas com sono

O jogo começou, na verdade, aos 12 minutos, quando a Seleção Brasileira, com Kaká, deu seu primeiro chute ao gol.

Até então, os brasileiros jogavam em câmara lenta e os ganeses, sem seus meio-campistas e mehores jogadores, Essien e Apiah.

Aos 14, no entanto, foram os africanos que, numa cabeçada à queima-roupa, obrigaram Júlio César a fazer um milagre.

E o jogo ameaçou pegar no breu.

Aos 17, Ronaldinho bateu escanteio pela direita, Kaká desviou no primeiro pau e Vágner Love abriu o placar.

Marcada em cada palmo do gramado pelos viris africanos, a Seleção voltou a jogar lentamente e em vez de pegar fogo o jogo quase fez pegar no sono.

Nem Ilsinho nem Kléber jogavam 10% do que apresentam em seus clubes, muito mais presos como verdadeiros laterais.

E Ilsinho sofria na marcação, o que não é mesmo seu forte.

E os ganeses abusavam da bola aérea para fazer Júlio César trabalhar no estádio Rassunda, em Solna, pertinho de Estocolomo, palco da final da Copa da Suécia, em 1958, a primeira do pentacampeonato.

Apenas aos 43 houve nova sensação de gol, quando Kaká lançou Vágner Love pela esquerda e o goleiro defendeu seu chute cruzado.

Ainda no primeiro tempo Gilberto Silva se machucou e deu lugar a Josué no segundo.

Estava formada a dupla Josué/Mineiro, que tanta alegria deu aos são paulinos.

Só que o segundo tempo começou com ares africanos.

Aos 4, Júlio César teve de fazer outra defesa dificílima num chute de fora da área depois que Ilsinho foi facilmente dribaldo e quatro minutos depois, nova intervenção, menos complicada, em cobrança de falta.

Os brasileiros continuavam estranhamente lentos e os ganeses já faziam por merecer o empate, embora, dado o seu estilo "vamos que vamos", corressem o sério risco de levar o segundo num contra-ataque.

Aos 14, corretamente, Dunga pôs Daniel Alves no lugar de Ilsinho.

O trio Kaká, Ronaldinho e Robinho deixava a desejar e a Seleção até com jogava com gana, mas, também, repita-se, com sono.

Aos 23, Kaká saiu e Elano entrou.

Aos 27 foi a vez de Ricardo Oliveira substituir Vágner Love.

Aos, 31, Diego em lugar de Robinho.

Em seguida, expulsão de um ganês.

E Daniel Alves saiu machucado, para a entrada de Dudu Cearense.

Onze contra 10, o Brasil fez o tempo passar, como desde o começo do jogo.

Uma vitória pálida, diante de um adversário só voluntarioso e, muitas vezes, bruto.

As vaias suecas ao fim do jogo deram a nota para uma partida nota 5.

 

Notas

Júlio César, o melhor em campo, 8,5

Ilsinho, uma convocação precipitada, 4,5

Daniel Alves, cada vez mais titular, entrou e saiu, sem nota

Lúcio e Juan, firmes e cumpridores, 6,5

Kléber, só uma jogada como no Santos, 5,5

Mineiro, um pouco mineiro (discreto) demais, 5,5

Gilberto Silva, pouco tempo em condições físicas 100%, sem nota

Josué, sem comprometer, 5.5

Kaká, trabalhou muito, mas sem brilho, 6

Ronaldinho, só sem brilho, 5

Robinho, idem, 5

Vágner Love, o gol e algumas boas jogadas, 6,5

Todos os demais que entraram não somaram nem diminuíram, sem nota

Dunga, muito bem na escalação, não viu seu time jogar bem, 6 

Por Juca Kfouri às 15h15

Brasil em campo

Dois times brasileiros jogam hoje contra duas equipes estrangeiras.

Às 14h30, em Estocolmo, na Suécia, a Seleção Brasileira enfrenta amistosamente a seleção de Gana.

Os africanos sem suas duas maiores estrelas, Essien e Appiah, machucados.

E o time de Dunga com quatro novidades interessantes e a manutenção do trio Kaká, Ronaldinho e Robinho.

Ilsinho entra no lugar de Daniel Alves; Kléber fica na vaga de Gilberto; Mineiro substitui Elano e Vágner Love pega a camisa de Fred.

Sete horas depois, às 21h30, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, o Grêmio recebe os colombianos do Tolima, pela Libertadores.

E precisa vencer, com o que igualará os sete pontos do Tolima e assumirá a liderança do grupo 3.

Mano Menezes faz todo o mistério a que tem direito e espera que o tricolor gaúcho desfaça a má impressão que deixou ao empatar sem gols, também em casa, com o Cúcuta, e ao perder para o Tolima no jogo de ida, por 1 a 0.

É o que também todos os brasileiros, menos os colorados, esperam.

 

Por Juca Kfouri às 23h46

Morumbi, adeus

A CBF, a FPF e a secretaria municipal de Esportes já estão fechadas em torno de onde será o estádio paulistano para sediar a eventual Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

E não será mesmo no Morumbi.

Em parceria com o grupo que construiu a arena de Amsterdã, a área escolhida fica na região dos bairros da Barra Funda e do Bom Retiro, próxima à avenida marginal do rio Tietê.

Ricardo Teixeira promete que no novo estádio será disputado ou o jogo inaugural ou a final da Copa.

Por Juca Kfouri às 23h38

26/03/2007

O interior adora o estadual

Da série "Como os paulistas amam o campeonato estadual":

Públicos de ontem entre equipes interioranas;

Em Jundiaí, com o Paulista na luta pela classificação, diante do Santo André: 2.857;

Em Sorocaba, com o São Bento na luta para não cair, diante do Guaratinguetá: 1.622;

Em Americana, com o Rio Branco também na luta para não cair, contra o Sertãozinho: 592;

E em Rio Preto, América x Bragantino: 253.

Viva o profissionalismo!

 

Por Juca Kfouri às 10h23

Baixinho Romário continuará nas manchetes

Foi por pouco, mas o milésimo gol da contabilidade de Romário não saiu ontem no Maracanã.

O goleiro Bruno não deixou ao evitar, com a ponta da chuteira, no fim do jogo, a marca histórica.

Um pouco antes, Romário havia feito o gol de número 999, o terceiro e último do Vasco na vitória sobre o Flamengo por 3 a 0, com o Maracanã cheio de gente.

Todo mundo lamentou, mas, pensando bem, foi bom para Romário.

Ele continuará como notícia principal do futebol brasileiro até atingir a marca que estabeleceu como objetivo.

Nesta semana Romário tem dois jogos: na quarta-feira, contra o fraco Americano, em São Januário, e no domingo, no Maracanã, no clássico com o Botafogo.

Romário diz que prefere fazer o milésimo no Maracanã, o que é compreensível, e aí está diante de um problema real e de um bem brasileiro.

O real: ele anunciou que pedirá a transferência do jogo de São Januário para o Maracanã, algo impossível se o Estatuto do Torcedor for levado ao pé da letra, porque já fora do prazo.

O bem brasileiro: domingo que vem é dia 1o. de abril e é fácil imaginar o que surgirá de piada se for este o dia do gol mil.

Por Juca Kfouri às 23h03

25/03/2007

Santos mais em cima, Corinthians...

Vi mal e mal vi os jogos das 18h10 do Campeonato Paulista.

Só os melhores momentos e olhe lá.

Estava com todos os olhos em Romário, é óbvio.

Aliás, no Pacaembu, 0 a 0 entre Corinthians e Barueri, melhores momentos é bondade do chavão.

Um horror, como tem sido habitual e a despedida do Corinthians do estadual, ainda mais com as vitórias do São Caetano, do Palmeiras e do Paulista.

Mas, é claro, o Corinthians não merece mais que isso.

No Parque Antarctica, com gols de Marcos Aurélio, no começo do jogo, e de Rodrigo Tiuí, no fim, o Santos manteve a toada diante do Rio Claro e ganhou por 2 a 1, aumentando para quatro pontos a vantagem sobre o São Paulo.

Zé Roberto, só para variar, deixou claras as situações mais escuras e o Santos se firmou como melhor time do país, neste momento.

Por Juca Kfouri às 19h26

Só falta um!

Na bagunça de sempre do Maracanã, com muita gente na arquibancada (43 mil torcedores) e quase tanta no gramado, Vasco e Flamengo só começaram a jogar 10 minutos depois do horário previsto.

E o Flamengo se iludiu com o domínio do jogo, porque o Vasco sempre foi mais perigoso.

Tanto que o rubro-negro não criou nenhuma grande chance de gol e os cruzmaltinos criaram, no mínimo, três, até que Leandro Amaral abrisse o marcador, aos 41.

Até então, Romário tinha tocado na bola aos 5, aos 20, aos 34 e aos 35 minutos, quando bateu por cima uma falta em Abedi. 

Nem bem recomeçou o segundo tempo e o Vasco liquidou a fatura, em linda jogada de Leandro Amaral para Abedi.

A expectativa ficou toda por conta de Romário que, aos 12, quase domina para girar na pequena área, ele que vem se especializando em fazer gols só no segundo tempo.

Aos 13, Leonardo Moura foi bem expulso de campo e a chance de novos gols vascaínos aumentou.

O Vasco todo começou a jogar pelo Baixinho.

E os zagueiros do Flamengo, contra.

Aos 19, a oportunidade do gol 999 do Romário pintou mais clara, mas ele a desperdiçou ao não conseguir completar um ousado voleio.

A ansiedade estava estampada no rosto do "rei da grande área", como um dia disse outro gênio, o holandês Johann Cruyjff.

Rei que armou duas vezes ainda o terceiro gol para seus companheiros, uma delas de calcanhar.

Aos 33, a idade de Cristo, o 999o. gol do Romário, 41, saiu.

Ao seu estilo, livre, como se fosse invisível para os zagueiros.

E só ficou faltando o 1000.

Evitado por Bruno, com os pés, aos 41.

A próxima chance para o milésimo será contra o Americano, nesta quarta-feira, em São Januário.

 

Por Juca Kfouri às 19h10

Diabo queima o Fogão

O Botafogo estava com tudo e até um pouco prosa.

Pois a prosa acabou.

Perdeu para o América, em Edson Passos, 2 a 1.

Aos 12 minutos Marcos Brito abriu o placar.

O Botafogo tentou reagir, teve mais a bola, mas foi pouco perigoso, embora o lateral-esquerdo Iran tenha sofrido um pênalti claro que a arbitragem resolveu não marcar.

Quando o alvinegro era melhor, num contra-ataque, o alvirubro ampliou, na cabeçada livre, leve e solta de Júnor Amorim, aos 43.

Quando, aos 9 do segundo tempo, Lúcio Flávio tentou passar para um companheiro em vez de bater para o gol uma falta quase na linha da grande área, ficou claro que não seria dia do Botafogo.

Aos 21, enfim, Dodô diminuiu de pênalti e o América ficou com 10.

Aos 44 foi a vez do Botafogo ficar com 10.

Mas o jogo ainda teve mais seis minutos, foi até os 50, quando o América perdeu bisonhamente a chance de fazer mais um.

O Botafogo martelo, martelou, mas parou sempre nas mãos do goleiro Eduardo, o melhor em campo.

Americano de coração, o domingo começou bem para Romário.

O América é o rei dos clássicos em 2007.

Como terminará?

Por Juca Kfouri às 16h54

Azulão derruba o último invicto

Num primeiro tempo truncado, muito marcado e de pouco futebol, apenas dois lances mereceram destaque em São Caetano:

logo aos 10 minutos a bandeirinha evitou o gol tricolor, em bola que Borges recebeu na cara do goleiro e em posição legal;

no último minuto Canindé (que já foi nome do estádio são paulino, hoje da Lusa) fuzilou Rogério Ceni e abriu o marcador para o Azulão.

O segundo tempo começou mais ou menos igual, embora com o time da casa até mais perigoso que os visitantes.

Aos 16, Rogério Ceni teve uma falta para cobrar e ao seu feitio, mas, bateu por cima, ainda virgem neste ano em cobrança de faltas.

Com Aloísio em campo, o São Paulo melhorou e o centroavante deu com açúcar para Jadílson chutar a bola na trave do São Caetano.

Era pouco, ainda.

E o São Caetano esteve sempre mais perto de ampliar do que de sofrer o empate.

Com o que caiu o último invicto do Campeonato Paulista e o Azulão segue firme na terceira colocação, muito perto da classificação.

Por Juca Kfouri às 16h52

A maioridade, enfim!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bom dia!

E parabéns!!

Tudo indica que ainda hoje este blog chegará aos 18!!!

E exatos 18 meses e um dia depois que entrou no ar!!!!

Graças a você!!!!!

Como, em São Paulo, 25 de março e os descendentes de árabes têm tudo a ver, só resta a este patrício dizer, de novo, muito obrigado por tanta gente visitar "o" lojinha!!!!!!

Por Juca Kfouri às 23h01

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

Histórico