![]() |
![]()
![]()
![]()
![]()
![]() BLOG DO ANDRÉ KFOURI BLOGDOBIRNER BLOG DO TORERO CIDADE DO FUTEBOL DISCOS DO BRASIL LANCENET TRIVELA BLOG DA REDAÇÃO UOL BLOG DO PAULINHO FOTOS DO DAN A Verdade da Copa PODCAST DO CBN EC BLOG DO MARCELO DAMATO BLOG DO ALBERTO HELENA SEGUNDONA![]() ![]() 29/06/2008 a 05/07/2008 22/06/2008 a 28/06/2008 15/06/2008 a 21/06/2008 08/06/2008 a 14/06/2008 01/06/2008 a 07/06/2008 25/05/2008 a 31/05/2008 18/05/2008 a 24/05/2008 11/05/2008 a 17/05/2008 04/05/2008 a 10/05/2008 27/04/2008 a 03/05/2008 20/04/2008 a 26/04/2008 13/04/2008 a 19/04/2008 06/04/2008 a 12/04/2008 30/03/2008 a 05/04/2008 23/03/2008 a 29/03/2008 16/03/2008 a 22/03/2008 09/03/2008 a 15/03/2008 02/03/2008 a 08/03/2008 24/02/2008 a 01/03/2008 17/02/2008 a 23/02/2008 10/02/2008 a 16/02/2008 03/02/2008 a 09/02/2008 27/01/2008 a 02/02/2008 20/01/2008 a 26/01/2008 13/01/2008 a 19/01/2008 06/01/2008 a 12/01/2008 30/12/2007 a 05/01/2008 23/12/2007 a 29/12/2007 16/12/2007 a 22/12/2007 09/12/2007 a 15/12/2007 02/12/2007 a 08/12/2007 25/11/2007 a 01/12/2007 18/11/2007 a 24/11/2007 11/11/2007 a 17/11/2007 04/11/2007 a 10/11/2007 28/10/2007 a 03/11/2007 21/10/2007 a 27/10/2007 14/10/2007 a 20/10/2007 07/10/2007 a 13/10/2007 30/09/2007 a 06/10/2007 23/09/2007 a 29/09/2007 16/09/2007 a 22/09/2007 09/09/2007 a 15/09/2007 02/09/2007 a 08/09/2007 26/08/2007 a 01/09/2007 19/08/2007 a 25/08/2007 12/08/2007 a 18/08/2007 05/08/2007 a 11/08/2007 29/07/2007 a 04/08/2007 22/07/2007 a 28/07/2007 15/07/2007 a 21/07/2007 08/07/2007 a 14/07/2007 01/07/2007 a 07/07/2007 24/06/2007 a 30/06/2007 17/06/2007 a 23/06/2007 10/06/2007 a 16/06/2007 03/06/2007 a 09/06/2007 27/05/2007 a 02/06/2007 20/05/2007 a 26/05/2007 13/05/2007 a 19/05/2007 06/05/2007 a 12/05/2007 29/04/2007 a 05/05/2007 22/04/2007 a 28/04/2007 15/04/2007 a 21/04/2007 08/04/2007 a 14/04/2007 01/04/2007 a 07/04/2007 25/03/2007 a 31/03/2007 18/03/2007 a 24/03/2007 11/03/2007 a 17/03/2007 04/03/2007 a 10/03/2007 25/02/2007 a 03/03/2007 18/02/2007 a 24/02/2007 11/02/2007 a 17/02/2007 04/02/2007 a 10/02/2007 28/01/2007 a 03/02/2007 21/01/2007 a 27/01/2007 14/01/2007 a 20/01/2007 07/01/2007 a 13/01/2007 31/12/2006 a 06/01/2007 24/12/2006 a 30/12/2006 17/12/2006 a 23/12/2006 10/12/2006 a 16/12/2006 03/12/2006 a 09/12/2006 26/11/2006 a 02/12/2006 19/11/2006 a 25/11/2006 12/11/2006 a 18/11/2006 05/11/2006 a 11/11/2006 29/10/2006 a 04/11/2006 22/10/2006 a 28/10/2006 15/10/2006 a 21/10/2006 08/10/2006 a 14/10/2006 01/10/2006 a 07/10/2006 24/09/2006 a 30/09/2006 17/09/2006 a 23/09/2006 10/09/2006 a 16/09/2006 03/09/2006 a 09/09/2006 27/08/2006 a 02/09/2006 20/08/2006 a 26/08/2006 13/08/2006 a 19/08/2006 06/08/2006 a 12/08/2006 30/07/2006 a 05/08/2006 23/07/2006 a 29/07/2006 16/07/2006 a 22/07/2006 09/07/2006 a 15/07/2006 02/07/2006 a 08/07/2006 25/06/2006 a 01/07/2006 18/06/2006 a 24/06/2006 11/06/2006 a 17/06/2006 04/06/2006 a 10/06/2006 28/05/2006 a 03/06/2006 21/05/2006 a 27/05/2006 14/05/2006 a 20/05/2006 07/05/2006 a 13/05/2006 30/04/2006 a 06/05/2006 23/04/2006 a 29/04/2006 16/04/2006 a 22/04/2006 09/04/2006 a 15/04/2006 02/04/2006 a 08/04/2006 26/03/2006 a 01/04/2006 19/03/2006 a 25/03/2006 12/03/2006 a 18/03/2006 05/03/2006 a 11/03/2006 26/02/2006 a 04/03/2006 19/02/2006 a 25/02/2006 12/02/2006 a 18/02/2006 05/02/2006 a 11/02/2006 29/01/2006 a 04/02/2006 22/01/2006 a 28/01/2006 15/01/2006 a 21/01/2006 08/01/2006 a 14/01/2006 01/01/2006 a 07/01/2006 25/12/2005 a 31/12/2005 18/12/2005 a 24/12/2005 11/12/2005 a 17/12/2005 04/12/2005 a 10/12/2005 27/11/2005 a 03/12/2005 20/11/2005 a 26/11/2005 13/11/2005 a 19/11/2005 06/11/2005 a 12/11/2005 30/10/2005 a 05/11/2005 23/10/2005 a 29/10/2005 16/10/2005 a 22/10/2005 09/10/2005 a 15/10/2005 02/10/2005 a 08/10/2005 25/09/2005 a 01/10/2005 18/09/2005 a 24/09/2005![]() Dê uma nota para o blog ![]() ![]()
![]() |
![]()
Gols só na serra gaúcha
O Juventude ganhou do Veranópolis por 2 a 0, um gol em cada tempo, na casa do rival, pela primeira partida das semifinais do Campeonato Gaúcho. E praticamente se habilitou para enfrentar ou o Grêmio ou o Caxias, que jogam amanhã, em Caxias do Sul. Sem gols em Minas e em São Paulo, ao menos a serra gaúcha, com chuva, viu dois gols. Escrito por Juca Kfouri às 19h08[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Baleia mordida por lingüiça no Pacaembu
Num Pacaembu santista com menos torcedores (28 mil) do que seria razoável imaginar, e sob uma arbitragem complacente com as inúmeras faltas do Bragantino, o Santos passou por maus momentos no primeiro tempo. Muito marcado e sem o brilho individual de suas estrelas, o time praiano ainda se viu ameaçado em pelo menos três ocasiões que obrigaram Fábio Costa a se desdobrar. O resultado parcial de 0 a 0 era correto. O Santos voltou com Denis no lugar de Pedro (tinha levado um cartão amarelo) na lateral-direita e mais aceso. Mas repetia um erro recorrente no primeiro tempo ao perder bolas na saída de jogo. E, aos 10 minutos, a arbitragem não deu porque não quis um pênalti do zagueiro santista Adaílton em Alex Afonso. Ah, se o jogo fosse, como deveria, na terra da lingüiça, em Bragança Paulista... Aos 13, Rodrigo Tabata entrou no lugar de Rodrigo Souto. A verdade era uma só: o Bragantino jogava melhor e era mais perigoso. Aos 18, o Braga ficou com 10, na correta expulsão do zegueiro Luís Henrique. E, aos 24, Zelão derruba Rodrigo Tiuí dentro da área, mas o apito fica mudo outra vez. Pedrinho entra em campo no lugar de Cléber Santana, aos 28. Desesperado, Vanderlei Luxemburgo desfilava todo seu rico vocabulário à beira do gramado, um tal de "baralho" pra cá e "baralho" pra lá, mas o Santos não se acertava, mesmo com a vantagem de um jogador. Só aos 33 minutos o Santos criou sua primeira chance real de gol no segundo tempo, com um chute de Marcos Aurélio da marca de pênalti, bem defendido pelo goleiro Felipe. Aos 44, foi a vez de Zé Roberto ter a chance e desperdiçar, da entrada da área. Para quem, como este blog, esperava uma goleada santista, o 0 a 0 era uma enorme surpresa. É verdade que outro empate, no domingo que vem, no Morumbi, classifica o Santos para a final. E é fato também que dificilmente o Peixe jogará tão mal duas vezes seguidas. Mas que a baleia foi mordida pela lingüiça, lá isso foi. Escrito por Juca Kfouri às 19h06[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Juiz de Fora sem gols
Tupi e Cruzeiro não fizeram um mau jogo em Juiz de Fora, na primeira partida das semifinais do Campeonato Mineiro. Com estádio praticamente lotado (16.722 pagantes, 21.000 presentes), foram muitas as chances de gol, mais para o Cruzeiro, embora com pelo menos uma muito aguda do Tupi. O 0 a 0 diz e não diz o que foi o jogo. Não diz pelas oportunidades criadas, mas diz por um outro lado: o Cruzeiro mostrou o que é conhecido, que tem um punhado de bons jogadores (o menino Guilherme aí incluído), que tem um time que sabe o quer, que é capaz de ficar com a bola nos pés o quanto quiser, mas que, na hora H, parece ter dificuldades em fazer os gols. Até mesmo Araújo, que sabe fazê-los, falhou nos momentos decisivos. Já o Tupi mostrou personalidade e provavelmente será adversário também no Mineirão, quando o empate botará o Cruzeiro na final. Escrito por Juca Kfouri às 17h01[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Berezovski não vem aí
Toda vez que se aproxima uma reunião importante do Conselho Deliberativo do Corinthians, alguém anuncia a vinda do mafioso russo Boris Berezovski para salvar a lavoura. Desta vez não foi diferente. Às portas da reunião para tentar a aprovação de contas de Alberto Dualib, garantiu-se que o governo brasileiro deu OK para nova visita do bilionário. Mesmo que se saiba que quem decide sobre sua prisão e eventual extradição, em atendimento ao pedido do governo russo, é o Supremo Tribunal Federal. Mas, agora, depois da entrevista dada por Berozovski ao jornal inglês The Guardian, na qual ele prega a derrubada violenta do presidente Putin, certamente não haverá como recebê-lo aqui sem abrir grave crise diplomática entre Rússia e Brasil. A repercussão da entrevista ganhou destaque na imprensa brasileira hoje e o governo federal não tem como alegar ignorância. Aliás, o governo brasileiro sabe muito bem quem é o russo, fruto de pelo menos dois informes feitos por um orgão seu, a ABIN, informes que também são do conhecimento da embaixada russa em Brasília. Custa a crer que, mesmo assim, tenha insistido em tamanha irresponsabilidade e possível acobertamento de um criminoso, coisa que o GAECO, do Ministério Público de São Paulo, promete não deixar passar em branco. Escrito por Juca Kfouri às 15h09[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Vem aí a rádio Eldorado/ESPN
Daqui a pouco as transmissões esportivas ganham uma nova emissora em São Paulo: a rádio Eldorado/ESPN. A estréia de uma nova opção e a promessa de um novo jeito de transmitir futebol tem Santos e Bragantino como atração. Tanto o sítio da ESPN quanto o da Eldorado estarão juntos com o canal AM da tradicional, e respeitada, emissora do grupo do jornal "O Estado de S.Paulo". Aos companheiros que estarão nesta bela empreitada, fica aqui o voto de sucesso. Escrito por Juca Kfouri às 14h59[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Torero e Lelê de volta!
O blog do Lelê volta amanhã. O do Torero, na segunda-feira. Assim respondo aos mais de 100 blogueiros que andaram me perguntando sobre a razão do desaparecimento de ambos. O motivo foi mais que justo. Mas ele mesmo explicará. Escrito por Juca Kfouri às 15h49[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Para matar a curiosidade
A média de público do Campeonato Carioca, até aqui, é de 9.006 torcedores. É baixa, mas melhor que a do Campeonato Paulista, 5.172. A média do Campeonato Brasileiro de 2006 também deixou muito a desejar, mas é superior a ambas: 12.401. A do Campeonato Mineiro está em 5.341 e a do Gaúcho, pasme, em 1.805. Escrito por Juca Kfouri às 15h45[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Para os cartolas paulistas, capitalismo é isso aí
O velho Pacaembu (é de 1940) voltará a viver dias de glória. Será palco, neste sábado e domingo, das primeiras partidas das semifinais do Campeonato Paulista. No sábado, às 18h10, o Bragantino é o mandante do jogo diante do Santos, que joga por dois empates. Mas, na verdade, o time de Bragança Paulista que trate de se cuidar, porque o risco de perder o rumo de casa é enorme, tamanha a superioridade do time santista. No domingo, às 16h, o confronto é mais equilibrado. Na qualidade de mandante, o São Caetano enfrenta o São Paulo que, a exemplo do Santos, joga pelos empates. A diferença técnica e individual entre os dois é também enorme, mas o Azulão conta com a tradição de engrossar para qualquer adversário onde quer que jogue. As duas partidas de volta serão disputadas no Morumbi. Está tudo dentro do que prevê o regulamento e ninguém tem por que reclamar, pois não reclamou quando soube das regras. Mas que é um absurdo que se prive o Santos, o São Caetano e o Bragantino de jogar em suas casas, lá isso também é verdade. Ora, um dos principais argumentos em defesa dos campeonatos estaduais está na festa que possibilita aos torcedores do interior. Pois exatamente no melhor do banquete, quem se farta são os torcedores da capital. Vai ver é isso que os cartolas paulistas imaginam que seja capitalismo. Escrito por Juca Kfouri às 23h01[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Cabofriense será o adversário do Botafogo
O Volta Redonda foi melhor no primeiro tempo e terminou na frente da Cabofriense: 1 a 0. O time de Cabo Frio equilibrou as coisas no segundo, empatou e livrou-se, nos últimos cinco minutos, pelo menos três vezes, de tomar o gol fatal, graças ao goleiro Gatti, nome de goleiro argentino que fez história no Boca Juniors, Hugo "El Loco" Gatti. Vieram os pênaltis no Maracanã às moscas e deu Cabofriense, adversário do Botafogo na final da Taça Rio. Gatti pegou dois dos penais. Escrito por Juca Kfouri às 21h32[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Ficou ruim, muito ruim para o Inter
Ter de ganhar do Nacional, na quinta-feira que vem, no Beira-Rio, já não seria uma tarefa fácil. Ter de vencê-lo por 3 a 0 soa quase impossível. Porque esperar que o Velez não vença, em casa, na mesma noite, o eliminado Emelec, soa ainda mais quase impossível. É claro que no futebol tudo é o impossível. Mas a vitória dos uruguaios sobre os argentinos, agora há pouco, em Montevidéu, por 2 a 0, parece decretar a morte prematura do campeão mundial em sua busca pelo bi. Uma pena. Escrito por Juca Kfouri às 21h08[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Gatos pingados
Por MAURÍCIO VARGAS http://jornalismoesporteclube.blogspot.com PAra quem chama os campeonatos estaduais de "Festa do Interior", aí vai um balde de água bem gelada. O Campeonato Paulista registrou um público total de 982.676 pagantes em 190 partidas, o que dá uma média de 5.172 espectadores por jogo. Média razoável? Média enganadora. Os times pequenos só contabilizam públicos satisfatórios quando um dos quatro grandes visita os acanhados estádios longe da capital. Tirando então esses jogos (em que o time da casa acaba tendo sempre menos torcida que o visitante), o público cai para 229.523 em 120 jogos, o que dá uma média mais real de 1912 torcedores. O Palmeiras chegou muito perto, com 135085 e média de 13,5 mil. O São Paulo teve 11,6 mil e o Santos, 10,1 mil. Dentre os pequenos, o Noroeste foi o campeão de público – 46429 torcedores pagaram para ver os jogos em Bauru. Mas a média melhor quem tem é o Sertãozinho, caçula que permaneceu na elite: 4755 por jogo. O rebaixado Rio Branco, em dez jogos, não conseguiu lotar o Décio Vitta: registrou 13092 torcedores em um estádio que cabe 15 mil. Média de 1309. Aí, o surpreendente Guaratinguetá aparece como campeão de público: 29373 pagantes em oito partidas, com uma média de 3672. Na outra ponta, o Tigre de Americana contabilizou 3324 pagantes nas mesmas oito. Uma média – aí sim chego aonde quero – de 416 torcedores por jogo. América, Santo André, Ituano e São Caetano (terceiro colocado!) também não passaram dos mil por partida. O pior público foi exatamente do Rio Branco, na última rodada. Míseras 169 testemunhas viram o time, então já rebaixado, vencer a equipe B do São Caetano por 3 a 2. Da fórmula do campeonato, que não atrai mais? Do preço dos ingressos, a R$15 o mais barato, totalmente fora da realidade do futebol brasileiro? Do horário das partidas de meio de semana, que começam às dez da noite? Das diretorias, que montam elencos pouco atrativos para o torcedor? Os times que subiram tiveram boas médias. Falta motivação. Que passa pelo ingresso caro, pela falta de segurança, pelo descrédito no time e pelo formato da competição. Ponto para quem defende o fim dos estaduais. E pior para os pequenos, que podem ficar sem festa alguma. Cinco melhores públicos 1º São Paulo 3x1 Corinthians (8ª rodada): 32653 2º Corinthians 0x3 Palmeiras (11ª): 28371 3º São Paulo 3x1 Palmeiras (17ª): 25926 4º Corinthians 3x0 Ponte Preta (1ª): 24114 5º Corinthians 1x2 Ituano (4ª): 23735 Cinco piores públicos 1º Rio Branco 3x2 São Caetano (19ª): 169 2º América 1x1 Guaratinguetá (11ª): 246 3º América 2x4 Bragantino (15ª): 253 4º Rio Branco 2x3 São Bento (17ª): 253 5º Santo André 2x1 América (17ª): 262 Cinco melhores públicos do interior 1º Bragantino 2x1 Barueri (19ª): 13950 2º Marília 1x1 Noroeste (4ª): 8879 3º Guaratinguetá 0x0 Bragantino (5ª): 5561 4º Guaratinguetá 1x0 Ponte Preta (8ª): 5112 5º Noroeste 5x2 São Caetano (9ª): 4883 Ranking de público 1º Corinthians: 136962 2º Palmeiras: 135085 3º São Paulo: 116336 4º Santos: 101640 5º Noroeste: 46429 6º Sertãozinho: 42792 7º Guaratinguetá: 42011 8º Marília: 39960 9º Juventus: 38508 10º Paulista: 38413 11º São Bento: 34080 12º Bragantino: 33728 13º Ponte Preta: 30890 14º América: 27327 15º Barueri: 24321 16º Rio Claro: 23696 17º São Caetano: 23521 18º Ituano: 17353 19º Santo André: 16532 20º Rio Branco: 13092 Ranking de média 1º Corinthians: 13696 2º Palmeiras: 13509 3º São Paulo: 11634 4º Santos: 10164 5º Sertãozinho: 4755 6º Guaratinguetá: 4668 7º Noroeste: 4643 8º Marília: 4440 9º Paulista: 4268 10º Juventus: 3851 11º São Bento: 3787 12º Bragantino: 3748 13º Ponte Preta: 3432 14º América: 2733 15º Barueri: 2702 16º Rio Claro: 2633 17º São Caetano: 2352 18º Santo André: 1837 19º Ituano: 1735 20º Rio Branco: 1309 Escrito por Juca Kfouri às 15h35[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Os fora-da-lei
Diz o parágrafo 1o. do artigo 27 da chamada Lei Pelé, que está em pleno vigor: É vedado que duas ou mais entidades de prática desportiva disputem a mesma competição profissional das primeiras séries ou divisões das diversas modalidades desportivas quando: a) uma mesma pessoa física ou jurídica, direta ou indiretamente, através de relação contratual, explore, controle ou administre direitos que integrem seus patrimônios; Tanto o Cruzeiro quanto o Atlético Mineiro mantém, segundo ambos os clubes confirmaram ao blog, relações contratuais com o Villa Nova e com o Democrata, de Governador Valadares. Estão, portanto, fora da lei, matrizes e filiais, assim como a Federação Mineira de Futebol, que aceitou a participação dos quatro em seu campeonato estadual, e, atenção, a CBF, que abrigou Cruzeiro e Villa Nova na Copa do Brasil deste ano (o Villa foi eliminado ontem, pelo Avaí). Quem se sentir prejudicado que se manifeste e recorra à Justiça. Escrito por Juca Kfouri às 13h39[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Está no Zero Hora
Por MÁRIO MARCOS Bola Dividida
Pisada Ao visitar o histórico Estádio Anfield, de Liverpool, dias atrás, o gaúcho Leonel Chaves, que passa um período de estudos na Inglaterra, surpreendeu-se com o erro em uma velha placa. A inscrição no local faz referência à decisão do título mundial de 1981 com o Flamengo, em Tóquio. Diz o autor da mensagem: Infelizmente, o jogo não estava para o Liverpool e terminou em 3 a 0 para os argentinos (Flamengo).É um espanto que um erro assim seja cometido e se perpetue, sem correção, ao longo das décadas, em um local visitado por milhares de turistas. Alguns europeus continuam achando, a exemplo de certos presidentes americanos, que Buenos Aires segue como a capital de um distante país chamado Brasil. Escrito por Juca Kfouri às 13h02[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Imagens que falam mais do que 1000 palavras...
![]() Faixas exibidas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília ![]() ![]() POR EDUARDO NERY Escrito por Juca Kfouri às 10h19[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Está tudo errado
Por LEANDRO MATTOS UAI/ESTADO DE MINAS Às vezes tenho vergonha de viver o Futebol Mineiro. Com seu pensamento tacanho, polêmicas recorrentes, seu atraso absurdo e essa já chata ‘briga de vizinhos’ entre Ziza Valadares e Zezé Perrela. A impressão que se tem é a de que os dois vivem sedentos à procura de motivos - alguns sérios e fundamentados, outros nem tanto, já que beiram o ridículo - para se digladiarem frente às câmeras e aos microfones. Haja paciência. A mais nova polêmica está criada. Ao ter seu estádio vetado pelo regulamento da Federação Mineira de Futebol, o Democrata de Governador Valadares escolheu mandar seu jogo contra o Atlético, o primeiro das semifinais, no campo inimigo, o Mineirão. A Federação, por entender que o clube mandante decide onde quer jogar, sacramentou a decisão e o jogo está marcado para o Gigante da Pampulha, neste domingo, às 16 horas. O velho embate legalidade x moralidade norteia a mais nova (e longe de ser a última) polêmica do futebol das Gerais. Uma falha no regulamento permite que o Democrata-GV escolha o Mineirão para mandar seu jogo. Outro erro permite que o Cruzeiro questione a decisão, pois não há, em nenhum artigo ou parágrafo, algo que explicite que um time possa jogar as duas partidas semifinais em seu território. Se seguirmos pelo caminho da moralidade, a discussão precisa e deve ser ampliada, pois há muitos pontos que merecem debate e figuram ali no limite entre o que é legal e o que é moral. Deixo aqui duas perguntas: - É legítima e aconselhável uma parceria entre dois clubes da mesma divisão, que disputam a mesma competição? Isso deveria ser proibido? - É natural e/ou correto que o presidente de uma Federação, seja ele qual for, seja conselheiro de um dos clubes filiados à entidade que ele comanda? Aproveito para deixar também uma provocação: Se o Cruzeiro ganhasse a mesma ‘benesse’ do Ipatinga, por exemplo, e jogasse duas partidas contra o Tigre no Mineirão, Zezé estaria tão indignado e Ziza acharia tudo tão normal? O espaço abaixo é a sua tribuna. Deixe seu recado! P.S: Pena que, numa semana de semifinal de campeonato, não estejamos todos tratando de assunto mais nobre, falando de bola em jogo, escalações, chances, desempenhos, craques, destaques, palpites e tudo o que realmente apaixona e interessa à turma que adora freqüentar as arquibancadas e botar o coração à prova. Escrito por Juca Kfouri às 09h55[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Fogão vence o jogo dos oito ou 80!
O primeiro tempo começou com o Vasco vencendo por 2 a 0 e terminou com o Botafogo na frente, por 4 a 3. Sete gols em 44 minutos, nenhum deles de Romário, e só o sétimo por falha de goleiro, Cássio, do Vasco. É preciso ser muito mal-humorado para criticar um jogo com tantos gols em tão pouco tempo. Mas é preciso dizer, também, que, embora, sensacional, mais parecia o jogo dos sete erros, ou quase. Como no primeiro gol vascaíno, de Renato, no primeiro minuto, fruto de uma confusão entre o zagueiro Juninho e o goleiro Júlio César. Aos 3, foi a vez de Abedi ampliar, em bobeada de Túlio, bem aproveitada por Renato que deu na medida para o companheiro. E, aos 4, Lúcio Flávio achou Luciano Almeida sozinho para diminuir de cabeça, no meio da perdida zaga cruzmaltina. Estranhamente, o jogo passou 17 minutos sem gols. Mas, aos 21, Luciano Almeida fez ótima jogada pela esquerda e cruzou para Zé Roberto empatar. Aos 33, Jorge Luís ganhou duas divididas seguidas contra o pé mole de dois botafoguenses e desempatou, num golaço, que Romário tentou fazer, mas chegou meio milésimo de segundo atrasado. Estava na cara de que não iria parar por aí. Os atacantes estavam loucos para ampliar e os zagueiros doidos para entregar. Pois dois minutos depois foi a vez de Dodô subir livrinho da silva para empatar, em novo cruzamento de Lúcio Flávio. O mesmo Lúcio Flávio que, de falta, aos 44, botou o Botafogo na frente, em falha de Cássio. Era o que de pior poderia acontecer ao Vasco. Tinha o jogo na mão e saía derrotado. E só não saía com apenas 10 jogadores porque a arbitragem não viu a agressão de Roberto Lopes em Jorge Henrique, aos 45. Faltavam mais 45. Tudo poderia acontecer, até nada. Parecia impossível que Romário não desencantasse. O Vasco começou melhor e ameaçava bastante. Túlio fez falta para cartão amarelo, ia recebê-lo, reclamou e acabou expulso. Faltam 37 minutos. O Botafogo teve que tirar Lúcio Flávio, uma pena, para entrada de Diguinho. Aos 14, Renato Gaúcho tira o zagueiro Júlio Santos e faz entrar André Dias que, estupidamente, é expulso dois minutos depois, ao dar carrinho por trás. Valdir Papel deixou herdeiro em São Januário. Ao menos sobrava espaço para Romário, cujos 10 gols no campeonato foram feitos em segundos tempos, mas era o Botafogo quem reequilibrava a partida. Aos 28, Cássio faz pênalti em Dodô que o árbitro, que vinha bem, não assinala. Aos 37, Alan empata, de cabeça, no primeiro pau, em cobrança de escanteio, livre, leve e solto. Não era justo, principalmente pelo pênalti não dado e que os quase 40 mil torcedores presentes ao Maracanã viram com clareza. Dodô teve a bola do jogo, aos 43, mas tocou para fora, na saída de Cássio. Em 46 minutos no primeiro tempo, sete gols. Em 49, no segundo, só um. Quer dizer, o jogo dos oito ou 80. Resultado: decisão, para ser tecnicamente rigoroso, em arremates da marca de pênalti. A velha panturrilha de Romário dava sinais de vida, além de câimbras, nas duas pernas. O milésimo adiado de novo, o Baixinho era um corpo estendido no gramado do Maracanã em interminável sessão de massagens para que ele pudesse, ao menos, participar das cobranças. Os jogadores do Botafogo rezavam três Aves Marias. Dava para rezar umas 30 enquanto Romário era massageado e comia bananas, potássio anticâimbras. Mas ficaria de fora, pelo menos, da primeira série de cobranças. O semblante vascaíno era de velório. Incríveis 21 minutos depois do fim do jogo, Dodô abriria a série. Coisas nossas, muito nossas. Em jogo a vaga na final da Taça Rio, passagem para decidir o Campeonato Carioca com o Flamengo. Para Romário, a possibilidade de ainda ter, a curto prazo, a chance de tentar o milésimo de suas contas no estádio que escolheu para tanto. Dodô bateu e marcou, apesar de Cássio ter tocado na bola: 1 a 0. Moraes bateu e Júlio César defendeu, na perfeição: 1 a 0. Juninho fez 2 a 0. Dudar bateu um verdadeiro tiro de meta. Para fora: 2 a 0. Juca fez 3 a 0, friamente. Esse Juca... Roberto Lopes diminuiu: 3 a 1. Luciano Almeida definiu o finalista. Com justiça, enfim! Ufa! Escrito por Juca Kfouri às 23h19[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Ora bolas, Grêmio!
O Grêmio segue em sua sina de não vencer na Colômbia. Pior. Perdeu de novo. Pior ainda. Perdeu de 3 a 1. E para o Cúcuta. O tricolor deve se classificar, basta que vença o Cerro Porteño, no Olímpico.. Mas está longe, pelo futebol que tem mostrado, de poder sonhar. Escrito por Juca Kfouri às 22h46[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Festa em Bragança
O Palmeiras fez a parte dele em Sorocaba e derrotou o caído São Bento por 3 a 0. Mas como não tinha feito a lição de casa, no domingo, em Parque Antarctica, ficou na mão. Porque parte bem feita mesmo foi a do Bragantino que passou pelo Barueri por 2 a 1. E enfrentará o Santos nas semifinais. Pobre Bragantino... Santos que ganhou mais uma, 2 a 0 (Domingos e Renatinho) no Juventus, enquanto o São Paulo ficou no empate com o Marília, 2 a 2, com gols de Borges e Jorge Wagner. Escrito por Juca Kfouri às 22h43[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Cai o último invicto
Com um gol de Marquinhos aos 8 minutos do segundo tempo, o Santa Cruz venceu o Sport, no Arruda, e impediu que o Leão fosse campeão pernambucano invicto. Aliás, só o tricolor não perdeu para o rubro-negro neste campeonato. Empatou 1 a 1 na Ilha do Retiro, no primeiro turno e acabou, no segundo, com o último invicto da temporada brasileiro. Escrito por Juca Kfouri às 21h45[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Mixórdia!
Matriz e filial vão jogar duas vezes no Mineirão para decidir uma vaga nas finais do campeonato estadual. Galo e Democrata, de Governador Valadares, já tinham feito um jogo de mãe para filho no domingo passado. Cruzeiro e Ipatinga viveram situção igual, pouco tempo atrás, embora ambos sempre possam argumentar, com razão, que quando decidiram o título, para surpresa geral e no Mineirão, foi a filial quem se sagrou campeã. À mulher de César não basta ser honesta, precisa parecer honesta... Hoje a parceria do Cruzeiro é com o Villa Nova, que ficou fora das semifinais exatamente porque o Galo perdeu do Democrata. Algo tão imoral como a relação do Galo com o Democrata. Também não faz muito tempo o presidente da Federação Mineira caiu por causa do que apurou o Ministério Público mineiro. Parece que a lição não foi bem entendida. Também no futebol, Minas está onde sempre esteve: mas, na miséria ética. Como, aliás, acontece pelo país da cartolagem afora. Conversei com Levir Culpi, técnico do Galo, na segunda-feira passada, na rádio CBN. Ele não sabe onde enfia a cara, constrangido que está com tudo isso. A chamada Lei da Moralização do Esporte tinha um artigo que evitava tais situações. Pressionado pelos cartolas, o deputado Gilmar Machado (PT-MG) o tirou. Deu no que deu. Como querer que o torcedor acredite no futebol? Escrito por Juca Kfouri às 15h06[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Hoje é dia do Grêmio
O Grêmio joga hoje, às 21h45, fora de casa, com o Cúcuta, com quem apenas empatou sem gols no Olímpico. Hoje é dia de mostrar serviço. Porque joga tranqüilo em função do resultado de ontem em seu grupo ( a vitória do Cerro Porteño sobre o Tolima) e porque sabe que é superior ao time colombiano. Além do mais, está mais do que na hora de o Grêmio derrotar um time na Colômbia, coisa que faz tempo o tricolor gaúcho não faz. Escrito por Juca Kfouri às 12h21[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Mil e uma inutilidades
O Maracanã volta a ser palco de um Vasco e Botafogo nesta quarta-feira. Desta vez, vale vaga na final da Taça Rio. E vale, também, por mais uma tentativa de Romário para chegar aos 1000 gols segundo sua contagem. Mil gols que andam saindo caros para o Vasco. Valeram, por exemplo, a eliminação da Copa do Brasil, pelo Gama. E valeram crises com Leandro Amaral e Renato Gaúcho. Crises injustas, diga-se, porque nem um nem outro atribuíram à busca dos tais 1000 gols as dificuldades do Vasco. Apenas constaram o óbvio, admitido anteriormente pelo próprio Baixinho: a ansiedade foi morar em São Januário. Se não bastassem as descuidadas declarações do artilheiro, sugerindo que Leandro e Renato fossem procurar outro clube para trabalhar, até a mãe de Romário, dona Lita, pediu a cabeça do treinador. O que faz do Botafogo favorito para o clássico de hoje. Mesmo que tome o milésimo, um sonho que está virando pesadelo. Escrito por Juca Kfouri às 00h47[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Pato sábio
Dizem que os patos fazem tudo mal: andam, correm, voam e nadam mal. Pode ser. Mas Alexandre Pato faz tudo bem. Gols, então, nem se fala. O da vitória colorada contra o Emelec foi simplesmente primoroso. Matou a bola com um movimento que impedia a aproximação do adversário e finalizou com a sabedoria de quem sabe tudo de bola. Então, Emelec e Inter empatavam 1 a 1, o gol brasileiro marcado por Iarley, em rebote do goleiro equatoriano, aos 36 do primeiro tempo e o empate aos 46, quando os gaúchos fizeram linha burra e se deram mal. Não foi uma vitória convincente, embora totalmente justa. Mas mais que nunca o importante era vencer. O campeão mundial vive! Agora é torcer para que o Nacional não ganhe do Velez nesta quinta-feira, em Montevidéu. Em tempo: sim, Iarley estava impedido, numa daquelas situações em que cabe dúvida. Fez bem o auxiliar, portanto. Escrito por Juca Kfouri às 00h14[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Em Potosí, o porre da altitude
No primeiro tempo as coisas foram equilibradas, como sempre. E o Paraná Clube empatou com o Real Potosí, 1 a 1. No segundo, as coisas iam bem até ali pelos 20 minutos. Daí, o Potosí fez 2 a 1 e os 4000 metros disseram presente. Deu tempo e faltou ar o suficiente para os bolivianos fazeram ainda o terceiro gol: 3 a 1. Tudo bem, ou melhor, menos mal. Paraná Clube e Real Potosí estão empatados em pontos (6), no saldo de gols (0) e os bolivianos tem um gol a mais (8 a 7), terceiro critério de desempate. Só que os brasileiros recebem o frágil Maracaibo, já eliminado, em Curitiba no último jogo do grupo. E o Real Potosí vai ao Maracanã enfrentar o Flamengo. O rubro-negro devolverá ao tricolor paranaense, ao menos, três dos pontos que lhe tirou. Escrito por Juca Kfouri às 20h12[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Festa inglesa!
Em Manchester, um massacre! Dos 11 aos 18 minutos do primeiro tempo, o Manchester United fez 3 a 0 na Roma. Ainda no primeiro tempo, fez o quarto gol, com Cristiano Ronaldo. Depois, no segundo tempo, até tomou um gol italiano. Mas fez mais três, sem dó nem piedade: 7 a 1. Já em Valencia, o time espanhol saiu na frente do Chelsea. Mas cedeu o empate no segundo tempo e, quando tudo parecia levar à prorrogação, no fim do jogo, os ingleses fizeram o gol da classificação. Chelsea e Liverpool deverão fazer uma das semifinais da Copa dos Campeões da Europa. Manchester United e Bayern Munique, ou Milan, farão a outra. Final inglesa na Liga dos Campeões? Escrito por Juca Kfouri às 16h39[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Que país é este?
Num país em que muito poucos são capazes de reconhecer seus erros, merece elogios a recuada do Co-Rio/2007 e a decisão de numerar os ingressos do Pan, como manda a lei. Sim, como manda a lei e o cumprimento da lei é obrigação de todos. O recuo, é claro, evita futuros, e inevitáveis, problemas com a Justiça. Mas estamos no Brasil e nem vale tripudiar sobre as justificativas iniciais, sobre a "falta de cultura" de nossos torcedores ou sobre o "amadorismo" da competição. Vale, apenas, saudar. Como vale repudiar as tratativas oficiais para permitir a visita de Boris Berezowski ao país. A se confirmar sua vinda (não se esqueça que há meses a anunciam...), ficará muito claro: o dinheiro pode tudo, até para o PT, ou principalmente. Escrito por Juca Kfouri às 14h44[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
O caso Renato Silva
Por SABINO LOGUERCIO "São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente sua violação". A concisão, a clareza, a redação irrepreensível, o tom humanista e o caminho jurídico direto e expresso desse texto da Constituição da República Federativa do Brasil (Art. V, Inciso X) configura um modelo a ser adotado por quem se digne atentar para o alcance de uma cláusula pétrea, inamovível, inquestionável, transcendente. E que é, obviamente, obrigatória na Carta Magna de qualquer país que se tenha por nação. Não menos fascinante é o documento que, editado na III Sessão Ordinária da Assembléia Geral da Nações Unidas (10.12.1948/Paris), continua demarcando as relações entre as pessoas e os povos, com a pompa merecida de Declaração Universal dos Direitos do Homem, ao evidenciar que todo homem acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa (Art. XI.1). Os que exercem a medicina em sua plenitude sabem que a autorização para o seu nobre exercício, outorgada em ato invariavelmente solene, não concede ao médico a força ou o poder e muito menos o direito de profanar o interior do organismo de alguém para arrancar de seu âmago uma informação que lhe seja infamante. O Código de Ética Médica vigente (Resolução CFM n.º 1246/88) salienta e destaca essa regra intocável em pelo menos quatro de seus artigos, que tratam do sigilo profissional. Na instância científica, os livros de farmacologia, desde a década de 60 do século XX, incrustaram na mente do médico a noção de que os níveis teciduais terapêuticos eficazes variam entre os pacientes, devido a diferenças individuais na distribuição, no metabolismo e nas taxas de eliminação das drogas. Essas diferenças são determinadas por fatores genéticos e variáveis não-genéticas, como idade, sexo, tamanho do fígado, função hepática, ritmo circadiano, temperatura corporal e fatores nutricionais e ambientais, como exposição concomitante a indutores ou inibidores do metabolismo de droga (...) As diferenças individuais na taxa metabólica dependem da natureza da própria droga. Assim, na mesma população, os níveis plasmáticos, em estado de equilíbrio dinâmico, podem refletir variações de até 30 vezes no metabolismo de uma droga e de apenas duas vezes no metabolismo de outra. (Dra. Maria Almira Correia, Ph.D., Professor of Pharmacology, Medicine, Pharmaceutical Chemistry and Biopharmaceutical Sciences, University of Californa, San Francisco, no livro de Bertram G. Katzung, FARMACOLOGIA BÁSICA E CLÍNICA). Em 1972, no seu livro Hígado y Drogas, o laureado hepatologista argentino Victor Perez assinalou uma faceta da indução enzimática que o passar dos anos só robusteceu: quando se exerce uma indução enzimática com uma droga exógena, será produzida ao mesmo tempo uma estimulação do metabolismo endógeno. Isso promoverá uma série de interações homeostáticas mediante a liberação e inibição de repressores genéticos, o que demonstra a existência de um verdadeiro servomecanismo. Tais verdades científicas permitem concluir que constitui estultícia arrasadora fixar um valor, para determinado exame laboratorial, que sirva de parâmetro para todos os seres humanos e estabelecer que, acima dele, é doping e, abaixo, não o é. A tacanhice de valorizar a quantidade ficou escancarada em 1993, no caso Zetti, e foi diversas vezes confirmada em outras situações. Armelino Donizetti Quagliato (o nosso Zetti), hoje um respeitado treinador de futebol, sempre foi considerado exemplo de atleta. Além disso, dentre todos os jogadores convocados para a Seleção Brasileira de futebol, na disputa das eliminatórias (1993) para a Copa do Mundo de 1994, era o menos interessado em dopar-se, por sua condição de reserva do goleiro Taffarel. De repente viu sua reputação jogada no lixo, ao lado do lateral esquerdo Rimba, da Seleção Boliviana, ao ficar constatada a presença de benzoilecgonina em ambos os testes urinários, pois a palavra oficial decretara que só a ingestão de "baldes de cocaína" faria com que aparecesse o metabólito benzoilecgonina nas amostras recolhidas. Foi quando um jornalista responsável de Porto Alegre (Renato Bertuol Barros) resolveu ingerir o Trimate, que é uma infusão com quantidades mínimas de coca, anis e maçanilha, usada como chá por qualquer mortal que visite o altiplano da América do Sul. O resultado foi nove vezes superior ao valor-limite utilizado pelo sistema de controle antidoping. Essa experiência do jornalista valeu como o desmoronamento de alguns quilômetros de calota polar sobre a concepção de atribuir ao exame toxicológico urinário um poder que ele não tem. Conquanto seja útil num contexto de investigação científica que não exclua outros métodos, inclusive os clínicos, o teste toxicológico urinário é mais do que ridículo como PROVA de doping. Escrito por Juca Kfouri às 00h46[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
O caso Renato Silva (continuação)
Tudo isso sem contar as influências de causas aleatórias, que receberam o status de emblema no caso Anderson, do Internacional de Porto Alegre, punido como morfinômano, em 1997, depois de ter apenas ingerido pãezinhos inocentes com sementes de papoula. Tratar essa questão da papoula e de outras substâncias como curiosidade e não como possibilidade permanente é um vazio informativo que causa estupor às pessoas detentoras de algum saber médico. O pecado mora do outro lado*, nos casos das drogas ditas sociais, que não são doping, fato reconhecido pelo próprio Comitê Olímpico Internacional. Em que pese a força desse consenso, o atual sistema de controle do doping, afronta, com audácia e impunidade, os códigos de ética e agride violentamente o ordenamento jurídico universal. Catastrófico para a humanidade é saber que, sob o impulso de um moralismo arcaico, eternizado em mármore, esses postulados transformaram-se, há 40 anos, no sustentáculo do fair-play esportivo. Com base na inexistência de elementos probatórios ou sob o abrigo de provas inconsistentes, o sistema vigente de controle do doping priva o atleta, por um tempo absolutamente inaceitável, de exercer aquele que é o mais elementar, mais clássico, mais consensual e mais sagrado de todos os direitos: o de viver do trabalho. Escrito por Juca Kfouri às 00h46[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
O caso Renato Silva (fim)
Diante da contundência desse arsenal de conclusões científicas, alguém precisa gritar, a pulmões plenos, que um indivíduo viciado em drogas é um doente para ser tratado e NUNCA um delinqüente para ser punido, ainda mais se o uso da droga for eventual.
Cabe aos advogados e juízes de espírito público esclarecer que a nova Lei Antidrogas (11.343/06) estabelece conceitos insofismáveis e faz uma nítida distinção entre a figura do usuário (o doente), que, por esse dispositivo legal, é advertido brandamente e apenas lhe cabe realizar trabalhos sociais, sem privação de liberdade, e a do traficante (o contraventor), cujas penas prevêem detenção de Pelo ato de rescindir o contrato do zagueiro Renato Silva, sem provas de seu delito e pelo atropelamento das leis maiores, o Fluminense Futebol Clube compromete uma história de grandeza reconhecida por todos os brasileiros.
Num esforço de imaginação, dá para observar o fácies rubicundo e envergonhado de Castilho, Píndaro, Pinheiro, Vitor, Edson, Bigode, Telê, Didi, Carlyle, Orlando e Rodrigues (onde quer que estejam, sob a arguta orientação de Zezé Moreira), pela ação truculenta do clube que defenderam com tanto suor. á motivos paHáHáHá poucos motivos para uma tristeza maior do que constatar a injustiça de uma punição, que mancha o passado, dilacera o presente e adia o futuro de um jovem cuja inocência transparece quando a televisão exibe, em sua fisionomia, o transe por que está passando. Como ressalva consoladora, destaque-se que a decisão do tricolor das Laranjeiras só não introduz a figura do dolo porque parece decorrer de ignorância e não de má-fé. Sabino Vieira Loguercio (Médico gastrenterologista, endoscopista do sistema digestório e membro da Câmara Técnica de Gastrenterologia do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul - CREMERS). * uma paráfrase adaptada do filme de Billy Wilder The Seven Years Itch, traduzido para O pecado mora ao lado (aquele Escrito por Juca Kfouri às 00h45[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
A Libertadores entre o céu e o inferno
Dois times brasileiros em ação hoje pela Libertadores. Às 19h, o adversário do Paraná Clube não é propriamente a equipe do Real Potosí, vencida em Curitiba por 2 a 0. O verdadeiro obstáculo é a altitude da cidade boliviana, 4000 metros acima do nível do mar, bem pertinho do céu. Para enfrentá-lo, o tricolor paranaense incluiu um cardiologista na delegação. Às 22h30 será a vez do Inter entrar em campo, em Guayquil, no Equador, ao nível do mar, mas contra um adversário um pouco mais qualificado, o Emelec, batido pelos gaúchos por 3 a 0, em Porto Alegre. Se o Paraná Clube está em segundo lugar no seu grupo e, mesmo que perca hoje, tem tudo para se classificar para as oitavas-de-final, porque depois recebe o Maracaíbo enquanto o Real Potosí pega o Flamengo, no Maracanã, a situação do Inter é infernal. Em terceiro lugar em sua chave, o campeão mundial e da Libertadores tem de vencer de qualquer jeito e nem assim estará garantido na próxima fase. Sem se dizer que um mau resultado do Inter poderá significar a saída de seu técnico, Abel Braga, objeto de desejo e de propostas indecentes do Corinthians. Que não falte ar ao Paraná Clube e sobre futebol ao Inter. Escrito por Juca Kfouri às 00h27[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
O mau (?) anfitrião
Por ALMIR MOURA Gostaria de chamar a atenção para o fato de que em 2007 o Náutico tem se mostrado um anfitrião nada receptivo com suas visitas. Só para se ter uma idéia, até aqui foram nove vitórias em dez jogos, sendo que das últimas seis partidas, cinco foram vencidas por goleada : 21/02 - Náutico 6x0 Parnayba 04/03 - Náutico 6x0 Ypiranga 18/03 - Náutico 6x0 Cabense 25/03 - Náutico 2x1 Santa Cruz 04/04 - Náutico 5x0 Paysandu 08/04 - Náutico 5x0 Central Na próxima semana, em confronto válido pela primeira partida das oitavas de finais da Copa do Brasil, a equipe alvirubra vai receber uma visita das mais ilustres: o saudoso Corinthians. .....Corinthians Grande.... Corinthians - um time grande que está muito longe de ter um grande time e que tem se esfacelado em suas próprias contradições: um time desorganizado, sem diretoria, sem rotatividade presidencial, sem brilho, sem brio, sem tática, sem técnica e sem técnico, e há muito, sem paz. Um time de grande torcida - De Tradições e Glórias Mil - e acima de tudo um time de respeito, mas que infelizmente há algum tempo não tem se dado o respeito devido. Um visitante dos mais aflitos que parece ser o adversário ideal para um anfitrião sereno que sugere ter encontrado a fórmula mágica e a calma necessárias para prosperar diante de sua torcida. Entre a calmaria e o otimismo do anfitrião e a aflição e desespero do visitante fica o desejo de que um irriquieto, flamejante e extremamente lotado Eládio de Barros Carvalho receba e presencie uma grande partida de futebol. Digna de ficar marcada para sempre na memória de seus torcedores. Escrito por Juca Kfouri às 23h40[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Olé! Por GUSTAVO VILLANI, de Madri.
Charutos cubanos e cachimbos refinados, casacos de diferentes peles, chapéus de todos os tipos! Está aberta mais uma temporada das touradas espanholas ou "corrida de toros" e até outubro, antes de os toureiros arrecadarem milhares de dólares no México, será assim todo fim de semana. Porém, uma das principais bandeiras culturais da Espanha não é unanimidade, pelo contrário, tende a cair de moda com o tempo. São muitos os jovens e adultos espanhóis que dizem abominar o esporte! Sim, esporte, assim entendem alguns nativos. Penso não haver competição entre doze homens munidos de espetos, cavalos e espada contra um animal apenas com o instinto de se defender com um par de chifres, mas respeito a tradição. Touro e toureiro compõem um cartão |