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Saiba quem é Juca Kfouri
Não é desculpa, mas...desculpe

Ver duas partidas de futebol ao mesmo tempo até que dá.

Mas com uma de basquete pelo meio, fica, de fato, complicado.

Daí o pedido de desculpas, principalmente aos cruzeirenses, pelas confusões com os nomes de seus protagonistas.


Escrito por Juca Kfouri às 20h03
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Ufa! Mas o Brasil tem de melhorar

O Brasil conseguiu perder o primeiro tempo para as Ilhas Virgens por 48 a 41.

Depois de vencer apertado o primeiro quarto (25 a 23), teve uma pane geral no segundo, chegou a ficar 12 pontos atrás e a tomar 13 pontos seguidos sem marcar nenhum.

Para o segundo tempo o time fez questão de se ligar, porque sabia que estava parecido com aquele do último Mundial.

E foi com tudo.

Leandrinho, mais uma vez, fez a diferença.

E os brasileiros terminaram o terceiro quatro com nove pontos de vantagem, 31 a 15 no quarto, 72 a 63 na partida, graças, também, a algumas cestas de três pontos de Marcelinho.

Faltavam 10 minutos, sem direito a sustos.

Mas o time deixou a diferença ir caindo até que ficou em apenas três pontos no fim.

Menos mal que o jogo acabou com 93 a 89, mas duas coisas parecem óbvias:

amanhã, a exemplo do que aconteceu hoje também com o Canadá, os Estados Unidos massacrarão nossa seleção;

a outra obviedade está em que será preciso jogar muito melhor para passar, por exemplo, pela Argentina, principalmente, e por Porto Rico.


Escrito por Juca Kfouri às 20h01
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PC Caiu

Paulo César Carpegiani acaba de pedir demissão.

Não tinha mesmo outra coisa a fazer.



Escrito por Juca Kfouri às 19h41
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Apito gaúcho

Só vi bem o primeiro tempo de Fluminense e Grêmio.

Foi equilibrado e a vantagem parcial carioca tem uma explicação fácil: enquanto Saja aceitou o tirambaço de Thiago Silva em cobrança de falta ensaiada com Thiago Neves, Fernando Henrique pegou o pênalti que Marcel bateu no meio do gol depois de ter sido desnecessariamente derrubado por Somália dentro da área.

No segundo tempo, se alguém mereceu marcar foi o Flu, com o que sua vitória no Maracanã era indiscutível até que, aos 43, Marcel deu um soco na bola que Fernando Henrique já tinha dominado e Patrício pegou a sobra para empatar, um erro imperdoável da arbitragem, paulista, e uma injustiça com o tricolor carioca: 1 a 1, placar final.

No Beira-Rio com gramado encharcado, o Inter não conseguia armar seu ataque e o Furacão desarmava com a ajuda do mau estado do terreno.

O 0 a 0 parecia imutável até que o árbitro, carioca, deu dentro da área paranaense uma falta que aconteceu fora dela: Inter 1 a 0.

No apito.


Escrito por Juca Kfouri às 19h06
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O passeio do Cruzeiro

O Cruzeiro não é vice-líder por acaso.

Envolveu o Corinthians o quanto quis como se jogasse no Mineirão, embora estivesse no Pacaembu com bom público (mais de 26 mil pagantes).

No primeiro tempo, então, a vantagem mínima, com mais um gol de Alecsandro, o oitavo dele em cinco partidas, foi pouco para a superioridade mineira.

Felipe teve que se desdobrar, enquanto Fábio teve apenas uma situação mais complicada.

Aliás, destaques, no time paulista, só seu goleiro e o boliviano Arce.

Na segunda etapa até que o Corinthians tentou equilibrar as coisas e teve pelo menos uma grande chance de gol, com Finazzi.

Mas nem seria justo, porque o time de Dorival Júnior seguiu melhor até fazer seu segundo gol, com Jonathan, em bela jogada que começou com um drible que deixou Arce no chão e culminou com um chutaço de fora da área, desviado por Ricardinho, detalhe que matou Felipe e acendeu ainda mais o ex-clube do volante.

Com o segundo gol, tudo ficou ainda mais fácil, entre outras coisas porque a torcida começou a pegar no pé do infeliz PC Carpegiani, que tem poucas opções e não consegue quase nada com o pouco que tem, situação que se agravou com a venda de William.

E Alecsandro ainda fez 3 a 0, ao pegar um rebote de Felipe, com o que devolveu o resultado do primeiro turno.

Então, o Corinthians surpreendia pelos bons resultados iniciais apesar de seu time medíocre e o Cruzeiro surpreendia pelos maus embora com um bom elenco.

O correr do campeonato tratou de pôr as coisas em seus lugares.






Escrito por Juca Kfouri às 19h00
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Brasil centenário

Com Leandrinho num mau começo de noite (só três pontos), Marcelinho o substituiu e o Brasil terminou o primeiro tempo vencendo a Venezuela por 43 a 36.

O time foi melhor no primeiro quarto, quando venceu por 24 a 19, contra apenas 19 a 17 no segundo..

Marcelinho fez 14 dos 43 pontos brasileiros.

Nenê jogou apenas metade dos primeiros 20 minutos, visivelmente fora de forma física.

Os brasileiros voltaram bem melhor no segundo tempo e chegaram a abrir 23 pontos de vantagem.

Mas bobearam no fim do terceiro quarto e foram para a última parte do jogo com 71 a 55 (28 a 19 no quarto).

Leandrinho melhorou a mão no último quarto, com cestas de três pontos até atingir seus 15.

Estava fácil.

Ao faltarem sete minutos, o Brasil vencia por 81 a 59.

Valtinho, sempre regular, fazia seu serviço com eficiência e todos os jogadores brasileiros pontuavam, com vantagem para Marcelinho, com 20 pontos, cinco acertos em nove tentativas de três pontos.

Resta dizer que a facilidade da vitória ainda não deu a segurança necessária para se avaliar como será o comportamento em jogos mais difíceis que virão (a Argentina, por exemplo), o que não deve ser o caso de Ilhas Virgens, adversário de amanhã, às 19h.

Mas não há por que reclamar de um placar final de 101 a 75.


Escrito por Juca Kfouri às 00h56
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Apito em falso

Por LUIZ FERNANDO BINDI

O juiz do jogo Brasil x Argélia foi Sandryk Biton.

Arbitragem algo confusa, Biton não deu um pênalti para a Argélia (em lance que o atacante argelino estava impedido), inverteu uns lances e não marcou algumas faltas, o que sempre considero uma diferença dos juízes brasileiros em relação a outros árbitros.

Desde o início do jogo, o comentarista de arbitragem da TV Globo criticou o juiz, dizendo que ele não apitava nem segunda divisão da França.

O narrador, chamando o juiz de Sandrine Billon (ou "Monsieur Billon", como ele disse o jogo todo) não cansou de criticá-lo, chegando ao cúmulo de querer saber "quem escala esses caras para jogo do Brasil", esquecendo-se que um Brasil x Argélia jogado em Montpellier é como um Corinthians x Rio Negro jogado em Aracaju e que, por isso, não precisa ser um Michel Vautrot para apitar.

Pois fui pesquisar quem era esse tal de Sandrine Billon.

Não achei, porque não existe um juiz com esse nome.

Existe uma Sandrine Billon, e ela é chefe do Departamento de Hematologia do Hospital Morvan, em Brest, noroeste da França e não deve torcer pelo Stade Brestois.

Acabei por achar nosso prezado árbitro. Sandryk Biton, nascido em Montpellier (cidade que sediou o jogo, motivo dele ter sido escolhido, imagino), nessa temporada 2007/08, começada há 4 semanas, apitou a final da Supercopa Francesa, em julho, há menos de 1 mês, entre Lyon e Sochaux (jogo transmitido pelo Sportv, onde os dois cronistas têm um programa ruim, mas de audiência).

Monsieur Bitton apitou apenas dois jogos da segunda divisão esse ano, inclusive um sexta passada: Amiens 1 x 2 Grenoble.

E na temporada passada, apitou oito jogos da segunda divisão e 17 da primeira divisão.

Ou seja, não é o principal juiz da França.

Mas está muito longe de ser um juiz de várzea.

É só pesquisar.

Nota do blog: o texto acima foi devidamente roubado do sítio Papo de Mídia - www.papodebola.com.br - do considerado Edu Cesar) mas originalmente publicado no blog do próprio Bindi - . http://futeboleumacaixinhadesurpresas.blogspot.com


Escrito por Juca Kfouri às 23h06
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Os jogos deste sábado

Para alegria dos corintianos e tristeza dos cruzeirenses, este blogueiro imagina que o Cruzeiro é o favorito para vencer o jogo deste sábado, 18h10, no Pacaembu.

Apesar de saber que o estádio estará lotado (29 mil ingressos já vendidos), que PC Carpegiani explorará a defesa mineira com três atacantes e que o Cruzeiro não terá nem Wagner nem Guilherme.

É que o Corinthians não inspira confiança.

Já no jogo do Maracanã, entre Fluminense e Grêmio, para irritação dos tricolores cariocas que imaginam má vontade deste escriba com o time das Laranjeiras, o blog aposta no Grêmio, muito mais concentrado no Brasileirão e tradicionalmente bem sucedido no Mário Filho que, nessas alturas do campeonato, o blogueiro não sabe mais se era rubro-negro ou tricolor.

E, no Beira-Rio, não há dúvidas: o Inter vencerá o Furacão em crise.


Escrito por Juca Kfouri às 22h05
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Põe na conta dos Abreu

Denise Abreu, enfim, caiu na Anac.

Para quem não sabe, ela é filha de Olten Ayres de Abreu, um dos mais polêmicos árbitros do futebol brasileiro nos anos 60, ex-atleta e atualmente conselheiro vitalício do São Paulo, árbitro da primeira partida oficial no Morumbi.

Uma família controvertida, sem dúvida.



Escrito por Juca Kfouri às 17h14
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Contrato deve ser cumprido, palavra também

Por GUSTAVO VILLANI

Daniel Alves pensava cortar caminho para chegar a um grande clube mundial. O jogador não se destacou no Brasil, saiu do Bahia como "possível promessa", aos poucos chegou ao estrelato do Sevilla. Foram quatro temporadas de serviços prestados, o que, na opinião dele, serviriam de prêmio para se transferir ao Chelsea. Pois o lateral se enganou – ou foi enganado? - e essa semana viu o veterano Belletti ser contratado para a posição.

O presidente sevillista Jose Maria Del Nido negou proposta dos ingleses de aproximadamente 36 milhões de euros e ainda no ano passado, pela metade desse valor, já havia recusado outra do Liverpool. Legal? Sim, Daniel Alves tem contrato em vigência e é competente, portanto, o Sevilla – melhor time espanhol nas duas últimas temporadas - conta com ele. Honesto? Não, o jogador tinha um acordo com o presidente, que prometia liberá-lo por um valor acima dos 18 milhões de euros inicialmente oferecidos.

Robinho abandonou o Santos ao não ter respeitado o acordo de liberação com o presidente Marcelo Teixeira, logo quando procurado pelo Real Madrid. Daniel Alves deve seguir o mesmo caminho. Muitos dirigentes são assim, independentemente de clube ou país.



Escrito por Juca Kfouri às 16h57
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Quando a esperteza é demais...

A novela continua.

Nilmar aqui, Nilmar ali, Nilmar acolá.

E nada.

Seu empresário é mesmo da hora.

Teve a coragem de dizer que Nilmar pode jogar amanhã e até argumentou que ele se machucou antes de Obina e o centrovante rubro-negro já está de volta.

Argumento convincente, diga-se, mas desmentido por quem o tratou esse tempo todo.

Está hoje, no "Lance!", na boca do médico, que ele precisará de pelo menos mais um mês para treinar com bola.

Pior: ninguém mais tem dúvida de que Nilmar foi, no mínimo, conivente com o calote que a MSI quis pregar no Lyon.

E gente assim não é confiável para nenhum empregador responsável.

É claro que, no atual panorama do futebol brasileiro, ele pode ser um bom reforço para qualquer time, muito embora, até hoje, não tenha provado ser um jogador que cresça em decisões, ao contrário.

Mas o ruim mesmo é que quando a esperteza é demasiada, acaba por comer o esperto.



Escrito por Juca Kfouri às 13h14
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Rogério Ceni, o bandido

Depois de ver mais umas 10 vezes o lance de Rogério Ceni que valeu a continuação do São Paulo na Copa Sul-Americana, só há uma conclusão possível:

Muricy Ramalho tem motivo para estar tão bravo com ele como Dunga, que não o convoca.

Porque aquela matada como se fosse um zagueiro clássico, aquela levantada de cabeça como se fosse armador emérito e aquele lançamento como se fosse um camisa 10 das antigas, levou o tricolor a permanecer numa competição que os técnicos que lutam pelo título brasileiro odeiam.

Ainda mais se o próximo adversário é daqueles que despertam sentimentos de rivalidade, como o Boca Juniors.

Pois foi esse o problema causado pelo goleiro, porque, é mesmo, estamos falando de um goleiro.

E tudo que Dunga não quer é alguém assim tão problemático.

Problemático e sem experiência para disputar as eliminatórias sul-americanas, diferentemente de Doni, por exemplo, com mais de cinco Libertadores nas costas.

Agora sim Muricy Ramalho entende o colega.  



Escrito por Juca Kfouri às 10h30
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Escândalo nas Ilhas Virgens

O que os Estados Unidos fizeram com as Ilhas Virgens, definitivamente, não se faz.

Só no primeiro quarto, repita-se, no primeiro quarto, não no primeiro tempo, os americanos marcaram 42 a 13 e mantiveram seus titulares mais tempo em quadra.

Se, por exemplo, por absurdo, tivessem mantido o ritmo, teriam terminado o jogo com 168 a 52.

Um verdadeiro escândalo!

Alguém deve ter chamado a atenção dos americanos e eles aliviaram tanto no segundo quarto ao mexer bastante no quinteto que perderam: 24 a 26.

Assim, o primeiro tempo acabou com 66 a 39.

Projeção, mera brincadeira, para o final do jogo: 132 a 78.

Veio o segundo tempo, com as feras de volta, e depois de quatro ou cinco cestas fabulosas, pontes aéreas fantásticas, serviços e enterradas fabulosos, revezaram de novo seus jogadores e marcaram 28 a 11.

O último quarto começou com 94 a 50 no placar do ginásio da Universidade de Las Vegas.

Ao faltarem pouco mais de 7 minutos, os americanos fizeram 100 a 50.

As Ilhas de Virgens já não tinham mais nada.

Restava rezar para o jogo acabar.

Se a Venezuela apanhou de 112 a 69, as Ilhas Virgens levaram de 123 a 59.

Tomara que o problema dos americanos seja com as mulheres e a Argentina que se cuide.

O Brasil joga contra eles no domingo, às 22h.

Deus nos ajude.



Escrito por Juca Kfouri às 00h55
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Hoje é sexta! Noite de basquete!

O Brasil joga hoje à noite.

Joga basquete.

Em Las Vegas, pelo Pré-Olímpico.

Teoricamente, a adversária, a Venezuela, não mete medo.

Já jogou duas vezes e perdeu as duas.

Na primeira partida, os venezuelanos foram massacrados pelos americanos por 112 a 69 (quem não será? -- eis a questão).

E ontem perderam para o Canadá, em jogo equilibrado, por 80 a 73.

O mesmo Canadá que o Brasil derrotou por 75 a 67, na estréia.

Mas como cada dia é cada dia, cada noite é cada noite e cada jogo é cada jogo, os comandados de Lula, o técnico, não o presidente, precisam mostrar mais basquete do que na primeira partida.

E a Venezuela pode ser a rival ideal.

O jogo começa à meia-noite, com transmissão pelos canais esportivos por assinatura.

Meia-noite?!

Sim, mas, e daí?

Se hoje é dia de cesta, amanhã, afinal, é sábado.



Escrito por Juca Kfouri às 23h01
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Só Obina dá ao Flamengo o Maxi!

Só deu Flamengo no primeiro tempo inteiro, com direito a belos toque de Roger, que acabou saindo, no fim, com problemas musculares.

Mas o gol teve de sair de pênalti, porque o zagueiro Régis achou que estava jogando vôlei e deu uma cortada para evitar que o baixinho Maxi marcasse de cabeça, depois de boa jogada de Roger e de um cruzamento perfeito de Juan.

Souza bateu no meio do gol, com segurança, e fez 1 a 0, aos 30, depois de muito sofrimento.

O segundo gol parecia iminente e o Juventude só batia.

Tanto que apenas no primeiro tempo levou quatro cartões amarelos.

O segundo tempo seguiu parecido até uns 10 minutos, quando o Fla relaxou.

E, aí, tomou dois baitas sustos.

Bruno teve de fazer um verdadeiro milagre aos 32, em chute de Luciano.

Aos 33, Michel atingiu o travessão de Bruno.

Os mais de 23 mil torcedores no Maracanã (16 mil pagantes) sentiram um frio na espinha.

Que virou calor, aos 34, quando Juan pôs na cabeça de Obina para aliviar a massa com o segundo gol.

Fatura liquidada.

Para a festa ficar completa, Obina recebeu pela direita e deu para Maxi fazer 3 a 0, aos 42.

Aos 46, o Flamengo carimbou duas vezes seguidas o travessão gaúcho e antes mesmo que chegasse aos 47, Juan, em belíssima noite, fez lindo gol pela esquerda: 4 a 0.

O Flamengo fez a lição de casa e se prepara para sair do grupo dos rebaixados.

(Este blogueiro espera que pelo menos os mais velhos entendam a graça(?) do título desta nota).



Escrito por Juca Kfouri às 21h28
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Agora sim: São Paulo x Boca Juniors

Quem precisava fazer gol era o Figueirense, que empatara em casa, por 2 a 2, com o São Paulo.

Mas o time catarinense só fez se defender durante todo o primeiro tempo no Morumbi.

E se defendeu bem, é verdade, tanto que o São Paulo criou apenas uma chance de gol, com Jorge Wagner.

No segundo tempo foi quase igual.

Quase porque o tricolor teve duas claras chances para marcar, ambas com Aloísio.

Na primeira ele deu uma furada tão espetacular, depois de ótima jogada de Dagoberto, que deve estar procurando a perna até agora.

Em seguida, de cabeça, quase se recuperou.

Mas se o centroavante errou feio lá na frente, Souza (em jornada lamentável) errou mais feio lá atrás, e deu um chutão em cima de Edcarlos (ou teria sido do Breno?).

A bola, então, sobrou para Jean Carlos fazer o gol sonhado pelo técnico Mário Sérgio, mas jamais esboçado por seu time.

Eram 12 minutos.

O São Paulo tinha uns 35 para empatar e seguir adiante para enfrentar o Boca Juniors.

Como só com Aloísio o tricolor não fazia mesmo gol, Muricy Ramalho botou Borges no lugar de Jorge Wagner.

E no primeiro lance dele, aos 34, saiu o empate.

Verdade que o lance foi mesmo de Rogério Ceni, que saiu jogando com categoria na matada, fez um lançamento precioso pelo alto para Aloísio, o grandalhão ganhou na cabeça do zagueiro e a bola foi dos pés de Borges para o gol.

Era justo.

E o próximo duelo na Copa Sul-Americana terá um clássico de nove títulos de Libertadores: três do São Paulo, seis do Boca Juniors.



Escrito por Juca Kfouri às 21h12
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Nelson Rodrigues, 95 anos

Que falta faz o anjo pornográfico!

* Marcelo Torres

Ele nasceu 47 dias depois do primeiro Fla-Flu da história. E ele disse que o Fla-Flu surgiu 40 minutos antes do nada.

Ele escreveu que "No dia da inauguração do Paraíso, houve um Fla-Flu de portões abertos, e escorria gente pelas paredes".

Que falta faz um Nelson Rodrigues na crônica esportiva brasileira dos dias de hoje!

Eu não sou do seu tempo, mas li muito sobre esse anjo pornográfico que morreu menino. Um menino tarado que via o amor - e o mundo - pelo buraco da fechadura.

Os 40 minutos antes do nada ocorreram em 7 de julho de 1912, quando nasceu o Fla-Flu. E 47 dias mais tarde, em 23 de agosto, Nelson viria ao mundo, em Recife.

Era o quinto dos catorze filhos de Mário e Maria.

Com quatro anos, o anjo pornográfico já estava de traquinagem com uma vizinha de três anos de idade. Foi proibido de freqüentar as casas vizinhas. Ganhou fama de tarado para além-vida, além-morte.

Aos 12, já no Rio, na rua Alegria, apaixonou-se pelo Flu. Mas as Laranjeiras ficavam longe dele, física e financeiramente.

Um dos seus irmãos era Mário Filho, outro notável tricolor e jornalista esportivo. Mário Filho emprestou o nome ao Maracá, esse templo do futebol.

Nelson e o futebol foram gêmeos incestuosos. Tidos e havidos como "coisa de direita". Polêmicos. Amados. Odiados.

Devasso, pornográfico, polemista, espontâneo, incoerente, direitista, machista, depravado, sagaz, inteligente, pragmático, popular, erudito, poeta, louco... Nelson foi o diabo a quatro e mais um pouco.

Ele dizia que toda unanimidade é burra. "Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar". Genial!

Se lhe cobravam coerência, ele esnobava: "Toda coerência é, no mínimo, suspeita".

Hoje, esteja ele no céu ou no inferno, certamente vê que aqui na terra estão jogando futebol, como na música do Chico. E vê que a coisa aqui tá preta, muita mutreta pra levar a situação...

Nelson não entrou para a Academia Brasileira de Letras, onde qualquer um entra. Ele não era qualquer um. É um imortal. Suas frases são clássicas e eternas. "Amar é ser fiel a quem nos trai", eis aí uma parece ser eterna enquanto dura o futebol.

Outra: "A cama é um móvel metafísico". Eu diria: "O campo de jogo é uma grande área metafísica".

Olha esta: "Muitas vezes, é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos". Estava ele errado?

E mais esta: "No Brasil, quem não é canalha na véspera é canalha no dia seguinte". Estaria ele mentindo?

Você pega cada título de suas obras e adapta para os fatos de hoje em dia. Eu escolhi 11, como se fosse uma seleção. Eis aí:


A mentira
É o conto da carochinha, ou melhor, é o conto do baixinho Romário e seu milésimo gol. O peixe, com suas contas, contou uma história de pescador.

A vida como ela é
Esta obra poderia mudar o título para "O futebol é a vida como ela é". A trilha sonora teria a música "Vai tomar no...", de Cris Nicolotti, que fez o maior sucesso na Internet.

Elas gostam de apanhar
Machista e politicamente incorreto, o anjo pornográfico - evocando o tal complexo de vira-latas - diria que as meninas do vôlei são belas e gostosas, mas amarelam em finais contra russas e cubanas.

À sombra das chuteiras imortais
Seria um documentário mostrando o duelo futebol-força X futebol-arte, centrado no eterno incômodo que os pernas-de-pau de 1994 sentem em relação aos craques imortais de 1982.

Núpcias de fogo
Uma peça teatral, uma comédia encenada por Ronaldo e Daniela, num casório de R$ 2 milhões, no Castelo de Chantilly, na França. O elenco ainda teria os atores Álvaro e Caroline, que levariam cartão vermelho, e João Paulo Diniz, ex de Daniela e Caroline.

Toda nudez será castigada
Esta é outra comédia. Os velhinhos da Fifa, que não entendem de futebol nem de mulher, resolveram castigar a bandeirinha Ana Paula, só porque a bela ficou pelada numa revista. Antes, a beldade fora punida por ter cometido o pecado de errar contra um time do Rio. Comédia.

Boca de Ouro
História tragicômica de um pugilista cubano que - não satisfeito com a boca cheia de ouro - sonhou em fazer uma boquinha na Alemanha. Desertor arrependido e com medo do paredão de Fidel, ficou com a boca bem fechada, para não entrar mosca.

Bonitinha, mas ordinária
O tricolor Nelson tomaria as dores do Botafogo-de-palha e escreveria uma crônica satírica sobre uma bandeirinha bonitinha.

O desconhecido
Um desconhecido ilustre seria o protagonista desta obra. Seria Afonso, graaaande centroavante da Seleção do Dunga. Sua sombra seria Fernando, outro desconhecido selecionado.

Somos dois
Seria uma novela retratando o arranca-rabo entre Bernardinho e Ricardinho. Dois levantadores, dois encrenqueiros, dois gênios geniosos, dois bicudos, dois "ardinhos", dois campeões.

Meu destino é pecar
Uma comédia de hábitos e costumes dos podres poderes brasileiros, nas três esferas, em âmbito federal, estadual e municipal. Um elenco de mais de 300 picaretas, gente que faz da vida pública (uma) privada.

Esteja no céu ou no inferno, Nelson deve estar se retorcendo, vendo a pátria de chuteiras dizendo "Perdoa-me por me traíres" à Seleção do Ricardão, após uma vitória sobre a Argentina.

Que falta nos faz o anjo pornográfico! Que falta nos faz o menino que via a vida pelo buraco da fechadura! Que falta nos faz o imortal Nelson Rodrigues!

* Marcelo Torres é jornalista, pós-graduado em Jornalismo Literário; radicado em Brasília, baiano, torce pelo Vitória



Escrito por Juca Kfouri às 14h08
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Recaída

E Dunga convocou Afonso novamente.

É grave a crise.



Escrito por Juca Kfouri às 13h52
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Lição de casa

Hoje é dia do Flamengo seguir à risca seu projeto de ganhar três pontos no Maracanã.

Ainda mais que a partida será contra o Juventude, num horário bom, 20h30, e praticamente com todos os titulares, exceção feita a Renato Augusto.

Qualquer outro resultado que não seja a vitória será um vexame.

E tomara que a massa prestigie.

Melhor agora que mais tarde, quando Inês for morta, na Segundona.



Escrito por Juca Kfouri às 12h52
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Pergunta que ofende...a inteligência

Juro que acabo de ouvir a seguinte pergunta ao técnico Cuca:

"Tomar o gol do Corinthians foi ruim para o Botafogo?"

Não, ruim, não foi.

Só a pergunta foi pior.

Foi péssima.



Escrito por Juca Kfouri às 23h21
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Com o pé e com a mão, vitórias da Seleção

Ronaldinho e Kaká, os maiores nomes do nosso futebol, estavam no banco durante todo o primeiro tempo no amistoso da Seleção diante da Argélia.

E a partida não saiu do 0 a 0.

Aí, eles entraram no segundo tempo e o time não demorou a fazer 2 a 0, os dois gols saindo dos pés de Ronaldinho, que até marcou o segundo.

Nenê, o maior nome do basquete brasileiro, ao lado de Leandrinho, também estava no banco da Seleção, no Pré-Olímpico de Las Vegas, contra o Canadá.

Mas, ao contrário de Ronaldinho e Kaká, Nenê não estava de castigo.

Se Dunga quis dar uma lição aos seus craques, o técnico Lula tinha que poupar o seu, visivelmente fora de forma.

Ainda bem que Leandrinho pôde jogar quase a partida inteira e marcou 30 pontos na importante vitória brasileira por 75 a 67, exatamente na estréia, que é sempre complicada, e contra o Canadá, um dos candidatos à vaga nas Olimpíadas de Pequim.

Enfim, uma quarta-feira feliz para o esporte nacional, embora nem a Seleção de futebol nem a de basquete tenham jogado o que delas se esperava.



Escrito por Juca Kfouri às 23h15
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Goiás segue, Botafogo quase

Entre uma cesta e outra, olhava a partida do Maracanã.

E o Botafogo vivia na área do Corinthians, depois de abrir o placar, com Reinaldo, aos 27 segundos.

E o Fogão fez dois (com Lúcio Flávio, de falta, em lance que havia impedimento) e fez 3 a 0, com André Lima, que se despedia para ir jogar no Herta Berlim e ganhou um presente do corintiano Carlos Alberto.

Vi uma bola no travessão botafoguense e um gol corintiano, de Bruno Bonfim, que tirou a certeza botafoguense de seguir adiante na Sul-Americana, embora ainda possa perder por um gol de diferença no jogo de volta.

Como seguirá o Goiás, que perdeu só de 1 a 0 do Cruzeiro (gol de Thiago Heleno, de cabeça, em cobrança de escanteio, aos 14 do primeiro tempo), no Mineirão.



Escrito por Juca Kfouri às 22h44
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Leandrinho salva

Para quem se decepcionou com as baixas contagens das finais da NBA, melhor nem ver o Pré-Olímpico.

Basta dizer que o primeiro tempo de Brasil e Canadá terminou com 36 a 33 para o quinteto de Lula, o Ferreira.

Leandrinho foi a diferença, ao fazer 18 pontos.

De resto, nada brilhante.

O time canadense parece pesar uma tonelada e a cada deslocamento dá a sensação de um profundo sacrifício.

Sem o armador Steve Nash, então, fica difícil entender por que os especialistas consideram os canadenses como candidatos a uma das duas vagas para Pequim.

Os outros três seriam os Estados Unidos, o Brasil e a Argentina.

Para este que vos fala, existem dois candidatos a uma vaga, porque a primeira é dos donos da casa, por mais que não sejam mais o que foram, fruto, também, como no futebol, da globalização do basquete.

Globalizado sim, mas menos empolgante porque, você sabe, defender é fundamental.

Com Nenê de volta à seleção brasileira depois de quatro anos e totalmente fora de forma, olhe, o jogo foi bem sofrido.

Os brasileiros comandaram o placar desde o oitavo ponto, mas logo no começo do último quarto permitiram o empate, em 56 a 56.

Tomaram 12 pontos e marcaram apenas dois em três minutos.

Marcelinho jogava mal em Las Vegas (fez apenas três pontos) e o rendimento de Leandrinho já não era o mesmo.

Ao faltarem 4 minutos, Tiago Splitter fez a quinta falta e saiu.

O Brasil vencia por 65 a 62.

Ao faltarem pouco mais de 3 minutos, foi a vez de Nenê sair com cinco faltas.

O Brasil ganhava por 67 a 62.

E Leandrinho voltava a resolver, ao marcar seu 29o. ponto, Brasil sete pontos na frente.

O Brasil vencia, mas não dava a sensação de ter um time, com cada um jogando por si.

Menos mal que os canadenses erravam ainda mais.

Placar final: 75 a 67, com 30 pontos de Leandrinho, o salvador da pátria, bem auxiliado, nos rebotes, por Murilo.



Escrito por Juca Kfouri às 22h31
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Aos navegantes

Antes que me cobrem, antecipo: vou, no máximo, dar uma filadinha nos jogos da Copa Sul-Americana.


Darei preferência ao Pré-Olímpico de basquete, no mesmo horário, com Brasil x Canadá.



Escrito por Juca Kfouri às 15h41
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Com Ronaldinho ficou bem melhor

Não foi boa a passagem da seleção da CBF por Montpellier, na França.

Ontem perdeu por 3 a 0 de seus reservas, que tiveram os reforços de Kaká e Ronaldinho.

Hoje só empatou, sem gols, com a seleção de Argélia, evidentemente inferior ao time que a derrotou ontem no treino.

O acanhado estádio francês, para 33 mil torcedores, nem sequer lotado estava, com enormes claros atrás de um dos gols e nas laterais.

E o time brasileiro, reduzido ao talento maior de Robinho e Kléber, foi apenas sofrível nos 45 minutos iniciais.

Porque Robinho foi mal e Kléber jogou sem auxílio pela esquerda, diferentemente do que se habituou tanto no Corinthians como no Santos, com Carlos Alberto Parreira e Vanderlei Luxemburgo, respectivamente.

O time de Dunga jogou, enfim, o que mostrou durante a Copa América, tirante a excepcional (em todos os sentidos) partida final diante da Argentina.

Para o segundo tempo veio a Seleção Brasileira, com Júlio César no gol no lugar de Doni, Kaká e Ronaldinho nos lugares de Júlio Baptista e Elano.

Verdade que veio também com Fernando, injustificadamente no lugar de Josué.

Aí, o futebol, é claro, apareceu.

Até fazer 1 a 0, com Maicon enfiando a cabeça em cobrança de escanteio feita por Ronaldinho, a Seleção criou muito mais e mandou no jogo como quis, com direito a fazer algumas jogadas de efeito, à brasileira.

Em seguida, saiu Mineiro e entrou o menino Lucas.

A facilidade que não houve na primeira metade da partida era total e a Argélia tratou de se pôr em seu lugar, intimidada.

Daniel Alves substituiu Maicon e Diego ocupou o lugar de Robinho.

Diga-se que nem Kaká nem Ronaldinho brilharam, nem mostraram ganas de "ganhar" a posição de titulares.

Talvez porque seja tão óbvio...

Fato é que a cara da partida muda com eles em campo, o jogo de futebol agradece.

Verdade, também, que as inúmeras alterações fragilizaram a defesa e a organização brasileiras, o que permitiu uma certa audácia argelina depois dos 25 minutos.

Aos 35, Ronaldinho deu para Diego fazer 2 a 0, mas o ex-santista bateu fraco e o goleiro fez parcialmente a defesa.

O rebote sobrou para o próprio Ronaldinho que, com a tarja de capitão entregue por Robinho no braço, fez ele mesmo o segundo gol.

 

Notas

Doni não teve trabalho e não tem culpa por não ter tido trabalho: 7

Júlio César precisou trabalhar um pouquinho: 7

Maicon, por ironia, só pecou no apoio, mas fez o primeiro gol: 7

Daniel Alves, sem tempo, sem nota.

Alex Silva fez boa dupla com Naldo: 7

Naldo fez boa dupla com Alex Silva: 7

Kléber, sem ajuda no primeiro tempo, mas sem a personalidade que mostra no Santos no segundo: 6,5

Josué não foi o mesmo dos tempos em que jogava com Mineiro no São Paulo: 6

Mineiro não foi o mesmo dos tempos em que jogava com Josué no São Paulo: 6

Fernando não influi nem contribui: 5

Lucas ficou meio perdido com tantas mudanças: 5,5

Elano já jogou bem mais com a amarelinha: 5,5

Júlio Baptista é útil no grupo, mas não pode ser titular com o material que estava no banco: 6

Kaká ainda está sem ritmo de jogo, mas num toque faz mais que muita gente: 6,5

Ronaldinho sabe tudo: 7,5

Robinho não esteve bem: 5,5

Diego entrou tão ansioso para mostrar jogo que acabou se atrapalhando: 5,5

Vágner Love não é centroavante para ser titular da Seleção: 5

Dunga deve ter consciência de que tem poder e que o poder é para ser bem usado: 6

 



Escrito por Juca Kfouri às 14h21
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Perguntar ofende? (11)

Quando a Polícia Federal desencadeará uma operação "Pés Limpos" para investigar o futebol nacional?

Escrito por Juca Kfouri às 10h38
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Perguntar ofende? (10)

Cadê a implantação do plano "Paz nos estádios" do governo federal?

Escrito por Juca Kfouri às 10h32
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Perguntar ofende? (9)

Quando será o julgamento de Edílson Pereira de Carvalho e sua turma?

Escrito por Juca Kfouri às 10h30
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Perguntar ofende? (8)

Onde está o lucro que o COB prometeu do Pan-2007?

Escrito por Juca Kfouri às 10h28
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Perguntar ofende? (7)

Quando cairá a direção do Bahia?

Escrito por Juca Kfouri às 10h26
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Perguntar ofende? (6)

Por que o Vasco não tem patrocinador?

Escrito por Juca Kfouri às 10h25
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Perguntar ofende? (5)

Que fim levou o prometido projeto da CBF para difundir o futebol feminino no Brasil?



Escrito por Juca Kfouri às 10h24
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Perguntar ofende? (4)

O Ronaldo Fenômeno não viria para o Flamengo?

Escrito por Juca Kfouri às 10h23
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Perguntar ofende? (3)

Cadê o estádio do Corinthians?



Escrito por Juca Kfouri às 10h22
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Perguntar ofende? (2)

Cadê o plano de saúde que a CBF prometeu a todos os jogadores que participaram das campanhas vitoriosas (1958, 1962, 1970...)do pentacampeonato?

Escrito por Juca Kfouri às 10h21
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Perguntar ofende?

Ainda que mal pergunte: que fim levou o reconhecimento da Copa Rio como título mundial do Palmeiras?

Escrito por Juca Kfouri às 09h29
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A coerência de Dunga

Doni, Maicon, Alex Silva, Naldo e Kléber; Josué, Mineiro, Elano e Júlio Baptista; Robinho e Vágner Love.

Eis o time que deve enfrentar a fabulosa seleção da Argélia, amanhã, às 13h30, em Montpellier, na França.

Dunga foi coerente ao deixar Kaká e Ronaldinho no banco e ao refazer a dupla de volantes do São Paulo, com Josué e Mineiro.

Estranho, apenas, não ter feito o mesmo com a de zagueiros, pois não escalou Miranda.

Dunga é isso: coerência quase total, mesmo que signifique compromisso com o erro.



Escrito por Juca Kfouri às 13h06
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Para o livro de recordes

Por CARLOS ALEXANDRE RODRIGUES, de Londrina 

Domingo passado jogaram, em Foz do Iguaçu, no Paraná, o Real Brasil e o Engenheiro Beltrão.

A partida foi válida pela Copa Paraná, uma competição promovida pela FPF que envolve os times paranaenses que não estão em nenhuma outra competição nacional.

O campeão e o vice ganham uma vaga na Copa do Brasil e outra na Série C do Brasileiro de 2008.

O borderô do estádio registrou quatro pagantes.

Isso mesmo, quatro!

A renda do jogo não chegou a R$30, como informa a "Folha de Londrina", de hoje.

O Brasil Real (quer nome mais sugestivo?), com a sensacional campanha de nove derrotas em nove jogos (0 a 1 na nesta última), é "mantido" por um grupo de empresários nômades, que já tiveram este mesmo time em Maringá e em Pinhais, sempre com o mesmo retumbante sucesso.



Escrito por Juca Kfouri às 12h59
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O basquete brasileiro na hora da verdade

Nesta quarta-feira a Seleção Brasileira masculina de basquete começa sua caminhada em busca de uma vaga nas Olimpíadas de Pequim.

Enfrentará o Canadá, às 21h30, com transmissão pelos canais esportivos da TV por assinaturas.

A parada será dura, mas depois de duas Olimpíadas sem a presença do Brasil, a esperança é a de que se conquiste uma das duas vagas.

Na verdade, tudo indica que seja apenas uma vaga, pois a outra é dada como certa para os Estados Unidos, além do mais, anfitriões deste pré-olímpico, em Las Vegas. 

O basquete já foi o segundo esporte mais popular do país, nos tempos de Amaury Pasos e Wlamir Marques, quando a Seleção foi bicampeã mundial em 1959 e 1963, além de ter ganho duas medalhas de bronze olímpicas, em 1960 e 1964.

Depois de tais façanhas, a única outra, digna de nota, foi nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianapolis, nos Estados Unidos, quando o time de Oscar e Marcel derrotou os americanos na disputa do ouro.

Mas, aí, o vôlei já estava tomando o lugar do basquete.

Agora, com jogadores como Nenê, Leandrinho, Tiago Spliter e Marcelinho a chance de voltar às Olimpíadas é grande.



Escrito por Juca Kfouri às 00h38
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O Brasil no Parapan

Do Comitê Paraolímpico Brasileiro

O Brasil encerrou sua participação nos Jogos Parapan-americanos com uma emocionante vitória neste domingo da seleção brasileira de voleibol sentado sobre os americanos, em 3 sets a 2.

O time comandado pelo ex-jogador Amauri Ribeiro venceu os Estados Unidos e conseguiu não apenas a medalha de ouro, mas a vaga na Paraolimpíada de Pequim.

Além do voleibol, todos os outros esportes coletivos disputados no Parapan garantiram a vaga em Pequim: basquetebol masculino e feminino, futebol de cinco e futebol de sete.

"O resultado do Brasil reflete o momento do desenvolvimento do esporte paraolímpico no país. Este ciclo, que foi projetado em 2004 está programado até Pequim 2008, quando esperamos estar no auge de nosso desempenho. As conquistas de medalhas e vagas nos esportes coletivos é a prova do desenvolvimento destas modalidades", avalia o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Vital Severino Neto.

Entre as modalidades coletivas, o Brasil também ficou com ouro no futebol de cinco (para cegos) e no futebol de sete (para paralisados cerebrais).

Nas duas finais, o jogo foi contra a Argentina, com placar de 1x0 no futebol de cinco e a goleada de 5x0 no futebol de sete.

O basquete masculino venceu a forte seleção mexicana, ficando com o bronze e a vaga para Pequim.

A única seleção que volta para casa sem medalhas é a de basquetebol feminino, que terminou em quarto lugar. Por outro lado, o resultado deu às meninas a vaga para Pequim.

Nas modalidades individuais, destaque para a natação que conquistou 108 medalhas, sendo 39 de ouro.

O estreante em Jogos Parapan-americanos Daniel Dias levou oito medalhas de ouro.

Clodoaldo Silva confirmou o favoritismo e ficou com sete ouros, uma prata e um bronze, estabelecendo oito novos recordes mundiais e dois parapan-americanos.

Andre Brasil, mesmo desclassificado nos 200m medley, por ter executado um movimento errado no nado peito, ficou com seis medalhas de ouro e quebrou três recordes mundiais, levando a melhor sobre o canadense Benoit Huot, seu principal adversário.

Foi na natação também que saiu a primeira medalha de ouro para o Brasil, nos 100m livre S8, com Gledson Soares.

O atletismo, disputado no Estádio João Havelange, revelou novos talentos para o esporte paraolímpico, como o velocista Lucas Prado, da classe T11 (cego total) que estréia em Jogos Parapan-americanos.

O atleta, que ficou cego há apenas quatro anos e corre com o guia Justino Barbosa, levou o ouro nos 100m (com recorde mundial), 200m e 400m rasos (também com recorde mundial).

Na disputa dos 200m entre Adria Santos e Terezinha Guilhermina, as duas melhores velocistas cegas do mundo, Terezinha levou a melhor e ficou com o ouro.

Nos 800m, foi a vez da outra Sirlene Guilhermina, irmã de Terezinha, fica