Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

10/11/2007

Corintianos e goianos agradecem ao Fogão

Tudo que o primeiro tempo de Botafogo e Paraná Clube não merecia, no Maracanã, foi o 0 a 0.

Porque se era de se esperar que o alvinegro fosse ao ataque, quem surpreendeu foi o tricolor, que jogou de igual para igual e até com mais intensidade, a ponto de mandar uma bola no travessão carioca (embora sem querer...) e de ter mais escanteios a seu favor do que contra.

Verdade que o Botafogo também criou pelo menos três boas chances de gols, a mais aguda num chute cruzado de Zé Roberto, bem neutralizado pelo goleiro Gabriel.

Insatisfeito com seu ataque, Cuca tirou Thiago Marin ainda aos 33 minutos, para botar Adriano Felicio.

Ao mesmo tempo, o Paraná Clube perdeu Jumar, indisposto, que deu seu lugar ao menino Giuliano.

Mas era jogo que merecia gols.

E o primeiro apareceu logo aos 2 minutos do segundo tempo, em ótima jogada de Zé Roberto na linha de fundo pela esquerda, com a bola tocada para Dodô abrir o marcador.

Aos 7, Lúcio Flávio quase ampliou, com a bola roçando o pé da trave direita paranista.

O Botafogo começou a dar show e Juninho, de falta, aos 12, mandou uma bomba, a bola foi desviada, ainda tocou no gramado e decretou o 2 a 0, para alegria de botafoguenses, corintianos e goianos ...

Aos 21, o Paraná Clube que parecia nocauteado, ressuscitou, em jogada de Vandinho pela direita que acabou nos pés de Josiel, 20o. gol dele, artilheiro isolado, 2 a 1 no placar.

Mas por pouco tempo, porque, no minuto seguinte, novamente o Glorioso ampliou, agora com Lúcio Flávio, em chute colocado de fora da área, depois que Joílson fez o papel de pivô, em linda jogada combinada com Adriano Felício, que já havia participado do primeiro gol.

Fim dos paranistas?

Nada disso.

Com uma dedicação comovente, o time foi à luta e Giuliano diminuiu, aos 32, em jogada individual pela esquerda, de muita categoria do garoto de apenas 17 anos.

Na saída, Dodô jogou fora o quarto gol botafoguense, em mais uma defesa de Gabriel.

A torcida alvinegra, em represália, cantava o nome de André Lima.

E, aos 37, por muito pouco o Paraná não empatou, o que, diga-se, já fazia por merecer, tamanho seu empenho.

Aquela pane que os botafoguenses conhecem tomava conta do time mais uma vez.

E os dois times tiveram chance de marcar, mais ainda o tricolor, no último minuto, inclusive.

Os paranaenses, agora, estão na dependência de um milagre. 

Por Juca Kfouri às 19h08

Goleada nos Aflitos

Logo de cara o Náutico teve um pênalti a seu favor.

Mas nada é tranqüilo nos Aflitos e o artilheiro Acosta não só desperdiçou o primeiro gol como deixou de assumir a artilharia do Brasileirão.

Menos mal que, aos 39, o zagueiro Júlio César, com a sutileza de atacante, abriu o placar pôs o Timbu na frente do rebaixado América.

E Ferreira tratou de afastar qualquer susto, aos 13.

Aos 31, Sidny fez 3 a 0, em passe de Acosta, e, aos 35, Ferreira fez mais um: 4 a 0.

O Náutico está quase salvo.

Por Juca Kfouri às 19h06

O Beira-Rio merecia mais

Mesmo com chuva em Porto Alegre, o Beira-Rio estava apinhado para um jogo que, de fato, prometia: Inter e Cruzeiro.

Prometia mas não cumpria.

Sem Fernandão à ultima hora, o Inter criou pouco e, na verdade, teve apenas uma grande chance de gol no primeiro tempo, numa cabeçada de Nilmar, na pequena área.

Sem Wagner, suspenso, o Cruzeiro também foi pouco criativo, embora possa reclamar de um pênalti em Ramires não assinalado, no fim do primeiro tempo.

O segundo tempo foi melhor, com o Colorado passando a dar as cartas e com pelo menos uma jogada espetacular de Iarley, entre as pernas de Jonathan.

Mas, tecnicamente, o jogo continuava a dever.

E o resultado, para os mineiros, não era de todo mal, pois o garantia no G-4 em mais uma rodada.

Só que, no último minuto, em cobrança de falta, Alex fez o gol da vitória gaúcha.

Era justo e o Cruzeiro terá de torcer contra Flamengo e Palmeiras.

 

Por Juca Kfouri às 19h04

E Pelé disse não

Ricardo Teixeira falou à "Veja".

Reconheceu tacitamente o lobby contra a CPMI da Lavagem de dinheiro no futebol brasileiro e argumentou, hilariamente, que Joseph Blatter só disse que a investigação não atrapalharia a Copa no Brasil porque a pergunta que lhe fizeram foi mal formulada.

" Se tivessem feito a pergunta correta, será que o Blatter responderia daquela maneira? Se o repórter dissesse que o comitê organizador amanhã poderia ter suas contas abertas para verificar se gastou dinheiro no carro do Blatter, abrir as entranhas de tudo o que aconteceu em uma Copa do Mundo, será que ele daria a mesma resposta?", ponderou o presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa, Imperador do Brasil. 

E Teixeira contou à "Veja" que esteve há três meses com Pelé.

Só não contou o teor e o resultado do encontro.

Porque ofereceu R$ 350 mil mensais para Pelé acompanhá-lo em todos os eventos relacionados à Copa.

E ouviu um polido não.

Por dois motivos: gato escaldado tem medo de água fria e na reunião estava o ex-sócio de Pelé, Hélio Viana.

Este blogueiro ouviu de Pelé, no jantar dos 10 anos do diário "Lance!", um desabafo indignado:

"Pô, topei pagar um dinheirão na Justiça para nunca mais ter que ver o cara e na primeira reunião que o Ricardo me chama ele está junto?!".  

Por Juca Kfouri às 16h21

A decadência do basquete brasileiro

A DECADÊNCIA DO BASQUETE BRASILEIRO

Por SYLVIO MAESTRELLI

Houve uma vez, no Brasil, um esporte chamado basquetebol. De lendas como Amaury Pasos, Wlamir Marques, Rosa Branca, Mosquito, Jatyr, Ubiratan, Edson Bispo, Menon e outros.

Um basquete bicampeão mundial (59-63), vice mundial (54-70) medalha de bronze em Olimpíadas (60-64), campeão pan americano (71), soberano na América do Sul.

Do Corinthians vice campeão mundial de clubes!

Era uma vez, também no Brasil, um esporte chamado basquetebol.

De estrelas como Helio Rubens, Edvar, Marquinhos, Carioquinha, Marcel, Oscar, Dodi, Adilson, Fausto e outros.

Um basquete bronze em mundial (78), campeão do pan nos EUA (87), ainda soberano na América do Sul.

Do Sírio campeão mundial de clubes, do Amazonas Franca, vice duas vezes!

Hoje, já era, no Brasil, um esporte chamado basquetebol.

Que pertence ao Grego que, por ironia, não se inspira na Grécia, uma consolidada potência européia.

O Grego que não se cansa de apanhar da organizada Argentina - ex-freguesa - no principal, cadete, juvenil, infantil e quantas outras categorias existirem.

O Grego que insiste cada vez mais em desorganizar os tão alquebrados campeonatos brasileiros.

E que, por isso, perde cada vez mais precocemente talentos para a Europa e NBA.

Que o digam Nenê, Leandrinho, Anderson Varejão, Tiago Splitter, Guilherme e alguns outros...

É, no Brasil, um esporte chamado basquetebol está na UTI.

Porque cedeu espaço ao vitorioso vôlei no coração dos torcedores!

Porque não tem campeão nacional de 2006!

Porque há anos não sabe o que é participar de uma Olimpíada!

Porque só consegue ganhar algo quando outras seleções se apresentam com times "B" ou "C"!

Porque desde 78 não sabe o que é um pódio em mundais!

Porque perde times e patrocinadores importantes a cada torneio - cadê o Sírio, Palmeiras, Corinthians, Monte Líbano, COC Ribeirão, Vasco da Gama, Tilibra Bauru...?

A cova está pronta.

A pá de cal pode ser a ausência dos clubes paulistas no Campeonato Nacional.

Ou a ausência de técnico na seleção, seis meses antes de um pré-olímpico.

Ou o "aluguel de times", rodiziando por diversos campeonatos estaduais.

Ou a falta de interesse de quase toda nossa mídia, que tem ignorado solenemente o esporte.

Ou a inexistência de novos e arejados dirigentes...

Não sei não... Mas me parece que logo logo a bola no gol (handebol) vai superar a bola no cesto em popularidade...

Por Juca Kfouri às 12h18

Pernambuco imortal!

Por ROBERTO VIEIRA

Por que Pernambuco ainda existe no mundo do futebol?

A resposta é simples.

Pela rivalidade. Essa rivalidade tribal que nos momentos de guerra é antropofágica.

E nos momentos de disputa é estímulo e superação.

No dia de hoje, quando a CBF corta os patrocínios dos clubes da Série C, os desígnios da entidade máxima do nosso futebol são cristalinos.

Menos clubes, menos dores de cabeça.

Como se os clubes fossem escravos e não os donos do futebol brasileiro.

Hoje João Pessoa esqueceu o futebol. E o futebol esqueceu João Pessoa.

O mesmo fenômeno ocorre em diversas outras cidades do Brasil.

Mas o fato ainda não aconteceu em Pernambuco, embora sejam preocupantes os sinais de fumaça do interior do estado.

O drama do Santa Cruz que deve 50 Milhões de Reais a Deus e ao mundo é um drama do futebol pernambucano.

Um drama de sucessivas administrações irresponsáveis, utilizando-se do clube para seu ganho econômico, político e pessoal.

Clube que construiu seu imenso patrimônio com o suor dos seus torcedores.

E viu o patrimônio em perigo pelas mãos insensatas dos dirigentes.

Aliás, nada muito distante das administrações dos outros grandes clubes por esse Brasil afora.

Mas se alguém me perguntar se o Santa Cruz vai acabar caso venha a cair para a Série C, eu só tenho uma resposta:

Não!

Não enquanto houver essa rivalidade histórica.

Essa rivalidade tribal que nos momentos de guerra é antropofágica.

E nos momentos de disputa é estímulo e superação.

Rivalidade que passa de pai pra filho. De pernambucano pra pernambucano.

Pernambucano que antes mesmo de emitir o primeiro som já sabe quais as cores do seu clube.

Por Juca Kfouri às 12h14

09/11/2007

Dia 13, terça-feira, o Vasco não pode esperar!

No dia 13/11/2007, a fraude na eleição do Vasco completará um ano.

Vista a camisa do Vasco, junte os amigos e proteste contra essa demora.

A nossa indignação tem que tomar as ruas do país.

No Rio de Janeiro, a manifestação será realizada em frente ao Tribunal de Justiça, às 12h30.

Os integrantes da Chapa Por Amor ao Vasco terão uma audiência com o presidente do tribunal e entregarão uma carta "abaixo-assinada" por todos os vascaínos presentes ao ato.

Nas demais cidades do país, os vascaínos devem se reunir nesta data, para protestar.

O folheto explicativo sobre a atual situação da anulação da eleição será disponibilizado na comunidade nos próximos dias.

Escolham o ponto da cidade mais movimentado e divulguem esta iniciativa para a imprensa local.

Convocamos os vascaínos para enviarem uma mensagem para a Ouvidoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, www.tj.rj.gov.br, em nome do desembargador Manuel Carpena Amorim, que é vascaíno.

Proteste contra a demora no julgamento.

O Vasco não pode esperar!

Por Juca Kfouri às 23h02

Atendendo a pedidos

Como alguns blogueiros pediram, eis a lista dos 210 parlamentares que assinaram e mantiveram suas assinaturas no pedido de CPMI da Lavagem de Dinheiro no Futebol, também chamada de CPI do Corinthians/MSI.

Abelardo Camarinha (PSB-SP)
Aberlardo Lupion (DEM-PR)
ACM Neto (DEM-BA)
Aelton Freitas (PR-MG)
Affonso Camargo (PSDB-PR)
Albano Franco (PSDB-SE
Alceni Guerra (DEM -PR0
Alfredo Kaefer (PSDB-PR0
Andreia Zito (PSDB-RJ0
Angela Amin (PP-SC)
Antonio Carlos Panunzio (PSDB-SP)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Arnaldo Jardim (PPS-SP)
Arnaldo Madeira (PSDB-SP)
Arnaldo Vianna (PDT-RJ)
Augusto Carvalho (PPS-DF)
Barbosa Neto (PDT-PR)
Beto Mansur (PP-SP)
Brizola Neto (PDT-RJ)
Bruno Rodrigues (PSDB-PE
Carlito Merss (PT-SC)
Carlos Alberto Canuto (PMDB-AL)
Carlos Souza (PP-AM)
Carlos Melles (DEM-MG)
Carlos Sampaio (PSDB-SP)
Carlos William (PTC-MG)
Celso Russomano (PP-SP)
Cezar Schirmer (PMDB-RS)
Cezar Silvestri (PPS-PR)
Chico Alencar (PSOL-RJ)
Chico Lopes (PCdoB-CE)
Claudio Diaz (PSDB-RS)
Claudio Magrão (PPS-SP)
Clodovil Hernandes (PR-SP)
Davi Alves Silva Jr (PDT-MA)
Deley (PSC-RJ)
Djalma Berger (PSB-SC)
Dr. Nechar (PV-SP)
Dr. Rosinha (PT-PR)
Duarte Nogueira (PSDB-SP)
Edgar Moury (PMDB-PE)
Edmar Moreira (DEM -MG)
Edson Aparecido (PSDB-SP)
Edson Duarte (PV-BA)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Eduardo Sciarra (DEM-PR)
Efraim Filho (DEM-PB)
Emanuel Fernandes (PSDB-SP)
Ennio Bacci (PDT-RS)
Fábio Souto (DEM-BA)
Felipe Bornier (PHS-RJ)
Félix Mendonça (DEM -BA)
Fernando Chucre (PSDB-SP)
Fernando Coruja (PPS-SC)
Fernando Gabeira (PV-RJ)
Fernando Lopes (PMD-RJ)
Francisco Rossi (PMD-SP)
Geraldo Magela (PT-DF)
Geraldo Thadeu (PPS-MG)
Germano Bonow (DEM-RS)
Gervásio Silva (PSDB-SC)
Giovanni Queiroz (PDT-PA)
Gorete Pereira (PR-CE )
Guilherme Campos(DEM-SP)
Gustavo Fruet (PSDB-PR)
Hugo Leal (PSC-RJ)
Humberto Souto (PPS-MG)
Ivan Valente (PSOL-SP)
João Almeida (PSDB-BA)
João Bittar (DEM-MG)
João Campos (PSDB-GO)
João Carlos Bacelar (PR-BA)
João Dado (PDT-SP)
João Oliveira (DEM-TO)
Jorge Bittar (PT-RJ)
Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP)
Jorginho Maluly (DEM-SP
José Anibal (PSD-SP
José Carlos Machado (DEM-SE)
José Carlos Vieira (DEM-SC)
José Eduardo Cardozo (PT-SP)
José Linhares (PP-CE
José Mendonça (DEM-PE
José Paulo Tóffano (PV-SP)
Júlio Semeghini (PSDB-SP)
Jurandil Juarez (PMDB-AP)
Jutahy Junior (PSDB-BA)
Lázaro Botelho (PP-TO)
Leonardo Vilela (PSDB-GO)
Lira Maia (DEM-PA)
Lobbe Neto (PSDB-SP)
Luciana Genro (PSOL-RS)
Lúcio Vale (PR-PA)
Luiz Bassuma (PT-BA)
Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR)
Luiz Carreira (DEM-BA)
Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB-ES)
Luiza Erundina (PSB-SP)
Manoel Salviano (PSDB-CE)
Marcelo Almeida (PMDB-PR)
Marcelo Itagiba (PMDB-RJ)
Marcio Junqueira (DEM-RR)
Marcos Medrado (PDT-BA)
Maria Helena (PSB-RR)
Marina Maggessi (PPS-RJ)
Marinha Raupp (PMD-RO)
Matteo Chiarelli (DEM-RS)
Maurício Trindade (PR-BA)
Mauro Nazif (PSB-RO)
Mendes Ribeiro (PMD-RS)
Mendes Thame (PSD-SP)
Mendonça Prado (DEM-SE)
Miguel Martini (PHS-MG)
Miro Teixeira (PDT-RJ)
Moreira Mendes (PPS-RO)
Nelson Pelegrino(PT-BA)
Nilmar Ruiz (DEM -TO
Nilson Mourão (PT-AC)
Nilson Pinto (PSDB-PA)
Onyx Lorenzoni (DEM -RS)
Otávio Leite (PSDB-RJ)
Paulo Magalhães (DEM-BA)
Paulo Maluf (PP-SP)
Paulo Renato Souza (PSDB-SP)
Pompeo de Mattos (PDT-RS)
Prof. Ruy Paulette (PSDB-RS)
Profa. Raquel Teixeira(PSDB-GO)
Raimundo Gomes de Mato(PSDB-CE)
Ratinho Junior (PSC-PR)
Raul Henry (PMD-PE)
Raul Jungmann (PPS-PE)
Rebecca Garcia (PP-AM)
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Reinaldo Nogueira (PDT-SP)
Renato Amary (PSDB-SP)
Ricardo Izar (PTB-SP)
Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
Rita Camata (PMDB-ES)
Roberto Magalhãe (DEM-PE)
Roberto Santiago (PV-SP)
Rogério Lisboa (DEM-RJ)
Rogério Marinho (PSB-RN)
Romulo Gouveia (PSD-PB)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Sergio Brito (PDT-BA)
Severiano Alves (PDT-BA)
Silas Câmara (PSC-AM)
Silvinho Peccioli (DEM -SP)
Silvio Costa (PMN-PE)
Silvio Lopes (PSD-RJ)
Silvio Torres (PSD-SP)
Solange Amaral(DEM-RJ)
Sueli Vidigal (PDT-ES)
Takayama (PTB-PR)
Talmir Rodrigues (PV-SP)
Thelma de Oliveira (PSDB-MT)
Vadão Gomes (PP-SP)
Vanderlei Macris (PSDB-SP)
Vicente Arruda (PR-CE)
Vieira da Cunha (PDT-RS)
Waldir Neves (PSDB-MS)
Walter Ihoshi (DEM-SP)
Walter Pinheiro (PT-BA)
Wandenkolk (PSDB-PA)
Wellington Roberto(PR-PB)
William Woo (PSDB-SP)
Wolney Queiroz (PDT-PE)
Zenaldo Coutinho (PSDB-PA)
Álvaro Dias (PSDB-PR)
Antonio Carlos Junior (DEM-BA)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Augusto Botelho (PT-RR)
Cristovam Buarque (PDT-DF)
Delcídio Amaral (PT-MS)
Demostenes Torres (DEM-GO)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Eliseu Resende(DEM-MG)
Flávio Arns (PT-PR)
Geraldo Mesquita (PMDB-AC)
Inácio Arruda (PCdoB-CE
Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE)
Jayme Campos (DEM-MT)
Jefferson Péres (PDT-AM)
João Durval (PDT-BA)
João Vicente Claudino (PTB-PI
José Maranhão (PMDB-PB)
José Nery (PSOL-PA)
Kátia Abreu (DEM-TO)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Mão Santa (PMDB-PI)
Marcelo Crivela (PRB-RJ)
Maria do Carmo Alves(DEM-SE)
Mário Couto (PSDB-PA)
Marisa Serrano (PSDB-MS)
Morazildo Cavalcanti(PTB-RR)
Osmar Dias (PDT-PR)
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Paulo Paim (PT-RS)
Pedro Simon (PMDB-RS)
Raimundo Colombo (DEM-SC)
Romeu Tuma (PTB-SP)
Sergio Guerra (PSDB-PE)
Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
Serys Shlessarenko (PT-MT)
Tião Viana (PT-AC)
Valter Pereira (PMDB-MS)

Por Juca Kfouri às 22h38

Flamengo e São Paulo seguem juntos

Quem, no Clube dos 13 e adjacências, aposta numa cisão entre Flamengo e São Paulo por causa da taça de bolinhas, pode tirar o cavalinho da chuva.

Os dois presidentes já se acertaram no seguinte sentido: cada um continuará a defender o que consideram de interesse de seu torcedor; mas seguirão juntos na luta por mudanças no Clube dos 13 e por melhores contratos com a TV.

Por Juca Kfouri às 19h57

36a. rodada: o bicho vai pegar

O jogo mais espetacular da 36a. rodada do Brasileirão é, sem dúvida, o do Maracanã lotado e já com recorde de público batido: Flamengo e Santos.

O rubro-negro, que foi muito mal no Mineirão na última rodada, tem motivos para apostar suas fichas nas boas atuações diante da massa e joga uma cartada arriscada ao trocar Maxi, que caiu de rendimento, por Renato Augusto.

Vale Libertadores, domingo, 18h10.

O Santos, se fosse o dos velhos tempos, o de Pelé, adoraria jogar com a casa cheia, que veria como um incentivo a mais.

Mas este, de Luxemburgo, não é lá muito confiável, pois adotou a atitude de deixar toda a responsabilidade com o técnico.

É como se o time dissesse: "Já que ele é o rei da cocada preta, que se vire. Nós fazemos a nossa parte, nem mais nem menos. Mas por ele não jogamos, porque é do tipo 'eu ganho, nós empatamos, vocês perdem'".

O jogo mais dramático é o do Serra Dourada.

Dois times ruins com bons goleiros e poucos jogadores com capacidade de decisão: o Senhor Goiás, Paulo Baier, de um lado, e Finazzi, o grosso que resolve, no Corinthians.

Vale Primeira Divisão, também no domingo, às 16h.

Mas não faltam atrações nas demais partidas.

Até o campeão São Paulo tem o que buscar no Morumbi diante do Grêmio, ainda no domingo, às 18h10.

Porque o tricolor paulista quer tirar o gaúcho da Libertadores, um pouco daquela coisa de gato escaldado.

Inegável gosto de revanche.

No sábado, sempre às 18h10, os três jogos valem.

Para o Paraná Clube, que visita o Botafogo, é a chance de seguir vivo e, quem sabe, já passar o Corinthians.

Para o Cruzeiro, que estará no Beira-Rio, o Inter pode ser mais um degrau para chegar à Libertadores, em jogo interessantíssimo.

E o Náutico recebe o América para ganhar muito oxigênio na luta pela permanência na Série A.

De volta ao domingo, às 16h, em Floripa, Figueirense e Vasco jogam pela Sul-Americana, no embate menos atraente da rodada.

Porque às 17h, na Arena da Baixada, o Furacão tem tudo para deixar a gente do Sport muito preocupada ainda com possibilidade de cair.

E, finalmente, às 18h10, no Mineirão, Galo e Juventude é o jogo de dois times com obrigação de vencer: o mineiro por razões óbvias e o gaúcho para alimentar ainda o milagre da sobrevivência.

 

Por Juca Kfouri às 10h36

08/11/2007

Raro! Raro! Raro!

Olá Juca,

Estou lhe enviando a resposta do Deputado Jorginho Maluly (DEM/SP)ao
meu e-mail enviado para o mesmo e para todos os outros Deputados e
Senadores que atenderam ao pedido de Ricardo Teixeira e retiraram seus
nomes da lista dos favoráveis a CPMI da lavagem de dinheiro no
futebol.

Abracos,

Ítalo Siqueira


---------- Forwarded message ----------
From: Dep. Jorginho Maluly <dep.jorginhomaluly@camara.gov.br>
Date: Nov 8, 2007 6:34 PM
Subject: CPMI do Futebol



Prezado Italo,

Acuso o recebimento de sua mensagem a propósito da criação de uma
Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para averiguar possível
"lavagem de dinheiro no futebol brasileiro".

A posição de retirar minha assinatura da lista de favoráveis a tal
CPMI deveu-se a uma avaliação, vejo hoje errada, que me foi passada e
que dizia que a iniciativa iria causar danos irreparáveis à
candidatura do Brasil a sede da COPA DO MUNDO DE 2014.

Hoje, com humildade, reconheço que tal avaliação não mais subsiste,
pelo que tomei a iniciativa de incluir novamente o meu nome no rol dos
favoráveis à aludida CPMI. Se assim fiz, muito se deve à ação dos que,
legitimamente, me enviaram mensagens de alerta quanto à necessidade de
que as investigações pertinentes sejam desenvolvidas por uma Comissão
do Congresso Nacional.

Acreditando que apenas estamos iniciando uma profícua troca de
informações e opiniões, ponho-me ao inteiro dispor de V.Sa. para o que
julgar conveniente. (www2.camara.gov.br/jorginhomaluly ;
dep.jorginhomaluly@camara.gov.br ; fones : 61-32155480; Gabinete 480;
Câmara dos Deputados).

Atenciosamente,

Deputado Jorginho Maluly

Democratas/São Paulo

Por Juca Kfouri às 20h30

Cara de pau é pouco!

De: Luiz Neto
Para: jucakfouri@uol.com.br
Data: 08/11/2007 17:20
Assunto: Aécio - Minas

Prezado Juca Kfouri,
 
Envio a vc esclarecimento sobre a informação de que houve interferência do governador Aécio Neves na retirada de nomes de deputados mineiros no requerimento que criaria a CPI do Corinthians. Não houve tal iniciativa por parte do governador, que estava em Zurique no dia em que a bancada tomou a decisão. O governador já afirmou  publicamente não ter feito contato pessoal ou por telefone com os deputados. O placar publicado no seu blog hoje também deixa evidente o volume de assinaturas retiradas em todos os partidos. Faço essa consideração em razão da importância e do reconhecimento de sua opinião como jornalista esportivo e analista político. Estou à disposição caso queira mais informações.
Atenciosamente,
 
Luiz Neto.
 
31.3250.6084/ 9967.9302 

Por Juca Kfouri às 19h43

Quem abafou a CPI

 http://congressoemfoco.ig.com.br/

Para atualizar o tema, reproduzo reportagem do sítio cujo endereço está acima:

Deputados mineiros e maranhenses foram fundamentais para a derrubada da CPI mista do Corinthians, arquivada hoje (8) por falta de três assinaturas pedindo sua criação – era necessárias 171 na Câmara e 27 no Senado. Nas duas bancadas, houve 37 retiradas de apoio para a investigação. A debandada representou um terço do 111 parlamentares que retiraram suas assinaturas do requerimento da CPI (veja quem retirou).

 
Entre os partidos, o destaque é o PMDB, com 21 abandonos entre deputados e senadores. Atrás, vêem os oposicionistas PSDB (16) e DEM (15). Deputados governistas do PR e do PT retiraram 14 e 13 assinaturas, respectivamente. Juntas, essas legendas responderam por 59% das retiradas.
 
A CPI morreu pela desistência de parlamentares de estados com cidades candidatas a sediar jogos da Copa de 2014. É o caso de Belo Horizonte (MG), São Paulo, Salvador (BA), Rio de Janeiro e Fortaleza (CE), Belém (PA), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC). Pelo menos cinco parlamentares desses estados desistiram de apoiar a investigação nos clubes de futebol. A exceção é o Maranhão, cuja capital, São Luís, não concorre a sediar jogos da Copa.
 
Ao todo, 18 das 27 capitais brasileiras estão na disputa. As outras cidades são Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Rio Branco (AC).
O levantamento não inclui as desistências dos senadores tucanos Eduardo Azeredo (MG) e Tasso Jereissati (MG), que retiraram as assinaturas antes mesmo de o requerimento da CPI do Corinthians ser protocolado. (Eduardo Militão)
 
As desistências, por partido
PMDB....................... 21
PSDB....................... 16
DEM....................... 15
PR....................... 14
PT....................... 13
PSB....................... 7
PTB....................... 7
PP....................... 6
PCdoB....................... 5
PV....................... 4
PPS....................... 2
PDT....................... 1
 
As desistências, por estado
MG....................... 22
MA....................... 12
SP....................... 9
BA....................... 7
RJ....................... 7
CE....................... 5
PA....................... 5
PR....................... 5
SC....................... 5
PE....................... 4
ES....................... 3
PB....................... 3
RR....................... 3
RS....................... 3
AC....................... 2
AL....................... 2
AP....................... 2
DF....................... 2
RN....................... 2
SE....................... 2
AM....................... 1
GO....................... 1
MT ....................... 1
PI....................... 1
RO....................... 1
TO....................... 1

Por Juca Kfouri às 19h13

Pai de boleiro

Por HENRIQUE MAXIMIANO COELHO NETO

(Psicografado por Roberto Vieira)

 

Quando fui pai do João, aos trinta e nove anos, não desejava para ele o que a maioria dos pais deseja. Eu desejava apenas que ele torcesse pelo Fluminense. Corria o ano de 1905 e eu mandei confeccionar para o meu filho uma manta tricolor. Verde, branca e grená.

Meus amigos vislumbravam no pequeno um futuro acadêmico. Maria Gabriela sonhava com um futuro de educador, como o avô. Entretanto eu imaginava o pirralho correndo atrás de uma bola. Não imaginei tal futuro para nenhum dos meus outros filhos, embora tenha feito gosto na prática esportiva de cada um deles.

Mas o João era diferente. Sempre foi.

Foi o único que compreendeu meu gesto tresloucado de invadir o gramado no jogo contra o Flamengo. Gesto motivado pela injusta marcação de uma penalidade máxima contra o meu Fluminense. O resto do mundo me censurava. Como eu, um deputado federal, podia perder as estribeiras por um reles jogo de bola?

Mas o João me acalentava. E isso me bastava.

Desde pequeno o João se destacou. Marcava gols como ninguém. Encestava como um americano da NBA – embora nem houvesse tal coisa nos anos 20. Nadava, corria, saltava. E tudo ele fazia bem, como um super atleta. Muito embora eu saiba que para um pai, caduco como eu, tudo que o filho faz é motivo de orgulho.

Tive que esvaziar um dos quartos para sua sala de troféus. Eu os contei um a um. Foram 387 medalhas e 55 títulos.

Meu querido Prego.

Mas devo confessar que meu grande orgulho, o instante que guardo sagrado em meu coração, é outro. E não foi um gol com as cores sagradas do nosso Fluminense. Foi o gol que meu pirralho fez na Copa do Mundo de 1930. O primeiro gol do Brasil em Copas. Gol que ele me ofereceu em carta, carta que li com os olhos rasos d’água.

Hoje, quase chegada a hora da partida. Hoje quando os críticos literários me julgam velho, ultrapassado, fogo morto. Hoje eu não me importo tanto assim. Pois hoje a simples lembrança do meu querido Preguinho me basta. Preguinho que nasceu com o primeiro título do meu Fluminense.

Preguinho que na tristeza me acalentava e acalenta. E nada nem ninguém poderá me roubar tal alegria.

E maior foi minha felicidade ao ler estas palavras escritas pela Sra. Ana Lucia Finazzi. Pois me sinto honrado ao saber que a cadeira em minha homenagem na Academia de Letras de São João da Boa Vista, tem como proprietária a mãe de um centroavante.

Pois só uma escritora e mãe de boleiro saberá melhor avaliar as palavras emocionadas de um escritor, pai de boleiro

Por Juca Kfouri às 15h20

Acabou a CPI da Lavagem de dinheiro no futebol

Acaba de ser enterrada a CPI da Lavagem de dinheiro no futebol, também chamada de CPI do Corinthians/MSI, no Congresso Nacional.
Faltaram três assinaturas.
Relembro que aqui foram publicados os nomes de todos os parlamentares que não honraram suas assinaturas.
Segue, abaixo, um interessante levantamento, feito pelo blogueiro Gilberto A. de Oliveira Jr., a quem este blog agradece.
 
Votos retirados por PARTIDO:
 
PARTIDO Total
--------------------
DEM 10
PCdoB 4
PMDB 15
PP 3
PPS 2
PR 12
PRB 1
PSC 1
PSDB 8
PT 10
PTB 1
PV 4
-------------------
Total geral 71
 
Esses dados mostram coisas interessantes, por exemplo, para mim não é surpresa ver os votos do PMDB e do PT serem retirados, são partidos vendidos.
 
Mas achei interessante mesmo a "oposição".
 
Primeiro o DEM, partido dito "novo" e "moderno" teve 10 votos retirados e o PSDB 8 !!
 
Também fiquei impressionado com o PR e com o PV.
 
Lembrando que os votos acima são apenas os dos deputados...
 
Se contarmos os senadores podemos acrescentar mais votos para o PSDB (soma mais 4 e passa para 12 votos retirados), para o PMDB (que soma mais 1 e fica com 16 votos retirados) e finalmente mais um votozinho para o DEM (que contabiliza 11 no total).
 
Votos retirados por ESTADO:
 
ESTADO Total
---------------
AC 1
AM 1
AP 3
BA 4
CE 3
ES 2
GO 1
MA 3
MG 17
MT 1
PA 3
PB 1
PE 2
PR 4
RJ 5
RO 1
RR 3
RS 3
SC 4
SP 8
TO 1
-------------------
Total geral 71
 
Se somarmos os votos retirados dos senadores, MG fica com 18, CE com 4, PA com 4, PB com 2, DF com 1 e finalmente RN com 1 voto retirado também.
 
Bem, parece que Minas Gerais é o estado mais vendido da nação ...rsrsrs.
 
Não vou ficar admirado se por acaso a abertura da Copa for realizada no Mineirão (já que parece impossível tirar a final do Maracanã).
 
Ou, mesmo que assim não seja, tudo indica que Minas deverá ter uma grande fatia dos jogos finais.
 
E para terminar, entre os deputados, oito mulheres retiraram seus votos e 63 homens fizeram o mesmo.
 
Enfim, envio-lhe esses dados para divulgar se quiser ou apenas para guardar em sua galeria de "curiosidades".
 
Abraços.
 
Gilberto A. de Oliveira Jr.

Por Juca Kfouri às 15h11

Mãe de boleiro

Por ANA LUCIA FINAZZI*

Quando tive meu primeiro filho, aos dezessete anos, não desejava para ele mais do que a maioria das mães almeja: saúde, inteligência e felicidade na vida. Priorizei uma formação cristã, na convicção de que “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria,...” (Provérbios 9: 10)

Jamais alimentamos nos filhos sonhos de fama e notoriedade, enfatizando o estudo como forma de se obter o essencial para uma vida profissional, ao contrário do que muitos pais fazem, projetando seus desejos frustrados na vida dos rebentos.

Víamos no seu interesse pela bola uma coisa comum aos meninos brasileiros da idade, acostumados aos feitos futebolísticos de nossos clubes--algo que sucumbiria à idade e outros atrativos.

Desde bebê ele apresentou uma personalidade obstinada, mesmo quando tratava-se de obter um brinquedo fora do alcance de suas mãozinhas.

E foi com esta obstinação que cresceu, sendo que, ao ganhar a primeira bicicleta,  preocupava-nos o fato de ser visto longe de casa, na busca de seus interesses.

Numa destas incursões, matriculou-se no Grêmio Jaguari, de futebol infantil, dirigido pelo incansável Chicão Amorim.

Nunca fomos vê-lo treinar ou participar de campeonatos, na época.

Queríamos poupá-lo das decepções de uma carreira frustrada, do ambiente de competitividade desleal e controverso, que é o do futebol.

Mais tarde, surpreendidos pelo convite de um “olheiro” do Guarani Futebol Clube, para que jogasse pelo time juvenil, só o permitimos diante do fato de que o clube exigia a freqüência escolar e o bom rendimento nos estudos.

Obediente, acatou a vontade da família enquanto decisões passavam pelo crivo da mesma.

Depois disso, entregou-se a perseguir seus ideais, apesar de todos os percalços e obstáculos da profissão.

Eu, como mãe, sofrendo calada, o coração sangrando pelas injustiças e comentários maldosos, orava de joelhos, como Mônica de Tagasta, a mãe de Santo Agostinho, intercedendo pela saúde espiritual de meu filho, alegrando-me com as conquistas e compungindo-me frente às derrotas.

Tranqüiliza-me, no entanto, o fato de que a carreira não transfigurou seu caráter de pessoa honesta, compromissada com os valores cristãos, bom marido e pai, filho, irmão e amigo, isto sim, minha maior fonte de orgulho.

Evidentemente, como ser humano vaidoso, presenciei com emoção cinqüenta e cinco mil torcedores, no Estádio Castelão em Fortaleza-CE, aclamarem-no na final do campeonato que levou a agremiação de volta à Primeira Divisão do futebol nacional, após muitos anos.

Hoje, minhas orações são para que Deus o permita continuar sustentando sua família com dignidade, socorrendo os menos favorecidos, contribuindo com a obra do Senhor e testemunhando sua fé.

O futebol levou-o  a conhecer muitos países pelo mundo, sem nunca desdenhar ou deixar de amar seu torrão natal e seus conterrâneos, a quem ele respeita e dedica toda atenção, quando solicitada.

Relembra com gratidão a aurora de sua vida de menino de interior, guardou os bons momentos, descartando as mágoas e ressentimentos- receita simples de vida, que aprendeu com sabedoria.

Como diz a canção, se sorriu ou chorou o importante é que viveu suas emoções. Nada ou ninguém poderá roubar-lhe isso, tampouco o brilho de suas conquistas, levando sempre consigo a minha bênção de mãe. 

Ana Lucia Finazzi  é mãe do centroavante do Corinthians, Finazzi.

Cadeira nº 7- Patrono: Coelho Neto

Academia de Letras de São João da Boa Vista

 

Por Juca Kfouri às 13h18

Gavillán x Valdívia

Gavillán pegou 120 dias de gancho porque, covardemente, sem bola e pelas costas, deu um murro em Valdívia.

Agressão pura e simples e pena justa.

Valdívia também agrediu dois jogadores do Vasco.

Desclassificar seu ato como jogada violenta é brincadeira, embora sua atitude, também despropositada, não seja equivalente à de Gavillán, entre outras coisas porque tem a atenuante da reação à caça permanente a que é submetido.

Ocorre que se fosse punido por agressão pegaria a pena mínima, os mesmos 120 dias.

Pegou a máxima por jogada violenta: cinco jogos.

Há que se mudar o Código para que cada atitude tenha classificação correta e pena proporcional à gravidade do ato.

Por Juca Kfouri às 09h37

07/11/2007

Robin Hood na Serra Gaúcha

O São Paulo subiu a bela Serra Gaúcha em clima de férias.

O Juventude estava lá a trabalho.

E o vice-lanterna pôs o campeão na roda.

Marcou seu primeiro gol aos 23, quando Renato chegou na bola antes de Breno e a mandou para o fundo das redes.

Sete minutos depois Danilo Silva foi expulso e deixou o tricolor com 10, por falta violenta e segundo cartão amarelo.

Na cobrança da falta, Marcelo Costa explodiu o travessão de Bosco, aos 31.

Aos 43, foi a vez do zagueiro Bosco carimbar o pé da trave do São Paulo, em cabeçada depois de escanteio.

O 1 a 0 ficou barato para o pentacampeão, que voltou com Aloísio no lugar de Borges e com Leandro na vaga do menino Sérgio Mota.

Os paulistas até tentaram impor seu toque de bola, mas, com um a menos, ficou na tentativa.

E o Juventude continuou muito mais perigoso, a ponto de ter um pênalti em Tiago não assinalado pela arbitragem, logo aos 6 minutos.

Aloísio conseguia levar algum perigo ao gol gaúcho e Dagoberto deu lugar a Tardelli, aos 20.

A sexta derrota são paulina ficou decretada aos 21, quando Nunes subiu mais que a zaga na cobrança de um escanteio e Breno enfiou a cabeça para mandar ao fundo do gol: 2 a 0.

O São Paulo sofria dois gols pela primeira vez no Brasileirão, o 15o. em 35 jogos.

Aos 36, Júnior quase diminuiu, mas Marcelo Costa tirou em cima da linha.

E a torcida do Juventude se divertia, dando olé no campeão antes de ir para a Segunda Divisão.

Das seis derrotas, tirante as duas para dupla Fla-Flu, as demais foram todas contra times que lutam para não cair: Naútico, Galo, Corinthians e Juventude.

O pentacampeão aceita ser chamado também de Robin Hood.

Que dava as ordens na floresta de Sherwood, mas não se deu bem na Serra Gaúcha.

Por Juca Kfouri às 22h45

Jornalismo x Merchandising (Quando a Ética Não Basta)

Por NEY QUEIROZ de AZEVEDO*

A solidificação de uma sociedade democrática está intimamente ligada ao fortalecimento de uma imprensa livre e independente, assim como ao fortalecimento dos direitos fundamentais dos cidadãos.

Os veículos de comunicação desempenham tarefa de essencial importância na construção dessa sociedade: informando, denunciando, criticando, enfim, formando opinião.

Há que se manter clara, portanto, aos olhos do público consumidor de informação, a distinção entre o que é jornalismo e o que é publicidade.

É nesse ponto que surge o conflito entre o "merchandising", técnica comumente utilizada pelo mercado publicitário e o Código de Defesa do Consumidor, que impõe a identificação da propaganda como princípio básico da relação entre anunciante e consumidor.

Há que se entender aqui o "merchandising" como a forma de publicidade "disfarçada" de conteúdo, a exemplo do que ocorre nas telenovelas, onde os produtos são utilizados e apresentados dentro do contexto da história.

A questão se agrava quando essa chamada técnica publicitária deixa os programas de entretenimento e avança sobre os programas e textos jornalísticos.

Ultrapassando os limites da ética, tanto do jornalismo, como da publicidade, o problema torna-se jurídico, pois o artigo 36 do CDC veda a publicidade implícita.

Conforme aponta o jornalista Alberto Dines*, "os jornais sempre tiveram que lidar com questões que beiravam os limites éticos envolvendo o espaço publicitário, mas deixaram de lado a reflexão e atualmente aceitam propostas indecorosas, porque senão o concorrente as aceitará".

Surgem, então, as matérias pagas, os informes publicitários sem identificação, os "testemunhais" de jornalistas-apresentadores, usando e abusando da confiança do seu público.

Nota-se, portanto, que depender da ética e da moral dos veículos de comunicação pode ser arriscado para o consumidor, que não sabe mais se está lendo uma reportagem ou um "release" de determinado produto, produzido pela agência do anunciante e não por um jornalista imparcial.

Deve haver, portanto, especial atenção a estes atos e o início de um movimento que venha coibir tais práticas abusivas.

Movimento que vise a resgatar a ética e a importância da independência dos veículos de comunicvação.

E, mais do que isso, que venha coibir tais infrações —de forma firme e incisiva—, através das competentes medidas judiciais, sempre que forem lesados os direitos do consumidor.

*Advogado e jornalista pela PUC/PR e Mestrando em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

http://www.queirozazevedo.com.br

Por Juca Kfouri às 12h24

A Geografia do Futebol

Por ROBERTO VIEIRA
  
 
 
Anos atrás, o médico e político Josué de Castro escreveu o clássico 'Geografia da Fome'. Pagou caro tal ousadia.
 
Porém, outra geografia também poderia ter sido escrita em nosso país.
 
A Geografia do Futebol.
 
O futebol é um sujeito esquisito. Mesmo sem nunca ter frequentado sala de aula, ele mudou a geografia do mundo.

Pois o que seria do Uruguai sem o futebol?

Talvez um ponto no mapa.

Porque Obdulio Varela foi mais importante para a história do Uruguai que o General Artigas.

O futebol que tem o estranho poder de reescrever a geografia e a história de um povo. Por mais exótico que tal pensamento possa parecer.

Porque a Itália sera a Itália sem o futebol. Teria macarronada da Mama no domingo depois da missa.

Talvez não fosse tão alegre nos domingos. Mas seria a Itália que nós conhecemos.

A Inglaterra teria o chá das cinco e a Rainha.

A França teria o Chanel nº 5

Mas o que seria do Brasil sem o futebol?

Seria uma terra repleta de índios canibais, infestada de cobras venenosas e florestas tropicais aos olhos do mundo.

Mas existe o futebol.

Anos atrás, o mundo dito civilizado conhecia três coisas sobre o Brasil:

Café, Samba e Pelé.

Sem Pelé, ficaríamos restritos ao café e ao samba. Ou aos tais índios canibais.

Um país de dimensões continentais resumido em três palavras. Até que chegou o 'Gol'.

Mas não foi somente aqui em Pindorama que tal fenômeno ocorreu. Ele também ocorreu na pátria de Goethe.

Porque houve um momento que ninguém lembrava que Goethe era alemão. Porque ninguém queria saber daquele monte de escombros que era a Alemanha.

Até que chegou Fritz Walter.

Porque Fritz Walter foi muito mais importante para a história da Alemanha que o jovem Werther.

Porque você sempre pode se orgulhar do futebol de Fritz Walter.

Da garra de Varela.

Dos gols de Pelé.

Sem remorsos ou suicídios.

Porque o futebol é um sujeito esquisito. Mesmo sem nunca ter frequentado sala de aula, ele mudou a geografia do mundo.

Sem ele, Uruguai, Brasil e Alemanha seriam um pontinho no mapa.

Esquecidos de tudo, e de todos.

Por Juca Kfouri às 09h53

06/11/2007

O pentacampeão em Caxias

O São Paulo joga hoje contra o Juventude.

Jogo isolado, para que todos possam ver o campeão, pentacampeão, aliás, o segundo (só para provocar...) na história do Brasileirão.

Quis o destino da tabela que o tricolor fosse penta em cima do degolado América e se exibisse pela primeira vez como tal diante do também condenado Juventude.

Nada indica que a diferença abissal entre ambos se materialize facilmente no gramado, não só porque jogar em Caxias nunca é simples como, também, porque todos querem tirar uma lasca dos campeões, carimbar suas faixas.

O que torna o jogo mais interessante, diga-se.

Mas qualquer torcedor sensato se importará menos com que alguém carimbe sua faixa do que com não ter faixa para ser carimbada. 

Por Juca Kfouri às 23h30

Luis Fabiano, ao seu estilo

Por GUSTAVO VILLANI, de Madri

Luis Fabiano tem 13 jogos como titular do Sevilla na temporada 2007/2008 e fez 13 gols entre Champions League, Espanhol e Supercopa.

Este é o terceiro ano dele no time andaluz que, aos poucos, melhora o desempenho.

Ano passado prometeu 15 gols, fez 16.

O último gol marcado foi contra o Real Madrid neste fim de semana, e ele quer mais: o objetivo é não ser substituído no segundo tempo.

Seleção? "Não comento, afinal o Dunga também não comenta nada sobre mim", diz tranqüilo, como é de seu estilo.

Dia 8, nesta quinta-feira, o atacante completa 27 anos de idade.

Finalmente diz ter entendido a Espanha, o clube e as diferenças culturais.

Primeira conclusão: nunca será "o artilheiro do São Paulo, aquele jogador não tem nada a ver com a fase atual".

Ele se sente melhor, apesar daquela média de 0,73 gol/partida ser a segunda da história do São Paulo.

Pelo primeiro ano a família está reunida, Luis Fabiano está feliz, é até difícil falar ao telefone com tanta agitação.

A esposa Juliana dá uma força e tenta entreter as baixinhas Giovana e Gabriela.

A seqüência de jogos como titular, 13 dos 14 disputados, também explica o bom momento.

Luis Fabiano tem se mantido mais em campo, o substituto imediato Kerzhakov anda machucado. "Até quando fazia gol era substituído!"

Aqui, sabe-se, é assim, há rodízio de jogadores de acordo com adversários, competições, lesões e suspensões.

Reconhecidamente emotivo, o atacante acha que aprendeu a se sentir útil, mesmo quando é reserva ou substituído no 2° tempo. "Pensava mais na hora de sair de campo do que na partida, mudei".

Pela primeira vez na Europa ele está perto dos números que o notabilizaram no futebol.

Desde que foi para o Porto em 2004 perdeu espaço para outros atacantes na Seleção Brasileira, onde já esteve por 12 vezes e fez 6 gols.

Em maio de 2007, entrevistado por este mesmo repórter, afirmou "não ser pior do que Vagner Love, Fred ou Sóbis".

A lista de Dunga mudou, Love ainda é concorrente, mas Fred e Sóbis deram vaga a Afonso.

Pois a estratégia de Luis Fabiano também mudou, "é hora de ficar quieto".

Desânimo ou desejo de voltar a Seleção?

Ele ri, como é de seu estilo...

Por Juca Kfouri às 16h09

Desculpe, mas só vi agora...

06/11/2007 - 12h43
Aliado de Teixeira, ex-presidente da Federação Paranaense é preso

Do UOL Esporte

Em Curitiba

O ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Onaireves Moura, foi preso na manhã desta segunda-feira, em Curitiba, numa operação do Núcleo de Repressão contra Crimes Econômicos (Nurce), ligado à Polícia Civil do Estado.

O ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol tem fortes ligações com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. Por inúmeras vezes, houve troca de gentilezas entre os dois dirigentes.

O estado do Paraná foi sede de vários jogos de eliminatórias de Copa do Mundo desde que Onaireves Moura assumiu a FPF, em 1985. Em outra ocasião, Moura homenageou Ricardo Teixeira colocando o nome do dirigente no CT do estádio Pinheirão, inaugurado em 2003. Teixeira retribuiu a homenagem e fez os jogadores da seleção colocarem os pés na "Calçada da Fama" do estádio, idealizada pela Federação Paranaense.

Em 99, a seleção que venceu a Copa América do Paraguai ficou hospedada no Paraná, antes do torneio. No ano seguinte, Londrina e Cascavel sediaram o Pré-Olímpico sul-americano.

Para terminar, Curitiba foi a primeira cidade a receber o troféu da Copa do Mundo, logo depois dos últimos dois títulos mundiais. Depois do pentacampeonato, por exemplo, a taça passou por vários estados do Brasil, mas o primeiro foi o Paraná, em visita ao Pinheirão, estádio da FPF, de Onaireves Moura.


FORTES LAÇOS COM TEIXEIRA
 
O ex-dirigente é acusado de chefiar um suposto esquema para desviar dinheiro da FPF, quando ainda dirigia a entidade. Com ele, foram presas outras oito pessoas.

De acordo com o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazzari, Moura é acusado de fraude processual, formação de quadrilha, desvio e lavagem de dinheiro. "O esquema foi montado para desviar dinheiro da Federação", declarou o secretário.

Segundo ele, a operação de desvio era feita por meio de duas empresas, criadas para esta finalidade. Uma delas era a Comfiar, presidida pelo ex-diretor financeiro da federação, Cirus Itiberê da Cunha. Num primeiro momento já teria sido apurado o desvio de cerca de R$ 5 milhões. "Era um grande esquema", declarou Delazzari.

Além do ex-presidente da FPF, a polícia divulgou os nomes de outras pessoas presas: Cirus Itiberê da Cunha (diretor financeiro do FPF e presidente da Comfiar), Carlos Roberto de Oliveira (presidente do conselho fiscal da FPF), Marco Aurélio Rodrigues (auxiliar do departamento financeiro da FPF e fiscal eletivo da Comfiar), Laércio Polanski (contador e tesoureiro da FPF e fiscal da Comfiar), José Johelson Pissaia (diretor administrativo da FPF), César Alberto Teixeira de Oliveira (ex-fiscal suplente da Comfiar), Vanderlei Manoel Inácio (teria em seu nome o Colégio Técnico de Futebol Pinheirão) e Roberto Tinoni, (arrendatário do estacionamento do Pinheirão).

Onaireves Moura foi afastado do cargo de presidente da FPF em junho e posteriormente suspenso das funções administrativas por seis anos, em julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Ele foi acusado pela adulteração de borderôs da entidade. Segundo a acusação, parte dos 5% das rendas provenientes de jogos era desviada para a empresa chamada Comfiar. 

 

Por Juca Kfouri às 14h01

Entenda tudo que cercou a Copa União em 1987

Clique aqui.

Por Juca Kfouri às 11h48

05/11/2007

Que segunda-feira!

Estou no Rio de Janeiro.

Chove coisa que sirva na Cidade Maravilhosa.


O pouso no Santos Dumont, fechado, foi no Galeão, três horas depois do previsto.

Isso porque o vôo da TAM saiu com mais de uma hora de atraso e o pouso foi retardado porque havia um "objeto não
identificado" na pista do Galeão.

Se não bastasse, ficamos uns 15 minutos dentro do avião à espera de um funcionário da TAM, embora a companhia soubesse
havia mais de duas horas que o pouso seria no Galeão.

Não é só o torcedor que é tratado feito gado no Brasil, os passageiros também são.

E o pior é que só um dos passageiros protestou...adivinhe quem.

Resultado: a audiência que eu tinha no Fórum carioca por causa de uma ação movida por Carlos Nuzman também atrasou uma barbaridade,
é claro.

Era de "conciliação", que rejeitei, por ter publicado neste blog a carta do professor Homero Blota, sobre o Pan-2007.

Resultado, não pude fazer nem o Bate-Papo nem a Tabelinha no UOL, o que devo fazer amanhã.

E não dará para apresentar o CBN EC.

Também não estarei no "Linha de Passe", na ESPN-Brasil, mas aí porque vou ao jantar dos 10 anos do "Lance!", no Maracanã.

Amanhã, espero, a vida volta ao normal.

 

Por Juca Kfouri às 17h07

04/11/2007

Faltam três rodadas para acabar o Campeonato Brasileiro

Falta ainda um jogo, entre Juventude e São Paulo, na quarta-feira que vem, para fechar a 35a. rodada do Brasileirão.

E tanto a direção do Sport quanto a do América descumpriram o Estatuto do Torcedor e não forneceram o público de seus jogos no domingo.

Dos sete jogos que publicaram seus públicos, o do Pacaembu foi o que teve mais pagantes: 32.106.

O de menor número foi o da Vila Belmiro, com 7.063 torcedores.

A média destes sete jogos foi de 19.526.

E o campeonato se resume a duas disputas dramáticas.

Uma pela Libertadores e outra para não cair.

Na primeira, nobilíssima, cinco clubes lutam por três vagas: Santos, Cruzeiro, Flamengo, Palmeiras e Grêmio.

Na outra, desesperadora, quatro times brigam para não ocupar duas vagas: Náutico, Corinthians, Goiás e Paraná Clube.

Este blogueiro acredita que o Santos se classificará e que Cruzeiro, Flamengo e Palmeiras lutarão pelas duas vagas restantes na Libertadores.

E que Corinthians, Goiás e Paraná Clube brigarão para não cair até a última rodada. 

Por Juca Kfouri às 23h26

Roubado do blog do Birner - 1



A lista dos parlamentares que mudaram de idéia

4 Nov

Geral

De Vitor Birner e Paulinho

Me desculpo pelo post gigante. Na verdade, não tem muito conteúdo, mas faz-se necessário.

Abaixo você tem a lista de todos “representantes do povo” que atenderam ao pedido de Ricardo Teixeira e retiraram seus nomes da lista dos favoráveis a CPMI da lavagem de dinheiro no futebol.

Não era uma questão do Corinthians, tal qual disse o senador Álvaro Dias, sexta-feira, no CBN Esporte Clube.

A investigação iria bem além do alvinegro.

Talvez por isso o dono do futebol brasileiro tenha passado alguns dias em Brasília.

Lembro que os mesmos parlamentares vão pedir seu voto em breve.

Haverá eleições e você poderá escolher quem vai cuidar da grana das obras do mundial.

Agradeço ao Paulinho pela paciência de escolher as fotos e listar os endereços eletrônicos.

Se você quiser, ao lado da foto do parlamentar, há o link com o email de cada.

Escolherei alguns para enviar, com educação, mensagens sobre o que penso da postura deles.

A idéia não é usar a Copa para mudar o Brasil?

Então, que assim seja.

Deputados Federais

WALDIR MARANHÃO  (PP-MA)                                           

 

 dep.waldirmaranhao@camara.gov.br

Antônio Roberto (PV-MG)

dep.antonioroberto@camara.gov.br

http://www.antonioroberto.com.br

Cleber Verde (PRB-MA)

dep.cleberverde@camara.gov.br

Homero Pereira (PR-MT)

dep.homeropereira@camara.gov.br

http://www.homeropereira.com.br

Nárcio Rodrigues (PSDB-MG)

dep.narciorodrigues@camara.gov.br

http://www.narcio.com.br

Eduardo Barbosa (PSDB-MG)

dep.eduardobarbosa@camara.gov.br

Rodrigo de Castro (PSDB-MG)

dep.rodrigodecastro@camara.gov.br

Neucimar Fraga (PR-ES)

dep.neucimarfraga@camara.gov.br

Neilton Mulin (PR-RJ)

dep.neiltonmulim@camara.gov.br

Anibal Gomes (PMDB-CE)

dep.anibalgomes@camara.gov.br

Lelo Coimbra (PMDB-ES)

dep.lelocoimbra@camara.gov.br

http://www.camara.gov.br/lelocoimbra

Perpétua Almeida (PCdoB-AC)

dep.perpetuaalmeida@camara.gov.br

Francisco Rodrigues (DEM-RR)

dep.franciscorodrigues@camara.gov.br

Edinho Bez (PMDB-SC)

dep.edinhobez@camara.gov.br

Dr. Talmir (PV-SP)

dep.dr.talmir@camara.gov.br

Vadão Gomes (PP-SP)

dep.vadaogomes@camara.gov.br

Índio da Costa (DEM-RJ)

dep.indiodacosta@camara.gov.br

Walter Ihoshi (DEM-SP)

dep.walterihoshi@camara.gov.br

http://www.ihoshi.com.br

Paulo Bornhausen (DEM-SC)

dep.paulobornhausen@camara.gov.br

José Carlos Aleluia (DEM-BA)

dep.josecarlosaleluia@camara.gov.br

Antonio Bulhões (PMDB-SP)

dep.antoniobulhoes@camara.gov.br

Geraldo Pudim (PMDB-RJ)

dep.geraldopudim@camara.gov.br

http://www.geraldopudim.com.br

Luciana Costa (PR-SP)

dep.lucianacosta@camara.gov.br

Jô Moraes (PCdoB-MG)

dep.jomoraes@camara.gov.br

http://www.jomoraes.com.br

Asdrubal Bentes (PMDB-PA)

dep.asdrubalbentes@camara.gov.br

Prof. Sétimo (PMDB-MA)

dep.professorsetimo@camara.gov.br



Por Juca Kfouri às 21h04

Roubado do blog do Birner - 2

Osmar Serraglio (PMDB-PR)

dep.osmarserraglio@camara.gov.br

Vanessa Gazziotin (PCdoB-AM)

dep.vanessagrazziotin@camara.gov.br

http:\\www.deputadavanessa.com.br

Jorginho Maluly (DEM-SP)

dep.jorginhomaluly@camara.gov.br

Urzeni Rocha (PSDB-RR)

dep.urzenirocha@camara.gov.br

http://www.urzenirocha.com.br

Eugênio Rabelo (PP-CE)

dep.eugeniorabelo@camara.gov.br

Wladimir Costa (PMDB-PA)

dep.wladimircosta@camara.gov.br

Nelson Bornier (PMDB-RJ)

dep.nelsonbornier@camara.gov.br

Paulo Lustosa (PMDB-CE)

dep.paulohenriquelustosa@camara.gov.br

http://www.paulohenriquelustosa.com.br

Fátima Pelaes (PMDB-AP)

dep.fatimapelaes@camara.gov.br

Bonifácio de Andrada (PSDB-MG)

dep.bonifaciodeandrada@camara.gov.br

Jusmari Oliveira (PR-BA)

dep.jusmarioliveira@camara.gov.br

Vicentinho Alves (PR-TO)

dep.vicentinhoalves@camara.gov.br

http://www.vicentinho.com.br

Luciano Castro (PR-RR)

dep.lucianocastro@camara.gov.br

Lincoln Portela (PR-MG)

dep.lincolnportela@camara.gov.br

Aírton Roveda (PR-PR)

dep.airtonroveda@camara.gov.br

Nelson Goetten (PR-SC)

dep.nelsongoetten@camara.gov.br

Chico da Princesa (PR-PR)

dep.chicodaprincesa@camara.gov.br

Milton Monti (PR-SP)

dep.miltonmonti@camara.gov.br

Luiz Couto (PT-PB)

dep.luizcouto@camara.gov.br

Virgílio Guimarães (PT-MG)

dep.virgilioguimaraes@camara.gov.br

Zé Geraldo (PT-PA)

dep.zegeraldo@camara.gov.br


Por Juca Kfouri às 21h01

Roubado do blog do Birner - 3

Pepe Vargas (PT-RS)

dep.pepevargas@camara.gov.br

http://www.pepevargas.com.br

Maurício Rands (PT-PE)

dep.mauriciorands@camara.gov.br

Joseph Bandeira (PT-BA)

dep.josephbandeira@camara.gov.br

Fernando Ferro (PT-PE)

dep.fernandoferro@camara.gov.br

Décio Lima (PT-SC)

dep.deciolima@camara.gov.br

Anselmo de Jesus (PT-RO)

dep.anselmodejesus@camara.gov.br

Cida Diogo (PT-RJ)

dep.cidadiogo@camara.gov.br

Maria Lúcia Cardoso (PMDB-MG)

dep.marialuciacardoso@camara.gov.br

João Magalhães (PMDB-MG)

dep.joaomagalhaes@camara.gov.br

Davi Alcolumbre (DEM-AP)

dep.davialcolumbre@camara.gov.br

http://www.davialcolumbre.com.br

Carlos Alberto Lereia (PSDB-GO)

dep.carlosalbertolereia@camara.gov.br

http://www.carlosalbertolereia.com.br

Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)

dep.pauloabiackel@camara.gov.br

Rafael Guerra (PSDB-MG)

dep.rafaelguerra@camara.gov.br

Vitor Penido (DEM-MG)

dep.vitorpenido@camara.gov.br

Jorge Khoury (DEM-BA)

dep.jorgekhoury@camara.gov.br

Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS)

dep.mendesribeirofilho@camara.gov.br

http://www.mendesribeirofilho.com.br

Roberto Santiago (PV-SP)

dep.robertosantiago@camara.gov.br

Evandro Milhomen (PCdoB-AP)

dep.evandromilhomen@camara.gov.br

Marcos Montes (DEM-MG)

dep.marcosmontes@camara.gov.br

Alexandre Silveira (PPS-MG)

dep.alexandresilveira@camara.gov.br

Sérgio Moraes (PTB-RS)

dep.sergiomoraes@camara.gov.br

Geraldo Thadeu (PPS-MG)

dep.geraldothadeu@camara.gov.br

Ciro Pedrosa (PV-MG)

dep.ciropedrosa@camara.gov.br

Ratinho Junior (PSC-PR)

(Filho do apresentador Ratinho)

dep.ratinhojunior@camara.gov.br

Senadores

Tasso Jereissati (PSDB-CE)

tasso.jereissati@senador.gov.br

Eduardo Azeredo (PSDB-MG)

eduardo.azeredo@senador.gov.br

Flexa Ribeiro (PSDB-PA)

flexaribeiro@senador.gov.br

Cícero Lucena (PSDB-PB)

cicero.lucena@senador.gov.br

Adelmir Santana (DEM-DF)

adelmir.santana@senador.gov.br

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)

garibaldi.alves@senador.gov.br

Escrito por Vitor Birner às 15:26 Vitor Birner 

Por Juca Kfouri às 20h57

São Januário ou Beira-Rio?

O jogo Vasco e Inter foi em São Januário?

Pois parecia no Beira-Rio dos bons tempos.

Ah, se Nilmar tivesse voltado antes.

Mesmo ainda sentindo falta de ritmo, e por isso perdido ao menos dois gols que não perderia normalmente, ele infernizou a defesa cruzmaltina e deu o primeiro gol para Fernandão, ainda no primeiro tempo.

Primeiro tempo que poderia ter terminado 4 a 0 para o Colorado.

O segundo não vi, mas vi que Fernandão fez 2 a 0, de pênalti, que houve.

O Inter, ao menos, não tem mais nada a temer. 

E o Vasco ainda diminuiu no fim.

Por Juca Kfouri às 19h12

É o Botafogo...

O Botafogo empatou com o América?

1 a 1?

Este é o Botafogo que, diga-se, jogou melhor, pelo que eu soube mas não vi.

E viva o Mecão, caindo em pé.

Por Juca Kfouri às 19h11

Do rubro-negro da Ilha para o da Gávea

O Sport começou o jogo disposto a mostrar quem manda na Ilha do Retiro.

E mandou.

E ajudou rival Flamengo, veja só.

Ainda mais depois que a arbitragem marcou um pênalti que cabia ver como bola na mão.

Aí o Sport fez 1 a 0, com justiça.

E tomou também de pênalti, no começo do segundo tempo, o empate do Palmeiras, com Caio.

Que foi tudo que o Palmeiras fez.

Porque depois houve um pênalti de Martinez não marcado e o Leão fez mais dois gols, além de ter dado olé.

O Flamengo voltou ao G-4, no lugar do Palmeiras.

E o Sport afastou-se da Z-R.

Por Juca Kfouri às 19h10

Elementar, meu caro Nelsinho

O jogo começou no Pacaembu como o corintiano sonhou.

No primeiro minuto um ataque perigoso e quase gol.

No quarto, Fábio Ferreira bate falta, Viáfara bate roupa e Betão abre o placar.

Apesar das nulidades chamadas Iran e Gustavo Nery e do muito melhor toque do Furacão, o Corinthians tinha coração e poder de marcação para segurar o placar e correr poucos riscos.

E tinha Felipe também, que fez duas senhoras defesas em chute de Danilo e em cobrança de falta Jancarlos.

O resultado do primeiro tempo era justo e o Atlético voltou com Alex Mineiro no lugar de Marcelo Ramos e o meia Evandro na vaga do zagueiro Rogério.

Era o Furacão disposto a virar e o Timão obrigado a se virar diante de um time ainda mais ofensivo.

Mas foi o alvinegro que começou no ataque.

Iran, enfim, no segundo minuto, acertou um cruzamento e nem Lulinha nem Finazzi chegaram em tempo.

(Observação das 20h32: não foi o Iran, foi o Fábio Ferreira...)

Logo depois, Lulinha foi derrubado na meia lua e Fábio Ferreira não baetu bem.

Aos 7, livre, leve e solto, em cobrança de falta desnecessária de Gustavo Nery pela direita, Danilo nem precisou subir para enfiar a cabeça e empatar.

O Corinthians começava a se complicar no jogo, porque no campeonato não é de hoje que está complicado.

E o Furacão tenta tomar conta da partida, sem sucesso, no entanto.

Aos 13, vaiado, Iran sai e entra Vampeta, aplaudido, porque a esperança é a última que morre.

Aos 17 e 18, com Dentinho e Fábio Ferreira, os paulistas tiveram duas boas chances de gol.

Aos 21, Rodolfo salva o que seria o segundo gol corintiano.

Custa crer que Nelsinho, apesar da pobreza do elenco corintiano, não tenha opção menos ruim que Nery.

Aos 36, Nelsinho tirou Carlos Alberto e pôs Arce, porque queria a vitória, mesmo diante do risco de sofrer a derrota, que seria simplesmente fatal.

Ele parece não estar convencido de que qualquer ponto é ponto, por mais que, de fato, o empate fosse péssimo.

Contra o Flamengo, já tinha sido assim.

Aos 39, o resultado: Alex Minieiro, sozinho na área, fez 2 a 1.

Elementar.

Só Nelsinho não sabe disso.

O Corinthians estava, definitivamente, com o pé na cova, por mais que, justiça seja feita, tenha jogado o suficiente para se sair melhor no Pacaembu.

Mas quem erra tanto, não pode se queixar.

Ao contrário, tem de agradecer.

Pelo quase gol do goleiro Felipe, de cabeça, aos 46

Ou pelo gol  salvador de Finazzi, aos 48.

Que tira o Corinthians, momentaneamente, ao menos, da Z-R.

E permite que até um empate seja bom em Goiânia.

Se o Corinthians não cair, deverá ao dois, Felipe e Finazzi, com F de fiéis.

Por Juca Kfouri às 18h00

Só deu Cruzeiro no Mineirão

Um Cruzeiro ligado e perigoso.

Um Flamengo letárgico e inofensivo.

Uma arbitragem brincalhã.

Fosse séria e não teria dado apenas o pênalti de Juan em Roni, convertida pelo centroavante no primeiro gol mineiro, aso 27.

Teria dado mais dois penais, ambos em Guilherme, um exatamente antes do primeiro gol de Roni, outro um pouco antes do segundo gol de Roni, aos 38, de bico.

Quer dizer, se o primeiro tempo terminasse 4 a 0 para o Cruzeiro estaria tudo dentro do conformes.

O 3 a 0, no entanto, demorou apenas 13 minutos, com Charles, de fora da área.

Aos 21, Roger, fez o primeiro gol de falta do Mengo no Brasileirão e diminuiu: 3 a 1.

Só que o quarto gol cruzeirense sempre esteva mais perto que o segundo rubro-negro, apesar de o time ter acordado.

O Cruzeiro está de volta ao G-4 e o Mengo está fora dele.

Por Juca Kfouri às 16h59

Bom para o Galo, nem tão ruim para o Santos

A defesa do Santos estava naqueles dias em que não se deve levantar da cama.

E o meio de campo limitou-se a assistir o primeiro tempo.

Fábio Costa com dor nas costas não foi para o jogo e o menino Felipe não decepcionou em seu lugar.

Mas nada pôde fazer quando Marcelo desviou contra o próprio gol um cruzamento errado de Éder Luís, logo aos 6 minutos.

Ao contrário, foi ele quem evitou que o Galo ampliasse, em pelo menos duas oportunidades.

E Domingos ainda jogou de bandido com ele mais uma vez ao atrasar mal uma bola de cabeça, que acabou em escanteio.

O Santos até se virava bem no ataque e Kléber Pereira teve um gol ao seu estilo bem evitado pelo goleiro mineiro, Juninho.

Mas o meio campo montado por Leão dominou o de Luxemburgo, com Dionísio, além do mais, errando passe em cima de passe e chute em cima de chute.

Daí o 1 a 0 inicial até ter saído barato.

Só que, para o segundo tempo, a moleza acabou.

Saíram Dionísio e Pet, para entrarerm Vitor Júnior e Renatinho.

Aí passou a só dar Santos que acabou tendo Marcos Aurélio derrubado na área em pênalti que Kléber Pereira converteu no empate, aos 6.

Aos 31, com justiça, Kléber Pereira virou o jogo, em lindo gol, mistura de perseverança e habilidade.

E deixou o Santos ali, com um pé na Libertadores, além de deixar o Galo ainda preocupado com a Z-R.

Não passaram nem dois minutos, porém, em falta batida por Coelho, Eduardo cabeceou, a bola ainda desviou em Baiano e o Galo empatou.

Gol achado, é verdade, mas válido como qualquer outro e, mais que isso, valioso.

Marquinhos foi expulso, aos 40, por entrada por trás em Kléber.

E o Santos foi com tudo em busca da vitória que fez por merecer.

Mas Juninho não deixou, uma, duas vezes.

E ele é pago pelo Galo para isso.

Enfim, no caso, entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

O Peixe segue vice-líder e o Galo longe da Z-R.

Por Juca Kfouri às 16h58

Cariocas em paz

O Vasco recebe o Inter e o Botafogo visita o América.

Ambos em paz e favoritos.

O Inter se sairá bem se conseguir empatar.

Por Juca Kfouri às 00h10

Ganhar ou vencer

O Sport precisa ganhar na Ilha do Retiro para não conviver com o tal fantasma do rebaixamento.

Nem o empate interessa.

O Palmeiras precisa vencer para recuperar a confiança abalada pelo Juventude e voltar a mirar forte na Libertadores.

Valdívia estará de volta e, provavelmente, dirá adeus.

Por Juca Kfouri às 00h08

Cruzeiro que cai ou Mengo que sobe?

Dois meses atrás quem olhasse para este clássico de hoje no Mineirão não teria dúvidas em apontar os donos da casa como favoritos disparados.

Pois as coisas mudaram tanto que, embora não sejam disparados, os favoritos são os visitantes.

E, se confirmarem o favoritismo, verão o país de chapéu na mão em sua homenagem.

Por Juca Kfouri às 00h04

A Libertadores é ali

Na Vila Belmiro, o Santos corta o caminho para a América.

É vencer o Galo e quase chegar lá.

Emerson Leão volta à Vila, com um desafio maior que sua juba.

Por Juca Kfouri às 00h01

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

Histórico