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Goleada de virada e fiasco tricolores
Uma Lusa ligada, um São Paulo atrapalhado. Resultado: logo aos 8 minutos, pouco depois de Rogério Ceni ter feito um milagre, Rogério, da Portuguesa, recebeu um passe brilhante de Christian e abriu o placar no estádio Santa Cruz, todo tricolor, em Ribeirão Preto. Para piorar, Reasco se machucou de novo, teve de sair, trocado por Hugo, e Adriano, depois de fazer bela jogada mas concluir mal de pé direito, o cego, ouviu a torcida pedir Aloísio, ainda no primeiro tempo. Enquanto isso, o Fluminense que, sabia-se, não poderia repetir a exibição diante do Arsenal, exagerava no Maracanã, contra o Friburguense. Porque também saía atrás, aos 10 minutos, depois que um cruzamento desviado em Roger bagunçou o coreto da defesa tricolor e Léo Andrade fez de cabeça. Menos mal que, nos acréscimos, Thiago Neves tratou de evitar que o time fosse em desvantagem para o vestiário, ao pegar bom chute no canto do gol rival: 1 a 1. No primeiro minuto do segundo tempo, porém, novo susto, e o Friburguense volta a ficar na frente. Parecia uma noite trágica para os dois tricolores. Mas, para o do Rio, só parecia. Porque aos 30, num golaço de Gabriel, aos 33, com Washington e, aos 39, com Thiago Silva, além de, aos 46,com Conca, outro golaço, o susto virou goleada e o Friburguense sentiu na pele que não deve cutucar o Flu com vara curta. Diferentemente da Lusa, que não só cutucou o São Paulo como foi mais longe, ao fazer 2 a 0 logo aos 7, depois de novo passe de Christian, agora para Bruno Recife. O São Paulo ainda tentou com Aloísio no lugar de Júnior e esteve perto de fazer seu gol, como a Lusa pôde fazer o terceiro. Mas ficou tudo mesmo no 2 a 0, absolutamente correto. Escrito por Juca Kfouri às 19h14[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
O Superclássico de Minas
Por ROMERO CARVALHO A maior rivalidade do futebol mineiro não é denominada por siglas, abreviações ou qualquer coisa do gênero. É apenas Atlético e Cruzeiro, para os atleticanos, e Cruzeiro e Atlético, para os cruzeirenses. Nem "Galo vs Raposa". A expressão "O Clássico das Multidões" se referia ao jogo entre Atlético e América, por isso nunca funcionou para o embate desse próximo domingo. E, obviamente, há muito tempo deixou de ser usada para o antigo maior confronto do Estado. A rivalidade começou em 1921. Enciclopédias do Galo definem como o primeiro encontro um jogo pelo campeonato da cidade, realizado no dia 15 de maio daquele ano e vencido pelo Atlético por 2 x 1. Já os cruzeirenses levantam a poeira de um amistoso jogado no dia 17 de abril de 1921, com triunfo dos então palestrinos por 3 x 0. Mesmo demorando décadas para se tornar um dos maiores clássicos do país, já nasceu polêmico. Em 2008, após disputas espetaculares em 2007, os rivais chegam em situações bem diferentes para seu primeiro confronto. O Cruzeiro joga um futebol convincente, rápido, insinuante, cheio de gols e com uma defesa muito mais consistente que a do ano passado. Destaque para os "alas-volantes" Charles e Ramires, além do técnico Adílson Batista, a melhor surpresa do futebol mineiro este ano. Já o Galo, mesmo com a torcida empolgada pelo centenário, não deslancha. A diretoria prometeu grandes reforços, mas só trouxe mesmo o maior ídolo da torcida alvinegra dos últimos anos: Marques, que, lesionado, não joga no domingo. Além disso, negociou a revelação Éder Luis e contratou uma das figuras mais controversas da história recente do clube, o técnico Geninho. Sua conturbada saída em 2003 não deixou nenhuma marca de amizade entre ele e a torcida. Abusando do eufemismo. Enquanto o time celeste, invicto, já foi testado até em Buenos Aires, o Galo ainda não encarou ninguém realmente relevante este ano. A lógica seria apontar facilmente o Cruzeiro como o grande favorito. Mas esse é um jogo que não respeita muito esse tipo de coisa. Desde 15 de maio ou 17 de abril de 1921. *Romero Carvalho é jornalista Escrito por Juca Kfouri às 05h52[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Sem dúvida
Aos que viram ambiguidade ou refresco na nota sobre o tema publicada neste blog, eis o que está na "Folha" de hoje. Alguma dúvida, ainda?
Escrito por Juca Kfouri às 13h27[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
O jogo do fim de semana
O clássico das Minas Gerais é o jogo do fim de semana no futebol brasileiro. Cruzeiro 100% em cinco jogos, Galo, seis jogos, quatro vitórias, duas derrotas. Cruzeiro favorito, tão favorito como no ano passado, quando foi derrotado e viu o rival ser o campeão estadual. Primeiro Atlético Mineiro x Cruzeiro no ano do centenário do primeiro. Escrito por Juca Kfouri às 10h44[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Que vergonha, Atlético Paranaense
A torcida do Furacão que me desculpe, mas não há o que justifique a eliminação da Copa do Brasil, na Arena da Baixada, pelo Corinthians, das Alagoas. Nada, nenhuma palavra. A não ser esta: VERGONHA! Escrito por Juca Kfouri às 00h51[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Vitória da esperança
Computadas 1108 opiniões, 57% ainda acham que é possível controlar a corrupção na organização de uma Copa do Mundo. O que demonstra que a esperança é mesmo a última que morre, pelo menos entre os freqüentadores deste blog. Alvíssaras! Escrito por Juca Kfouri às 00h26[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
O Rei reitera o erro
Pelé não aprende. Mais uma vez, sem nenhuma exigência de garantia, embarca nas águas da CBF e será garoto-propaganda da Copa de 2014. Será usado e, depois, sairá falando isso e aquilo sobre a corrupção no país. Só que ninguém mais acredita nele.
Roberto Price/Folha Imagen Escrito por Juca Kfouri às 19h11[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Fiasco rubro-negro.
É claro que cada um sabe onde lhe aperta o calo. Mas o Flamengo entrou em campo em Montevidéu respeitando demais o Nacional. Que nem pressionou tanto nem abusou de violência. Mas o Flamengo não soube impor sua maior qualidade técnica, embora até tenha criado duas boas chances de gol, como também o time uruguaio as teve até abrir o placar, bem no fim do primeiro tempo, no rebote de uma bola mal defendida por Bruno. Aí, para piorar, Toró teve uma pane cerebral e empurrou o gandula, para ser expulso de campo, coisa que Fábio Luciano também mereceu ser, ao chutar o rosto de um adversário. Fato é que o Flamengo foi para o intervalo com o jogo praticamente perdido. O que se consumou logo aos 5 minutos, quando foi a vez de Leonardo Moura perder a cabeça e dar uma solada num adversário, motivo para mais um cartão vermelho. Os novos gols uruguaios eram só questão de tempo. E foram saindo aos 21, aos 23, sem maior dificuldade. O Flamengo mostrou falta de um minímo de equilíbrio num jogo que nem justificou nervosismo. Assim, não irá longe. O Maracanã só não bastará. Escrito por Juca Kfouri às 17h50[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Roubado do blog do Noblat
Enviado por Luis Fernando Veríssimo -
crônicaRiver! Boca!
Foi um mal-entendido. Alguém deveria ir nos buscar no aeroporto de Miami e não apareceu. Ficamos mais de duas horas esperando num saguão vazio, que enchia a intervalos com a chegada de outros vôos e logo esvaziava de novo. E então nossa única companhia eram dois funcionários do aeroporto, dois faxineiros negros que vez por outra apareciam em extremidades opostas do saguão, a caminho de outro lugar. Quando dava a casualidade de os dois aparecerem ao mesmo tempo, um gritava para o outro: - River! E o outro respondia, lá do outro lado: - Boca!
- River! E o outro: - Boca! Os dois eram corpulentos. Idades indefinidas. Poderiam ser gêmeos. Argentinos, claro. Não dava para imaginar dois americanos, ou latino-americanos de outra parte, evocando o River Plate e o Boca Juniors daquele jeito. Portenhos, por certo, embora seus físicos não fossem típicos. E a troca de gritos, aparentemente, se repetia o tempo todo. O dia todo, todos os dias. - River! - Boca! Era só se enxergarem. Tinha começado como brincadeira, imaginei. Talvez tivessem chegado juntos aos Estados Unidos. Talvez fossem parentes, cunhados. Ou vizinhos. Só o que os separava era que um torcia pelo River e o outro pelo Boca. Cultivar aquela diferença era uma maneira de continuar em Buenos Aires. Era provável que nunca mais tivessem visto seus times jogar, mas ainda proclamavam sua paixão antiga. Nem que fosse só um para o outro, através de um saguão vazio. - River! - Boca! Não era mais uma troca de provocações bem humoradas. Não era mais uma brincadeira. O tom ficara lamentoso. Os dois dependiam daquela rotina invariável para se certificarem de que estavam ali, que continuavam existindo, e argentinos, mesmo longe de casa. E continuavam River e Boca. Uma ladainha contra o esquecimento, pensei. Uma canção do exílio para duas vozes tristes. Ou isto é literatura e os dois antípodas só combatiam o tédio. Os dois devem continuar lá, fazendo a mesma coisa. O dia todo, todos os dias. - River! - Boca! Escrito por Juca Kfouri às 16h20[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Adiós, número 1
Por GUSTAVO VILLANI Robinho praticamente dá adiós ao título de melhor do mundo que tanto almeja. Aqui não se trata de ser pitonisa, mas, sim, de ser previsível. A boa participação do Real Madrid na Liga dos Campeões era de fundamental importância para as pretensões do jogador. Mas não é só a eliminação da equipe espanhola que distancia o atacante da Bola de Ouro. Messi e Cristiano Ronaldo, hoje, são jogadores mais decisivos do que o brasileiro, e ainda estão vivos na principal competição de clubes. O ex-santista ainda não é o mesmo jogador encantador dos tempos de Vila Belmiro, apesar de ter evoluído bastante nesta temporada em relação aos primeiros dois anos na capital da Espanha. As saídas de Ronaldo e Roberto Carlos, que notoriamente tinham influências negativas no comportamento de Robinho, não foram suficientes para devolver o camisa 10 ao auge da forma técnica. A exemplo de quando jogava no Brasil, não é um atacante goleador, e, pior, tampouco é de fato tão espetacular quanto o jogador que o Real Madrid imaginava contratar por 30 milhões de dólares, em 2005. Os últimos meses foram bons para Robinho, é verdade. O jogador ganhou representatividade, principalmente após as saídas de Zidane, Beckham e dos outros brasileiros acima citados. Passou a jogar com mais alegria e até os gols apareceram com mais freqüência. Artilheiro e campeão da Copa América desprezada por Ronaldinho e Kaká, passou a declarar: "serei o melhor do mundo no ano que vem". Leão, o primeiro grande treinador, contou na semana passada que o próprio atleta se identifica como o futuro n° 1 do futebol nas esporádicas conversas ao telefone. Menos, Robinho. À frente do brasileiro, por exemplo, repita-se, estão Cristiano Ronaldo e Messi, que estiveram entre os três primeiros na última eleição, vencida por Kaká. O atacante português tem 30 gols nesta temporada, o que faz dele o artilheiro isolado da Europa, e decide partidas frequentemente para o Manchester United. Messi, apesar de seguir lutando contra as seguidas lesões (fratura e problemas musculares), também é um atacante mais incisivo do que Robinho. Incluindo os clássicos contra o Real Madrid, recíproca nada verdadeira quando tomamos o brasileiro como referência. O camisa 10 do Real Madrid tinha argumentos suficientes para arrebentar contra a Roma. no Santiago Bernabeu, e não o fez. Primeiro porque é tido como um dos principais jogadores do time, ao lado de Raúl e Casillas, duas unanimidades no país. Segundo porque de fato está jogando bem. E terceiro porque durante a semana teve o ego devidamente acariciado pelos dirigentes do Real Madrid, que lhe prometem renovação milionária de contrato até 2015. Aos 24 anos, o atacante tem tempo para mostrar ao mundo que é uma dessas jóias que surgem no futebol. Só depende dele e de uma equipe vencedora. Por enquanto, ele está distante disso e reconhecer que está é o primeiro passo para se aproximar de sua meta. Escrito por Juca Kfouri às 00h29[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Baile no Maracanã, sofrimento no Morumbi
Os brasileiros se deram bem na noite da Libertadores, tanto no Rio quanto em São Paulo. No Maracanã, noite de gala, com 35 mil espectadores, um baile do Fluminense, comandado por Dodô, autor de um belo gol, um golaço de sem pulo, e participação nos seis gols tricolores. O Arsenal da Argentina terá dificuldades em encontrar o caminho de volta para casa entre o Rio de Janeiro e Sarandi, com 6 a 0 na bagagem. Já no Morumbi, com 30 mil na platéia, a noite foi de drama, de sofrimento, para derrotar os chilenos do Audax, de virada, 2 a 1, dois gols de Adriano. O tricolor paulista só virou depois que o time chileno ficou reduzido a 10 jogadores, mas mereceu a vitória, embora ainda tenha ficado longe do que precisa jogar. Porque o Arsenal é mais time que o Audax e se o São Paulo não melhorar não será tetracampeão. Ao passo que se o Fluminense jogar sempre como jogou ontem, já pode não só encomendar as faixas de campeão da Libertadores como, também, as de campeão mundial. Comentário para o Jornal da CBN, 1a. edição, do dia 6 de março de 2008.
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/comentarios/jucakfouri.asp http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/programas/cbnesporteclube.asp Escrito por Juca Kfouri às 23h48[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Show e drama tricolores
O Fluminense esteve perto da perfeição no primeiro tempo em que derrotou o Arsenal por 3 a 0. Marcou tão bem o time argentino e com tamanha eficácia, que foi fazer sua primeira, e única falta, aos 42 minutos, quando, também, em seguida, Fernando Henrique fez sua primeira, e única, defesa. Antes disso, Thiago Neves já havia aberto o placar em lindíssima cobrança de falta e Dodô feito 2 a 0, com o refinamento de sempre, ao escorar, de chapa, um cruzamento que veio da esquerda. Depois disso, no finzinho, foi a vez de Gabriel marcar belo tento, com um toquinho para encobrir o goleiro. A volta do pó-de-arroz ao Maracanã era brindado com um espetáculo de gala do Flu, agressivo desde o começo do jogo, desorientando o time de Sarandi. Bem diferente do que acontecia no Morumbi, onde embora o São Paulo dominasse o Audax chileno, criava pouco, mesmo com quatro chances de gol, e irritava muito, com erros de passes, cruzamentos mal feitos, uma pobreza de futebol. O segundo tempo começou complicado, porque o Audax perdeu o respeito e quase abriu o marcador, não fosse uma boa defesa de Rogério Ceni. Verdade que o São Paulo respondeu prontamente, mas também não fez o gol. No Rio, o segundo tempo começou como o primeiro tinha terminado, com um golaço de Dodô, de sem pulo, de fora da área, daqueles que valem o ingresso. Aliás, bem que o árbitro poderia ter acabado o jogo ali, porque não havia mais nada a fazer. Em São Paulo, no entanto, o árbitro colaborava, mas com o São Paulo, ao invalidar um gol chileno por falta, inexistente, em Rogério, compensado em seguida com a não marcação de um pênalti em Adriano. Richarlyson seguia em sua toada de não jogar em 2008 e ao se machucar, aos 17, Villanueva, a estrela do time, fez 1 a 0, justamente na zona de marcação dele. Se a Vila Belmiro só recebeu 7.083 pagantes ontem e o Mineirão pegou 37.694, o Morumbi ficou na casa dos 28.960 mil e o Maracanã com 32.614 na noite de hoje. Aos 23, o São Paulo triscou a trave chilena e o adversário, no minuto seguinte, ficou com 10 jogadores. Borges quase empatou, mas, mais uma vez, ficou no quase. Adriano, no entanto, não ficou no quase e, aos 29, enfiou a cabeça na bola, cruzada, para variar, por Jorge Wagner, para empatar, quase ao mesmo tempo em que Washington marcava o quinto gol do Flu, depois de receber de Dodô, para continuar o show. O mesmo Washington sofreu pênalti não marcado, enquanto o São Paulo pressionava, sem a menor organização, em busca do segundo gol. Mesmo com 10, e já sem Villanueva, o Audax honrava o nome e com audácia até bola entre as pernas de Miranda enfiava. Mas, aos 40, a audácia virou derrota, porque no rebote de um chute de Hernanes, Adriano fez 2 a 1, que era justo pelas oportunidades criadas. Já no Maracanã não era nem questão de justiça, era questão de virar três e acabar seis, como Cícero fez, aos 40, com um chute venenoso de fora da área. Sim, o Maracanã viu uma obra de arte e o Morumbi viveu um drama, ambos com final feliz. Ótimo! Escrito por Juca Kfouri às 22h48[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Ciência 2, Obscurantismo 0
Por enquanto, no campo do STF, dois ministros, Brito e Gracie, fizeram dois gols e puseram o time do progresso, da Ciência, à frente do time do obscurantismo, da Religião. Que haja uma goleada é o que o país espera, segundo todas as pesquisas. Porque não custa lembrar que por motivos religiosos até quem defendia que a Terra se movia foi condenado à prisão. Naqueles tempos, o time da Inquisição ganhava de goleada do time da Ciência, Galileu Galilei e Copérnico que o digam. Hoje, em pleno século 21, pelas mesmas razões, condena-se o uso da camisinha. E se busca evitar a pesquisa com embriões. Escrito por Juca Kfouri às 21h29[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Piada de salão
Por ROBERTO VIEIRA Claro? Não meus amigos, mil vezes não. O Náutico prestar queixa seria normal. Comédia é o contrário da normalidade. Quem prestou queixa foi o conselheiro do Sport, Fernando Samico! E não é que o STJD mandou o TJD estadual julgar a procedência do caso. Só que o Náutico venceu! E o Náutico tem direito aos 3 pontos da derrota contra o Centro Limoeirense. Três pontos que lhe garantem a vitória no turno! Mas é a primeira vez que vejo a possibilidade do Náutico ser campeão graças a um torcedor do Sport.
Escrito por Juca Kfouri às 19h04[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Cai mais um poderoso na Europa
A Roma acaba de se classificar para as quartas-de-final da Copa dos Campeões ao derrotar o Real Madrid, no Santiago Bernabeu, por 2 a 1, mesmo placar do primeiro jogo, em Roma. A equipe italiana fez 1 a 0, sofreu o empate em seguida, e fez o gol de desempate aos 90, tudo no segundo tempo. E mandou, com Aquilani, duas bolas na trave espanhola, além de ter recebido uma, em cobrança de falta por Júlio Baptista. Como o Milan do intragável Silvio Berlusconi, o Madrid do generalíssimo Franco está fora. O Barcelona, em compensação, segue adiante... Como o Chelsea, terceiro inglês (com Arsenal e Manchester United) nas quartas, depois de esmagar o greco Olimpiakos, por 3 a 0. Porto e Schalke-04 vão jogar a prorrogação, pois o time português, aos 86 minutos, fez 1 a 0 e empatou tudo.
Escrito por Juca Kfouri às 17h40[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Valdívia é seleção
Para 76% dos 7900 blogueiros que responderam à sondagem de opinião, Valdívia, se brasileiro fosse, teria lugar no time de Dunga. E olhe que nem no time chileno ele tem vaga assegurada, mas por problemas disciplinares. Talvez seja hora de se pensar em novo técnico nos Andes... Escrito por Juca Kfouri às 12h20[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
'Incontrolável'
O jornal "O Globo" publicou entrevista com o presidente da CBF no sábado passado. Leia a resposta de Ricardo Teixeira à pergunta do jornal, pergunta e resposta abaixo:
Ainda assim, o senhor não se preocupa que qualquer tipo de escândalo possa ser associado com a candidatura do Brasil? "Não, porque não definiremos nada em termos de obras. Nossa missão é simplesmente acompanhar se os projetos estão sendo tocados. Faremos o seguinte: meu amigo, o projeto do estádio é esse. Quer fazer a Copa? Então, é isso aqui. Se sentirmos que as metas não estão sendo cumpridas, procuraremos outro local como sub-sede. E aí pergunto: que culpa você pode ter se por acaso o governador levou dinheiro, se houve superfaturamento? Aconteceu nos Estados Unidos, na Alemanha, é incontrolável. Por isso, nossa preocupação é cobrar as exigências dos encargos, sem ter nada com um tostão gasto pelo governo." O blog, responsável pelos grifos em negrito, faz três perguntas, uma a você, leitor, duas aos governadores, ao menos àqueles que nunca foram acusados em CPIs, como já aconteceu com o cartola: Você, leitor, acha que a corrupção é mesmo incontrolável? E você, governador, seja de onde for, o que acha de ser visto deste modo pela parceira CBF? Ou o senhor não se controla mesmo? Em tempo: a Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, foi inteiramente financiada por capitais privados, sem a construção de nem sequer um novo estádio e sem, portanto, possibilidade de superfaturamento por parte de seus governadores... Escrito por Juca Kfouri às 12h05[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Libertadores se safa
Por enquanto, ao menos, a Libertadores escapa do sério conflito entre Colômbia, Equador e Venezuela. Nenhum dos oito grupos têm confrontos entre times colombianos contra os dos outros dois países. Tomara que na próxima fase a situação permaneça inalterada. Escrito por Juca Kfouri às 11h43[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Hora tricolor
O São Paulo já sofreu o suficiente diante do fraco Audax do Chile para tratá-lo como tal. Além do mais, o São Paulo vive um momento de muitas perguntas e poucas respostas, razão pela qual tem uma ótima oportunidade não só de ganhar, mas de convencer a todos que o tetra é possível. O Morumbi é o melhor palco para tamanha demonstração. Como o Maracanã é o palco ideal para o Fluminense mostrar espírito de Libertadores, diante do time do presidente da AFA, Julio Grondona, o Arsenal. O Arsenal está para o futebol argentino assim como o São Caetano já esteve para o brasileiro, com a diferença de que o Azulão não é de Ricardo Teixeira. Arsenal que certamente não será prejudicado por nenhuma arbitragem na Libertadores... Escrito por Juca Kfouri às 11h41[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Terça-feira rica em gols e boas notícias
Tive uma terça-feira atribulada. Nem por isso deixei de ver o que tinha de ver, embora só agora tenha tempo de escrever sobre o que vi. Foi muito prazeroso ver o Arsenal derrotar o Milan, em Milão, com um vareio de bola, por 2 a 0. Como foi triste ver a nova contusão de Messi, na vitória do Barcelona diante do Celtic. E foi muito bom ver o Fenerbahce de Zico despachar o Sevilla nos pênaltis, na cidade andaluz, com dois gols de Deivid no tempo normal. Arsenal, Manchester United que superou o complexado Lyon, Barcelona e Fenerbache estão nas quartas-de-final da Copa dos Campeões da Europa. E foi muito legal assistir às duas vitórias brasileiras na Libertadores. O Cruzeiro atropelou o Caracas, com um categórico 3 a 0, jogo que vi enquanto apresentava o CBN EC, isto é, vi com menos atenção do que gostaria. E não pude ver o que me contam ter sido uma animadora, e dramática, vitória do Santos sobre as Chivas de Guadalajara, com um golaço do colombiano Molina. Uma terça-feira que acabou tão bem como havia começado, com a confirmação da anulação das últimas eleições no Vasco, obrigado a realizar novo pleito em 30 dias. Viva a Justiça! Escrito por Juca Kfouri às 00h57[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Cruzeiro e Santos com desafios importantes
Dois bicampeões brasileiros da Libertadores jogam hoje à noite pela copa americana: Cruzeiro e Santos. Às 19h20, no Mineirão com expectativa de 40 mil torcedores, o Cruzeiro recebe o Caracas. Cruzeiro que está invicto em 2008, oito vitórias em nove jogos, vice-líder do grupo 1 da Libertadores, quatro pontos em dois jogos. Caracas que também está invicto em 2008, com sete vitórias em sete jogos, líder do grupo 1 da Libertadores, seis pontos em dois jogos. É verdade que o Cruzeiro já jogou fora de casa e o Caracas ainda não. É verdade, também, que o Cruzeiro passou fácil pelo Real Potossi, 3 a 0, e o Caracas penou, com um 2 a 1. Mas não é menos verdade que enquanto o Cruzeiro só empatou sem gols com o San Lorenzo na Argentina, o Caracas, na Venezuela, derrotou o time portenho por 2 a 0. Sim, o Cruzeiro é o favorito, mas não deve esperar jogo fácil. Diferentemente do Santos, que não é favorito contra as Chivas de Guadalajara, mesmo jogando na Vila Belmiro, às 21h50. Porque o Santos não está nada bem em 2008 como bem sabe seu torcedor, ao contrário da rica e forte equipe mexicana, líder do campeonato do México, com quatro vitórias e quatro empates em oito jogos, além de líder do grupo 6 da Libertadores, embora apenas com um jogo e uma vitória, em casa. A Vila não deverá estar lotada e ainda pode ser palco de hostilidades contra o técnico Leão. Um empate para o Santos não será mau negócio, por incrível que possa parecer. Escrito por Juca Kfouri às 23h56[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Ídolo Valdívia
Computadas 1425 opiniões, 66,46% delas acreditam que Valdívia será mais idolatrado que Edmundo pelos palmeirenses. E 33,54% acham que não. A pergunta agora é outra: fosse brasileiro, o chileno teria lugar na Seleção de Dunga? Escrito por Juca Kfouri às 15h38[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Pobre hino do Brasil
Será que há na Assembléia Legislativa de São Paulo algum deputado suficientemente antenado para propor, se não a revogação, pelo menos uma modificação na tal lei que exige a execução do Hino Nacional antes de qualquer evento esportivo? Algo que limite a obrigatoriedade à abertura e ao encerramento dos torneios, por exemplo. Porque a banalização do hino tem causado não só o absoluto desinteresse do torcedor em acompanhá-lo como, ainda por cima, acontecem coisas como aconteceram ontem no Morumbi, quando a execução da segunda parte não foi respeitada nem pelos atletas nem pelos árbitros. Uma lástima. Escrito por Juca Kfouri às 10h22[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Natal no Flamengo
Escrito por Juca Kfouri às 23h01[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
E teve emoção na Taça Rio
A Taça Rio começou ontem sem novidades. O Botafogo ganhou do América e o surpreendente é que foi só de 1 a 0. Já o Fluminense fez o que se esperava e ganhou de 3 a 1 do Cabofriense. Hoje o Vasco aplicou obrigatórios 4 a 0 no Boavista. E só o Flamengo deu emoção. Perdia de 2 a 0 para o Resende no primeiro tempo. Suspense. Virou para 3 a 2 em 19 minutos no segundo tempo, com gol de Tardelli. Passado o susto, foi só administrar a vantagem, com boa atuação de Kléberson. Já nos acréscimo, Obina cruzou para Tardelli transformar o susto em goleada: 4 a 2. E não me pergunte mais porque, cá entre nós, a Taça Rio só começa mesmo com os clássicos. E, lembremos, se o Flamengo vencê-la não haverá decisão do campeonato. Escrito por Juca Kfouri às 19h08[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
São Paulo volta ao G-4
O primeiro tempo foi equilibrado em Mirassol e Rogério Ceni até teve que se virar. Mas, no fim, Jorge Wagner bateu uma falta com um tiro cruzado, a bola foi entrando, entrando e entrou, sem que ninguém a tocasse. Como Borges ampliou logo aos 8 do segundo tempo, depois foi só fazer o tempo passar. Nos acréscimos, o Mirassol diminuiu: 2 a 1. Adriano esteve em campo. Mas não jogou. Valeu para o São Paulo voltar a ser o único grande entre os quatro primeiros do Campeonato Paulista. E como treino para o jogo que interessa, contra o Audax do Chile, na quarta-feira, no Morumbi. Escrito por Juca Kfouri às 19h01[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Vitória batalhada e justa do Verdão
O primeiro tempo foi tão brigado entre Corinthians e Palmeiras que os dois times pareciam ter se esquecido que o objetivo do jogo é o gol. Tanto que a primeira emoção mais forte só surgiu aos 33 minutos, quando Diego Souza cabeceou no chão, rente à trave, e Júlio César fez excelente defesa. Antes disso, só luta. Luta e dois erros de arbitragem, um grave, outro leve. O grave foi a interrupção de um ataque alviverde por impedimento inexistente de Valdívia, em lance que o chileno ficaria cara a cara com o gol. O outro erro, leve, no contra-ataque deste lance, quando Herrera chutou cruzado, Gustavo cortou para escanteio e o árbitro marcou só tiro de meta. Em seguida, mais um erro, agora gravíssimo: pênalti de Diogo Rincón em Valdívia. Árbitros erram muito, como se vê, assim como jogadores. Diego Souza, por exemplo, deu uma pegada tão forte em Bóvio que merecia ser expulso de campo. E Lulinha foi tão fominha que deixou de dar a André Santos o possível gol de abertura do placar no Morumbi, no finzinho do primeiro tempo. No segundo tempo a primeira sensação de gol foi corintiana, depois que Marcos defendeu parcialmente um chute de Herrera e Diogo Rincón, impedido, chutou para a rede, sem valer. Em seguida, Kléber entrou no lugar de Wendel e quase deu o primeiro gol ao Palmeiras, impedido por Júlio César em chute de Gustavo. Com quase 50 mil torcedores no estádio, depois da "parada técnica", o Palmeiras botou Denílson no lugar de Alex Mineiro e o Corinthians pôs Héverton no lugar de Rincón. A verdade é que a superioridade técnica individual do alviverde não preponderava sobre a armação tática mais cuidadosa do alvinegro. E se o empate não era ruim para o Corinthians, era muito ruim para o Palmeiras. Então, aos 30, Lulinha foi desarmado por Diego Souza na saída de bola corintiana, Diego serviu Kléber que chutou forte e cruzado, Júlio César ainda defendeu parcialmente, mas Valdívia chegou antes de Carlão e fez o gol que deixava mais justo o marcador. Aos 35, na base do tudo ou nada, Carlão saiu, entrou Lima no Corinthians, que via uma invencibilidade de 10 jogos, graças aos seus zagueiros, ir para o espaço. No minuto seguinte, Diego Souza, no contra-ataque, perdeu gol feito, ao chutar em cima de Júlio César. E deixou o campo para entrar Martinez. A ordem era manter o resultado, embora estivesse claro que o Palmeiras poderia ampliá-lo. Mas deu certo e o Palmeiras permanece vivo no Campeonato Paulista, além de ter vencido seu quarto clássico seguido contra o rival. Não é pouca coisa. No confronto direto, o Palmeiras amplia sua vantagem, com sete vitórias a mais que o Corinthians. Com o que, aliás, apenas 38.81% dos 943 blogueiros acertaram, porque 45.71% apostaram no Corinthians e 15.48% no empate. Escrito por Juca Kfouri às 17h04[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem] |