Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

13/09/2008

O Grêmio derruba muita gente

Sim, 39%, dos quase 500 que opinaram, apostaram que o Grêmio terminaria a rodada oito pontos à frente do vice-líder.
 
Não terminará.
 
Terminará, no máximo, cinco pontos adiante, hipótese que o blogueiro nem contemplou por imaginar que o Goiás, no máximo, empataria.
 
E 28% apontaram que o Grêmio terminará apenas três pontos à frente e é bem possível que acertem, basta que haja um vencedor no Mineirão.
 
Sem se dizer que pode ficar só quatro pontos adiante do Botafogo, caso este vença o Inter, algo em que 14% acreditaram e acreditam.

Por Juca Kfouri às 20h23

O campeonato agradece ao Goiás

O Grêmio empacou de vez.

Dos últimos 18 pontos que disputou, ganhou apenas meia-dúzia.

É pouco, muito pouco.

Ainda mais para quem quer, e ainda pode, ser campeão.

Perder para o Goiás no Olímpico, então, é imperdoável, na primeira derrota tricolor em casa neste Brasileirão.

E o Grêmio perdeu.

Dominou o jogo, mas perdeu, por 2 a 1.

Abriu o placar com Léo no primeiro tempo, na única verdadeira chance que criou.

Viu Victor aceitar um gol olímpico de Paulo Baier no começo do segundo tempo e viu Vitor fazer o segundo gol pela direita, depois de ter sofrido uma falta e dado uma cotovelada, como revide em Souza.

Viu, ainda, Harlei fazer três boas defesas, mas nenhum milagre.

E o Goiás já tem a melhor campanha do returno, enquanto a do Grêmio é apenas a oitava.

O tricolor gaúcho poderá ter Cruzeiro ou Palmeiras a apenas três pontos amanhã.

Se ambos empatarem, ficarão a cinco, um a menos do que estavam.

Nos duelos dos que fogem da ZR, o Ipatinga fugiu da lanterna e a deixou com a Lusa.

Porque o time mineiro ajudou a aumentar o vexame do centenário do Galo, ao vencê-lo por 3 a 2.

E a Lusa tomou de 2 a 0 do Furacão.

O Brasileirão, é claro, só tem a agradecer ao Goiás de Hélio dos Anjos, o milagreiro do Serra Dourada.

Por Juca Kfouri às 20h17

Corinthians! Como Corinthians!

Foi sofrido, foi aos 49 do segundo tempo, foi corintiano.

Corinthians que dominou o jogo todo, mas que, enquanto a partida esteve 11 contra 11, viu Felipe trabalhar duas vezes em bolas de Pedrão contra nenhum risco ao gol do Barueri.

Barueri que ficou com 10 depois que o árbitro marcou mal um pênalti e foi salvo pelo quarto árbitro, que indicou que a falta em Herrera fora fora da área.

Antes da formação da barreira, com muito berreiro, a expulsão do zagueiro que fizera a falta para evitar lance claro de gol.

Ainda no primeiro tempo.

Daí para frente só deu Corinthians, que perdeu incontáveis oportunidades de gol, um pênalti mal batido por Chicão, inclusive, já no segundo tempo, quando o Barueri ficou com apenas nove jogadores.

Insistindo pelo meio, o Corinthians criou suas melhores chances pelo jeito óbvio, pelas pouco utilizadas laterais do campo.

Até que, aos 49, Douglas cruzou pela esquerda e André Santos entrou batendo de primeira para marcar, talvez, o gol mais difícil de todos que o time criou e perdeu.

E 28 mil fiéis saíram do Pacaembu lembrando que o Corinthians as coisas são assim mesmo, mas felizes com os 15 pontos abertos sobre o quinto colocado, exatamente o próprio Barueri, e com a sexta vitória consecutiva do alvinegro. 

Por Juca Kfouri às 18h17

12/09/2008

Fora Dunga!

Com mais de 5000 opiniões, 85% dos blogueiros optaram pelo "Fora Dunga!".

Gente, como se vê, impaciente, mal-humorada e de mal com a vida.

Menos mal que 15% querem que ele fique.

Ou, pelo menos, parecem preferi-lo a Vanderlei Luxemburgo da Silva. 

Por Juca Kfouri às 15h58

Rodada para todos os gostos

Neste sábado, às 18h20, no Olímpico, o Grêmio é a Seleção Brasileira e o Goiás...a da Bolívia.

O Grêmio, portanto, que se cuide.

Porque se se cuidar e fizer o que dele se espera poderá, no domingo, quase começar a comemorar o seu, até aqui, merecido tricampeonato brasileiro.

Já, no mesmo horário, na Arena da Baixara, Furacão e Lusa começam a decidir que tem mais pressa para cair.

O blog aposta que é a Lusa.

E o Ipatinga recebe o Galo, cometendo a ridicularia de não deixar os mascotes alvinegros entrarem no gramado.

Que o Galo saiba revidar à altura, em campo.

No domingo tem para todos os gostos.

Às 16h, no Mineirão, O Jogo: Cruzeiro e Palmeiras.

Segundo Vanderlei Luxemburgo, que já foi campeão com o primeiro e quer voltar a ser com o segundo, quem ficar a nove pontos do Grêmio está fuzilado.

Portanto, os dois Palestras estão obrigados a vencer.

Porque, de fato, mesmo se empatarem e chegarem aos 44 pontos, caso o Grêmio tenha cumprido com a sua obrigação, o tricolor gaúcho ficará "apenas" oito pontos à frente.

Palpite?

Sim, o Brasil goleará a Bolívia...

Outro jogo pra lá de interessante será disputado no Morumbi, entre São Paulo e Flamengo, infelizmente no mesmo horário do Mineirão.

Se os tricolores parecem já estar pensando só em Libertadores, o que não é pouco, os rubro-negros ainda sonham com o hexacampeonato.

E, reforçados, acreditam que caso vençam, como têm dois jogos seguidos no Maracanã (Ipatinga e Sport), acreditam que ainda dê porque, afinal, no ano passado o milagre foi parecido.

Vasco e Náutico, em São Januário, também às 16h, repetem, com menos aflição, o drama da Arena da Baixada.

E o Vasco que não subestime o Timbu, que anda aprontando bem como visitante.

Sport e Figueirense, na Ilha do Retiro, é quase favas contadas para o Leão.

Aí vêm os jogos das 18h10.

Na Vila Belmiro, que coisa!

Santos e Fluminense.

Como Furacão e Lusa.

Como Vasco e Timbu.

Mas, aqui, para tranquilizar o torcedor do Flu, o blog aposta no Santos...

Vitória e Coritiba, no Barradão, devem fazer um jogo agradável de se ver e confortável para ambos, embora os dois possam ainda ambicionar um lugar no G4.

E, finalmente, Botafogo e Inter no Engenhão.

Depois de ter sido palco daquele horror pelas eliminatórias, o estádio merece um grande jogo.

E não era para ser, elenco por elenco, mas o favorito é mesmo o Fogão.

Ah, e pela Série B, de Brasil, no sábado, às 16h, tem Corinthians e Barueri.

Mano Menezes diz que será jogo duro.

Deve ser, mesmo... 

Por Juca Kfouri às 14h18

11/09/2008

Justiça que tarda e falha

A justiça esportiva manteve a condenação ao Palmeiras pelo episódio do gás.

Perda de um mando de jogo no Paulistinha e multa de R$ 10 mil.

Penas mais morais do que outra coisa porque se, de fato, se provasse a responsabilidade da direção alviverde, deveria ser muito mais pesada.

O que é estarrecedor é constatar que até hoje a polícia de São Paulo não concluiu seu inquérito a respeito do episódio, acontecido no dia 20 de abril, há quase cinco meses.

Talvez porque sobrem delegados de polícia na Federação Paulista de Futebol e em clubes de futebol.

Pior só o Tribunal de Contas da União, que até hoje não concluiu seu relatório sobre os gastos do Pan-2007, que terminou faz mais de um ano.

Por Juca Kfouri às 22h28

Vem aí o Museu do Futebol

Dia 29 deste mês, às 19h, será inaugurado, no estádio do Pacaembu, em São Paulo, o Museu do Futebol.

Acabo de voltar de lá, depois de uma visita guiada por seus responsáveis e ao lado de companheiros da CBN, rádio Globo e Diário de S.Paulo.

Quem conhece o Museu da Língua Portuguesa, também em São Paulo, pode ter uma idéia do que será o do Futebol.

Eu ia escrever uma pálida idéia, mas não seria generoso com o Museu da Língua, que é belíssimo.

Mas o este Museu do Futebol será alguma coisa de absolutamente deslumbrante, ao mexer com a emoção, com a coisa lúdica do esporte e ensinar história da melhor maneira possível, ao misturar o Brasil com sua maior paixão.

Filmes, fotos, objetos, narrações, vídeos, altares, anjos, bolas, interação, tem de tudo muito lá.

E não é coisa para se ver num dia só.

Aliás, é coisa para se ver, rever, mais uma vez, outra, uma curtição.

Ah, e o ingresso será baratinho, baratinho.

Quem tiver que pagar, pagará, no máximo, R$ 6.

Por Juca Kfouri às 15h12

Aos navegantes

A partir de agora só ficarão como endereços indicados por este blog aqueles que são do UOL ou têm ligação profissional, ou afetiva, comigo.

Como, por exemplo, o "Juca entrevista" da ESPN, o podcast do CBN EC, ou os que são da minha família.

Lamento pelos blogs que tive de cortar em comum acordo com a direção de esporte do UOL.

Em tempo: como os primeiros comentários concluem que houve imposição do UOL, esclareço que a iniciativa foi do dono do blog.

Não se precipite, por favor.

Não sou de aceitar imposições e tenho motivos sérios, e pessoalíssimos, para ter tomado a decisão.

Por Juca Kfouri às 11h53

Brasil segue em segundo. Paraguai "campeão"

O Peru empatou, com justiça, no último minuto com a Argentina em Lima (1 a 1) e manteve a Seleção Brasileira em segundo lugar no saldo de gols, com o mesmo número de pontos (13) que Argentina e Chile, que goleou a Colômbia (4 a 0) em Santiago.

Mas quem gostou dos resultados foi mesmo o Paraguai que, com 17 pontos, já é o "campeão" do primeiro turno das eliminatórias sul-americanas, mesmo que perca seu próximo jogo, na Colômbia.

Por Juca Kfouri às 01h37

Engenhão fora da Copa

Antes do jogo, Ricardo Teixeira deu, de má vontade, uma rápida e mal-humorada entrevista a alguns repórteres que o cercaram.

Primeiro disse que esperava ganhar os três pontos.

Depois que não falaria sobre a ausência do torcedor nas arquibancadas,.

Então falou que esperava uma bela exibição.

Negou que a campanha brasileira era decepcionante.

E descartou o Engenhão como palco da Copa de 2014, "porque cada cidade terá apenas um estádio".

(Imagine a preocupação do Botafogo, do Palmeiras e do São Paulo...).

Finalmente respondeu que considerava o desempenho de Dunga "bom".

Tudo como sempre, bem Ricardo Teixeira e seus conhecidos maus bofes.

Depois do jogo, foi a vez de Dunga conceder sua entrevista coletiva.

Não falou nada demais nem de menos.

Mas parecia um cordeiro.

Estranho, muito estranho, nada Dunga.

Por Juca Kfouri às 00h23

Nota 10 para o torcedor. O que não foi

Júlio César teve 7, Maicon 6, Lúcio e Luisão também, assim como Juan; Lucas 5, Josué 3, Diego Cai Cai 5, Ronaldinho Tanajura 4, Robinho Triatleta 4, isolado Luís Fabiano 5, Julio Batista 7, Elano e Nilmar sem nota.

A nota do jogo é óbvia: zero!

Dez só para o torcedor carioca.

Que não foi ao Engenhão.

Aos que foram, nota cinco, porque, ao menos, vaiaram.

Menos mal que no fim de semana tem Brasileirão.

Bem ou mal, é melhor que esta Seleção.

Boa noite!

Em tempo: todos erramos. A começar pelo dono do blog que nem cogitou de um 0 a 0, ou um 1 a 0, 2 a 0.

Foi de 3 a 0 em diante.

3 a 0 que teve a maior votação, com 30% de quase 900 palpites.

O 6 a 0 (que era, cá entre nós, o palpite do dono do blog) teve 27.

4 a 0 com 25% e 5 a 0 com 18% fecharam o jogo.

Por Juca Kfouri às 23h46

10/09/2008

Brasil x Bolívia: um jogo de risco

Brasil e Bolívia jogam hoje à noite, às 21h50, no Engenhão.

Trata-se de um jogo de risco.

Alto risco.

Sim, na baixitude da cidade do Rio de Janeiro, é alto o risco de a Bolívia levar uma goleada.

Basta dizer que nas quatro partidas que fez fora da altitude de La Paz, a Bolívia perdeu as quatro e sofreu 16 gols.

Levou cinco do Uruguai, mais três da Argentina, outros cinco da Venezuela e mais três do Equador.

Mesmo em casa, os bolivianos perderam do Chile e só empataram com a Colômbia.

Por ironia, sua única vitória foi contra o líder Paraguai.

Dizem que não há mais bobos no futebol, mas ainda existe, ao menos, a Bobolívia, última colocada nas eliminatórias sul-americanas.

O único risco do time de Dunga está em que ninguém falou mal dele nem na segunda nem na terça-feiras.

E aí é capaz de bater aquela preguiça...

Por isso, atenção, Dunga e seus dunguetes: você são todos uns pernas de pau.

Sou Bobolívia e dou dois de lambuja!

 

Comentário para o Jornal da CBN desta quarta-feira, 10 de setembro de 2008.

http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/comentarios/jucakfouri.asp

Por Juca Kfouri às 00h06

O brasileiro voador

Por ROBERTO VIEIRA

No tempo que você leva para ler estas palavras, um brasileiro voou para a medalha de ouro.

O estádio é o mesmo.

O Ninho do Pássaro em Pequim. Um homem dispara pela pista de atletismo.

Mas ele não é Usain Bolt.

Estes são os Jogos Paraolímpicos.

E seu mundo não percebe as cores das arquibancadas.

A linha de chegada.

Seu mundo perdeu os detalhes e contornos depois de um descolamento de retina.

Como um Tostão redivivo, intuindo explosão e arte. Como um Sugar Ray Leonard.

Porém, com o agravante de um diagnóstico terminal.

A escuridão por destino.

Pela escuridão do seu novo mundo, Lucas Prado voou na distante Pequim dos mandarins.

Pela escuridão sem fim, Lucas Prado correu os 100m rasos em inimagináveis 11s03.

Apenas 1s34 mais lento que Usain Bolt.

No tempo que você leva para ler estas palavras, um brasileiro voou para a medalha de ouro.

Flash.

Na mais completa escuridão...

Por Juca Kfouri às 23h07

09/09/2008

Fofão é mesmo um bolão

Com mais de 1100 respostas, 65% dos blogueiros consideraram a despedida de Fofão mais importante que a vitória da Seleção em Santiago.

Boa!

Por Juca Kfouri às 16h17

Gracias!

Quinze dias antes de completar três anos, este blog chega a 40 milhões de visitas.

Mas, mesmo!

Como o contador lá embaixo da coluna à esquerda registra, sem mentirinhas ou mentironas.

Porque aqui é assim é assim: mata-se a cobra e mostra-se...a cobra morta.

Por Juca Kfouri às 01h43

A Seleção Brasileira não é mulher de malandro

Dunga voltou a pontificar.

Disse que a Seleção Brasileira não precisa apanhar para vencer.

Disse que se crítica fizesse a Seleção ganhar, a Seleção ganharia sempre, porque vive sendo criticada.

Dunga, na preleção do jogo em Santiago, como revelou o "Estadão", chamou até de FDP o presidente da República.

FDP no bom sentido, é claro, sabe como é, apenas para estimular os jogadores à vitória.

Vitória que veio, por sinal.

Mas que, é bom lembrar ao Dunga, foi só contra o Chile.

Chile que faz incontáveis bons vinhos, mas que, em matéria de jogador de futebol, fez, de extraordinário, apenas Don Elias Figueroa.

Além de bons jogadores como Caszely, Salas, Zamorano, Valdívia e olhe lá.

Por Juca Kfouri às 01h15

Do 'Estadão' de domingo

Por UGO GIORGETTI

 

Saia logo do limbo, caríssimo inimigo

 

Próximo da Avenida Pacaembu o carro se viu no meio da saída dos torcedores do Corinthians.

 

Os ocupantes do carro, entre os quais eu mesmo, começaram imediatamente a reclamar e amaldiçoar o timão por quase nos bloquear o caminho e transformar o trânsito daquela hora do sábado no inferno habitual dos dias de semana.

 

De repente alguém dentre nós fez uma pegunta pertinente, mas que ocasionou um longo e embaraçoso silêncio: “ mas afinal, com quem o Corinthians jogou?”

 

Ninguém soube responder naquele carro onde não havia um único corintiano.

 

Ficamos assistindo a saída daquela torcida com suas camisas, suas bandeiras tudo tão familiar, mas ninguém sabia contra quem tinham jogado.

 

Nada do adversário, nenhuma informação.

 

Era como se tivessem jogado contra ninguém, como se comemorassem a vitória sobre algo invisivel, talvez inexistente.

 

E de repente me ocorreu que essa era a tragédia da segunda divisão: o esquecimento.

 

Ninguém sabia contra quem o Corinthians tinha jogado porque o time não estava mais entre nós.

 

Não fazia mais parte das nossas preocupações. Estava num limbo, num vazio, sobre o qual havia as costumeiras noticias nos jornais, com placar, renda, goleadores,etc. Mas contra quem? Quem seriam os times misteriosos que mereciam a atenção daquela enorme massa torcedora? 

 

Nunca tinha me acontecido coisa parecida desde a infância, isto é, excluir o time do Parque São Jorge do meu horizonte de preocupações.

 

Nunca tinha me acontecido de  perdê-lo de vista e principalmente não me preocupar com ele.

 

Não saber que lugar ocupava na tabela, quando meu time teria de enfrentá-lo, quem estavam contratando, essas coisas que fizeram parte do futebol como eu o entendo por tantos anos.

 

Sequer me ocorria torcer contra ele, uma das atividades mais agradáveis a que se entregam os não corintianos através dos tempos.

 

O Corinthians definitivamente entrou em outra dimensão e se encontra num mundo a parte.

 

Sei que os corintianos não percebem isso, evidentemente.

 

Para eles o time está aí, presente, preparando-se para voltar à primeira divisão e eles encaram a segundona como uma competição qualquer.

 

Abrem os jornais e lá está Mano Meneses.

 

Ligam a televisão e lá estão as camisas alvinegras como sempre.

 

Eles não sentem falta do time.

 

Mas nós sim.

 

É a nós, os antitimão de todas as espécies, que o Corinthians faz falta.

 

Me entristeceu não saber quem era seu adversário ali no trânsito do Pacamebu depois da partida.

 

Me entristeceu ver o Corintthians tão distante.

 

Fui atingido subitamente por essa estranha verdade: esse time me faz muita falta.

 

Constato que pior do que perder para o Cointhians é não tê-lo como adversário.

 

É sua presença que garante a grandeza dos demais: só se é realmente grande depois de vencer o Corinthians em alguma decisão empolgante, num domingo de sol, com o estádio lotado.

 

Não ter essa possibilidade é uma perda irreparável.

 

Há pouco tempo conversando com meu amigo doutor Clovis Lombardi constatamos que os dois, anticorintianos fervorosos desde a pré-história, nos lembrávamos de todos os nomes de um longínquo, lendário ataque  do destável clube: Claudio, Luisinho, Baltasar, Carbone e Mário.

 

Esse é o time que me atormenta desde a infância e a quem faço um apelo.

 

Saia logo dessa nebulosa em que se encontra, volte desse lugar misterioso.

 

Volte, por favor, odiado caríssimo inimigo. 

Por Juca Kfouri às 00h35

Uma carta de Sorín

Barcelona, 12 de maio de 2002 (4 meses depois do último jogo de Sorín pelo Cruzeiro na sua primeira passagem por Belo Horizonte).

"Há quatro meses conquistamos a Copa Sul Minas. Há quatro meses fui embora do Cruzeiro. O texto abaixo escrevi para mim, porém, senti a necessidade de compartilhar-lo com vocês. Simplesmente para que saibam a importância que tudo isso tem na minha vida. Simplesmente para seguirmos juntos, apesar da distância.

Hoje, estréio em meu novo time. São muitas as expectativas e as vontades de sempre, mas esperando um dia retornar a minha segunda casa.

15:58 h. - Banderas em tu corazón

Setenta e cinco mil caras esperando ver o Cruzeiro campeão. Saímos rodeados de mascotes e crianças, que nos acompanham sempre com um sorriso. Pegamos forte e corremos para o gramado. Uma olhada rápida, mãos para o alto e as primeiras emoções. Não é comum e é até anormal muitas camisas argentinas, celestes e brancas, no Brasil todas sentimentalmente distinguíveis. Chegam as placas de homenagem. Primeiro, do presidente. Depois, da Máfia Azul e logo uma camisa inesquecível com o meia dúzia nas costas, assinada por todos os funcionários do clube. A melhor homenagem, da cozinheira ao ropeiro, os encarregados da limpeza, até meus colegas, médicos, técnicos... Vale ouro! Vale mais suor, ainda!

Sorteio a moeda da Fifa, eh? Deu branco e ganhei. No segundo tempo, atacaremos junto ao grosso da nossa torcida. Antes de começar toca o hino brasileiro. Todos cantam e eu não. Procuro minha companheira e concentro-me em silêncio. Observo a torcida e na arquibancada há uma bandeira argentina. Que orgulho! Não posso acreditar. Onde estão meus amigos do bairro para contar-lhes? Jogam balões para os céus com meu rosto estampado numa bendeira vertical. É minha despeida, a partida final. Contenho as lágrimas, soa o apito.

16:20 h. - Sarando as feridas

Meu Deus! Um choque forte, toco a sombrancelha. Sangue. Puta que pariu! De novo? Quarto corte na cabeça em dois ano e meio. Queria jogar e o juiz reserva "canarinho" disse-me que não! Quase que pede a minha substituição e disse que há muito sangue. Peço-lhe por favor. Hoje, não me deixes de fora, irmão! Ele não entende bem, mas me permite entrar e lávou eu como um "papai smurf". Serão seis pontos n intervalo, 0 a 0, com uma bola na trave e um susto forte.

17:40 h. - Oh meu pai, eu sou Cruzeiro meu pai...
Tira a camisa! Tira a camisa!

Parece uma bola perdida, mas sei que o Ruy vai ganhá-la. O "cabeção", meu amigo e parceiro de quarto, vai tocá-la por um lado e buscá-la pelo outro (fez uma gaúcha, berra o locutor). Entra na área e só rola para trás. Não sei o que faço aí, a não ser confiar nele. Não sei o que faço senão ir além do sonho da despedida e não há tempo prá pensar. Com três dedos e meio esquisitos de prima, com a sempre canhota bendita e a rede se mexe, é o mundo que explode, vem o delírio, a festa... Não pode ser real. As cabecinhas que pulam descontroladas, a camisa voando na mão e um grito eterno, inesquecível, uma dança especial.

17:55 h. - Ah, eu tô maluco!
Bi cam-pe-ão!

Faltam segundos e não existe sensação comparável como a de ser campeão. Nos olhamos cúmplices com o Cris e rimos da conquista depois do esforço. Somos irmãos, somos um punhado azul de raça inquebrável, enquanto o pessoal na arquibancada baila, grita, goza e por fim estoura com o final.

Escuta-se um estrondo inconfundível. Um abraço, dois, um milhão, a correria perdida, louca, entre pulos, festejos com cada companheiro, Toninho, Valdir, Tital e Bolinha, todos malucos. De repente um cara me leva nas costas e damos a volta olímpica. Não quero que isso termine e penso se pudesse parar o tempo nesse instante, mas não posso. E aí, vou dando-me conta que também é o final para mim, que estou indo embora do meu time, da minha cidade, da minha gente. Então, vem a enorme emoção e comemoro como sempre, desenfreado, sem limites, como se fosse a última vez.

Comemoro e cumprimento cada canto do maravilhoso Mineirão. Despeço-me e quero abraçar a todos. Quero que dêem a volta conosco, quero dizer-lhes que eles não sabem como necessitamos de todos aqui dentro. Vejo faixas e ainda não acredito. Vejo os rostos de alegria e até hoje nada sai da minha mente.

Depois de tudo, a surpresa com a presença de minha mãe extamente no Dia das Mães e é impossível não chorar. Finalmente, recebo a Copa tão desejada. É bonito ser campeão. É grandioso ser capitão do Cruzeiro e ser campeão. Levantamos a taça, desfrutamos e saimos a oferecer aos milhares que estavam por todas as partes até o cansaço. Imagino Minas. Imagino BH. Tudo se acaba e não podia ser tão perfeito.

Será que sonhei?

Nem um sonho seria tão incrível.

Estou partindo e pensando se algum outro dia eu serei tão feliz!"

Juan Pablo Sorín

Por Juca Kfouri às 00h26

08/09/2008

Federer não morreu

Para quem achava que Roger Federer tinha acabado, eis aí: ele acaba de ganhar mais uma vez o US Open, tratorando Andy Murray por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 7/5 e 6/2, em pouco menos de duas horas, 1h51 para ser bem exato.

Nadal ainda é o número 1.

Mas até quando?

Por Juca Kfouri às 20h04

Testa verde

Muito em breve o Palmeiras entrará em campo ostentando o nome Ferrari na camisa.

E não é nenhuma homenagem ao regularíssimo lateral-esquerdo que defendeu a Academia nos anos 60 e por seis anos seguidos.

Não, trata-se da marca mundialmente conhecida pela excelência dos carros que fabrica, do mesmo grupo da Fiat, que patrocina o Palmeiras.

É o Verdão turbinado pela cavalinho de Maranello.

Por Juca Kfouri às 17h08

Do Maracanã ao Paraíso: faça um gol

Por LUCIANO OLIVEIRA

A cena é comum hoje em dia: ao fazer um gol, o jogador sai correndo ─ de preferência em direção a uma câmera de televisão ─ e, com os braços para o céu, agradece a Deus! Alguns, com os dedos indicadores em riste, parecem entabular verdadeiros diálogos com o Criador, antes de serem afogados pelos abraços da comemoração. Às vezes, a câmera de televisão, onipresente, mostra também o goleiro solitário, lá atrás, ajoelhado e orando com as mãos em côncavo ─ os olhos fechados dando-lhe uma compenetração digna de muçulmano voltado para Meca!

Novos tempos, novos signos. Quando eu era menino, geralmente o gol era comemorado com o jogador pulando e dando no ar o famoso soco de Pelé. Eu até pensava que isso fazia parte do gol. Todos nós, nas peladas, fazíamos assim. Ainda lembro o quanto achei estranha a comemoração de Rivelino quando fez o gol de empate contra a Tchecoslováquia na Copa de 70: em vez de pular, ele saiu feito um louco pisando furiosamente o gramado e, com os punhos cerrados, agitando os braços em direção ao chão. Parecia partindo para a quebrar a cara de um desafeto! Logo depois, Pelé fez o segundo gol e repôs as coisas nos devidos lugares: corrida, salto e soco ─ no ar!

Desde então descobri que o estilo Pelé era apenas o reflexo de sua maravilhosa hegemonia nos gramados do mundo. Outros astros, outros estilos. Reinaldo, em plena ditadura, fez história com sua comemoração imitando os militantes do Black Power americano: parado, grave, o braço esquerdo por trás do corpo e o braço direito, com o punho sempre cerrado, retesado feito uma Estátua da Liberdade sem tocha... Passemos.

Um estrangeiro recém-desembarcado entre nós, vendo a atual onda de fervor nos estádios, concluiria logo pela profunda religiosidade do povo brasileiro. Um brasileiro desconfiado como eu, leitor de Sérgio Buarque de Holanda, perguntaria se o fenômeno não seria, justamente, um exemplo a mais da superficialidade do nosso sentimento religioso! O assunto foi tratado no clássico Raízes do Brasil. Nele, Sérgio Buarque chama a atenção para o nosso catolicismo que "permite tratar os santos com uma intimidade quase desrespeitosa", tendo muito pouco a ver com "um sentimento religioso verdadeiramente profundo".

O julgamento, é claro, não pode ser generalizado e precisa de nuances. No curto espaço de um artigo de jornal basta dizer que, aqui, estou me referindo à proliferação, no Brasil, de imagens, símbolos e frases religiosas em locais onde, mais do que uma veneração verdadeira ao Senhor, parece estarmos diante de uma invocação do "seu santo nome em vão" ─ para usar a fórmula consagrada nos Mandamentos. Veja-se uma Copa do Mundo. Rezas, velas, pragas e promessas para o Brasil ser campeão! Nunca entendi por que diabo ─ se cabe a palavra aqui ─ Deus, com tanta coisa para se ocupar, iria perder seu precioso tempo com isso. Aliás, sempre achei que, se fosse o caso de interferir em negócios tão frívolos, Ele faria melhor em dar uma força a países que nunca ganharam, não ao Brasil, que já foi campeão cinco vezes. Num adendo de justiça social, eu, se Deus fosse, daria o título a um daqueles raros países africanos que de vez em quando lá chegam. Imaginem agora se envolver no resultado de um jogo Náutico X Sport!

Na verdade, o que merece uma reflexão maior do que simplesmente ironizar a presença de Jesus em camisas de jogadores ─ afinal, uma bobagem ─, é o fato mesmo de encontrar sua presença em contextos em que ela não se encaixa, por se tratar de situações onde não se vislumbra nenhum traço da mensagem de amor do nazareno ─ executado na cruz entre dois ladrões... Veja-se o caso do famoso Propriedade Exclusiva de Jesus, que se vê em tantos carros por aí. Imagino um assaltante chegando para roubar. O sujeito, se estiver com um revólver no porta-luvas, é capaz de lhe dar um tiro. Como sou humano e normal, sou até capaz de compreender seu gesto. Só não sei é se o proprietário do carro aprovaria...


*Luciano Oliveira é professor da Universidade Federal de Pernambuco

 

Por Juca Kfouri às 17h03

A volta de quem não foi

Kia Joorabchian está de volta, se é que um dia foi, e com a bola toda:

foi ele, e não Wagner Ribeiro, quem negociou Robinho com o Manchester City.

Não só pelo negócio em si, mas, também, pelo prazer de atravessar uma transação que Roman Abramovich, o dono do Chelsea e inimigo do patrão de KJ, Boris Berezovsky, dava como certa.

E Ribeiro, o procurador do jogador, teve pelo menos dois milhões de motivos para não se opor à negociação.

Por Juca Kfouri às 13h32

Luís Fabiano, disparado

Com mais de 2500 respostas, Luís Fabiano, com 66% das opiniões, foi apontado em nossa sondagem -- que continua na página do UOL Esporte --, como o maior responsável pela vitória em Santiago.

Dunga veio a seguir com 23% e Robinho teve 11%.

O tema, no blog, agora é outro: Fofão ou Seleção?

O que foi mais importante ontem, a despedida dela ou a vitória sobre o Chile?

Por Juca Kfouri às 12h21

Na "Folha" de hoje

JUCA KFOURI

José Roberto Guimarães, o fofão



Sim, todas as homenagens devem ser direcionadas para ela, a maior levantadora que nosso vôlei já teve. Mas ele...


FOFÃO PAROU . E eu peço licença para a nossa competentíssima Cida Santos para falar dela, a Fofão. E dele, o fofão. Fofão é dessas atletas que você não nota de cara. Que você aprende a admirar. Que você passa a respeitar até pelo que ouve dos especialistas em vôlei, coisa que Cida é e eu não. E mais do que admirar e respeitar, Fofão é daquelas pessoas que você passa a gostar. Mesmo sem conhecer, sem jamais, por estranhas circunstâncias, ter falado com ela. Porque Fofão não é apenas a exímia levantadora que por 18 anos vestiu a camisa do Brasil, ora na quadra, ora no banco, sempre para o conjunto, sempre líder, sempre boa, sem ser boazinha, porque nunca deixou de apontar o que estava errado e na cara de quem errava, franca e lealmente. A cena final de sua histórica passagem pela seleção não poderia ter sido mais sugestiva. Fosse em Pequim, com o ouro no peito, teria sido épica e da maneira mais gloriosa possível. Mas foi em Fortaleza, num torneio menor, o suficiente para permitir que todas as atenções fossem para ela, como ela mereceu apesar de perfil sempre discreto. E para que o técnico José Roberto Guimarães, mais uma vez, revelasse que ele não é apenas o mais dourado de todos os treinadores de vôlei pelo mundo afora. Zé Roberto foi campeão com o pé e com a mão: com as mulheres e com os homens no vôlei e com o Corinthians que comandou como gerente no primeiro Mundial de Clubes da Fifa. Zé Roberto é tão discreto que muita gente nem sabe disso ou se sabia já esqueceu. Mas sua comoção no momento final de Fofão revela bem diante de que tipo de caráter estamos quando diante dele. Difícil dizer quem estava mais emocionado, se ela ou ele. E ele por ser grato a ela, por ser capaz de dizer para quem quiser ouvir que sem ela o ouro olímpico teria sido impossível. José Roberto Guimarães diz que passou quatro anos de luto depois daquele 24 a 19 na Rússia em Atenas. E agora que ganhou o que ninguém jamais ganhou, ouro com mulheres e homens, não teve uma palavra de vingança, de revanche, apenas ganhou. Felizmente ele desmente essa bobagem de que a imagem é tudo, simplificação bem a gosto dos marqueteiros medíocres. Zé Roberto é a prova viva de que quem tinha razão eram nossos avós que já diziam que o que é do homem o bicho não come.

Dunga, o sobrevivente
A seleção chilena é horrorosa. A seleção do Dunga não tem nada com isso. Achou um gol em bola de Ronaldinho para Luís Fabiano, perdeu um pênalti com o mesmo Ronaldinho traseiro de tanajura e fez um lindo gol com Robinho que, a exemplo do chileno Suazo, perdera um gol feito. Tudo no primeiro tempo, o tempo que definiu o jogo e salvou o pescoço de Dunga, apesar de ele ter escalado Kléber, expulso, e de insistir com Diego. Pior, só mesmo Valdivia conseguiu ser. Como a Bolívia será goleada na quarta-feira, o Brasil terminará a rodada consolidado em segundo lugar. Nem por isso jogou bola.

Por Juca Kfouri às 11h43

Dunga&Diego

Acho Dunga um erro como técnico da Seleção.

Mil vezes Paulo Autuori ou Felipão.

Mas prefiro Dunga a Luxemburgo, apesar de o segundo ser, como técnico, muito melhor.

Ocorre que não acho que basta ser técnico e em todos os outros quesitos Dunga leva melhor sobre ele.

Portanto, não torço par Dunga cair, convencido que estou de que Luxemburgo será o escolhido de Ricardo Teixeira.

Dito isso, vamos a Diego.

Não acho que ele tenha cabeça para ser o pensador da Seleção nem maturidade para começar como titular.

Um árbitro menos paciente o teria expulsado ontem antes da metade do primeiro tempo, como fez com Valdívia no segundo, por falta muito menos apelativa.

Diego não cresceu.

Simples assim.

Por Juca Kfouri às 11h31

Dunga respira

O Chile é tão ruim que em dois lances o Brasil liquidou o jogo, primeiro com Luís Fabiano, o melhor em campo, e depois com Robinho, em passe de Luís Fabiano.

Robinho que, por sinal, tinha perdido um gol feito nem bem o jogo tinha 10 minutos.

Verdade que o chileno Suazo perdeu outro, em seguida.

Embora ninguém tenha perdido pênalti, com exceção de Ronaldinho, que pusera a bola na cabeça de Luís Fabiano no primeiro gol.

Seja como for, e já com Valdívia em campo, o Chile não podia mesmo ser oponente, como muito menos a Bolívia será na quarta-feira.

No segundo tempo, genial, Kléber tratou de ser expulso, burrice felizmente compensada por outro esperto, Valdívia, em seguida.

Então, o árbitro não deu um pênalti para o Chile e Luís Fabiano todo atrapalhado fez 3 a 0.

Dunga sobrevive, tomara que desista de Kléber por enquanto, ao menos, e de Diego, como titular, para sempre.

Este blog, em homenagem à vitória e ao Dia da Independência do Brasil, se exime de dar notas.

Até porque elas não seriam muito generosas.

Por Juca Kfouri às 23h10

07/09/2008

A Seleção perde. Mas ganha

Com pouco mais de 3000 palpites coletados, eis que 62% dos leitores deste blog apontam o Chile como favorito.

E estão, tecnicamente, corretos.

Mas, aposta o blogueiro, errarão.

Porque está na hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor e nada mais apropriado do que neste momento, de absoluto descrédito.

Não bastasse a torcida e a crítica, até o presidente da República deu sua mãozinha para provocar os jogadores em busca da vitória que virá.

Além do mais, cá entre nós, o time do Chile é bem fraquinho, mesmo em Santiago.

Bem sei de que o retrospecto é todo desfavorável ao time de Dunga, mas ainda assim acredito na vitória que salvará o pescoço do técnico, ainda mais que o jogo que vem é a maior moleza, a Bolívia, na baixitude do Engenhão.

A rodada terminará no meio da semana com o Brasil em segundo lugar.

Vale quanto?

Por Juca Kfouri às 13h41

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

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