Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

26/09/2009

Danilo, atlético palmeirense, o nome do jogo!

Foto:Rubens Cavallari

Palmeiras e Atlético Paranaense fizeram um primeiro tempo equilibrado, até com Marcinho levando mais perigo a Marcos do que o ataque paulista levou a Galatto.

Com quase 24 mil pagantes, o Palestra Itália sofreu.

Mas a fase alviverde é boa mesmo e se o time sentiu muito a falta de seu pensador, Cleiton Xavier, o clube fez bem em pagar R$ 100 mil de multa para escalar o emprestado zagueiro Danilo, que é do Furacão.

Porque foi de Danilo, entre outras coisas, que partiu um chutão, no fim do primeiro tempo, para o chileno Figueroa aparecer nas costas da zaga paranaense e abrir o placar.

Figueroa que já tinha mostrado serviço ao entrar no lugar de Wendel, na partida diante do Cruzeiro.

Se o 1 a 0 não era o espelho da partida, injusto também não era.

Só que o Furacão começou o segundo tempo ainda mais perigoso, com Marcinho outra vez, logo no primeiro minuto, dando um sustaço no líder.

E aos 17, aí sim, justiça: escanteio pela esquerda, o zagueiro Chico subiu, cabeceou e a bola, por ironia, desviou exatamente em Danilo e empatou: 1 a 1.

Em seguida, o goleiro Marcos evitou que Marcinho virasse o jogo.

Mas, aos 25, Figueroa bateu escanteio rasteiro pela direita e Danilo, sempre ele, desempatou: 2 a 1.

 

Aos 37, Paulo Baier, que jogou muito bem, arrematou na pequena área e adivinhe quem salvou, na linha fatal: sim, ele, Danilo.

O estádio enlouqueceu, com razão, porque o líder ganhava um jogo que estava complicadíssimo.

E tinha cada vez mais a cara de Muricy Ramalho, a cara de quem ganha mesmo quando o adversário joga melhor.

E a cara de São Marcos que, se não chegou a fazer milagres, salvou pelo menos duas bolas que seriam do empate rubro-negro.

O São Paulo e o Inter que se virem, neste domingo, contra Corinthians e Flamengo, respectivamente.

Em Barueri, o Cruzeiro ganhou do Grêmio local por 1 a 0, gol de Gilberto, que resolveu fazer gols depois de mais velho, no segundo tempo.

Por Juca Kfouri às 20h26

A Série A é ali adiante

O Vasco caminhou mais três pontos em direção à Série A.

Diante de mais de 25 mil pagantes, com gol de Carlos Alberto, num rebote, logo no começo do segundo tempo, derrotou o Duque de Caxias, no Maracanã.

Jogou bem?

Não, outra vez não jogou bem.

Mas ganhou e livrou 13 pontos sobre o quinto colocado, o Figueirense.

Com quem jogará na próxima terça-feira, em São Januário, para levar a diferença aos 16 pontos.

Depois, nos dois sábados seguintes, jogos no interior de São Paulo, em Bragança, contra o Bragantino, e em Campinas, contra a Ponte Preta.

A única dúvida está em saber quando será a festa. 

Por Juca Kfouri às 19h21

Coisas nossas?

Sabe aquele sítio que apareceu na Internet como se fosse de habitantes de Chicago que apóiam a candidatura do Rio-2016?

Ao que tudo indica sua base é...no Rio.

Leia no  http://www.gamesbids.com/eng/

Por Juca Kfouri às 13h33

25/09/2009

Uma conversa com o escritor Ferréz

Semana passada foi ao ar, na Rede Cultura de Televisão, uma entrevista que dei ao escritor Ferréz, em Capão Redondo, cujo endereço aqui está.

http://interferencia.art.br/

Por Juca Kfouri às 16h49

Roman e a indenizaçan...

Parece mentira, mas não é.

 

Evandro Rogério Roman não se contenta em fazer lambanças nos jogos em que atua, como na partida entre Cruzeiro e Palmeiras, que lhe valeram um gancho de apenas 30 dias.

 

Pego em flagrante, ele se volta contra quem o pegou.

 

Famoso pelo que aprontou, no ano passado, num jogo entre Londrina e Engenheiro Beltrão, eis que ele está acionando o autor das imagens daquele jogo e pede R$ 325 mil de indenização do responsável  por tê-las tornado públicas!

http://www.youtube.com/watch?v=A8YgatZOQpg

Por Juca Kfouri às 01h28

Que verguenza, Brasil!

A participação brasileira na primeira rodada das oitavas-de-final da Copa Sul-Americana foi vexaminosa.

A começar pelo Vitória, goleado pelo River Plate uruguaio por 4 a 1.

A terminar pelo Goiás, que levou 2 a 0 do paraguaio Cerro Porteño.

Mas a continuar pelo Fluminense, que só empatou com o Alianza Atlethic, do Peru, penúltimo colocado do Campeonato Peruano, 2 a 2.

Verdade que o Fluminense é o ultimo do Campeonato Brasileiro...

Esses três jogos foram fora de casa, no Uruguai, no Paraguai e no Peru.

Nos dois dentro de casa também o Inter foi mal, ao só empatar com o Universidad do Chile, 1 a 1.

Apenas o Botafogo se deu bem, ao ganhar do Emelec do Equador, por 2 a 0.

Convenhamos que é pouco, muito pouco.

En verdad, una verguenza!

Por Juca Kfouri às 00h58

24/09/2009

Má notícia para quem apóia o Rio-2016

Segundo o sítio "Around the Rings", especializado em temas olímpicos, Barack Obama resolveu ir à Dinamarca para apoiar a candidatura de Chicago às Olimpíadas de 2016.

É mais ou menos consensual no mundo olímpico que a presença dele -- que chegou a anunciar que não iria -- é garantia de vitória da cidade norte-americana, porque ele não arriscaria seu prestígio se não tivesse certeza da vitória, não voltaria aos Estados Unidos de mãos abanando.

Dia 2 de outubro vamos conferir.

Source -- Obama to Copenhagen for Chicago Olympic Bid

9/24/2009

(ATR) U.S. President Barack Obama will travel to Copenhagen next week to support the Chicago bid for the 2016 Olympics, a source familiar with planning for the IOC meeting tells Around the Rings.

http://www.aroundtherings.com/articles/view.aspx?id=33257

Por Juca Kfouri às 18h46

Ser jornalista é...

...desagradar a gregos e troianos.

Palmeirenses e corintianos.

Cariocas e paulistas.

Nortistas e sulistas.

Católicos e evangélicos.

Árabes e judeus.

São-paulinos e santistas.

Petistas e tucanos.

Lulistas e serristas.

Tricolores e rubronegros.

Gremistas e colorados.

Ser jornalista é não querer agradar ninguém.

Os do Galo e os do Cruzeiro.

Ser jornalista é ser solitário.

Ser jornalista é ser oposição, porque o resto é armazém de secos e molhados, como já ensinou mestre Millôr Fernandes.

Que ensinou, também: "Quem se curva diante dos poderosos, mostra o traseiro aos oprimidos".

Ser jornalista é discutir tudo, até, e, hoje em dia, principalmente, sentenças judiciais, tamanhos são os absurdos.

Ser jornalista é não querer agradar ninguém e não se curvar ao dinheirismo.

Ser jornalista é querer melhorar a esquina de sua rua, sua cidade, seu país, o mundo!

Profissãozinha desgraçada, hein?

Por Juca Kfouri às 13h14

Houston, tivemos um problema!

Por ROBERTO VIEIRA 

O telefone toca. 

Urgência. 

O oftalmoscópio indireto busca na escuridão. 

Por entre o edema bipalpebral. 

Um milagre.

24 de setembro de 1969. 

O Cruzeiro seguia irregular. 

O Corinthians de Rivelino era o favorito. 

O Pacaembu reaberto. 

Com cinco minutos Fontana arrepiou Ivair. 

Suingue quase marca. 

Palhinha perde um gol cara a cara. 

E novamente Suingue, agora de pênalti. 

Inaugura o placar eletrônico da Seiko. 

Atropina.

Repouso absoluto durante oito dias. 

Segundo tempo Tostão se machuca e é substituído.

Os jornais citam apenas a contusão. 

Ignoram que o futebol brasileiro jamais será o mesmo. 

Uma bola chutada por Ditão atinge o olho esquerdo de Tostão. 

Viagem de avião. 

Exame em Belo Horizonte. 

Descolamento de retina. 

Houston, tivemos um problema! 

A maior esperança brasileira para a Copa de 70 viaja.

Sob o olhar triste da mãe. 

Sob o olhar surpreso de todo o país. 

Não se sabia. 

Nem do milagre de Tostão na Copa de 70. 

Nem que naqueles dias de escuridão. 

Nascia o Dr. Eduardo Gonçalves de Andrade. 

E entrava para a história o craque Tostão..

Por Juca Kfouri às 12h15

Sorte de campeão?

Jogo quentíssimo no Mineirão, com 26.282 pagantes.

Antes do 15o. minuto, 1 a 1, com dois pênaltis não marcados para o Cruzeiro.

É verdade que o primeiro, de Wendel num leve puxão do calção de Kléber, aos 6, nem fez falta, porque, em seguida, aos 7, Tiago Ribeiro fez 1 a 0, ao pegar a defesa palmeirense toda aberta.

Só que, também em seguida, aos 9, Diego Souza bateu falta com muito efeito e o goleiro Fábio aceitou, no meio do gol.

Foi aí que, já aos 15, Jumar derrubou claramente Fabrício na área e o árbitro ignorou.

O Cruzeiro pressionava, criava mais, mas sofria com a armação de seguidos contra-ataques alviverdes.

O jogo era bom, muito bom e não parava um segundo.

E o Cruzeiro parecia mais perto do segundo gol, para assumir a liderança do segundo turno.

Diego Renan teve duas chances de ouro nos últimos minutos do primeiro tempo, mas desperdiçou.

Marcão era uma avenida aberta no Mineirão.

E o 1 a 1 final da etapa inicial não fazia justiça ao time mineiro.

Muricy Ramalho se deu conta de que sua defesa estava um queijo e tirou Robert da frente para botar Maurício atrás e jogar com três zagueiros no segundo tempo.

Aos 4, Diego Renan errou no ataque cruzeirense, Cleiton Xavier saiu com a bola e enfiou com precisão para Vágner Love sair da altura do circulo do meio de campo, deu um drible no goleiro Fábio já na área celeste e fez um belo gol: 2 a 1.

Aos 7, machucado, Fabrício saiu e entrou Jonathan.

Que sofreu falta do colombiano Armero em seu primeiro lance, causando a expulsão do palmeirense.

Adilson Batista logo tirou Elicarlos e pôs o equatoriano Guerrón.

O Cruzeiro era só ataque.

Wendel se machucou, teve de sair, e foi substituído pelo chileno Figueroa.

E Kléber não jogava mal, mas não jogava bem, discreto como não é de seu feitio.

Aos 25 minutos, aliás, ao perder uma dividida, ele foi vaiado.

Trinta segundos depois, ele entrou pela direita com a bola dominada, chutou forte, Marcos desviou e a bola foi à trave.

Em seguida, Leonardo cabeceou livre, no chão e a bola, por capricho, não entrou.

O Cruzeiro merecia o empate, mas, em vez dele, caiu foi um temporal em BH.

Vágner Love saiu e entrou Willians.

Kléber também saiu, vaiadíssimo pela torcida azul, mas aplaudido pela verde, e Wellington Paulista entrou.

A defesa palmeirense resistia bravamente, com uma abnegação digna de nota.

E o Cruzeiro começou a se desesperar, cada jogador querendo resolver sozinho, chutando de qualquer jeito e de qualquer lugar.

Voltar de Minas com três pontos era tudo que os paulistas queriam, para ficarem mais confortáveis na liderança, com esses mesmos três pontos à frente do vice-líder.

Por sorte?

Talvez.

Mas com sorte de campeão.

E cada vez mais com a cara de Muricy Ramalho.

A rodada terminou com média de público de 22.164 pagantes por jogo e na sondagem do blog apenas 13% dos 2600 que opinaram acertaram com a vitória palmeirense.

Por Juca Kfouri às 23h50

23/09/2009

Do blog 'Os geraldinos'

Campanha: Cuiabá 2018. Entre Nesta Gelada!

23 / Setembro / 2009 por Frango Geraldo

Depois do sucesso da Campanha Si Se Puede, chegou a hora de uma causa muito mais nobre.

Pensem com a gente:

O Brasil pretende investir:
- Mais de 10 BILHÕES de Reais em infraestrutura para a Copa de 2014.
- 29 BILHÕES de Reais para arrumar o Rio de Janeiro para a Olimpíada de 2016.

Sem falar nos R$ 3,6 bilhões “muito bem” gastos nos Jogos Panamericanos do Rio em 2007.

Agora, com o pré-sal, chegou de vez a hora do Brasil dar a guinada rumo ao futuro. Estamos com grana suficiente para acabar com todas as mazelas deste povo tão sofrido. E não é só o pré-sal: nossa força se fez presente ao transformar o tsunami financeiro em marolinha; nossa cervejaria é dona da Bud & Cia ltda; somos os maiores produtores de proteína animal do mundo; a Vale vale seu peso em ouro!

Estes e tantos outros indicadores estão aí para mostrarmos que o Brasil é DEFINITIVAMENTE o país do fututo. E o futuro é agora!

Então vamos à campanha que vai mudar este país:

Cuiaba2018

Vamos a uma proposta concreta para fazer todos os males irem para bem longe. Afinal, temos grana de sobra para fazer festa em 2014, 2016 e, agora, em 2018.

Não tem nada que 50 bilhões de Reais não resolvam, ou quem sabe um pouquinho mais.

 

Apóie a primeira Olimpíada de Inverno disputada em um calor insuportável.

Cuiaba2018_50BI

Os Jogos Olímpicos com uma nova cara. Uma nova era para os esportes de inverno: AC/DC (antes de Cuiabá; depois de Cuiabá).

Vamos mostrar que, por uma grande festa, não há nada que o governo brasileiro não faça.

Cuiaba2018_Canadense_Sueca_Suica_Russa

Cuiabá 2018. Entre nessa gelada!

*Povo Mato-Grossense, contamos com vocês para fazer esta campanha dar certo. Afinal, Jogos Olímpicos se decidem assim, com a vontade do povo!

http://osgeraldinos.wordpress.com/

Por Juca Kfouri às 18h55

'ATLETAS DO FUTURO’ SEM FUTURO

Por MARCELO GOMES*

Neste sábado, às 19h30, a ESPN Brasil vai apresentar o especial ‘Atletas do Futuro’. O programa, com uma hora de duração, traz as histórias de sucesso e a decadência do único Centro de Excelência de Esportes do país, o antigo Projeto Futuro do Ibirapuera, que há mais de 25 anos trabalha com o esporte de base, preparando campeões de alto rendimento.

Um projeto que revelou estrelas como Maurren Maggi, Jadel Gregório, Thiago Camilo e Aurélio Miguel, entre outros, mas que agora vive uma grave crise administrativa.

Com a pista de atletismo do estádio Constâncio Vaz Guimarães fechada para treinamento, os atletas foram obrigados a improvisar arremessos em praças públicas - no gramado do Obelisco, por exemplo, em meio ao caótico trânsito de São Paulo.

O fã do esporte vai ficar sabendo por que o show do cantor Roberto Carlos é mais importante que a preparação dos ‘Atletas do Futuro’.

Na semana em que RC fez uma série de shows no ginásio do Ibirapuera, o maior tatame da América Latina foi desmontado para receber os convidados VIP. Já a pista, fechada para os atletas, virou estacionamento - R$ 36,00 por carro.

O projeto é um exemplo de como uma boa ideia pode ir para o ralo da incompetência dos dirigentes. Falta tudo: dentista, fisioterapeuta, psicóloga, serviço de faxina, água para banho, respeito com os adolescentes que vivem longe dos familiares.

O programa mostra histórias comoventes de atletas que sonham com um futuro no esporte, mas que vivem um pesadelo no Centro de Excelência. Das quatro modalidades que o Projeto Futuro cuidava, hoje sobram apenas judô e atletismo.

‘Atletas do Futuro’ é mais uma oportunidade para se conhecer a trajetória de vida daqueles que um dia poderão representar o Brasil nos Jogos Olímpicos.

E mais um motivo para se refletir a candidatura do Rio/2016.

*Marcelo Gomes é jornalista e editor na ESPN-Brasil.

Por Juca Kfouri às 17h13

Homenagem aos campeões mundiais

Mais de 30 campeões mundiais pelo Brasil nas Copas de 1958, 1962 e 1970 têm encontro marcado com o público nesta quarta-feira, em São Paulo.

A exposição "A Camisa dos Campeões" vai homenagear os ex-jogadores que começaram a transformar o Brasil no maior vencedor do futebol em todos os tempos.

Em parceria com a marca Athleta, fornecedora de material esportivo e responsável pelos uniformes das primeiras grandes conquistas da Seleção Brasileira, a Telefônica está reproduzindo 31 modelos de camisa utilizados nas três copas.

As réplicas preservam todas as características originais, como tecido, cor, peso e tamanho.

As camisas serão vendidas durante o evento, com a renda revertida integralmente para a Associação dos Campeões Mundiais do Brasil, entidade que presta assistência a ex-jogadores.

Pelo menos 31 campeões já confirmaram a participação.

Entre eles estão o Furacão da Copa de 1970, Jairzinho, os goleiros Gilmar e Félix, o ponta Pepe, Clodoaldo, Amarildo (um dos maiores responsáveis pela conquista de 1962, no Chile, quando substitui Pelé, machucado), De Sordi e os capitães do bicampeonato, Bellini, e do tri, Carlos Alberto Torres.

A exposição "A Camisa dos Campeões" terá lugar no Museu do Futebol, a partir das 19h.

www.acamisadoscampeoes.com.br

Por Juca Kfouri às 14h01

Folhas saborosas

Nesta quinta-feira, às 19h30, a Livraria Cultura, do Shopping Bourbon, na avenida Pompéia, em São Paulo, receberá o jornalista Péris Ribeiro para uma sessão de autógrafos do livro 'Didi – O gênio da folha-seca'.

O jornalista Péris Ribeiro conta a história do genial jogador campista Didi, o inventor do chute que faz a bola cair como uma folha seca, deixando em pânico o goleiro.

A obra apresenta um dos maiores gênios do futebol brasileiro, sob a perspectiva de um amigo e admirador.

 

Por Juca Kfouri às 13h47

22/09/2009

Kléber é o nome do jogo

VipComm/Divulgação                                                       Ana Cecília Acioli/Divulgação

Um jogão, o isolado para a TV, nesta quarta-feira, 21h50.

Cruzeiro e Palmeiras no Mineirão.

Os Palestras das Minas Gerais e o de São Paulo.

Alvicelestes versus alviverdes.

E Kléber.

Que deixou saudades no Parque Antarctica e extrapolou na Mancha Verde.

Esteve no lugar errado na hora errada, às vésperas do clássico, e agora terá de suar sangue azul para não ser banido da Toca da Raposa.

Hoje a noite tem tudo para ser daquelas históricas, que daqui a 10, 20, 30 anos, ainda será contada em prosa e verso.

Porque se Kléber não for o algoz do Palmeiras, em breve, brevíssimo, ele estará de volta ao Palmeiras.

Simplesmente imperdível.

Por Juca Kfouri às 22h31

Ronaldo, 33

Foto Nike

Ronaldo Fenômeno completa hoje 33 anos.

A chamada idade de Cristo.

Ronaldo sabe o que é ser crucificado, por sinal.

Não foram poucas as vezes que ele viu decretado o fim de sua carreira -- aqui, inclusive.

E sempre deu a volta por cima.

Quem o viu fora de forma no último domingo, deve ter ficado tentado a proclamar o desfecho mais uma vez.

Por prudência, no entanto, ou juízo mesmo, ninguém se atreveu.

Porque se Cristo não voltou, nem voltará, a mesma certeza, com sinal trocado, é possível ter em relação a Ronaldo.

Porque quando menos se esperar, gol de Ronaldo.

Parabéns!

Por Juca Kfouri às 11h07

No papel de carniça

Vanderlei Luxemburgo custa caro, muito caro, mas se vê, decadente e deprimido, no papel de carniça, ao chamar de abutre quem o critica.

Luxemburgo, como mostra o repórter Dassler Marques, do Portal Terra, depois de ter sido demitido no Palmeiras, assumiu o Santos em 13o. lugar no Brasileirão.

Treze jogos depois, seis vitórias, quatro empates e três derrotas, o Santos está...tan-tan-tan,  em 12o. lugar.

E olhe que o time jogou nada menos do que oito vezes na Vila Belmiro sob seu comando.

Para quem passou a gastar cinco vezes mais com a comissão técnica do que gastava com a anterior, convenhamos,  o Santos fez péssimo negócio.

A esperança é a legalização dos bingos e máquinas eletrônicas de jogo, primeiro passo, quem sabe, para a legalização, também, dos cassinos.

Aí, tudo pode ficar mais barato.

Ou encarecer de vez...

Abutres, de fato, gostam de carniça, diferentemente das felinas.

Por Juca Kfouri às 10h35

21/09/2009

Tabelinha desta segunda-feira

Por Juca Kfouri às 21h19

Errei? Errei

Sim, errei ao dizer que errei.

Porque Fernando acaba de me dizer no CBN EC -- vai ao ar daqui a pouco, às 20h -- que depois que viu o lance na TV mudou de opinião e passou a achar que foi pênalti de Miranda.

Eu é que não tinha por que voltar atrás.

Azar meu.

Por Juca Kfouri às 19h30

Ainda o gol de mão

Por BRUNO FORMIGA*

Tenho visto, lido e ouvido muitas opiniões sobre o gol de mão do atacante Wellington Silva, do Paraná, marcado no sábado contra o Ceará.

Ninguém duvida que o lance foi irregular e desonesto. Além, é claro, de ter sido decisivo no resultado da partida.

O problema é olhar para o gol como indício de que há um complô contra o Ceará.

Na cabeça de alguns, está mais que óbvio o favorecimento a clubes paulistas na Série B e que o árbitro Charles Hebert veio para cá com a idéia fixa de prejudicar o time cearense.

Não tiro o direito de ninguém de pensar o que quiser.

O que não dá para aceitar é a cobrança para que a imprensa pense igual.

Jornalismo de verdade não se faz com "achismos" e muito menos um bairrismo descabido.

Se alguns setores da mídia embarcaram nessa foi por populismo e covardia.

O fato é que não há provas contra o alagoano. Até que se vasculhe, trata-se de um erro grave e de uma total incompetência de todos os envolvidos – auxiliar e quarto árbitro também.

É claro que o torcedor tem todo o direito de se revoltar, assim como os dirigentes. Afinal, é um trabalho que vem sendo bem feito e pode acabar prejudicado por conta de uma falha humana.

Porém, não dá para aceitar a postura reacionária. Aqueles que não acham que exista um complô são vistos como completos idiotas e até cúmplices de um "crime".

Não há fundamento em achar que Ponte Preta, São Caetano e Portuguesa sejam os "meninos dos olhos" da CBF. O Ceará é financeiramente mais interessante para e entidade que os três juntos.

A média de público do Ceará e a venda da pacotes pay-per-view, em um eventual acesso, tendem a ser bem mais vantajosas para a Série A e a televisão – que manda no campeonato – que qualquer um dos concorrentes paulistas.

Além do mais, mesmo que exista o tal complô, que árbitro iria "ajudar" alguém em um lance tão escandaloso? É muito mais fácil, como foi feito na Máfia do Apito, em 2005, dar faltas perto da área, segurar o jogo e expulsar jogadores. Resultado: ninguém desconfiou de nada até que alguém deu com a língua nos dentes.

Com a televisão onipresente em todas as partes do campo, chega a ser insano achar que o ábitro viu e não deu por opção, mesmo sabendo que sua carreira estaria arruinada e todas as câmeras o condenariam no minuto seguinte.

*Bruno Formiga é jornalista do jornal "O Povo" e da TV Povo, de Fortaleza, Ceará. 

Por Juca Kfouri às 16h43

Corinthians responde a Tuca

 

Por SÉRGIO ALVARENGA*

"Na qualidade de diretor jurídico do Sport Club Corinthians Paulista enxergo com bons olhos o tom conciliador agora adotado pelo Sr. Tuca Veiga, em reconsideração ao espírito inicial, que o levou a ajuizar a demanda contra o clube.

Espera-se que esta nova postura seja mantida no curso do processo, para que as partes possam chegar rapidamente a uma solução justa para os dois lados, o que sempre foi pretendido pelo Corinthians.

De minha parte, não pretendo mais tratar publicamente do assunto, restringindo o debate à esfera eleita pelo Sr. Tuca Veiga para tanto: o processo judicial".

*Sérgio Alvarenga é advogado e vice-presidente jurídico do Corinthians.

Por Juca Kfouri às 12h40

Esclarecimentos sobre o caso Tuca/Corinthians

Por TUCA VEIGA*

Desde que a música que compus começou a ser cantada nas arquibancadas, 10 em cada 10 pessoas que vinham conversar comigo perguntavam se eu tinha registrado e se havia ganho algum dinheiro.

Ao responder negativamente, sempre tinha que ver na cara da pessoa que ela me achava um otário.

Tratei de ir atrás dos métodos legais para ter os direitos autorais da música que criei. E o fiz.

Ganhar algum dinheiro com "louco por ti Corinthians" podia ter passado por todas as cabeças, menos pela minha.

Mas confesso ter ficado com medo de me martirizar a vida toda por não ter registrado a música. E, assim, a registrei.

Diferentemente do que dizem as reportagens que distorcem os fatos de forma sensacionalista, o que se estabeleceu com o clube foi uma parceria e não um confronto.

Dentro de parcerias, é normal que algumas divergências surjam, e elas estão sendo tratadas nos seus espaços legítimos.

Entretanto, o que estava sendo conversado de forma civilizada, ganha outro tom quando um jornalista que nem sequer assina a sua matéria e vai ao Orkut procurar popularidade, faz um ato irresponsável e divulga uma notícia que distorce os fatos jogando o autor da música mais cantada pela Fiel contra seus pares.

Para botar mais lenha na fogueira, uma blogueira utiliza de seu espaço em um site de grande veiculação, pra incitar a violência.

Desde que esses boatos começaram a ser veiculados, passei a receber ameaças.

Mas o pior é ser chamado de traidor, são-paulino e neto do Dualib. Isso sim é um absurdo.

Não estou querendo roubar um centavo do clube, estou ajudando o Corinthians, meu clube do coração, a produzir novas e melhores formas de se relacionar com sua torcida, que nunca o abandona.

Mas assim como o Jorge Ben, os Racionais, o Gil e qualquer outro compositor recebe pelo que criam, eu também estou atrás dos meus direitos.

Um exemplo desta parceria é a campanha publicitária que deverá ser veiculada em breve.

Nesta, Ronaldo, Chicão, Elias e Dentinho cantarão a música e divulgarão o Fiel Torcedor em uma campanha publicitária.

Me orgulha muito, depois de ver a música que fiz ser cantada por milhões de torcedores Brasil afora, perceber que também estou colaborando com o time fora de campo. 

Espero que as pessoas reflitam sobre o assunto antes de continuar me malhando.

Torço para que todos os criadores de músicas para o Timão – como "Não para, não para" – façam valer os seus direitos.

Afinal, sabemos que o Souza recebe 150 mil por mês, e por isso pergunto: Por que os torcedores que passam todos os perrengues, dormem na fila, sofrem o que sofremos e criam algo para incentivar o Coringão, não tem o direito de receber um pequeno prêmio por sua contribuição?!

*Tuca Veiga é autor de "Sou louco por ti Corinthians"

Por Juca Kfouri às 08h50

Errei

Leio no diário "Lance!" que o veterano Fernando, do Santo André, diz que não houve pênalti de Miranda, como aqui descrito na nota sobre o jogo do São Paulo.

Se ele diz isso não serei eu a manter o contrário.

Por Juca Kfouri às 08h43

20/09/2009

Grafite na verde e amarela

Das mais de 1500 respostas sobre quem mais merece uma chance na Seleção Brasileira, se Grafite ou Diego, o artilheiro do último Campeonato Alemão ficou com 69% das preferências.

Por Juca Kfouri às 22h35

O resumo da 25a. rodada do Brasileirão

Só um visitante ganhou na 25a. rodada do Brasileirão.

E não se limitou a ganhar: goleou.

Foi o Goiás o autor da façanha.

Fez 4 a 1 no Corinthians no Pacaembu lotado.

O que lhe valeu voltar ao G4.

Outra façanha foi a do Santo André, que empatou com o papão São Paulo, 1 a 1.

E ainda teve um pênalti não marcado.

Como o Botafogo, mais uma vez prejudicado, agora no 0 a 0 com o Santos, pênalti claro de Fabão que o apitador subtraiu.

Foram só 23 gols em nove jogos, média de 2,5 gols por jogo.

E, por enquanto, faltando ainda o clássico Cruzeiro e Palmeiras no Mineirão, marcado para quarta-feira, a média de público já é de 21. 700 pagantes na rodada.

A torcida do Flamengo foi a maior, com quase 48 mil pagantes no Maracanã.

A do Santos , com 6 mil na Vila Belmiro, foi a menor.

O Fluminense e o Sport já devem pensar só na Série B.

E tem um monte de gente pensando no título, porque os integrantes do G4 estão dando muita sopa para o azar, como já deram o Palmeiras, o São Paulo e o Inter.

Por Juca Kfouri às 21h09

A festa foi do Goiás. E do Mengo!

Estava tudo pronto para uma grande festa no Pacaembu, repleto, com 35.746 pagantes.

Ronaldo voltava, o São Paulo empatara, o Corinthians calculava ficar a quatro pontos dos líderes.

Só esqueceram de avisar o Goiás, que não veio para festa alguma, mas para jogar futebol.

E jogou melhor, muito melhor desde o começo do jogo.

A ponto de fazer 2 a 0 sem maiores dificuldades, com Iarley, aos 8, e Fernandão, num golaço, aos 23.

Tudo nas costas do menino Diego, numa noite que ele terá de esquecer para poder seguir numa carreira que tem tudo para ser bem sucedida, apesar das vaias que recebeu.

Ao começar o segundo tempo, depois que Bill perdeu gol feito, Iarley liquidou com o jogo, aos fazer o terceiro gol esmeraldino, num outro lindo gol, aos 4.

Daí, o Corinthians cansou de perder oportunidades, em profundo desespero por ver morrer sua tênue esperança de ainda lutar pelo título. 

Aos 28, enfim, Ronaldo bateu falta no travessão, no rebote Jucilei cabeceou e Harlei desviou no travessão e Dentinho, em novo rebote, diminuiu de cabeça.

A torcida corintiana cantava o hino e reconhecia, ao menos, o esforço.

Mas calou, aos 33, com o quarto gol goiano, de João Paulo, de cabeça: 4 a 1.

A festa era toda do time do Goiás, que segue firme na luta pela Libertadores e a dois pontos do líder, em quarto lugar, tirando o Galo do G4. 

Enquanto isso, na Vila Belmiro, Santos e Botafogo também perdiam gols e faziam um jogo fraco, pior até mesmo que o árbitro, que deixou de dar um pênalti claro de Fabão em André Lima, no primeiro tempo, novo motivo de justo desespero dos botafoguenses: 0 a 0.

Já no Maracanã (com o maior público da rodada da Série A, 47.921 pagantes, embora inferior ao do Vasco, ontem), nova boa exibição do Flamengo, agora contra o Coritiba, de Marcelinho Paraíba, vaiado a cada vez que tocava na bola.

Um primeiro tempo equilibrado, com um golaço de falta de Petkovic, aos 33, e bola na trave coxa, mandada por Adriano em linda jogada, do mesmo modo que Ariel mandou uma na do Flamengo, logo no começo do jogo.

E um segundo tempo com novo golaço, mas de Adriano, de cavadinha, aos 12, para encobrir o goleiro: 2 a 0.

E mais um de Willians, para fechar o marcador, de fora da área, um foguete, no ângulo, aos 37: 3 a 0.

O Mengo volta a sonhar com a Libertadores.

Por Juca Kfouri às 20h24

Bobeada imperdoável do São Paulo. Grêmio e Avaí confirmam

Santo André e São Paulo começaram quentes o jogo no estádio Santa Cruz (com 19.033 pagantes).

Tanto que Miranda fez um pênalti esquisito em Fernando nem bem a partida completara 1 minuto, porque tocou a bola corretamente com um pé e, depois, sem precisar, derrubou o veterano jogador do ABC com o outro.

Mas o juiz não marcou nada e, aos 7, em belíssima jogada entre Borges e Júnior César, Jean pegou de primeira para fazer o primeiro gol tricolor.

Primeiro e único, pelo menos no primeiro tempo, que terminou morno, com o São Paulo absolutamente tranquilo e senhor do jogo em Ribeirão Preto. 

Já na Ressacada (9.902 pagantes), o Avaí fez dois gols em sete minutos no período inicial, aos 21 e aos 27, com William e com Eltinho, deixando o Grêmio Barueri para trás.

E, no Olímpico (27.285), o Grêmio Grêmio massacrava o Fluminense, com impiedosos 3 a 0, aos 11, 19 e 23 minutos.

Souza fez o primeiro de falta, com bola desviada.

Tcheco fez o segundo de pênalti.

E Souza fez o terceiro ao chegar de carrinho antes da zaga tricolor carioca.

Nos intervalos dos jogos -- 1 a 0, 2 a 0 e 3 a 0 -- todos pareciam resolvidos.

E o São Paulo assumia a liderança pelo menos até quarta-feira.

E o Grêmio Grêmio acupava o quinto lugar enquanto o Avaí ficava com o sétimo, até, pelo menos, que acabasse o jogo entre Corinthians e Goiás, que certamente mudaria a situação do time gaúcho e, quem sabe, do catarinense.

Em Ribeirão Preto o segundo tempo começou com o Santo André mais disposto a incomodar o São Paulo e quase Fernando empatou, aos 10.

O São Paulo seguiu na sua toada, como se o jogo estivesse resolvido.

A torcida fazia, na falta de coisa melhor, olas nas arquibancadas repletas.

Mas, aos 27, a coisa se complicou e Pablo Escobar empatou, logo depois das entradas de Washington e Zé Luís, nos lugares de Borges e Richarlyson.

Era imperdoável, simplesmente.

Empatar com os velhinhos de Santo André?!

Ricardo Gomes, evidentemente preocupado, tirou Júnior César e botou Marlos em seu lugar, porque era obrigatório vencer o jogo.

O Ramalhão não saía da ZR, mas, com o 1 a 1, o São Paulo não assumia a liderança.

E, na verdade, o mais justo, considerado o pênalti não marcado, teria sido a vitória do Ramalhão.

Na Ressacada, tudo igual ao primeiro tempo, com nova boa exibição do Avaí, que ampliou com Muriqui, rima e solução.

E Léo Gago, de fora da área, fez mais um: dois vira, quatro acaba, 4 a 0.

E, no Olímpico, dois gols do Flu: um com Kieza, aos 13, e outro, aos 14, com Cássio, mas contra: 4 A 1.

Era o quarto 4 a 1 do Grêmio no Olímpico, presentes dados à dupla Fla-Flu e a dupla Cruzeiro/Galo.

Mas Jonas não estava feliz e fez mais um, para assumir a artilharia do Brasileirão: 5 a 1.

Por Juca Kfouri às 18h00

Escândalo no Castelão

Jornal "O POVO"

Acabo de ver o gol de mão do Paraná Clube que, no Castelão, derrotou o Ceará por 1 a 0.

É certamente dos erros mais escandalosos da história do futebol.

Não há que comparar, por exemplo, com o de Maradona na Copa de 1986, aquele com a mão de Deus, contra a Inglaterra.

Porque aquele, ao menos, foi dissumulado.

Já o gol paranista não deixou dúvida a tal ponto que não se pode falar em "roubo", em atitude deliberada da arbitragem, nada disso.

Porque ninguém comete um erro daqueles por gosto.

Ninguém "rouba" tão escancaradamente

O árbitro alagoano simplesmente não viu Wellington Silva esticar o braço e dar uma cortada na direção do gol.

Não viu e ponto.

E está agora submetido ao justo escárnio popular.

Agora, por mais indignado que possa ficar o torcedor cearense, o time e o técnico que moderem suas queixas.

Porque, jogando em casa, contra um time que ainda luta para se afastar da ZR, tomar um gol aos 42 minutos do primeiro tempo e não conseguir reagir é mais problema do time e do técnico do que da arbitragem.

O árbitro está suspenso por 90 dias (poderia ser por 180, 360, 720, porque revelou óbvia deficiência visual) e sua auxiliar merece a mesma pena, porque também não marcou nada e só levantou a bandeirinha depois, para avisar o apitador de que havia reclamação.

Por Juca Kfouri às 23h25

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

Histórico