Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

31/10/2009

São Paulo líder; Flamengo no G4

As vitórias do São Paulo e do Flamengo, no Morumbi, com 39.636 pagantes, e no Maracanã, com 77.063 pagantes, tiveram muitos pontos em comum.

Os dois jogos foram decididos com gols no começo dos primeiros tempos, Jorge Wagner, aos 4, em São Paulo, Adriano, aos 6, no Rio.

Em ambos houve pênaltis, com a diferença de que os para o Santos (um inexistente) foram assinalados e o para o Grêmio Barueri não foi.

Bruno defendeu ambos, um com a mão, outro com o pé, os dois mal batidos por Paulo Henrique, e o segundo só visto pelo apitador.

Bruno se mexeu como Rogério Ceni, que jogou tão bem como Bosco no meio da semana, se mexeria para defender o pênalti cometido por Renato Silva em Otacílio Neto.

Provavelmente se Rogério defendesse mandariam voltar, como é praxe com ele.

Mesmo desfalcado do goleiro Renê e do artilheiro Val Baiano, vítimas da mala branca, e sem o já tricolor Fernandinho, machucado, o Barueri deu um calor no São Paulo que viu Washington desperdiçar o segundo gol ainda no primeiro tempo, em passe primoroso de Hernanes.

O Inter, aliás, reclamou, com razão, das ausências no Barueri.

Provavelmente está esquecido de que, no ano passado, exatamente nestas alturas do campeonato, veio a São Paulo com um time misto, tomou de 3 a 0 do São Paulo, que destronou a liderança do Grêmio, mas o de Porto Alegre mesmo.

No segundos tempos, tanto Dagoberto quanto Adriano carimbaram as traves adversárias.

Mas tanto o São Paulo quanto o Flamengo sofreram com a possibilidade do empate até o fim.

Os 1 a 0 ficaram de ótimo tamanho.

Verdade que o Flamengo anda dando azar com a arbitragem.

Diante do Botafogo teve um pênalti inventado, também defendido por Bruno; em Barueri foi vítima de um gol irregular e hoje teve contra si mais um pênalti mandrake.

Também na Ressacada, o time da casa saiu na frente logo no começo, aos 8, com Rogélio.

Mas, aos 33, do segundo tempo, de bicicleta, William fez 2 a 0 para o Avaí contra o Atlético Paranaense.

Por Juca Kfouri às 20h26

OK, no sábado a gente volta

Não foi na bela Fortaleza.

Melhor assim.

A festa ficou para o Maracanã lotado, no sábado que vem, contra o Juventude.

Há certas comemorações que é melhor fazer em casa.

Vascoooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Por Juca Kfouri às 18h34

O centenário de Feola

Por ROBERTO VIEIRA 

Conheci o Feola em 1937.

Magrinho, magrinho.

Era o dia 30 de novembro, e o Feola chegou em Recife enjoado dos balanços do navio Ararangua.

O Edmundo Toledo levou Feola e os jogadores do São Paulo para o Hotel Avenida, nem chique nem pensão.

 Ficaram lá recebendo fotógrafos e alguns jornalistas do Jornal Pequeno, do Jornal do Commercio e do Diario. 

Afinal de contas, era o time da fé. 

Era curioso ver um time de marmanjos treinado por um menino de 28 anos.

O King até que respeitava o Vicente, mas Aníbal e Junqueirinha tratavam Feola como irmão mais velho.

O São Paulo vinha chateado com as confusões pros lados da Bahia, mas em Pernambuco as coisas correram tranquilas.

Teve festa, dança, futebol e o Felipelli quase se casou. 

Dois dias depois da chegada veio o primeiro jogo contra o Náutico.

Eu fui o local da partida.

O verde estádio da Jaqueira.

Eu era famoso na cidade.

O silêncio das árvores centenárias, velho campo de batalhas holandesas, transformado em campo de futebol.

Em vez de espadas, chuteiras e gols.

Antes da peleja, Feola ficou chutando a bola de lá pra cá, Feola havia sido um ponta direita nos campos da várzea paulistana.

Tão bom que virou técnico.

Um Telê Santana precoce. 

Os olhos do Feola brilhavam quando olhavam para o gramado.

Seus sonhos eram pura paixão.

Eu já conhecia a Seleção Brasileira.

Juro que fiquei pensando em como seria belo ter a seleção comandada por aquele rapaz apaixonado.

Bastava olhar para ele: Feola amava o futebol e o seu São Paulo. 

O Náutico venceu aquela partida.

 Um golaço do Celso.

Osíris fez milagre num chute do Junqueirinha.

Wilson perdeu um pênalti.

Feola não gostou do resultado, mas recebeu comovido o abraço dos adversários. 

Nos dias que se seguiram, o time da fé deu o troco na gente.

Os comandados de Feola ganharam do Sport, do Santa Cruz e do Tramways.

Dando show de bola.

Foi a última vez que vi Feola.

Uns vinte anos depois ele chegava ovacionado em Recife.

Campeão do mundo. Rechonchudo. Por força de uma escala aérea, Recife foi a primeira cidade brasileira a receber os campeões do mundo de 1958.

Teve festa pra Vavá, santo de casa.

Mas teve muito papel picado para aquele treinador pacato e bonachão.

De longe, eu fiquei feliz. Pois agora eu já não era campo, era lembranças. 

Como a vida de treinador tem dessas coisas, não posso deixar de mencionar os tristes episódios de 1966.

Os jornais pedindo o escalpo do meu amigo.

Esquecidos que na vida nem tudo são vitórias.

Feola ficou à margem do tempo, como eu mesmo.

Os homens me esqueceram também. Eu e a igrejinha perdida na beira do rio. 

Mas certo dia eu me tornei um parque.

Nada de futebol.

Nada de namoros indecentes atrás da igrejinha.

Eu me tornei um parque.

A criançada, e até mesmo os idosos de plantão, nem imaginam que eu já fui teatro.

Cenário de vitórias, lágrimas, títulos e desalegrias.

Como nem imaginam que justamente nesse domingo, primeiro de novembro, o Feola completa cem anos. Um centenário. 

As pessoas não lembram do Feola, ou quando lembram, recordam-se daquele senhor gordinho e com olhar perdido no tempo. 

Eu não. 

Eu me recordo do garoto de 28 anos que ousou treinar um time de futebol. Um garoto magro e apaixonado. 

Um garoto que percorreu, com seus pés, o meu gramado num distante dezembro de 1937. 

Chutou uma bola. Sorriu para noite. 

Um garoto que hoje completa 100 anos. 

Como? 

Feola já se foi? 

Ah, meu amigo, você pode entender da vida.

Mas eu e o Feola entendemos da eternidade... 

Por Juca Kfouri às 11h40

30/10/2009

Indignação!

Daine dos Santos é mais uma vítima da irresponsabilidade do antidoping.

Daiane dos Santos está há mais de um ano fora de quaisquer competições.

Por que se doparia?

Daine dos Santos anotou o diurético que ingeria antes de fazer o teste.

Mesmo assim foi denunciada, foi rotulada, foi exposta.

Daiane dos Santos será absolvida.

Mas ficará marcada.

Daine dos Santos deveria chutar o balde e processar a cartolagem hipócrita por perdas e danos.

Não pelo dinheiro, mas pela indignação.

Por Juca Kfouri às 22h30

Coisas nossas

O Grêmio Barueri anunciou que seus dois jogadores que admitiram receber "mala branca" do Cruzeiro "estão suspensos por tempo indeterminado, para serem preservados", segundo o clube.

Portanto nem o goleiro Renê nem o artilheiro Val Baiano enfrentarão o São Paulo amanhã, no Morumbi.

Fernandinho, já contratado pelo São Paulo, machucado, também estará fora.

Thiago Humberto, já contratado pelo Inter, estará em campo amanhã.

O próximo jogo do Grêmio Barueri, pela 34a. rodada do Brasileirão, em Barueri, será exatamente contra o Colorado.

Por Juca Kfouri às 19h27

Ética e DVD

"Não estamos pensando nisso neste momento, apenas em trabalhar, mas, mais adiante, poderemos pensar, não vejo problema nisso".

Frase de Fernando Carvalho, vice-presidente de futebol, e diretor de DVD do Inter, ao responder sobre a hipótese de o Colorado abrir a mala branca para incentivar os adversários dos concorrentes ao título brasileiro.

Por Juca Kfouri às 09h10

A liderança é verde

Depois de golear o Goiás e ver o Galo perder, o Palmeiras não tem por que se queixar da 32a. rodada do Brasileirão.

Afinal, só o São Paulo, entre seus perseguidores, venceu e permanece apenas dois pontos atrás.

A rodada teve 25 gols, 2,5 por jogo e a média de 17 mil torcedores por jogo, o que não é pouco para um meio de semana.

O melhor público foi o do Morumbi, com mais de 34 mil pagantes e o pior foi o do Engenhão, com pouco mais de seis mil.

As duas maiores atrações do fim de semana no Campeonato Brasileiro acontecerão em São Paulo:

no sábado, às 18h30, no Morumbi, São Paulo, vice-líder, e Grêmio Barueri, que acaba de quebrar a invencibilidade de 10 partidas do Flamengo.

E, no domingo, às  16h, em Presidente Prudente, o líder Palmeiras joga contra o rival Corinthians.

E com Obina, que fez três gols ontem no Goiás, como já havia feito exatamente contra o Corinthians, no primeiro turno, na mesmíssima Presidente Prudente.

A esperança corintiana para atrapalhar o adversário está em Ronaldo.

Que quebrou o alambrado na primeira vez em que enfrentou o Palmeiras.

Quebrou a mão na segunda vez.

E agora, na terceira  vez, espera quebrar a escrita de não ganhar do Verdão. 

Comentário para o Jornal da CBN desta sexta-feira, dia 30 de outubro de 2009.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/juca-kfouri/JUCA-KFOURI.htm

Por Juca Kfouri às 00h28

29/10/2009

Aflição na Ilha

A Ilha do Retiro, com mais de 21 mil torcedores, melhor público da noite, viu Fabiano fazer 1 a 0 para o Sport.

Antes, não tinha visto nada, porque houve um apagão geral nem bem a partida tinha 2 minutos.

Mas a Ilha do Retiro viu, também, Ariel empatar para o Coritiba ainda no primeiro.

E viu um segundo tempo quase de um time só, mas desesperado.

A pressão foi tamanha que o Sport conseguiu 16 escanteios, embora a arbitragem tenha lhe dado 15, contra três dos coxas.

O 1 a 1 foi bom para os paranaenses e péssimo para os pernambucanos.

O Leão segue na vice-lanterna.

Por Juca Kfouri às 23h22

Flu sonha e se impõe ao Galo

No Maracanã, com apenas 12.037 pagantes, Jorge Luís fez dois pênaltis no primeiro tempo.

O primeiro, aos 5, um tapa no rosto de Maicon dentro da área, a arbitragem não viu, logo no começo.

O do fim, aos 33, braços imprudentemente abertos na área, a arbitragem viu.

E Fred abriu o placar, com paradinha.

Antes, Tardelli teve uma razoável possibilidade de marcar, assim como Éder Luís teve outra.

Mas o Fluminense estava muito mais ligado no jogo, muito mais mobilizado.

E olhe que a torcida do Galo estava quase igual à do Flu.

Sob forte chuva, o segundo tempo começou com um gol de Conca, logo no primeiro minuto, em bobeada de Jorge Luís que chegou atrasado no lance.

O Galo, nervoso e desnorteado, acusou o golpe, mas conseguiu reagir com o gol de Diego Tardelli, um presente do goleiro Rafael que socou um escanteio na cabeça dele, aos 7: 2 a 1.

O Flu, no entanto, retomou as rédeas do jogo com autoridade e criuou muito mais que o Galo.

Fred, por exemplo, de cabeça, exigiu ótima defesa de Carini, aos 28.

E, numa bomba, exigiu outra, aos 33.

Jorge Luís para completar sua noite de Judas do Galo e Éder Luís, no fim, jogou fora o empate.

O tricolor jogou bem, mereceu vencer, mas, infelizmente, segue na lanterna, a cinco pontos do Botafogo.

Por Juca Kfouri às 22h57

Noite de líder, noite de Obina

No Palestra Itália (18.070 pagantes), o primeiro tempo foi rigorosamente equilibrado, igual.

O Palmeiras deu três sensações de gol, o Goiás outras três.

Diego Souza duas vezes, numa delas batendo falta no travessão, noutra, antes, em bela arrancada e chute na rede pelo lado de fora.

Ortigoza também teve sua chance, num rebote de fora da área.

Já Iarley exigiu uma grande defesa de Marcos ao surpreendê-lo num lindo voleio e, depois, chutou por cima uma boa oportunidade.

Léo Lima também teve sua chance, ao chutar rente à trave de fora da área.

Era um jogo de muita marcação e pouca criação.

Mas no começo do segundo tempo, aos 4, Souza roubou uma bola na saída de jogo do Goiás e deu ótimo passe para Obina fazer 1 a 0.

A massa alviverde explodiu como fazia tempo que não explodia.

Dez minutos depois Ortigoza perdeu gol feito, para matar o jogo.

O segundo tempo era todo azul, do Verdão.

O Esmeraldino parecia perdido.

E, aos 28, Diego Souza deu da cabeça para Ortigoza, que foi derrubado dentro da área.

Pênalti que Obina converteu com precisão: 2 a 0.

A liderança estava garantida.

Tolói ainda foi expulso e deixou o Goiás com nove, porque Fernandão era inútil desde o primeiro minuto de jogo.

E se alguém queria show, teve show: Obina meteu uma bola brilhante para Deyvid Saconi fazer 3 a 0.

Repita-se: Obina meteu uma bola brilhante para ...

E você acha que foi tudo?

Ora, Obina fez mais um, seu terceiro gol, em lançamento de Marcão, porque era noite de coisas estranhas: 4 a 0.

Obina fez três como contra o Corinthians, próximo adversário, que tomou de 4 do mesmo Goiás, no Pacaembu.

Só o São Paulo incomoda o Palmeiras, porque Galo e Colorado acabaram a rodada mais longe do que estavam.

Mas a vitória de hoje foi daquelas que redimem.

Espera-se que não seja creditada a Paulo Serdan.

Por Juca Kfouri às 22h52

Recaída

O professor Belluzzo teve uma recaída de velho cartola.

Permitir que Paulo Serdan  vá à concentração do Palmeiras falar com jogadores é inadmissível.

Ele é o mesmo que até em técnico do clube já bateu, além de outras barbaridades que fez pela vida afora.

Por Juca Kfouri às 14h11

Hipocrisias

Andre Agassi, um dos maiorais da história do tênis, admitiu ter sido usuário de drogas.

O mundo ameaça cair.

Porque o mundo é hipócrita.

São raros, por exemplo, raros, repita-se, os atletas que já não se doparam na vida.

Os que usam drogas são também inúmeros, porque essa história de que o esporte afasta das drogas é discurso demagógico de quem vive longe do mundo dos atletas.

Como é hipocrisia se espantar com a mala branca do Cruzeiro ao Barueri.

É feio?

É muito feio, mas todos fazem.

E o São Paulo contratar a revelação do Barueri, Fernandinho, antes de enfrentar o time do jogador?

É feio, como todos fazem.

Parece até que o rapaz nem jogará...

ATENÇÃO: Este blogueiro detesta drogas, todas elas, é contra que alguém se dope para levar vantagem, discorda de que mala branca é aceitável e gostaria que clubes não contratassem jogadores de rivais enquanto seus contratos estão em vigor.

Como é contra os que só denunciam tais práticas quando essas os prejudicam.

E ri dos que se mostram surpresos, até horrorizados, com as ditas cujas.

Por Juca Kfouri às 11h06

Começou a farra?

POR ANDREA GOUVÊA VIEIRA* 

Quem é o pai do projeto que muda todas as regras urbanísticas dos bairros da Zona Oeste onde serão realizadas a Copa do Mundo e as Olimpíadas?

A Prefeitura diz que não se manifesta, diz que não é dela a proposta e nem diz se gosta ou não gosta. Mistério.

Quem assumiu a autoria - comissões permanentes da Câmara Municipal - não tem condições técnicas para propor algo dessa envergadura.

Isso nos leva a acender o sinal vermelho. Se começamos assim, sem transparência numa decisão tão importante, que envolve milhares de pessoas e bilhões de reais, como chegaremos a 2014 e 2016?

A quem interessa o silêncio e a aprovação, a toque de caixa, de um projeto sem autor, publicado na terça-feira (anteontem) no Diário Oficial da Câmara (são 23 páginas, cheias de anexos e tabelas) e votado em sessão extraordinária?

HOJE tem sessão extraordinária de novo. E o que vai acontecer?

Se a sociedade está preocupada com o futuro da cidade e a seriedade dos eventos que virão, precisa cobrar uma posição clara dos vereadores e do prefeito.

*Andrea Gouvêa Vieira é vereadora do PSDB na Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro.

Por Juca Kfouri às 10h18

Sobram emoções, falta futebol

Dizer que o Palmeiras tem a obrigação de ganhar hoje, às 21h, do Goiás, no Palestra Itália, é chover no molhado.

Mas também tinha de ganhar do Santo André e não ganhou.

Do mesmo modo, mesmo no Maracanã, o Galo também tem a obrigação de ganhar do lanterna Fluminense, ainda às 21h.

Porque só assim Palmeiras e Galo retomarão a liderança e a vice-liderança do Brasileirão e permanecerão os dois dependendo só de seus resultados para chegar ao título do Brasileirão.

Ontem à noite não faltou emoção tanto no Morumbi quanto na Arena Barueri.

E se o São Paulo passou pelo Inter e passou a liderar o campeonato e o Flamengo caiu diante do Grêmio Barueri para o sexto lugar, futebol que é bom, praticamente não houve.

Tomara que hoje possamos ter as duas coisas: emoções e dois belos jogos.

Por Juca Kfouri às 00h29

28/10/2009

Por enquanto, só deu São Paulo

Duas vezes D'Alessandro teve a chance de marcar para o Inter, que foi melhor que o São Paulo no primeiro tempo, no Morumbi, com 34 mil torcedores.

Aos 17 minutos, ele bateu uma falta com veneno pela direita e Bosco fez grande defesa.

Aos 36, ele entrou na cara do gol e Bosco defendeu de novo.

O São Paulo que pouco criara, se aproveitou.

E Hernanes bateu, aos 47, um escanteio tão venenoso e rasteiro como a falta batida por D'Alessandro, só que pela esquerda.

Ninguém conseguiu cortar e Washington conseguiu marcar: 1 a 0.

Uma vitória que caía do céu e punha o tricolor na liderança.

Ainda mais que o Flamengo perdia em Barueri, gol de Val Baiano, também aos 47, depois que o Mengo, com maioria esmagadora na Arena (10 mil torcedores), teve gol anulado por impedimento, de Airton, num lance difícil, aos 14.

A expectativa era de segundos tempos dramáticos no Morumbi e na Arena de Barueri.

O Inter se mandou na pressão e o São Paulo se defendeu.

Bravamente. Bosco foi fundamental novamente.

E Washington, duas vezes, quase ampliou.

O Inter, embora se mantenha no G4, na hora agá, mais uma vez, não conseguiu.

O Flamengo se mandou na pressão e o Grêmio Barueri se defendeu.

E aproveitou o desespero carioca para, com Everton, fazer 2 a 0, aos 25.

O Flamengo, que não jogou nada sem Petkovic, quase levou mais gols e caiu para o sexto lugar, cedendo o quinto para o Cruzeiro.

No Barradão (21.681pagantes), com gol de Defederico, o violento Vitória perdeu para o Corinthians: 1 a 0, aos 22 do segundo tempo.

Amanhã tem mais.

Tem Palmeiras e tem Galo.

O São Paulo seca.

Por Juca Kfouri às 23h52

Tudo azul em Minas e no sul

O primeiro tempo no Mineirão foi uma sucessão de gols perdidos pelo Cruzeiro contra o Ramalhão.

Só Guerrón perdeu dois incríveis, como Thiago Ribeiro perdeu outros tantos, Gilberto mandou no travessão, uma coisa de louco.

Que parecia resolvida no segundo tempo, que vi pouco e mal, quando Guerrón fez 1 a 0.

Mas, aos 17 e aos 28, o impensável: Nunes e Junior Dutra simplesmente viraram o placar.

Depois de ganhar do Palestra de São Paulo, eis que o Palestra de Minas Gerais também caía diante do Santo André.

Menos mal que Eliandro, um menino que entrara aos 23 no lugar de Guerrón, cabeceou para empatar num cruzamento de Gilberto: 2 a 2.

Pouco para quem queria ainda o título.

Nos acréscimos, no entanto, Thiago Ribeiro, também de cabeça, virou para 3 a 2, como era mais que justo e mantém todos os sonhos cruzeirenses possíveis.

Ao mesmo tempo, no Olímpico (8.271 pagantes), o Grêmio passou pelo Avaí, por 3 a 1, jogo que não vi.

Tcheco fez 1 a 0 de pênalti, aos 30 do primeiro tempo, Máxi Lopes e Souza ampliaram no segundo e Emerson diminuiu para o Avaí.

Por Juca Kfouri às 22h57

Fogão no apito

Difícil dizer que primeiro tempo foi pior, se o da Arena da Baixada ou do Engenhão.

Furacão e Peixe, 0 a 0, e Fogão e Timbu, 0 a 0.

No Rio, com 6.127 pagantes, ao menos, houve chances de gol para os dois lados.

O Náutico até fez um gol, com Tuta, mas a arbitragem marcou impedimento, inexistente.

Como, antes, não expulsou o goleiro do Botafogo, Jefferson, que derrubou Carlinhos Bala em óbvio lance de gol iminente.

O segundo tempo seguiu igual, com chances divididas, mas sem gols.

Em Curitiba, com 17.930 pagantes, ao contrário, logo aos 4, Kléber Pereira, de pênalti no excelente Paulo Henrique, fez 1 a 0.

E aos 8, em gol irregular, com falta no goleiro Felipe, o rubro-negro empatou com Bruno Costa.

Em seguida, pênalti para o Furacão que não foi marcado porque, antes, o bandeirinha inventou um impedimento.

Aos 13, Robson, do Santos, deu uma solada e foi bem expulso.

Mesmo com 10, os paulistas resistiram e voltaram para casa com um irrelevante 1 a 1, sob vaias.

No Rio, aos 26 minutos, o árbitro inventou um pênalti que Juninho converteu para o Botafogo: 1 a 0.

O Náutico era claramente garfado no Engenhão.

E o Botafogo, tão prejudicado em outros jogos foi, desta vez, ajudado e saiu da ZR.

Por Juca Kfouri às 21h23

O Cidadão Corinthiano e o cidadinho

O Comitê de Preservação da Memória Corinthiana escolheu mais sete personalidades importantes da história alvinegra para homenagear na terceira edição do evento que outorga o título de "Cidadão Corinthiano".

A cerimônia aconteceu ontem, em Parque São Jorge, e os homenageados foram:

Dom Paulo Evaristo Arns, eterno cardeal de São Paulo;

Doutor Sócrates;

Capitão Zé Maria, o Super Zé;

Carbone, dos maiores artilheiros da história alvinegra;

Paulinho Nogueira, o grande violonista que compôs "Ah! Corinthians cachaça do torcedor, colorido em preto e branco, sem preconceito de cor.

Ah! Corinthians se tu és o vencedor pobre fica milionario, rindo da propria dor.";

Gepp, o fino cartunista;

e Duque, o técnico vice-campeão brasileiro pelo clube em 1976.

A mesa do evento era para ser presidida pelo presidente do clube, Andrés Sanchez que, no entanto, renunciou à tarefa quando soube que Sócrates seria um dos homenageados.

Duque, 82 anos, Cidadão Corinthiano

Por Juca Kfouri às 15h32

Obstáculos

Chico Caruso, em "O GLOBO" de hoje.

Por Juca Kfouri às 13h48

Veja só...

Se os Brasileirões, antes da fórmula dos pontos corridos, acabassem imediatamente antes dos mata-matas ou dos últimos triangulares/quadrangulares, os campeões seriam os seguintes:  

1971 – Corinthians

1972 – Palmeiras

1973 – Palmeiras

1974 – Grêmio

1975 – Inter

1976 – Inter

1977 – Atlético Mineiro

1978 – Inter

1979 – Inter

1980 – Atlético Mineiro

1981 – Vasco

1982 – Guarani

1983 – São Paulo

1984 – Fluminense

1985 – Sport

1986 – Guarani

1987 – Atlético Mineiro

1988 – Vasco

1989 – Vasco

1990 – Grêmio

1991 – São Paulo

1992 – Botafogo

1993 – Palmeiras

1994 – Guarani

1995 – Santos

1996 – Cruzeiro

1997 – Vasco

1998 – Corinthians

1999 – Corinthians

2000 – Cruzeiro

2001 – São Caetano

2002 – São Paulo

Inter e Vasco teriam vencido quatro vezes.

Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Galo e Guarani três vezes.

Grêmio e Cruzeiro duas.

E Sport, Fluminense, Botafogo, Santos e São Caetano uma vez cada.

Chama atenção o tri do Guarani e a ausência de títulos do Flamengo.

O levantamento foi feito pelo ombusdman informal deste blog, Conrado Giacomini. 

Note, ainda, que em apenas 12 edições o campeão de fato coincidiu com quem chegou na frente na fase de classificação.

Por Juca Kfouri às 02h17

Adivinha?

Duke, no jornal Super Notícia, de Belo Horizonte.

Por Juca Kfouri às 01h43

27/10/2009

Basquete carioca

Por Juca Kfouri às 18h05

Uma rodada de arrasar

Neste meio de semana teremos uma rodada que merecia ser de fim de semana.

Mas, paciência.

Do quinteto embolado, mais o Cruzeiro, só o Palmeiras e o Galo não jogam nesta quarta-feira.

O Palmeiras enfrentará o Goiás, no Palestra Itália, na quinta-feira, assim como o Galo jogará contra o Fluminense, no Maracanã.

Líder e vice-líder que poderão estar sob forte pressão.

Para tanto bastará que haja um vencedor entre São Paulo e Inter no grande clássico do Morumbi.

Quem vencer dormirá líder na quarta-feira.

Na sexta-feira, o Flamengo, se passar pelo Barueri, na Arena local, por dois gols de diferença, poderá acordar no primeiro lugar, desde que tenham acontecido empates no Morumbi e no Maracanã e o Palmeiras tenha perdido para o Goiás.

Nada assim tão improvável, como se vê, do mesmo modo que o provável é nova vitória do Cruzeiro, agora contra o Santo André, no Mineirão.

Claro que ao Palmeiras também bastará vencer seu jogo para manter a liderança que hoje é toda, e faz tempo, sua.

Ainda na quarta-feira, Botafogo e Náutico protagonizam um jogo de dois times que agonizam, no Engenhão, enquanto Grêmio e Avaí fazem um clássico azul do sul, em Porto Alegre.

Finalmente, também na quarta-feira, em dois jogos meio sem graça, dois rubro-negros, Atlético Paranaense e Vitória, recebem dois alvinegros paulistas, dois fiascos no Brasileirão, o Santos e o Corinthians, respectivamente.

Os donos da casa têm obrigação de vencer.

E na quinta outro rubro-negro, mas em desespero, o Sport, recebe o Coritiba, também com a obrigação de vencê-lo.

Por Juca Kfouri às 18h01

Tirocóptero etc

Chico Caruso, em "O GLOBO", de ontem.

Por Juca Kfouri às 13h30

As apostas de Dunga

A nova convocação de Dunga revela uma salutar procura na lateral-esquerda, agora com chances para o requisitado Fábio Aurélio, do Liverpool, e, de quebra, para Michel Bastos, do Lyon.

Prova de que André Santos não está aprovado.

Ponto para Dunga.

Que chamou Hulk, atacante do Porto, mesmo diante de correr o risco de este chamado repetir o que houve com o centroavante Afonso, e o ex-gremista Carlos Eduardo, este sim aparentemente uma ótima aposta.

Estranho que Grafite jamais tenha sido convocado, embora, de fato, agora, não passe por bom momento.

Quem parece carta fora do baralho é o meia Diego, o que é uma pena, mesmo que não se possa dizer que ele não tenha tido todas as chances do mundo.

Nota do blog: diante dos comentários que entenderam haver uma comparação indevida com Afonso, o texto foi mudado porque, de fato, sugeria a comparação.

Por Juca Kfouri às 11h58

Logotiro

Chico Caruso, em "O GLOBO", no domingo.

Por Juca Kfouri às 09h15

26/10/2009

Tabelinha desta segunda-feira

Por Juca Kfouri às 21h26

Brasileirão do perde-e-ganha

Desde que o Campeonato Brasileiro adotou o sistema de pontos corridos, houve seis edições.

Na primeira, em 2003, o Cruzeiro jogou 46 vezes e perdeu apenas oito vezes para ser o campeão.

Na segunda, o Santos jogou as mesmas 46 vezes e perdeu 11 jogos, isto é, 23,9% dos jogos disputados, e foi campeão.

Em 2005 o Corinthians foi campeão com nove derrotas em 42 jogos.

O São Paulo foi tricampeão, sempre em 38 jogos, com quatro, sete e cinco derrotas respectivamente em 2006, 2007 e 2008.

O Palmeiras, em 31 partidas até aqui, já perdeu sete vezes, 22,5% dos jogos disputados.

Periga termos o campeão com maior número de derrotas neste ano de 2009, o que dá a medida do equilíbrio e do perde-e-ganha do Brasileirão.

Por Juca Kfouri às 17h28

São Paulo assume

Com as mesmas 4200 respostas da sondagem anterior, o humor mudou.

Agora o São Paulo tem 31% das preferências para ser o campeão brasileiro.

O Flamengo vem a seguir, com 25%.

Na cola vem o Galo, com 24%.

Depois Palmeiras com 12% e Inter com 8%.

Por Juca Kfouri às 13h31

Muito obrigado, Luxa!

"Não gosto do Juca Kfouri."

Frase de Vanderlei Luxemburgo, em entrevista ao repórter Rodrigo Bueno, publicada na "Folha de S.Paulo" de ontem.

 

Por Juca Kfouri às 12h22

25/10/2009

O Galo e o Porco

Do jornal 'Super Notícia' de Belo Horizonte.

 

Por Juca Kfouri às 22h11

Quinteto embolado

Desta vez coube à Ressacada, com 8.571 torcedores, o menor público da rodada.

Mas é compreensível, porque o jogo entre Avaí e Sport não era exatamente uma jóia da coroa.

Decepcionante mesmo foi o público na Vila Belmiro, com exatos apenas 164 torcedores a mais do que em Floripa, mas para ver o clássico San-São.

O melhor público aconteceu no Mineirão, com 57.901 pagantes.

A média de público ficou na casa dos 21 mil torcedores por jogo, a quinta melhor do campeonato (a melhor aconteceu na 27a. rodada, com 25 mil pagantes por partida).

A rodada teve 27 gols e consagrou um quinteto atrás do título, pois do líder Palmeiras ao quinto colocado Flamengo há apenas três pontos de diferença, passando por Galo, Inter e São Paulo, a um e dois pontos do primeiro colocado.

E isso para não mencionar, por enquanto, o Cruzeiro, como um time que possa querer o título, embora, é claro, já esteja na briga pela Libertadores.

Por Juca Kfouri às 20h45

Flamengo firme, como o Cruzeiro

O botafoguense não foi em peso ao seu Engenhão, que recebeu 22 mil torcedores, embora com 25.192 pagantes.

Nem o rubro-negro.

O torcedor não é bobo e teve medo de ir ao estádio.

Mas o botafoguense que foi saiu triste, outra vez na ZR.

E o rubro-negro, mais uma vez, feliz.

Porque Adriano inventou um gol no primeiro tempo que valeu a vitória do Flamengo por 1 a 0 e que o deixa a três pontos do líder.

Isto é: a Libertadores está próxima e o título está longe de ser só um sonho.

E o triunfo foi justo.

Porque mesmo com menos tempo com a bola, o Flamengo criou chances mais agudas de gol.

Fierro e Zé Roberto, ainda no primeiro tempo, por exemplo, desperdiçaram duas chances de liquidar o jogo.

Fora o gol que Gil perdeu no segundo final.

Sim, Bruno trabalhou mais que Jefferson, mas milagre não teve que fazer nenhum, a não ser ao defender um pênalti inexistente cobrado por Lúcio Flávio.

Enquanto Adriano liquidava com o Botafogo, Gilberto liderava e marcava, aos 40 do primeiro tempo, o gol do Cruzeiro, no Pacaembu (21.738 pagantes), contra o preguiçoso, decepcionante e irritante Corinthians, a 10 pontos do último do G4 e a 10 pontos do primeiro da ZR.

O Cruzeiro terminou o jogo com 10 jogadores, pois Fernandinho foi expulso e nem por isso correu grandes riscos.

O 1 a 0 mineiro manteve acesa a chama da Libertadores e reafirmou, com total justiça, a liderança celeste no returno.

E, na Ressacada, com 8.571 torcedores, depois de fazer 2 a 0 no Avaí, o Sport cedeu o empate para o time catarinense: 2 a 2.

Wilson e Luciano Henrique marcaram aos 4 e aos 7 do primeiro tempo para o rubro-negro.

E Marquinhos e Luiz Ricardo, um gol em cada tempo, empataram.

Assim, o Leão cai.

Por Juca Kfouri às 20h19

Que domingo chato! Volta mata-mata!

Que estava tudo programado para a 31a. rodada do Brasileirão ser a melhor do campeonato até aqui já se sabia.

Mas não precisava exagerar.

Não bastou o líder Palmeiras perder na quarta-feira, nem o Galo ficar a apenas um ponto dele no sábado.

Nos quatro jogos das quatro horas da tarde do domingo, o gol que demorou mais a sair aconteceu ainda aos 16 minutos, no Couto Pereira, com 32.838 pagantes, gol contra de Ariel para o Furacão no Atle-Tiba.

Menos mal, para o Coxa, que ele mesmo empatou dois minutos depois, fechando o placar do primeiro tempo.

Porque aos 3, no Beira-Rio, com 35.834 pagantes, D'Alessandro chutou do meio da rua, a bola quicou na linha da pequena área e enganou o goleiro Victor, 1 a 0 no Gre-Nal.

Aos 5, no Serra Dourada, Iarley fez 1 a 0 para o Goiás diante do Fluminense, Romerito ampliou aos 16 e Mariano descontou aos 40: 2 a 1.

E, na Vila Belmiro, com decepcionantes 8.735 pagantes, o primeiro gol santista saiu aos 6 minutos, em escanteio batido por Madson.

Rodrigo Souto livre e solto no primeiro pau cabeceou para trás e o menino André, apoiado em Renato Silva, marcou.

O empate veio numa cobrança magistral de falta sofrida e cobrada por Hernanes, aos 12.

De novo, aos 25, Madson bateu escanteio para Rodrigo Souto livre e solto no primeiro pau fazer 2 a 1.

O empate veio com Washington, depois que Hernanes bateu escanteio no primeiro pau e a bola desviada terminou no pé do centroavante.

Gols em profusão, emoção para todos os gostos.

Um jogo de erros em Santos e de forte marcação em Porto Alegre, nos jogos seguidos de perto pelo blog.

E no segundo tempo do San-São, pior que o primeiro, só o tricolor queria jogo.

Jorge Wagner quase fez um golaço de fora da área, em bola rente ao ângulo e ele mesmo, em seguida, aos 15, de virada, virou o marcador: 3 a 2.

Aos 18, Róbson entrou no lugar de Felipe Azevedo e ele mesmo, aos 21, cabeceou um belo passe de Triguinho para fazer 3 a 3.

Dois minutos depois, da entrada da área, Rogério Ceni marcou seu primeiro gol em 2009, em cobrança perfeita de falta sofrida por Dagoberto: 4 a 3.

Está acompanhando?

São Paulo, 4 a 3.

Aos 30, Rogério Ceni fez falta na entrada da área tricolor e acabou expulso, contribuição de Carlos Eugênio Simon para estragar o jogaço.

Denis entrou no gol são paulino.

E o Santos foi para a pressão.

André jogou fora o empate aos 43.

E Simon deu pelo menos dois minutos a menos de acréscimos do que deveria dar.

O São Paulo está vivo pelo seu tetra/hepta novamente e pega o Inter no meio de semana, no Morumbi. Que jogo! 

Já no segundo tempo do Gre-Nal, aos 11, quase que Souza empatou de cabeça.

O Inter tinha Marquinhos e Andrezinho que entraram nos lugares de Taison e D'Alessandro e o Grêmio tinha Rafael Marques e Herrera nos lugares de Léo e Douglas Costa.

Bolivar fez pênalti não marcado em Réver para o DVD colorado e Victor salvou nos pés de Alecsandro, aos 27, o segundo gol do Inter.

Seja como for, o Inter fez a parte dele pois o 1 a 0 o mantém na briga pelo seu sonhado tetracampeonato.

O Goiás, para variar, deixou o Flu empatar, diante de 10.078 torcedores, no Serra Dourada, 2 a 2, com González, aos 13 e vai se despedindo do G4, enquanto o Flu segue firme na ZR.

Enquanto Jéci virou para o Coritiba aos 23 e Marcinho empatou aos 28 no clássico paranaense.

Mas, no fim, Marcos Aurélio fez 3 a 2 para o Coritiba.

17 gols em quatro jogos, mais de quatro por jogo, campeonato embolado, coisa chata, típica desses campeonatos em pontos corridos...

Por Juca Kfouri às 17h57

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

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