Blog do Juca Kfouri

Tabelinha com Juca

Segundas-feiras, às 15h

14/11/2009

São Paulo sobra e Coritiba vibra. Minas sofre

Aos 16 minutos do primeiro tempo, num Morumbi efervescente, um lance que poderia mudar o destino do São Paulo no Brasileirão:

André Dias e Hugo se desentenderam, um afastou o rosto do outro com o punho fechado e com a mão aberta e o árbitro, compreensivo, optou apenas por mostrar um cartão amarelo para cada tricolor.

Fosse entre dois adversários, não tenha dúvida: ambos seriam corretamente expulsos de campo.

Imagine se o árbitro resolvesse botar os dois são-paulinos para fora...

Até então o Vitória tinha criado uma chance de gol e o São Paulo, no mínimo, três.

Fato é que oito minutos depois, Jorge Wagner se aproveitou do rebote de um chute cruzado de Washington e fez 1 a 0 para o estádio vir abaixo.

O São Paulo tomou conta e no recomeço do jogo, logo aos 3 minutos, o liquidou, com uma bola que Hernanes pôs na cabeça de Hugo: 2 a 0. 

O Galo que perdia para o Coritiba, no Couto Pereira, com 17.825 pagantes, depois de ver Diego Tardelli perder um gol imperdível, aos 13, e de sofrer, aos 20, o gol coxa com Rômulo em jogada de Marcelinho Paraíba, empatava com Éder Luiz, aos 9 do segundo tempo.

Enquanto 53.204 pagantes festejavam em São Paulo, Curitiba testemunhava um drama.

Os dois, Coxa e Galo, queriam e precisavam da vitória e o jogo era eletrizante.

Aos 20, Tardelli avançou pela direita e fuzilou a trave coxa, num pecado de bola.

No Mineirão, com 51.534 pagantes, depois de um primeiro tempo de bom nível e equilibrado, aos 20 do segundo, travado e pouco emocionante, Gilberto, de pênalti punha o Cruzeiro na frente do Grêmio.

A Raposa passava o Galo, entrava no G4 e expulsava o rival para o quinto lugar. 

Mas, no derradeiro minuto, Herrera, empatou para desespero do Cruzeiro: 1 a 1.

Em Curitiba, aos 28, Rômulo foi derrubado na área e o árbitro não marcou.

Mas, aos 40, Rômulo foi derrubado de novo e, desta vez, o pênalti foi marcado para Marcelinho Paraíba fazer o gol da vitória paranaense que arrasa o Atlético. Benitez foi expulso pela falta cometida.

O São Paulo livrou três pontos, apesar de todos os gols desperdiçados por Washington.

O Coritiba se alivia, para desespero de Botafogo e Fluminense.

O Galo sobrevive no G4 e o Cruzeiro não pode ter perdão, até porque o Grêmio acabou o jogo com nove jogadores.

Por Juca Kfouri às 21h33

Um beijo, Rainha

Sábado das netas, um olho e meio nelas, meio olho no peladão no belo gramado de Doha, no Catar.

Brasil 1, Inglaterra 0.

Gol de Nilmar nem bem o segundo tempo começara, depois de 45 minutos iniciais esquecíveis.

Os reservas dos inventores do futebol não foram páreo para os aperfeiçoadores do futebol.

Luís Fabiano ainda perdeu pênalti sofrido por Nilmar e Lúcio carimbou a trave inglesa.

Deixa eu ir que elas estão reclamando...

Por Juca Kfouri às 16h57

Oba! As meninas do vôlei perderam

Que bom!

As meninas do vôlei perderam para as italianas na Copa do Mundo no Japão e talvez não sejam bicampeãs.

Na 44a. partida deste ano, e depois de ganhar os seis torneios disputados até aqui, o time de Zé Roberto Guimarães foi derrotado pela segunda vez em 2009.

As meninas provaram que são humanas.

E que podem perder sem que nenhum imbecil as chame de amarelonas

Oba!

Por Juca Kfouri às 12h00

A interdição do Morumbi

O São Paulo não poderá enfrentar o Sport no Morumbi na última rodada do Brasileirão.

Foi o que decidiu a justiça esportiva, por 3 a 2, com voto contra o tricolor também daquele auditor engraçadinho que falou das trancinhas de Vagner Love.

Pelo mesmo problema, invasão de campo, no Mineirão, ainda por 3 a 2, o Galo foi absolvido depois que um torcedor invadiu o gramado para beijar os pés de Diego Tardelli.

Então, alegou-se que o invasor tinha problemas mentais.

O que invadiu o gramado do Morumbi queria publicidade para ter uma chance de jogar futebol.

Nos dois casos os estádios deveriam ter sido interditados.

Porque, diferentemente de quando alguém joga alguma coisa no gramado, algo impossível de se evitar, a invasão pode ser evitada, basta que haja esquema para tanto.

É falha na segurança do mandante quando acontece uma invasão e, aí, também diferentemente dos casos de arremesso de objetos, a identificação e detenção do autor não são suficientes.

O que incomoda, no caso, é o uso de um peso, a invasão, e duas medidas: absolvição do Galo, punição ao São Paulo.

O que, no entanto, não justifica o comentário do dublê de cartola e vereador tricolor Marco Aurélio Cunha, que disse que a punição equivale a "punir o prédio porque a pessoa se atirou na piscina do local. Nós não temos nada com isso".

Cumé?!!!

Então, quem tem?

Em tempo, ao meio-dia do sábado: o blog aposta que o STJD reformará a decisão e  que o jogo contra o Sport será no Morumbi.

Por Juca Kfouri às 00h44

13/11/2009

E não se fala mais nisso

O Vasco acaba de se sagrar campeão da Série B.

Num Maracanã engalanado, com mais de 52 mil torcedores,  a Nau do Almirante tomou um susto no primeiro tempo, quando jogou muito mal e saiu atrás do América potiguar.

Logo aos 30 segundos do segundo tempo, antes que tocasse na bola, Fumagalli, que acabara de entrar, sofreu pênalti, que valeu a expulsão do zagueiro americano e a defesa do goleiro em má cobrança de Élton.

O mesmo Élton que, 15 minutos depois, empatou o jogo, em  nova cobrança de pênalti, desta vez em Carlos Alberto.

Aos 40, enfim, em linda jogada, Alex Teixeira fez o gol do título, que tinha mesmo de ser cruzmaltino.

Para que nunca mais se fale dessa tal Série B em São Januário.

Por Juca Kfouri às 23h04

'Corinthians x Outros'

Como seria o encontro de dois Roberto Rivellino no campo, um jogando pelo Corinthians e outro pelo Fluminense?

E se o Pelé dos 20 e poucos anos se encontrasse em campo com Ronaldo, Fenômeno, de hoje em dia?

Sócrates versus Tostão?

Marcelinho Carioca chutando para um gol defendido por Manga?

Esses e outros encontros só foram possíveis – sim, eles existem – na imaginação de Washington Olivetto.

Em seu novo livro “Corinthians x Outros”, o autor faz sua seleção dos sonhos e convida os amigos para fazerem as deles.

Do cinema ao jornalismo, da música à política, torcedores famosos deixam de lado o trabalho e o dia a dia para se dedicar a um assunto sempre polêmico: quem são os 14 jogadores, entre titulares e reservas,  merecedores de pertencer à lista?

Jorge Ben Jor não resistiu e selecionou 22.

O próprio Washington listou 18, e abriu um capítulo inteiro dedicado aos quatro que ficaram de fora.

Feitas as listas, é hora do embate.

No campo imaginário, o Corinthians enfrenta times brasileiros e estrangeiros.

Em voleios, jogadas ensaiadas, tirambaços, bicicletas, grandes jogadores vão se enfrentando, enquanto o leitor se diverte acompanhando o sonho acordado de Washington.

Entre um jogo e outro, minibiografias de alguns dos craques.

Um livro para todos os torcedores e que chega às livrarias em novembro, com 288 páginas, por R$ 39,90, pela editora Leya.

 

Quem fez as seleções dos "outros":

São Paulo - Ricardo Kotscho

Atlético Mineiro – Chico Pinheiro

Botafogo – João Moreira Salles

Grêmio – Pedro Sirotsky

Cruzeiro – Samuel Rosa

Flamengo – Jorge Ben Jor

Palmeiras – José Serra

Internacional – Luiz Fernando Veríssimo

River Plate – Paulo Vinicius Coelho e Carlos Menem

Vasco – Sérgio Cabral

Barcelona – Luis Bassat

Fluminense – Jô Soares

Manchester United – Alfredo Marcantonio

Santos – Fausto Silva 

Por Juca Kfouri às 14h23

Sem twitter

Este blogueiro reitera que não tem twitter, embora haja um em nome dele que se limita a dar as manchetes do blog, provavelmente obra de alguém bem intencionado.

Desta forma, o blogueiro agradece aos mais de 22 mil seguidores do twitter fantasma e informa que não segue os quatro twiteiros ali listados.

Por Juca Kfouri às 10h48

Hora da onça beber água

Esqueça neste fim de semana no Brasileirão de jogos como Avaí e Corinthians e Goiás e Santo André.

Não que não tenham lá suas atrações, porque têm, mas não são certamente os jogos mais palpitantes entre os nove do sábado e do domingo.

Como o de amanhã, entre São Paulo e Vitória, atenção, às 19h30, no Morumbi com muita gente.

Três pontos certos para o tricolor, a menos que, de fato, o time não queira mesmo ser campeão.

Mais difícil é a vida do Galo, que também sonha com o título, mas vai a Curitiba jogar contra o ainda levemente ameaçado Coritiba.

O empate é bom para seguir na luta pela Libertadores, mas pouco pelo título.

Luta pela Libertadores que mobiliza o favoritíssimo Cruzeiro diante do Grêmio, no Mineirão, também no sábado.

E tem os jogos do domingo.

Quatro jogos, a saber.

Em novo horário, às 17h, porque a CBF demorou, mas descobriu que começou o horário de verão no Brasil, o Náutico dá seus últimos suspiros para tentar evitar o hexacampeonato do Flamengo, nos Aflitos. Jogo duríssimo.

Já o Botafogo tenta se afastar de riscos em Barueri, outro jogo complicado.

Como é complicado o jogo do Maracanã, mas às 19h30, entre a Fênix Fluminense e o Furacão paranaense.

Resta, ainda às 19h30h, no Beira-Rio a derradeira tentativa do Inter de ainda lutar pela Libertadores.

O adversário é o Santos, que não assusta. 

Comentário para o Jornal da CBN desta sexta-feira, 13 de novembro de 2009.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/juca-kfouri/JUCA-KFOURI.htm

Por Juca Kfouri às 00h03

12/11/2009

Pingos nos is

Que houve apito antes de a bola entrar no gol do Sport, houve.

Se foi ou não do árbitro, difícil dizer.

Que Danilo estava em posição legal, estava, sem dúvida.

Significa dizer que se o gol tivesse sido anulado teríamos uma nova confusão e sabe-se lá com que consequências depois do desatino do presidente palmeirense.

Dificilmente, também, alguém do Sport evitaria o gol do palmeirense, tendo ou não parado por causa do apito.

E só os idiotas da objetividade dirão que foi este gol que rebaixou o Sport.

Mas se, de fato, for possível comprovar que o árbitro apitou e depois validou o gol, o que seria ou será um absurdo, e que isso, comprovado, significa erro de direito, que tal anular o jogo?

É tudo que o Palmeiras quer...

Por Juca Kfouri às 10h55

11/11/2009

Milagre?! Superação, paixão, três cores que traduzem tradição!!!

O Fluminense jogou melhor que o Cerro Porteño no primeiro tempo, em Assunção.

Não fez gol por pouco.

O Fluminense resistiu bem no segundo tempo, maduro.

Mas, aí, aos 30, o goleiro Rafael fez uma ligação direta, Fred pegou no meio de campo, arrancou e foi parar dentro do gol paraguaio.

Mais uma vitória do Flu!

Mais um gol de Fred!

Inacreditável.

Por Juca Kfouri às 23h47

Milagre?! Catástrofe!!!

Milagre teria sido se o empate entre Palmeiras e Sport, em Palestra Itália, significasse a manutenção do glorioso Leão na primeira divisão.

Mas não significou.

O que houve no campo do Palmeiras foi mesmo uma catástrofe, que dificulta demais as pretensões alviverdes com vistas ao título que não comemora desde 1994.

Em surpreendentes 16 minutos, em duas belas jogadas, Arce e Wilson puseram o time pernambucano na frente dos paulistas.

Dois gols, ainda por cima, de dois ex-corintianos.

Depois de uma atuação risível no primeiro tempo, caótica mesmo, até que o Palmeiras voltou melhor no segundo tempo e criou daquelas chances típicas dos times em desespero, que revelam goleiros.

Sandro Souza e Silva saíram para as entradas de Deyvid Sacconi e para a volta de Pierre ao futebol.

Não foram nem mesmo poucas, também, as possibilidades que o Sport criou para aumentar o placar.

Mesmo para quem já viu de tudo no futebol, desnecessário será dizer que esta não foi uma noite qualquer.

Das poucas previsões que este blog, por sinal, acertou nos últimos tempos, basta ver a nota do começo do desta quarta-feira quase fatídica para o Palmeiras.

O Sport ainda ficou com 10, aos 22, com a expulsão do zagueiro Durval.

Marquinhos entrou no lugar de Edmílson.

E Sacconi fez 2 a 1, em deixada de Ortigoza, aos 26.

E Danilo, aos 39, em posição legal, empatou.

Estava bom?

Até que sim, pelas circunstâncias do jogo.

Mas estava péssimo, pelas circunstâncias do campeonato.

O saldo de gols que devolve a liderança episódica ao Verdão parece insuficiente para tranquilizar a massa alviverde.

Por Juca Kfouri às 23h45

Liberdade, liberdade, abre as asas...

 

Notícias STF

Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Ministro Celso de Mello anula condenação que obrigou jornalista a indenizar presidente da CBF (íntegra da decisão)

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, reformou decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que obrigou o jornalista Juca Kfouri a indenizar em R$ 50 mil o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, por conta de matéria jornalística considerada ofensiva pelo dirigente. Para o ministro, Juca Kfouri apenas exerceu o seu direito à liberdade de expressão.

Teixeira ajuizou ação indenizatória contra o jornalista em virtude de matéria publicada na revista "Lance", edição de dezembro de 1999, em que Juca Kfouri teria criticado a entrevista concedida por Teixeira a um jornalista da revista Playboy. Segundo Kfouri, o presidente da CBF teria respondido às perguntas "sem nenhuma preocupação com a ética ou com a verdade". E disse acreditar que o salário de Teixeira como dirigente da CBF, de aproximadamente R$ 17 mil, seria pouco.

Ao analisar o recurso - um Agravo de Instrumento (AI) 505595 ajuizado por Kfouri contra a decisão do TJ-RJ que o condenou ao pagamento da indenização – o ministro Celso de Mello explicou que no caso o jornalista exerceu, de forma concreta, o exercício da liberdade de expressão e de crítica.

"Reconheço que o conteúdo da matéria jornalística que motivou a condenação do recorrente [Juca Kfouri] ao dever de pagar indenização civil, por danos morais, ao ora recorrido [Ricardo Teixeira], longe de evidenciar prática ilícita contra a honra subjetiva do suposto ofendido, traduz, na realidade, o exercício concreto, por esse profissional da imprensa, da liberdade de expressão, cujo fundamento reside no próprio texto da Constituição da República, que assegura, ao jornalista, o direito de expender crítica, ainda que desfavorável e mesmo que em tom contundente, contra quaisquer pessoas ou autoridades", disse Celso de Mello.

Para ele, a crítica jornalística, quando inspirada pelo interesse público, ainda mais quando dirigida a figuras públicas com alto grau de responsabilidade na condução dos interesses de certos grupos da coletividade, "não traduz nem se reduz, em sua expressão concreta, à dimensão do abuso da liberdade de imprensa, não se revelando suscetível, por isso mesmo, em situações de caráter ordinário, de sofrer qualquer repressão estatal ou de se expor a qualquer reação hostil do ordenamento positivo", concluiu o ministro.

Celso de Mello deu provimento ao recurso, para julgar improcedente a ação indenizatória ajuizada pelo presidente da CBF. O ministro determinou, ainda, que seja devolvido ao jornalista o valor de sua condenação, depositado em juízo na 8ª Vara Cível do Rio de Janeiro, equivalente a R$ 50 mil mais correção monetária desde 2002.

 

Leia a íntegra da decisão

MB/LF

 

Processos relacionados

AI 50559

 

Por Juca Kfouri às 17h49

10/11/2009

Uma noite dramática no Palestra Itália

Palmeiras e Sport foram protagonistas de momentos memoráveis e dramáticos em seus últimos confrontos.

Com vantagens que ora pendiam para um lado, ora para o outro.

O rubro-negro, por exemplo, esteve perto de chegar ao ponto mais alto de sua história, coisa que o Palmeiras impediu na hora H na Libertadores.

Agora vamos viver mais uma página, neste jogo desta quarta-feira que para valer a liderança ao Palmeiras valerá o rebaixamento ao Sport.

Bote drama nisso.

O Palestra Itália certamente não viverá uma noite qualquer.

Por Juca Kfouri às 22h35

E deram férias antecipadas para o Carlos Simon

Depois de ter errado demais no Maracanã, depois de ter sido ameaçado e humilhado pelo presidente do Palmeiras, eis que o árbitro Carlos Simon foi eliminado do restante do Brasileirão pela CBF.

Justiça feita?

Só se for para inglês ver.

Porque faltam apenas quatro rodadas para o campeonato acabar e punição mesmo teria sido a CBF comunicar que ele não será mais o árbitro brasileiro na Copa do Mundo da África do Sul.

O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, que extrapolou em seu protesto contra a desastrosa atuação de Simon, além de ter mantido todos os adjetivos com que brindou o apitador, foi mais longe.

Ele mostrou como não são sérias as decisões do STJD, ao relatar a gracinha de um auditor bobinho que deu dois jogos de suspensão a Vagner Love depois de ter dito que preferiria vê-lo com trancinhas rubro-negras no cabelo e não verdes.

Com pouco tempo de cartola, Belluzzo sente na pele aquilo que os mais experientes estão cansados de saber: duas das maneiras mais sórdidas de se exercer o poder no futebol estão exatamente no controle da arbitragem e da justiça esportiva.

Enquanto as duas não forem independentes, assim será: um árbitro fraco, um auditor leviano, e um título de campeão pode se esvair por caprichos de capachos.

Comentário para o Jornal da CBN desta terça-feira, 10 de novembro de 2009.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/juca-kfouri/JUCA-KFOURI.htm

Por Juca Kfouri às 00h55

09/11/2009

Tabelinha desta segunda-feira

Por Juca Kfouri às 20h49

A proposta do presidente do Galo

Alexandre Kalil reconhece que o Galo acabou indiretamente favorecido pelo erro de Carlos Simon contra o Palmeiras.

Mas avisa que vai regularmente ao Rio apenas para manter o veto ao árbitro gaúcho nos jogos do Atlético Mineiro.

E tem uma proposta, simples, mas, segundo ele, "revolucionária":

"Com a força que o Palmeiras tem, basta reunir o Clube dos 13, e pegar umas 15 assinaturas pedindo a exclusão do Simon do futebol brasileiro".

Sei não, diz este blogueiro.

Tirante o Corinthians e, talvez, os dois times gaúchos, acho mesmo que a maioria assinaria.

Porque quase todos têm motivos.

E como!

Por Juca Kfouri às 12h15

A tréplica do blogueiro

Belluzzo, caro: temia que isso acontecesse também com você.

Que o futebol é o que é sei a tal ponto que por isso já sofri mais de uma centena de processos, a maioria deles do presidente da CBF, com quem você tem de conviver. 

Achei sim que o Palmeiras jogou muito mal, sem uma jogada, fazendo ligação direta. 

Basta ver que o goleiro do Flu não apareceu e o Bruno teve de jogar.

Mas, enfim, posso publicar mais este seu desabafo? 

Abraço forte.

Juca 

Obsevação do blog: consultado por telefone, o presidente do Palmeiras autorizou a publicação.

 

Por Juca Kfouri às 10h43

A resposta de Belluzzo

Meu caro Juca,

Lí seu blog e estou disposto a enfrentar os tribunais.

Acho justo que seja processado porque disse, em plena consciência, o que saiu publicado.

Alguem precisa dizer que o futebol é podre e ontem tivemos um exemplo dessa podridão.

Não falo apenas da anulação do gol.

Foi a forma descarada, ostensiva e desavergonhada, a intenção clara de prejudicar um time e favorecer o outro.

Erros de arbitragem acontecem.

O Palmeiras perdeu tres jogos e não falei nada.

Foi prejudicado em outras partidas e tambem não falei nada, salvo conversar com o árbitro do jogo Palmeiras e São Paulo.

Tem mais. O futebol está povoado de picaretas e safados.

Esse Simon é um operador "oficial" de interesses escusos.

Não vou parar de falar porque não tenho rabo preso.

Tampouco vou "trabalhar nos bastidores, eufemismo para "comprar o juiz".

Se for preciso fazer isso, prefiro ir para casa.

Ontem presenciamos um assassinato e o argumento dos comentaristas esportivos (o Palmeiras jogou mal) não resiste a um análise perfunctória.

O São Paulo jogou mal contra o combalido Barueri e ganhou, com um pênalti não assinalado, para variar.

O Palmeiras jogou mal e o Fluminense tambem.

Dizer que o Fluminense jogou melhor que o Palmeiras é uma peça de humorismo.

Saudações socialistas,

Belluzzo

Por Juca Kfouri às 10h35

Um pouco de razão

Carlos Eugênio Simon é um péssimo árbitro.

Sabe-se disso há anos e a CBF o prestigia.

Por que, não sei.

Sim, o Fluminense é presidido pelo cardiologista do presidente da CBF, a quem ele deve favores até por causa de um atestado médico que evitou sua volta para depor na CPI do Futebol.

E Roberto Horcades, o presidente tricolor, está sob ameaça de impeachment.

É inegável também que o gol de Obina foi legal e que ainda houve um pênalti para o Palmeiras, embora daqueles que a TV pega com muito mais facilidade que os árbitros.

Mas é inegável, ainda, que o Fluminense jogou muito melhor que o Palmeiras, que foi, mais uma vez, um fiasco.

E que do mesmo modo que o Palmeiras foi prejudicado hoje foi beneficiado contra o Cruzeiro, em diversos lances capitais, e contra o Corinthians, quando Danilo não foi expulso.

No último caso, já em plena reta final do Brasileirão.

Portanto, se é sagrado o direito de reclamar, o chamado jus sperniandi, por outro, nem é o caso de o governador José Serra se manifestar nem muito menos de o presidente do Palmeiras, o professor, de verdade, Luiz Gonzaga Belluzzo, perder a cabeça ao ponto que perdeu.

Assim, acaba dando razão ao professô, de mentira, Vanderlei Luxemburgo, que o chamou de "retógrado".

Belluzzo certamente será julgado e condenado no STJD.

Na Justiça comum, à qual Simon costuma recorrer por coisas muito mais amenas, talvez seja aceito o príncipio da privação de sentido e que juiz ladrão no futebol não tem o mesmo significado que tem em outras esferas.

Seja como for, menos, menos...

Por Juca Kfouri às 01h24

Deu no 'Lancenet'. Belluzzo perde a cabeça

Belluzzo: ‘Simon é vigarista e está na gaveta de alguém’

POR Thiago Salata  

Luiz Gonzaga Belluzzo detonou Carlos Eugênio Simon e ameaçou até partir para as vias de fato caso encontre com o árbitro da partida entre Palmeiras e Fluminense, no Rio.

Já no fim da noite deste domingo, o presidente do Verdão soltou o verbo em entrevista ao LANCENET!.

De São Paulo, o dirigente viu a derrota da equipe pela TV e ficou enfurecido com o erro de Simon, que anulou gol legal de Obina.

E declarou que a arbitragem estava a serviço de alguém.

– É vigarista, safado e crápula. Se eu encontrá-lo na rua, dou uns tapas no vagabundo – disparou Belluzzo, enfurecido.

O renomado presidente palmeirense, economista e sempre ponderado nos argumentos, tem ciência da força das palavras que usou e afirmou ainda que o árbitro pode processá-lo se quiser.

A reportagem tentou contato com Simon, que não atendeu às ligações.

A conversa com Belluzzo durou cerca de 15 minutos. Confira a íntegra do papo com o revoltado presidente do Palmeiras, horas depois de ver o seu time perder a liderança do Brasileirão:

L!: Você estava no Maracanã?
B: Não, assisti a partida de São Paulo, pela TV. Minha mãe está com problemas de saúde e não viajei com o time para o Rio.

L!: Qual a sua análise da atuação do Palmeiras e do árbitro?
B: O time não jogou bem, como o Fluminense também não. O jogo foi um ruim, com os dois jogando mal. Mas se pode jogar mal, como o Palmeiras e o São Paulo já jogaram e ganharam. O Simon determinou o resultado o jogo. O Simon assaltou o Palmeiras! Não tinha nenhum motivo para anular o gol. Foi má fé, foi roubo!

L!: As palavras são fortes...
B: Para variar, ele está na gaveta de alguém. Só dá para entender assim. Ele dar uma falta dessas! Ele deve estar fazendo favor a alguém. Não sei para que time, se quer tirar o time da Segunda Divisão. Ainda houve um pênalti vergonhoso no Danilo. O Sérgio Corrêa não devia ter escalado esse vigarista, que vai para a Copa do Mundo. O cara assaltou o Palmeiras, é inacreditável. Ninguém tem dúvida do lance, nem os jogadores do Fluminense. O Palmeiras não jogou bem, mas fez 1 a 0 e isso era importante. A gente poderia segurar o jogo depois, é inaceitável.

L!: Então, você acha que o Simon entrou já mal intencionado?
B: Na minha opinião, ele fez um serviço para o Fluminense, porque se o Fluminense não ganha, ficaria complicado para eles. A tabela favoreceu o São Paulo. Isso me lembra muito o gol do Leivinha de 1971. Esse cara é sem vergonha.

L!: Você citou o São Paulo. Acha que há alguma ligação no erro com o concorrente ao título?
B: Não posso dizer isso. Digo que quem saiu favorecido foi o Fluminense e o São Paulo, objetivamente. Estou dizendo que o Simon é safado, um sem vergonha e crápula.

L!: O Palmeiras fará o que? Vai protestar na CBF?
B: Adianta fazer protesto? A única coisa que se pode fazer é encher o cara de porrada depois de um assalto desse. O cara foi de má fé! Ele já devia ter sido excluído do futebol. Vamos lembrar todas as trapalhadas que esse árbitro já fez.

L!: Presidente, sinceramente, nunca o vi tão alterado...
B: Você nunca me viu assim, mas não dá! Não tem erro de interpretação no lance, o cara do Fluminense está atrás. Ele fez de caso pensado. Eu que o encontre na rua, porque não tenho medo de ninguém. Tenho 67 anos e, se encontrar o Simon na rua, eu dou um tapas nesse vagabundo.

L!: Vou escrever tudo o que você está falando, presidente... As falhas do Simon não podem ter sido apenas técnicas na partida?
B: Pode escrever tudo o que estou falando. Não é só ruindade técnica, é mal intencionado. Ele pode me processar! Até gostaria de encontrá-lo no tribunal. Não tenho medo de processo, pois mostro os jogos em que ele apitou. É um sem vergonha, isso é demais. Um cara desse me processar é uma honra.

L!: Então você vê esquemas no campeonato? Como será até o fim? Faltam quatro jogos...
B: Você está vendo o que está acontecendo nesse final. Só falta urubu voar de costas.

L!: Você acha que essa partida pode dar um baque no Palmeiras, que ainda pode ser campeão nas últimas rodadas?
B: O time é feito de profissionais. Quem tem de falar são os cartolas. Eles têm de ficar quietos. Eles são profissionais, tem de ter cabeça fria. Eu fico de cabeça de quente. Eles têm de jogar.

L!: Presidente, vou repetir: tudo o que foi dito será publicado...
B: Eu não devo nada a ninguém, então falo o que eu acho. Eu sempre fui muito ponderado, mas dessa vez não dá. Não dá mesmo. Foi um assalto, um roubo!

Por Juca Kfouri às 00h34

Do twitter do governador de São Paulo...

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  Barbeiragem futebolística do ano: gol legítimo do Obina anulado pelo juiz.

6 minutes ago from web 

Por Juca Kfouri às 00h29

08/11/2009

A 'novidade' é o São Paulo

Sim, o tricolor paulista lidera.

E o carioca ameaça fazer um milagre embora ainda tenha cinco pontos para tirar em apenas quatro rodadas.

No G4, entre o São Paulo e o Galo a diferença é de apenas três pontos.

Sim, mas só o São Paulo depende apenas de seus resultados.

A rodada teve 25 gols e 22 mil pagantes em média, com o Maracanã recebendo o melhor público com quase 67 mil pagantes e a Arena Barueri com o menor, quase 3 mil.

Na ZR, nada autoriza que se acredite, ou se desacredite, em nada.

Assim como no G4, por sinal.

Mas, a regra, nos últimos três anos tem sido simples: quando o São Paulo assume a liderança, não larga mais dela.

A única previsão inteligente, enfim, é não fazer nenhuma previsão.

Embora, em cima, haja um Palmeiras em queda e um Flamengo em franca ascensão.

Assim como o Fluminense, na ZR.

Aliás, pela segunda rodada seguida, os três cariocas ganharam, para não falar do Vasco.

Que segunda-feira feliz na Cidade Maravilhosa!

Por Juca Kfouri às 20h41

Inter decepção e Botafogo coração

O Inter chegou à Arena Barueri (2.789 pagantes) com a chance de ficar a apenas um ponto do quarto lugar do G4.

E com um minuto de jogo Andrezinho desperdiçou um gol certo, sem goleiro, em belíssima jogada de Giuliano.

Mas o Inter era tão melhor que o gol parecia questão de tempo.

De fato, foi.

Exatos 17 minutos.

O Grêmio (ah, o Grêmio...!), aos 17, com Márcio Careca, fez 1 a 0, num frangaço de Lauro, tão grave como o gol perdido por Andrezinho.

Aí, o jogo se equilibrou e, na verdade, o Grêmio Barueri teve mais chances de ampliar do que o Inter de empatar.

Thiago Humberto, já contratado pelo Inter, fazia sua partida mais apagada deste Brasileirão.

Debaixo de muita chuva, no segundo tempo o Colorado voltou na base do tudo ou nada, perdido por 1 perdido por 10, porque, de fato, mais uma decepção em 2009 seria demais.

Só que, é claro, se expunha ao contra-ataque, algo que o organizado time local faz bem e fez bem, sempre mais próximo de fazer do que de levar o gol.

Mário Sérgio Pontes de Paiva acumulava novo insucesso, apesar de falar de futebol como poucos, prova provada de que na prática a teoria é outra.

Aos 20, no entanto, o excelente Giuliano bateu falta, o goleiro Márcio saiu muito mal e Fabiano Eller empatou: 1 a 1.

Ainda era pouco para o Inter, mas faltavam, no mínimo, 25 minutos para que se impusesse a gloriosa camisa vermelha.

Daí em diante só deu o time gaúcho, com chance em cima de chance.

Verdade que, aos 31, Índio fez um pênalti ao rasgar a manga da camisa de um adversário.

E que o anfitrião logo equilibrou as coisas.

Esse Inter...

Já no Engenhão (12.426 pagantes), só deu Botafogo contra o Coritiba, embora o primeiro gol tenha demorado a sair, com Renato, aos 37, entre o goleiro e a trave esquerda.

Era o bastante para ficar cinco pontos na frente do Fluminense, ao lado do Coritiba.

O time Coxa voltou todo ofensivo e deu sufoco no Glorioso, que demorou a reagir e a levar algum perigo.

Com o insinuante atacante Marcos Aurélio no lugar do volante Jaílton, o time paranaense parecia um torniquete.

O gol de empate, que a torcida do Fluminense queria tanto quanto a do Coritiba, parecia iminente.

Jefferson, o goleiro do time da Estrela Solitária, se virava como podia.

Mas foi Lúcio Flávio que, num raro contra-ataque, aos 23, fez o tal gol que era iminente: 2 a 0. 

O Botafogo está quase aliviado depois de ter jogado hoje com os pés, a cabeça, mas, sobretudo, com o coração.

E, na Arena da Baixada (15.591 pagantes), com gol de Marcinho, aos 23 do primeiro tempo, o Furacão vencia o Goiás por 1 a 0.

Wallyson, no segundo tempo, aos 30, fez 2 a 0. 

Por Juca Kfouri às 20h22

FLA-FLU, MARAVILHA!!!!

O Palmeiras fez um primeiro tempo abaixo da crítica no Maracanã (66.884 pagantes) mais uma vez lindamente enfeitado em três cores.

O Fluminense foi incomparavelmente mais perigoso, exigiu pelo menos duas grandes defesas de Bruno e ainda teve outras três claras chances de gol.

O Palmeiras só uma, aos 30.

E fez o gol.

Gol legalíssimo de Obina, muito mal anulado adivinhe por quem: pelo caseiro feitor de resultados Carlos Simon, que irá apitar a Copa do Mundo pela terceira vez, um prêmio que pode ter de tudo, menos perfume.

Só por isso pode-se dizer que não foi injusto que o Flu não estivesse na frente no intervalo.

O segundo tempo começou igual, com o Flu mais perigoso, com Marcão uma piada e Simon outra.

Vagner Love passeava no calor infernal do Maracanã.

Aos 15, Fred sobe mais que a defesa na cobrança de escanteio por Conca e faz o gol que o Flu, com a bola, fazia por merecer: 1 a 0.

Tartá entrou no lugar de Dieguinho.

Maicon, aos 24, perdeu gopl feito para liquidar o jogo.

Muricy Ramalho erra do tirar Obina e não o turista Love para entrar Robert.

Deyvid Saconi entrou no lugar de Marcão e Wendel no de Figueroa, assim como Alan no de Maicon.

Gonzáles substituiu Conca, esfalfado.

O Fluminense está fazendo um milagre e já é o primeiro dos últimos.

Ganhou só de papões nos últimos jogos: Galo, Cruzeiro e Palmeiras, para não falar da Sul-Americana.

Já no Mineirão (63.285 pagantes) , mais uma vez lindamente enfeitado em preto e branco, os 2 a 0 para o Flamengo sobre o Galo eram mais que justos: eram justíssimos.

Sim, o Galo teve mais a bola, exigiu que Bruno trabalhasse, perdeu um gol incrível com Correa, aos 45 do primeiro tempo, mas foi vítima de um Flamengo muito mais inteligente, marcador e fulminante.

Até em cobranças de escanteio, graças a Petkovic, que fez um gol olímpico desses de derrubar qualquer um, como derrubou o ímpeto mineiro, logo aos 10, em falha gritante do goleiro Carini.

Fingindo-se de morto, mas muito atento, o Flamengo fez mais um, agora com Maldonado, aos 38.

O gol perdido por Correa no finzinho parecia decretar uma derrota inevitável, porque, se convertido, incendiaria o Mineirão.

Felizmente, para o Galo, que voltou com Evandro no lugar de Renan, Ricardinho, logo aos 5 da etapa final, botou fogo na massa, ao diminuir com oportunismo.

Um jogão!

O Galo foi para a pressão, mas a melhor oportunidade foi com Zé Roberto, aos 15.

Aos 17, Airton teve de sair e entrou Toró.

Fierro substituiu Pet e Renteria entrou no lugar de Éder Luis e Serginho no de Correa.

O Flamengo seguia mais perigoso, com outra chance criada por Zé Roberto, cara a cara com Carini.

Mas o Galo estava vivo e dava pontadas perigosas, mas sem pontaria.

Carini recupera-se da falha do primeiro gol ao evitar o terceiro, que seria de Adriano.

Mas falha em seguida, de novo, ao não cortar com a mão a cabeçada do Imperador: 3 a 1.

Wellinton entra no lugar de Zé Roberto, para ganhar tempo.

Vitória irretocável do Flamengo.

A nação rubro-negra cantava no Mineirão e Adriano empatava com Tardelli na artilharia.

O Mengo está só a dois pontos do líder São Paulo...

Enquanto isso, no Pacaembu (16.300 pagantes), Ronaldo e Dentinho fizeram, um em cada tempo, 2 a 0 para o Corinthians contra o Ramalhão, na UTI.

58% dos blogueiros acertaram com o Flu e o dono do blog, que "não sabia não, não sabia não" e errou.

E 46% erraram com o Galo, como o dono do blog, para alegria dos rubro-negros.

Por Juca Kfouri às 18h01

Galo ganha

Foram pouco mais de 1110 participações.

E o Galo foi apontado como vencedor por 46%, contra 31% para o Flamengo e 23% que optaram pelo empate.

O blog aposta com a maioria, para alegria dos rubro-negros.

Mas sem essa de cortar o braço.

Por Juca Kfouri às 00h02

Sobre o autor

Formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de "O Globo" entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.

Histórico