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Saiba quem é Juca Kfouri
Osmar Santos vem aí. Muito bem acompanhado

O artista gráfico, quem sabe o mais importante, do Brasil, o artista plástico Elifas Andreato, companheiro de velhas e boas batalhas, reencontrou Osmar Santos num evento

E se encantou com as telas pintadas pelo melhor narrador esportivo da história do rádio nacional.

E decidiu que irá ajudá-lo a desenvolver o talento que ele tem para pintar.

Dois gênios juntos serão capazes de fazer coisas que até Deus duvida.



Escrito por Juca Kfouri às 13h53
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Intervalo

Um mês em janeiro.

Uma semana em julho.

Tô indo.

Porque ninguém é de ferro.

Mas, diferentemente, de janeiro, aqui aparecerei, às vezes, como conta-gotas.



Escrito por Juca Kfouri às 13h44
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Cruzeiro às portas do tri

O bicampeão da Libertadores Cruzeiro vai buscar o tri contra o tricampeão Estudiantes, que busca o tetra.

O primeiro jogo fora, em La Plata, no dia 8 de julho, o segundo em casa, no Mineirão, no dia 15.

A Conmebol, que não deixou nem o uruguaio Nacional nem o São Paulo irem ao México por causa da gripe suína, informou que o jogo será mesmo na Argentina, apesar da gripe suína.

O Cruzeiro conheceu o gosto da Libertadores duas vezes, em 1976, quando venceu outro time argentino, o River Plate, e em 1997, diante do peruano Sporting Cristal.

Já o Estudiantes foi campeão em 1968, 1969 e 1970, contra o Palmeiras, e contra os uruguaios Nacional e Peñarol.

Fácil não será, mas quem fez o que o Cruzeiro fez no Morumbi e no Olímpico tem motivos para confiar.

Pela quinta vez consecutiva a final da Libertadores terá um time brasileiro.

Comentário para o Jornal da CBN desta sexta-feira, dia 3 de julho de 2009.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/juca-kfouri/JUCA-KFOURI.htm 



Escrito por Juca Kfouri às 00h44
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Agora só o Cruzeiro é o Brasil na Libertadores

AP

Mais parecido com o que houve ontem em Porto Alegre, impossível.

O Olímpico estava lotado, empolgado, incandescente.

Em vez de vermelho, como o Beira-Rio, azul.

Até porque o Cruzeiro, que começa com C, como o Corinthians, também é azul.

Azul de muitas estrelas, duas delas, por exemplo, da Libertadores, que os paulistas não têm.

Grêmio e Cruzeiro em busca da vaga na final contra o Estudiantes, ambos em busca do tricampeonato.

Tricampeonato que o Estudiantes já tem, em 1968/69/70.

O embate entre os dois times maiores campeões, tetracampeões da Copa do Brasil, era quente, com o Grêmio no ataque, pressionando, a ponto de Herrera ser agarrado e derrubado na área, sem que o árbitro marcasse nada, aos 29.

Cinco minutos depois, Kléber, o leão de sempre, fez ótima jogada pela direita e deu para Wellington Paulista fazer o sonhado gol mineiro: 1 a 0, ou melhor, 4 a 1.

Nem assim os gremistas se calaram.

Só dois minutos depois é que se ouviu mais forte a torcida cruzeirense, porque Jonathan cruzou da meia-direita e Wellington Paulista num lindo peixinho mandou para a rede, ao fazer 2 a 0 ou, melhor, 5 a 1.

Aí, nos minutos finais, até show o Cruzeiro ensaiou dar.

O Grêmio precisava fazer, no segundo tempo, os mesmos cinco gols que o Inter não fez.

Aos 5, Leonardo Silva, machucado, deu lugar a Anderson.

Aos 7, Herrera bateu cruzado e Fábio, que já tinha ido bem no primeiro tempo, fez bela defesa.

Tecnicamente superior, o Cruzeiro repetia no campo do tricolor gaúcho que tinha feito no do tricolor paulista.

Aos 9, no entanto, de cabeça, em cobrança de escanteio, Réver diminuiu: 1 a 2, ou 2 a 5.

Faltavam quatro gols.

Bah, gols demais, uai!

Aos 14, Adilson, que não se chama D'Alessandro, fez falta violenta em Wagner que ia parar dentro do gol e foi corretamente expulso.

Aos 17, Elicarlos entrou no lugar de Gérson Magrão.

Apesar de com 10, o Grêmio andava mais perto do empate que o Cruzeiro da ampliação, talvez porque para os gaúchos uma reação qualquer fosse importante moralmente e para os mineiros só interessasse o que só interessava, a vaga na final.

Final que, se a Conmebol for coerente, não poderá ser na Argentina, assolada pela gripe suína, como não pôde haver jogos no México.

Wellington Paulista saiu e entrou Thiago Ribeiro.

Aos 30, num lindo gol, de fora da área, Souza empatou: 2 a 2, ou 3 a 5.

O Olímpico cantava cada vez mais alto.

O Cruzeiro só queria deixar o tempo passar.

Perea substituiu Herrera com cãimbras e sem gols.

O Cruzeiro jogará no meio da semana que vem, fora de casa, e receberá, no Mineirão, daqui a duas semanas, o Estudiantes.

Parada dura, mas com a cara deste cada vez mais confiante Cruzeiro.

Chance para vingar os 4 a 0 de La Plata na primeira fase desta Libertadores, depois que o Cruzeiro tinha vencido, em Belo Horizonte, por 3 a 0.

E a metade que ficou triste ontem no Rio Grande do Sul, foi dormir mais consolada hoje, ao contrário da metade que dormiu feliz ontem.

Já nas Minas Gerais...

E 63% dos quase 4000 que responderam nossa sondagem acertaram na mosca que o Cruzeiro seguiria na Libertadores.



Escrito por Juca Kfouri às 23h31
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Corre lá!

No futebol carioca, o Flamengo é o único clube que pode se orgulhar de ter conquistado cinco tricampeonatos.

Para reconstituir essa saga, o jornalista Paschoal Ambrósio Filho se antecipou à conquista de 2009 e, apostando em mais um sucesso rubro-negro, mergulhou na tarefa de resgatar essa trajetória vitoriosa que começou há mais de 60 anos com Zizinho, Domingos da Guia & Cia.

O resultado é o livro Pentatri, a história dos cinco tricampeonatos cariocas do Flamengo, mais um lançamento da Maquinária Editora (168 páginas, 32 reais).

É um documento indispensável para que o torcedor do Flamengo entenda melhor a razão da sua própria paixão.

Dos tempos do Mestre Ziza, Dida, Zico, Petkovic até a recente conquista, na qual o goleiro Bruno, pelos pênaltis defendidos, foi o principal protagonista, o livro narra momentos de inesquecíveis emoções.

Ilustrado por dezenas de fotos históricas, contendo as súmulas de todos os jogos dos 15 campeonatos disputados, Pentatri não pode faltar na estante de nenhum verdadeiro torcedor do Flamengo.

O livro Pentatri é o quinto da editora Maquinária.

Em 168 páginas, o jornalista Paschoal Ambrósio Filho resgata a história dos cinco tricampeonatos cariocas do Flamengo.

Dos tempos de Zizinho, passando por Dida, Zico, Petkovic e o goleiro Bruno, principais personagens dessa trajetória de vitórias, são revividos momentos inesquecíveis para várias gerações de rubro-negros.

É uma rara oportunidade de conhecer, em uma só obra, a saga de equipes que ajudaram a construir a força e a grandeza atual do Flamengo.

Além dos detalhes de cada uma das disputadas e dezenas de fotos, o livro traz as súmulas dos jogos de todos os 15 campeonatos conquistados.

Um livro essencial para se descobrir as razões da inigualável popularidade do Mais Querido.

E que está sendo lançado hoje, daqui a 40 minutos, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no Rio, A. Afrânio de Mello Franco, 290.



Escrito por Juca Kfouri às 18h01
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E agora, José?

José Sarney vive seus últimos momentos e o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, aquele que excomungou todos os adultos envolvidos no aborto de uma gravidez de alto risco em menor estuprada, está se aposentando.

Por ROBERTO VIEIRA sobre poema de CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

"E agora, José?
A reza acabou,
a presidência dançou,
o povo sumiu,
o escândalo esfriou,
e agora, José?
E agora, você?
Você que tem nome,
que zomba dos outros,
você que excomunga,
cala quem protesta,
e agora, José?

Está sem respeito,
está sem discurso,
está sem destino,
já não pode benzer,
já não pode empregar,
iludir já não pode,
a verba esgotou,
o milagre não veio,
o aplauso não veio,
o jetom não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua negra casaca,
seu instante de santo,
sua imortalidade,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,

seu te rno de oligarca, sua incoerência,
seu trono - e agora?

Com a caneta na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no Maranhão,
mas o Maranhão secou;
quer ir para Roma,
João Paulo não há mais.
José, e agora?

Se você confessasse,
se você se arrependesse,
se você tentasse
ser igual a toda gente,
se você dormisse,
se você sonhasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é eterno, José!

Sozinho entre os muros
príncipe em seu palácio,
só teologia,
sem verdade nua
para se perdoar,
você é o dono do mar
que fugiu a galope,
você foge, José!
José, pra onde?"



Escrito por Juca Kfouri às 17h58
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No 'Estado de S. Paulo' de hoje

Fifa repreende comemoração religiosa do Brasil

Festa após título, com orações em campo e mensagens na camiseta, provoca polêmica

Jamil Chade

A comemoração da seleção pelo título da Copa das Confederações e o comportamento dos jogadores brasileiros após a vitória sobre os Estados Unidos causam polêmica na Europa.

A queixa é de que o time brasileiro estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou ao Estado que mandou um alerta à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.

Ao virar o jogo contra os EUA, os jogadores da seleção fizeram uma roda no centro do campo e rezaram.

A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme.

Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes europeus hoje.

Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo.

Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir a seleção brasileira.

"A religião não tem lugar no futebol", afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa.

Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi "exagerada". "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora", disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca.

Ao Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome "providências" e que busca apoio de outras associações.

As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo.

A entidade prevê punições em casos de descumprimento.

Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida.

Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica.

Ao fim da Copa de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.

A Fifa mostrou seu desagrado na época.

Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira.

A entidade diz que está "monitorando" a situação.

E confirma que "alertou a CBF sobre os procedimentos referentes ao assunto".

A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final.

E as leis apenas falam da situação em jogo.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a CBF informou que não recebeu nenhuma queixa da Fifa e, por isso, não vai comentar o assunto.

TEMA RECORRENTE

Nos últimos anos, o tema da religião no futebol ganhou uma nova dimensão.

Frank Ribery, artilheiro francês, provocou polêmica há poucas semanas ao ser flagrado por uma câmera rezando pelos costumes muçulmanos.

Recentemente, dois jogadores bósnios do time norueguês Sandefjord comemoraram um gol se ajoelhando e rezando da forma tradicional muçulmana.

Um outro jogador do mesmo time não se conteve e fez gestos vulgares aos dois atletas.



Escrito por Juca Kfouri às 13h14
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Esclarecimento necessário

Têm razão palmeirenses e santistas que protestam em relação à alusão ao pódio de Corinthians e Flamengo com sete títulos nacionais.

Faltou dizer que tal menção diz respeito, apenas, aos anos da criação da CBF, em 1979, em lugar da CBD, para cá.

Porque, de fato, o Santos, com cinco Taças Brasil, um Robertão e dois Brasileirões tem oito títulos nacionais.

Assim como o Palmeiras, duas Taça Brasil, uma Copa do Brasil, dois Robertões e quatro Brasileirões, têm nove títulos nacionais, razão pela qual é chamado, com razão, de campeão nacional do século 20.

Não se dá aqui, nem se deu no texto, a mesma importância à Copa Brasil que tem o Campeonato Brasileiro, nem mesmo na época em que ainda era disputada também pelos clubes que estivessem na Libertadores.

E nem se fala de títulos internacionais, mundiais e da Libertadores, que tem o São Paulo como absoluto, tri e tri, além de hexa nacional, clube mais vencedor do país, apesar de ser o mais jovem entre os grandes.



Escrito por Juca Kfouri às 11h38
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Na 'Folha' de hoje

JUCA KFOURI

O tri legal, e legítimo, do Timão

 

Sob qualquer ponto de vista, com ou sem DVDs, o título ganho pelo Corinthians, desta vez, é inquestionável

O TIRO saiu pela culatra.

O Corinthians é tricampeão da Copa do Brasil por suas virtudes e está garantido, no seu centenário, na Taça Libertadores da América, uma obsessão para boa parte dos corintianos.

Virtudes que o gol de Jorge Henrique, logo no vigésimo minuto do primeiro tempo, tratou de tornar ainda mais evidentes, pela tranquilidade e maturidade que faltaram na decisão passada, no Recife.

E que o golaço de André Santos, oito minutos depois, selou como uma noite historicamente alvinegra no Beira-Rio (Tietê?).

A exemplo de outra, em 1995, mas no rival Olímpico, quando foi conquistada a primeira Copa do Brasil.

Aliás, de lá para cá, é uma Copa do Brasil corintiana a cada sete anos.

O Inter ainda empatou no segundo tempo e teve em D'Alessandro, expulso ingênua e espalhafatosamente, o melhor seguidor do vice- -presidente de futebol colorado.

Elias entrou na pilha e também foi expulso, porque, era óbvio, o Inter não queria festa corintiana em sua casa, embora a Fiel se fizesse ouvir em alto e bom som.

E o time paulista deve agradecer a Fernando Carvalho, seu mais novo benemérito.

Porque, entre as burrices cometidas por cartolas, a do gênio colorado bateu recorde.

Além de vitaminar a vontade do rival, de ser criticado até em seu Estado, sempre tão cioso das coisas gaúchas, Carvalho só conseguiu deixar a arbitragem na situação de aceitar ser covarde ou mostrar independência, além de tirar a responsabilidade do time colorado, porque afinal a arbitragem é sempre a culpada.

Ex-árbitro gaúcho, e hoje o melhor comentarista de arbitragem do país, Renato Marsiglia, da Rede Globo, foi definitivo: "Comigo, esse tipo de atitude sempre saiu pela culatra".

Pois aconteceu de novo.

O raro leitor deste espaço é testemunha de que aqui não se exaltou o título brasileiro do Corinthians em 2005.

E por muitas razões, embora tenha sido achada a solução menos ruim possível para o "caso Edílson Pereira de Carvalho" e nisso o Corinthians não tenha, rigorosamente, nenhuma responsabilidade.

Mas foi uma taça vencida à custa de dinheiro sujo, da MSI, o que é uma deslealdade com quem trabalha com dinheiro limpo, além de conquistada com derrota em Goiânia e só porque o Inter, coitado, que poderia ter sido tetracampeão, achou de perder para o rebaixado Coritiba na última rodada.

Mas um título manchado também pelo célebre pênalti não marcado de Fábio Costa em Tinga, que ainda por cima foi expulso naquele empate no Pacaembu.

Enfim, um título que está lá, registrado, mas que jamais será destacado por corintiano algum como dos mais honrosos de sua história centenária.

Ao contrário deste tricampeonato da Copa do Brasil, não só o sétimo título nacional do Corinthians, o que o iguala ao Flamengo no topo do pódio brasileiro, mas uma façanha que só foi alcançada, como aconteceu no Campeonato Estadual, depois de superar o time mais badalado do país, então o São Paulo, ontem o Internacional.

Mas que agora passa a ser ele, o Corinthians, que, se alguém tinha alguma dúvida, de fato, voltou.

E em grande estilo.



Escrito por Juca Kfouri às 10h52
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A segunda decisão em Porto Alegre

Cruzeiro e Grêmio jogam neste noite, em Porto Alegre, para decidir qual deles irá à final da Libertadores com o Estudiantes, da Argentina.

Qualquer um dos dois brasileiros jogará a decisão em casa, no Mineirão ou no Olímpico.

Para que o Cruzeiro se classifique basta empatar ou até mesmo perder por um gol de diferença.

Já o Grêmio joga por um 2 a 0.

Grêmio que teve uma injeção adicional de ânimo na noite de ontem, quando viu o rival Inter perder a Copa do Brasil para o Corinthians.

Corinthians que desde 1995 ganha uma Copa do Brasil a cada sete anos e que garantiu, no ano de seu centenário, a participação na Libertadores.

Corinthians que ganhou seu sétimo título nacional, igualando-se ao Flamengo, ambos no degrau mais alto do pódio em matéria de títulos brasileiros.

Corinthians que fez 2 a 0 no primeiro tempo no Beira-Rio, sofreu o empate no segundo e venceu no placar agregado por 4 a 2.

Corinthians que ressuscitou no ano passado, que voltou a ser campeão estadual neste ano, que acaba de voltar a ganhar um título nacional e que está de volta com toda sua força, para o bem do futebol.

Comentário para o Jornal da CBN desta quinta-feira, 2 de julho de 2009.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/juca-kfouri/JUCA-KFOURI.htm

 



Escrito por Juca Kfouri às 01h50
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